pois é…
22 Fevereiro, 2013
Aguardam-se os comentários do sempre pertinente anti-comuna e de todos os “anti-comunas” da nossa blogosfera a esta notícia, ele que anda muito desaparecido destas paragens, nos últimos tempos. Que sejam, pelo menos, tão incisivos como os que fez neste post.
49 comentários
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O Anti-Comuna tem mas que fazer. Aparece de vez em quando, mas pouco. É natural.
Vai haver ocasiões em que acontece algo de importante, nessa altura talvez apareça. Por ora não vale a pena.
Esta é a fase dos vociferados, dos desencantados, dos frustrados, dos desesperados da metadona, dos filhos de pais distraídos, das mães ausentes, dos grupos minúsculos a gesticular para as câmaras contaminadas de televisão, dos cantores roufenhos e desafinados da vila escurinha.
É deixá-los à vontade.
Os canos de esgoto estão prontos a recebê-los na estação das chuvas.
O Anti-Comuna tem mais que fazer. É natural.
Os que trabalham com gosto no que fazem não gostam de desperdiçar o seu tempo.
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Isto tudo é por causa do Diabo
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O estradista Portas já está habituado a pedir votos nas feiras e romarias, por isso, lhe foi
encomendada esta tarefa de ir com boné na mão pedinchar por essa Europa!
Pelo caminho é natural que se vingue do Gaspar, contando os truques dos O.E. janados,
só para a troika ver, cá no quintal há muito que não lhe dão ouvidos, o grande mago de
finanças não se safa só com a cartilha da avó Prazeres!
Espere-se pelo acordar do Pilatos de Belém, grande mestre do sofrível Gaspar, o eterno
criador dos cenários do óasis !!!
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O anti-comuna foi à retrete, já vem.
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Sendo o post para os anti-comunas, não me abrange porque não sou anti-comuna.
Nem pró.
Mas lida a notícia do link, ela nada mais é do que mendicidade camuflada com frases sonantes dos salões das embaixadas, debitadas pela resplandecente figura de Paulo Portas.
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O Rui ainda anda com o anti-comuna atravessado na garganta. eheheheh
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Beba um bagacinho que isso passa-lhe.
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Pois é…
– Se Portas aparece em público a suscitar mais tempo é um ‘patriota’.
– Se for alguém da Esquerda é um inconsciente, um irresponsável, um ‘malandro’ (que está a querer negar a dívida)…
Por quanto tempo vai durar esta dicotomia?
O suficiente para compreendermos o inevitável. Isto é, que atrás do ‘mais tempo’, vem o ‘mais dinheiro’ e a par da ‘espiral recessiva’, vamos entrar numa ‘espiral da dívida’.
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“- Se Portas aparece em público a suscitar mais tempo é um ‘patriota’.”
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O tempo já foi concedido. eheheheheh
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Se andam desatentos. A menos que o Portas esteja a pedir mais dinheiro. Não o deve estar a fazer.
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Mas esta semana, o Rui vai engulir um valente de um sapo, Portugal financiou-se com juros a um ano, abaixo dos 1,28%.
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Ficamos a saber esta semana, também, que Portugal já não se está a endividar face ao exterior.
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E, por fim, que a crise económica está no fim. Só falta as exportações voltarem a disparar em 2013 e Portugal completa a maior parte do seu ajustamento com distinção. Sem medidas salazaristas nem magonâncias, tao típicas de uma dada “intelectualidade” portuguesa. Gente fina, esta. Muitos livros, poucas palavras. ehheheeh
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Portugal não se está a endividar face ao exterior?
Até já passamos a credores
Engolir é com o
A crise está no fim.
Ainda nao . Falta chegarmos aos 20% de desemprego
O PIB ainda tem de cair mais 3%
O endividamento chegar aos 130%
Como se dizia no Pontal . 2013 já não será ano de recessão.
Ensandeceram!
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Mesmo não sendo o anti-comuna, acho este post muito interessante. Primeiro, tenho de confessar que substimei a inteligência deste governo. O governo finalmente percebeu que o país precisa de mais tempo. Mesmo que o Portas diga que quer um prémio, é evidente para qualquer pessoa com dois dedos de testa (e pelos vistos, coisa rara, também para a Comissão Europeia) que Portugal não conseguirá cumprir os limites do défice previstos para este ano. Infelizmente essa é a verdade.
Depois, tenho de dizer que de entre muitos papéis onde poderia imaginar Paulo Portas, este de implorar mais tempo não é um que lhe fique bem. No Portas seria melhor um papel de colocar o primeiro-ministro a implorar aos outros líderes europeus. Mas pronto, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (não, não estou a usar a canção de José Mário Branco, mas sim o poema de Camões, é que já estou farto de música de intervenção).
No entanto pode haver um lado bom nisto tudo, se Portugal conseguir mais um ano (ou a redução dos juros, só dos juros e nem falo da eliminação completa dos mesmos), pode ser que baste atacar a corrupção, as parcerias público-privadas e a fuga ao fisco para encontrar dinheiro; é claro que também há sempre a hipótese de esfolar aqueles que já não têm dinheiro e deixar intocáveis os grandes amigos (para não falar de grande capital, também já estou farto disso). No fundo, como escreveu o Zeca Afonso (afinal não me safo da música de intervenção), “Jazem nos fossos vítimas dum credo / E não se esgota o sangue da manada”.
No entanto, esperemos que o governo faça a cortes, a começar pela estrutura militar: menos oficiais, menos militares, menos muito altas patentes; mais combatentes de elite. O exército não precisa de ser grande, precisa de ser eficaz, precisa de homens e mulheres de ação, não de pessoas a brincar às fardas de oficial dentro dos quartéis.
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André, tenha em atenção há para aí alguma confusão:
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“Comissão Europeia é “favorável” à extensão dos prazos dos empréstimos a Portugal
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Olli Rehn diz ser do interesse da UE que a Irlanda e Portugal possam ter um regresso bem-sucedido ao mercado da dívida.”
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in http://www.publico.pt/economia/noticia/bruxelas-favoravel-a-extensao-dos-prazos-de-maturidade-dos-emprestimos-a-portugal-1581632
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E nem é nada disto que o Rui A. defendia afincadamente. Ele defedndia um default da Dívida Portuguesa, à semelhanla do que foi feito na Grécia. Sem falar nas medidas salazaristas e anti-liberais que ele apoiava, que os R. Arroja as defendeu publicamente e até em livro, salvo erro.
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O Portas não deev estar a pedir mais do que será dado a Portugal e à Irlanda. E, note bem, nem sequer será dado a Portugal mais tempo para cortar na despesa pública e baixar o défice orçamental.
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Concluo, André, dizendo-lhe o seguinte. O Rui A. acha que Portugal irá falhar o défice orçamental. E eu direi, à semelhanºaa do que escrevi anteriormente (basta consultar o link providenciado pelo próprio Rui A.), que o défice de 2013 será cumprido como foi o de 2012. Porque, a revisão em baixa da queda do PIB pouca influência terá no próprio défice orçamental. André, não caia no conto do vigário, dos que pretendem adiar os cortes na despesa, porque lhes afectará pessoalmente os rendimentos. Não cai nessa, amigo. ehehheheheh
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Bruno Faria Lopes
http://www.ionline.pt/opiniao/portugal-europa-muro
Se calhar …..
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Portas, AntiC & Cia:
Começo pelo/AntiC, em consonância com post Tavares Moreira ontem 4ª República, tema de hoje editorial DN.
OxAlá.
Portas: o grande benemérito dos Antigos Combatentes, promessa de pensão a milhões de AC (está nos 50 euros uma vez/ano) em campanha eleitoral, havia um dia de fazer a plebe pagar por isso.
Portas, como ageneralidade da elite política que levou o país ao desastre de 2010 (Sócrates & Antecessores).
Uns malandros, os Passos & Gaspar das medidas em curso (que bem me prejudicam).
Serve para nos fazer esquecer os autores (políticos) dos governos das duas últimas décadas.
Bem aparecido AntiC.
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A-C dixit: E, por fim, que a crise económica está no fim.
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para além do mau português, é mentira.
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«debitadas pela resplandecente figura de Paulo Portas.»
E lá vem ao de cima o amargor da classe. Não me espantaria se todo esse fel ao Relvas e ao Portas fosse por gostos sexuais ou modas de roupa.
Esquerdinite aguda.
Isso já não passa Piscoiso. Agora só à faca.
R.
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Beco sem saída
A direita liberal, mais ou menos liberal, mais ou menos salazarista est num beco sem saída
Náo se vislumbra nem em 2104, nem em21015 , que,aquém sinal, qualquer indicador que permita prever uma retoma económica
Nao se vislumbra como se possa alcançar as metas do deficit , que ja nao foi alcançado em 2012 e 2111 sem recurso a anas , fundos pensoes banca etc.
Nao se vislumbra que o desemprego e a destruicao de emprego diminuam, bem pelo contrario a tendência é para crescerem em 2013, 2014, 2105
A divida por tudo o que atras foi dito tendera igualmente a crescer
O mercado interno esta destruído. As empresas estão falidas, sem investimento
A Europa esta em recessão, muitos paises europeus nao vao alcançar as metas do deficit
No entanto ha aves raras que dizem que tudo esta bem.
Parece Canção da Madame Lá Marquise
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Eu gostaria de lançar um desafio aos que andam entuasisamados com as eventuais extebnsões do empréstimos.
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Esta semana Portugal vendeu Dívida nos 1,277%, a doze meses. E já conseguiu vender Dívida a 5 anos, nos 4,89%.
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Vamos supor que Portugal consegue vender Dívida a 10 anos, daqui a uns meses, nos 3% (ou menos) nos mercados internacionais. A questão é. Faz sentido pedir extensões dos empréstimos com juros a pagar acima dos que se financia no mercado? Que sentido faz, do ponto de vista financeiro? Fica aqui a questão para se meditar.
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Quanto à extensão dos prazos, agora, a questão é mais política que económica. Nesta altura, a cedência de eventuais prazos, só serve para demonstrar o apoio dos europeus a Portugal e ao seu processo de ajustamento e gerar confiança, para melhorar as condições de financiamento nas emissões ao mercado. Apenas e só. Porque, é fácil de perceber, não faz sentido adiar os pagamentos quando se paga juros mais altos dos que Portugal poderá pagar no mercado. Mas, se calhar, este cenário não entra na cebecinha oca de muitos que por aí andam, ufanados a pedir extensões de empréstimos.
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E agora?
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3069287
UMA SIMPLES LETRA
altera todo o significado da lei
claro
sampaios e sókas , com aquele desprezo pelas funções públicas e utilização das mesmas para fins próprios,
não “deram” por nada
o que é facto é que esta Presidência leu e investigou bem o assunto
e a interpretação é muito diferente
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“para além do mau português, é mentira.”

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É a sua interpretação:
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Os indicadores publicados pelo Banco de Portugal continuam a demonstar o contrário.
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A direita liberal, mais ou menos liberal, mais ou menos salazarista
Só um imbecil pode colar a “direta liberal” ao salazarismo. Quando o “salazarismo” é apenas uma designação bacoca do Estado Novo. Como nunca leste nada sobre isso, adianto que o Estado nada tinha de liberal. Esse mito está gasto Duarte. Vá lá. Pensa um pouco… a sério. Há aqui pessoas inteligentes.
R.
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Os indicadores publicados pelo INE também confirmam a inversão do ciclo económico:
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http://www.freeimagehosting.net/joveq
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E a própria OCDE também prevê nos seus indicadores avançados a inversão da economia portuguesa.
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Mesmo que as exportações continuem pressionadas, a retoma está aí.
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Ilegal? Provavelmente não. Estranho? Talvez.
http://www.noticiasaominuto.com/pais/47782/relvas-e-franquelim-transferem-empresas-para-nome-das-filhas#.USe8qY6QXJ8
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Sei que é duro mas o liberalismo e o neo liberalismo estão desde os primórdios associados ao colonialismo, ao esclavagismo, ao fascismo.
É só preciso ler umas coisas e ver outras.basta ver os exemplos do Chile e da Argentina
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Hum, Hum
O AC deveria explicar ( se conhece a informaçao correcta) de que quem anda a comprar divida de Portugal e Irlanda e TAMBEM este Sr:
http://www.rtve.es/noticias/20130221/deuda-espanola-20-acumula-bce-anterior-programa-compra-bonos/609752.shtml
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PAra ser uma coisa feita com lisura, aquelas duas criaturas deveriam vender a partes não relacionadas as Participações financeiras que detinham nas empresas.
No entanto, compreendo a situação pois essas empresas devem estar falidas e daí a dificuldade da sua alienação a Terceiros .
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Isto e uma certidão de óbito ao chamado ajustamento/empobrecimentos portugues
A Comissão Europeia espera que Portugal falhe a meta do défice orçamental com que se comprometeu para 2013 e 2014, esperando agora um défice de 4,9% este ano contra os 4,5% acordados com a troika.
Segundo Bruxelas, nas suas previsões económicas de Inverno divulgadas nesta sexta-feira, o défice orçamental deverá derrapar este ano devido à recessão maior do que a esperada que já se verificou no ano passado (de 3,2% em vez dos 3% previstos anteriormente) e os seus efeitos no crescimento económico este ano.
A Comissão Europeia reviu as suas previsões para o desempenho da economia este ano de -1% para -1,9%, e diz que pode rever novamente em Março quando saírem dados mais pormenorizados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre, em especial devido à degradação maior do que a esperada da taxa de desemprego, que deve superar os 17,3% este ano, contra os 16,4% da pior estimativa apresentada anteriormente.
“No seguimento da revisão em baixa das perspectivas macroeconómicas, está previsto que o défice orçamental das administrações públicas atinja os 4,9% do PIB em 2013. Receitas mais fracas do que o esperado devido a uma quebra no consumo e ao desempenho do mercado laboral estão na base desta revisão. A projecção considera medidas que valem cerca de 3% do PIB, com uma forte dependência de medidas do lado da receita”, explicam os técnicos.
A CE alerta ainda que existem mais riscos para o crescimento económico e directamente para o défice, como uma deterioração nas condições de mercado para as exportações portuguesas mas também devido à fiscalização que está a ser feita de algumas das normas do Orçamento do Estado para 2013 pelo Tribunal Constitucional.
As medidas de contingência no valor de 0,5% do PIB, cujo plano já foi anunciado anteriormente pelo Governo e que o ministro das Finanças disse nesta quarta-feira estar a avaliar a possibilidade de avançar com a sua aplicação, não são consideradas para estes cálculos.
A Comissão Europeia prevê também que o défice orçamental do próximo ano deva atingir os 2,9% do PIB, contrariamente aos 2,5% acordados no programa. Esta projecção em si já depende de a economia portuguesa conseguir começar a crescer na segunda metade de 2013, contando já com medidas de redução da receita na ordem dos 1,75% do PIB, como se comprometeu o Governo a apresentar na sétima revisão (plano pormenorizado para os cortes de 4000 mil milhões de euros).
Mas nem os números de 2012 são ainda certos para Bruxelas. A CE volta a dizer que espera que o défice fique nos 5% acordados, mas que existem riscos devido à classificação da operação de concessão da ANA em contas nacionais pelo Eurostat, mas também outros ajustamentos de contabilidade que podem levar a que o défice derrape também em 2012.
Dívida pública volta a subir
A Comissão Europeia estimou ainda que a dívida pública em Portugal atinja o maior valor de sempre em 2014, chegando aos 124,7% do PIB, acima das projecções feitas no último memorando revisto na sexta avaliação.
Depois de atingir este “pico”, a Comissão espera que a dívida comece a descer gradualmente.
De acordo com as previsões de Inverno, a dívida portuguesa deverá ter chegado aos 120,6% do PIB em 2012, acima do projectado pela troika no final do ano passado.
Segundo a Comissão Europeia, a dívida pública em Portugal continuará a subir em 2013 até aos 123,9% do PIB e em 2014 atingirá os 124,7% do PIB.
As previsões inscritas no sexto exame regular da troika ao programa de ajustamento português apontavam para que, em 2013 e 2014, a dívida pública alcançasse os 122,2% do PIB e 122,3% do PIB, respectivamente.
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Sei que é duro mas o liberalismo e o neo liberalismo estão desde os primórdios associados ao colonialismo, ao esclavagismo, ao fascismo.
Duarte. Espero que para bem da tua saúde estejas a brincar. Só um completo desconhecimento da História pode servir de justificação para afirmar o que afirmaste.
Basta ires ao Wikipedia: Fascism advocates a state-controlled and regulated mixed economy; the principal economic goal of fascism is to achieve autarky to secure national self-sufficiency and independence, through protectionist and interventionist economic policies.[13] It promotes regulated private enterprise and private property contingent whenever beneficial to the nation and state enterprise and state property whenever necessary to protect its interests.[13] Fascism promotes such economics as a Third Alternative to capitalism and Marxian socialism that it regards as obsolete doctrines.[14]
Não sabias que o partido do Adolfo Hitler era trabalhista? Que o Adolfo Hitler era keynesiano e estatista?! Podes apontar o Chile como exemplo. Mas só o Chile. E em parte o Franquismo. Só. Ponto final. Mesmo o Estado Novo nunca foi um regime totalmente fechado. Visto que entrámos na EFTA pelas mãos do Estado Novo. Na OCDE também. Agora, chamar “liberal” ou “neo-liberal” aos fascismos é uma tremenda imbecilidade sem nexo.
Espero que para a próxima leias um pouco antes de vires para aqui cagar propaganda. É que um tipo leva-te a sério, mas és afinal um idiota.
R.
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“O AC deveria explicar ( se conhece a informaçao correcta) de que quem anda a comprar divida de Portugal e Irlanda e TAMBEM este Sr:”
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A própria noticia especifica bem quando ocorreram as compras. Em 2011.
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“El Consejo de Gobierno del BCE ha decidido publicar este jueves los datos sobre sus tenencias de deuda soberana adquirida con el programa SMP, ya extinto y sustituido por otro que implica condicionalidad y la petición de un rescate. Gracias al anterior programa de compra de bonos en el mercado secundario, por ejemplo, se logró bajar las primas de riesgo de España e Italia en agosto de 2011.
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Entonces, el BCE intervino en el mercado secundario para comprar deuda y rebajar así las primas de riesgo española e italiana. Entonces, el diferencial entre la rentabilidad de los bonos soberanos a 10 años y los títulos alemanes del mismo plazo llegó a superar los 400 puntos básicos, con el bono español en el 6,2% y el italiano por encima del 6,3%.”
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Nada tem a ver com as quedas de 2012, que o BCE se ausentou completamente do mercado. Aparentemente.
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Os juros portugueses descem desde o inicio de 2012, fruto do trabalho do nosso Gasparov. Que ainda tem o mérito de estar a preparar o país para conseguir taxas de juro mais baratas no mercado, do que aquelas conseguidas no acordo com a Troika.
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Talvez, mas talvez mesmo em Portugal, um dia se vai fazer justiça a este actual Ministro das Finanças. Porque o que ele está a construir é ainda melhor do que meramente sustentar a Dívida Pública. É criar condições para que o seu peso no PIB desça rapidamnete, em menos de uma geração. E fá-lo num país ignorante, acéfalo (da esquerda à direita, o que é ainda mais imperdoável) e que se opõe abertamente á suas políticas. Que são do melhor que há no mundo. É melhor repetir. Não há actualmente no mundo, melhor Ministro das Finanças que o protuguês. O nosso Gasparov.
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Do AntiC ao Portela+
A recuperação económica? quando o mais antigo Estado Nação da Europa está condenado à irrelevância?
Quando o país será dentro de décadas uma ruina?
Ou voltaremos um dia, a ver o centro da antiga capital do Império, a baixa de Lisboa povoada de gente nova?
OxAlá não.
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O problema é que os neo liberais de hoje estão ainda mais à direita que o velho fascista Salazar.
Mas nao vou perder muito tempo com chungas
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Ó Duarte, com o devido respeito. Mas tu és um idiota chapado.
Nem vales o meu latim asneirento. És mesmo um idiota. O teu colega o Piscoiso ainda é um tipo minimamente inteligente. E o Portela ainda é do Sporting. Mas tu? Epá. Tens mesmo pinta de idiota. Mas idiota mesmo.
R.
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Duarte, os neo liberais so podem ser de hoje. Os do passado nao podem ser Neo.
De resto, da “argumentacao” duartiana, deduz-se que se nao ‘e de esquerda so’ pode ser fascista, ou pior. tss tss.
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Vá lá que nos chega rewdobrado optimismo do anti-comuna, que calava já há que tempos…
E ele lá deve andar pelos centros de atendimento a ver se menoriza a vontade de tantos, ninguém sabe quantos, que teimam em pôr fim à vida,. todos dias, como cegos à primavera da crise, que o anti-comuna sente e vê chegar a passos largos, felizmente.
Que deus nos ajude e o guie sempre.
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Serviço publico para que quiser menos para o Rogério que é néscio e ja nao aprende línguas
Lembramos, por exemplo, que os principais ideólogos da burguesia, os liberais, foram porta-vozes do sufrágio censitário – baseado na renda – e/ou do sufrágio qualificado (baseado na educação formal e/ou nas funções sociais exercidas). As duas formas de sufrágio teriam por finalidade excluir as classes populares do jogo político.
Democracia, para eles, era quase que um sinônimo de “despotismo das massas”.
John Stuart Mill (1806-1873), um liberal bastante avançado para sua época, chegou a declarar: “Considero inadmissível que uma pessoa participe do sufrágio sem saber ler, escrever e, acrescentaria, sem possuir os primeiros rudimentos de aritmética”. Em outra passagem, sem meias palavras, afirmou: “Um empregador é mais inteligente do que um operário por ser necessário que ele trabalhe com o cérebro e não só com os músculos (…) Um banqueiro, um comerciante serão provavelmente mais inteligentes do que um lojista, porque têm interesses mais amplos e mais complexos a seguir (…) Nestas condições, poder-se-iam atribuir dois ou três votos a todas as pessoas que exercessem uma destas funções de maior relevo.”
Naqueles artigos tratamos apenas da análise da gênese da democracia e não das características que ela foi assumindo ao longo dos últimos séculos. A democracia política, ao contrário do que pensavam os operários e burgueses no século XIX, demonstrou que poderia ser funcional ao capitalismo. Por isso mesmo, a resistência burguesa foi se reduzindo pouco a pouco. Reduziu mas não foi completamente eliminada. A democracia política não é – e jamais será – um valor universal para ela e seus ideólogos.
Paradoxalmente, no início do século XX, os ideólogos do fascismo foram buscar no arcabouço liberal clássico muitas de suas teses iniciais sobre o direito à participação política das massas populares. Vejamos o que afirmou Mussolini, em 1925, logo após a sua triunfal “Marcha sobre Roma”: “é absurdo conceder os mesmos privilégios a um homem inculto e a um reitor de universidade. Não é abaixando as classes elevada que se cria a igualdade (…) Atribuem-me a idéia de restringir o sufrágio universal. Não! Todo cidadão conservará seu direito de voto ao parlamento de Roma. Mas um professor universitário ou um grande técnico deve ter mais uma palavra a dizer do que um carregador e um analfabeto”. Mussolini também, como a maioria dos liberais dos séculos XVIII e XIX, era contrário ao sufrágio feminino. No mesmo discurso, citado acima, declarou: “Sou partidário do sufrágio universal, mas não do sufrágio feminino”.
Naquela época, poucos se espantaram com tal declaração, pois ela estava dentro do senso comum liberal-conservador imperante. Mesmo o sufrágio universal masculino era uma novidade na grande maioria dos países capitalistas e as mulheres ainda não tinham direito ao voto nem na Inglaterra, mãe do liberalismo, e nem na França, terra da revolução liberal-democrática.
Este descompasso entre democracia política e liberalismo ainda podia ser sentido na segunda metade do século XX. Um dos fundadores do neoliberalismo, Von Hayek, chegou a defender que não haveria nenhuma incompatibilidade entre sufrágio censitário, exclusão política das mulheres e a democracia. Escreveu ele: “É útil recordar que, no país em que a democracia é mais antiga e mais bem-sucedida, a Suíça, as mulheres ainda são excluídas do voto e, pelo que parece, com a aprovação da maior parte delas. Também parece possível que, numa situação primitiva, um sufrágio limitado, por exemplo, somente aos proprietários de terra consiga formar um Parlamento tão independente do governo que possa controlá-lo de modo eficaz.”
Continuou o decano do neoliberalismo: “nem o mais dogmático dos democratas pode afirmar que toda e qualquer ampliação da democracia é um bem.. Independentemente do peso dos argumentos a favor da democracia, ela não é um valor último, ou absoluto, e deve ser julgada pelo que realizar. (…) a decisão relativa à conveniência ou não de se ampliar o controle coletivo deve ser tomada com base em outros princípios que não os são da democracia em si”. Os princípios aos quais ele se refere são: a defesa da propriedade privada e da “livre iniciativa” (para o capital). Dentro deste esquema limitado, as ditaduras de direita, sob determinadas condições, também poderiam se tornar “os melhores métodos” para os fins últimos propostos. Não deixa de ser irônico que os liberais ainda sustentem que é a esquerda que tem uma visão limitada e instrumental da democracia política.
Liberalismo e colonialismo
Mas é em relação ao problema do colonialismo que o velho e o novo liberalismo mais se aproximam das teorias reacionárias e proto-fascistas. Ao contrário do que geralmente se pensa, o liberalismo na sua forma clássica não se constituiu um entrave ao colonialismo e ao imperialismo nascente. Ele forneceu as justificativas ideológicas para expansão européia – e mais tarde a norte-americana – sobre a África, a Ásia e a América Latina.
Um liberal do porte de um Tocqueville comemorou assim a vitória inglesa sobre a China na infame Guerra do Ópio: “Eis afinal a mobilidade em combate contra o imobilismo chinês! Trata-se de um acontecimento grandioso, sobretudo quando se considera que é mera continuação, última etapa numa série de acontecimentos da mesma natureza, que gradativamente vão empurrando a raça européia para além de suas fronteiras, submetendo sucessivamente todas as outras raças ao seu império ou sua influência (…); é a sujeição das quatro partes do mundo, por ora da quinta parte. Por isso, é bom não se maldizer demais o nosso século e a nós mesmos; os homens são pequenos, mas os acontecimentos são grandiosos”.
John Stuart Mill, por sua vez, na sua obra clássica Da Liberdade, afirmou: “O despotismo é uma forma legítima de governo quando se está a lidar com bárbaros, desde que o fim seja o progresso e os meios sejam justificados pela sua real consecução. A liberdade, como princípio, não é aplicável em nenhuma situação que anteceda o momento em que os homens se tenham tornado capazes de melhorar através da livre discussão entre iguais. Até então não haverá nada para eles, salvo a obediência absoluta a um Akbar ou a um Carlos Magno se tiveram sorte de encontrá-los.” Para ele, liberdade e democracia só teriam plena validade no mundo ocidental-capitalista e não poderiam ter nenhum valor universal.
Estas idéias continuam presentes quase dois séculos depois. Karl Popper – liberal e defensor das chamadas “sociedades abertas” – num artigo recente escreveu: “Libertamos esses Estados (as colônias) de modo muito apressado e simplista” e comparou este fato ao de “se abandonar uma creche a si mesma”. O que ele se esqueceu de dizer é que a libertação das colônias não foi dádiva das metrópoles, mas uma conquista arrancada com muita luta, em muitos casos precisou-se de anos de guerras de libertação sangrentas. As potências ocidentais, entre elas a França, utilizaram-se dos meios mais bárbaros para manter seus impérios coloniais. O filme Batalha de Argel retratou bem esses métodos ditos civilizados.
O fim da União Soviética e das experiências socialistas no Leste Europeu ocasionou uma profunda alteração na correlação de forças mundial a favor do imperialismo. Isso teve impacto no campo da luta de idéias. O liberalismo – na sua versão neoliberal – tornou-se amplamente hegemônico e velhos valores, anteriores as revoluções socialistas e anti-coloniais, adquiriram um novo vigor. Hoje, justifica-se a guerra e a ocupação de territórios do terceiro-mundo em nome da liberdade, a democracia e dos direitos do homem. Novamente, a barbárie capitalista se impõe em nome da civilização e do mercado
Se fascismo e liberalismo não são iguais, tão pouco existe entre eles uma muralha intransponível. Diria mesmo que existem mais pontos de convergência do que sonha nossa vã filosofia. Isso se explica, fundamentalmente, pois os dois são expressões ideológicas de uma mesma e única classe: a burguesia. Esta constatação não é secundária.
Durante as últimas décadas, os ideólogos burgueses procuraram reverter o jogo e colocaram um sinal de igualdade entre o comunismo e o nazismo, taxando-os indistintamente de totalitários. Neste esquema, a contraposição ao totalitarismo (comunista e nazista) seria feita pelo liberalismo. Numa mesma operação ideológica, o termo liberalismo foi amalgamado com o de democracia. Os pais do liberalismo foram promovidos a pais da democracia moderna. Constituiu-se, assim, o mito ou a fórmula mais eficiente da política moderna: igualar liberalismo e democracia.
Ironicamente escreveu Quartim de Moraes: “Os politicólogos liberais costumam enfatizar as semelhanças entre fascismo e comunismo, apresentando-os como duas variantes do que chamam de totalitarismo (…) (mas) qualquer estudo histórico-estatístico minimamente objetivo mostraria que a quantidade de liberais que aderiram ao fascismo foi incomparavelmente maior do que a de comunistas”. Por fim, não “foi nos países do extinto bloco soviético que os exterminadores de judeus e de comunistas, membros da SS ou esquadrões da morte (…) encontraram refúgio, mas principalmente no muito liberal Canadá”. Acrescentariamos que, atualmente, já se comprovou a existência de uma operação secreta realizada pelo governo norte-americano – em conluio com o Vaticano – para dar cobertura para a fuga de criminosos de guerra, especialmente de cientistas alemães.
No entanto, foi no nosso continente que o conluio entre liberais e fascistas tornou-se mais evidente – uma aliança que produziu uma das páginas mais sombrias da nossa história. Os liberais latino-americanos foram a vanguarda política da maior parte dos golpes militares ocorridos ao longo do século XX, inclusive no Brasil. Por aqui, em 1964, os muito liberais Estadão, o grupo Folha e a UDN, conclamaram abertamente a intervenção militar e aplaudiram a repressão que se seguiu à autodenominada “redentora”.
Os ideólogos neoliberais fizeram um grande esforço para retirar as ditaduras sangrentas, como a de Pinochet, da lista de regimes ditos totalitários. Eles foram definidas apenas como regimes autoritários. Mal menores diante da ameaça do totalitarismo comunista.
Escreveu Von Hayek, “o oposto de democracia é governo autoritário: do liberalismo é totalitarismo. Nenhum dos dois sistemas exclui necessariamente o oposto do outro: a democracia pode exercer poderes totalitários, e um governo autoritário pode agir com base em princípios liberais”. E continuou: “Devo confessar que prefiro governo não-democrático sob a lei a governo democrático ilimitado”. Por isso ele e Friedman – dois papas do neoliberalismo – deram apoio aberto e assessoraram o governo “não-democrático” de Pinochet.
Maior exemplo da possibilidade de articulação entre neoliberalismo e fascismo pode ser extraído da vergonhosa entrevista dada pelo próprio Hayek ao jornal chileno EL Mercúrio em abril de 1981. Depois de apoiar a ditadura, justifica: “Uma sociedade livre requer certas morais que em última instância se reduzem à manutenção das vidas; não à manutenção de todas as vidas, porque poderia ser necessário sacrificar vidas individuais para preservar um número maior de vidas. Portanto, as únicas normas morais são as que levam ao ‘cálculo de vidas’: a propriedade e o contrato”. Naquele momento, em que o Hayek dava tranquilamente sua entrevista, muitas vidas estavam sendo sacrificadas nos porões da ditadura fascista do general Pinochet.
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Duarte, vai à merda. Nunca mais escrevas o meu nome por favor.
Que retardado. Copia um texto integral e caga no comentário, sem fonte sem contexto sem autor, sem aspas.
R.
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Eu nao disse?
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O duarte foi buscar a informacao ‘a isenta publicacao:
http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=323&id_coluna=10
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O brilhante (not) artigo que o duarte foi buscar ao Vermelho, comeca por afirmar que:
John Stuart Mill (1806-1873), um liberal bastante avançado para sua época, chegou a declarar: “Considero inadmissível que uma pessoa participe do sufrágio sem saber ler, escrever e, acrescentaria, sem possuir os primeiros rudimentos de aritmética”.
presumo que se referem ao mesmo Suart Mill que:
In 1866, Mill became the first person in the history of Parliament to call for women to be given the right to vote, vigorously defending this position in subsequent debate. Mill became a strong advocate of such social reforms as labour unions and farm cooperatives. In Considerations on Representative Government, Mill called for various reforms of Parliament and voting, especially proportional representation, the Single Transferable Vote, and the extension of suffrage.
in http://en.wikipedia.org/wiki/John_Stuart_Mill
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Obrigado inthelimbo, por desmascarares elegantemente este pedante que por aqui paira.
Haja quem tenha delicadeza, porque eu desatino com gente como o Duarte. É defeito meu.
R.
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Rogério, não batas mais no Duarte, o coitado; se ele se suicidar, vais sentir remorsos…
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Inthelimbo
Nao vejo qualquer contradição. Sufrágio para as mulheres desde que não fossem analfabetas, sem rendimentos ou seja do povo e o mesmo que diz que o” despotismo é uma forma de governo aceitável em sociedades que são “atrasadas”, porque nelas se observam barreiras para o progresso espontâneo. O déspota, porém, deve estar revestido de bons interesses.” Com tambem pode ler na Wikipédia.
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Diz o inthelimbo que foi buscar à isenta publicação ……….
Queria fosse buscar às isentas publicações neoliberais?
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Duarte
Posted 22 Fevereiro, 2013 at 19:09 | Permalink
Sei que é duro mas o liberalismo e o neo liberalismo estão desde os primórdios associados ao colonialismo, ao esclavagismo, ao fascismo.
É só preciso ler umas coisas e ver outras.basta ver os exemplos do Chile e da Argentina
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Em contrapartida o tal verdadeiro Socialismo em que tantos se reportam
equivale à liberdade individual. ao não Estado Policial, à não-militarização,
à existência legal de Partidos Políticos, à não Censura prévia dos media, etc.
de que gozou o povo da URSS e que, por uma razão inadmissível desleixou . . .
Toda a Europa do Leste também.
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Duarte
Posted 22 Fevereiro, 2013 at 22:46 | Permalink
Diz o inthelimbo que foi buscar à isenta publicação ……….
Queria fosse buscar às isentas publicações neoliberais?
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Pois certamente, Duarte, claro!
Os dinosauros, embora já empalhsdos, mumificados, como o Lénin,
ainda desempenham o seu papel, … nos Museus.
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piscoiso
Posted 22 Fevereiro, 2013 at 16:59 | Permalink
O anti-comuna foi à retrete, já vem.
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Sendo o post para os anti-comunas, não me abrange porque não sou anti-comuna.
Nem pró.
Mas lida a notícia do link, ela nada mais é do que mendicidade camuflada com frases sonantes dos salões das embaixadas, debitadas pela resplandecente figura de Paulo Portas.
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Óh anti-comuna . . . então V. não teve o desplante de não
pedir licença de assenhorear-se da residência do Piscoiso:
A RETRETE?
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http://expresso.sapo.pt/gomes-canotilho-diz-que-contribuicao-de-solidariedade-e-inconstitucional=f789211
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“Só um imbecil pode colar a “direta liberal” ao salazarismo.”
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Não é ignorância. É aquilo que Goebbels explicou e os Comunistas como Duarte gostam muito de usar: Mentir muitas vezes.
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“Sei que é duro mas o liberalismo e o neo liberalismo estão desde os primórdios associados ao colonialismo, ao esclavagismo, ao fascismo.”
Um bom exemplo da mentira Comunista . George Orwell bem demonstrou quem eram.
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Mais sabe o Duarte que foram o Liberais e a Igreja, desde Adam Smitha Stuart Mill, John Bright que lutaram contra o Esclavagismo. Foram os free market que lutaram duplamente contra o esclavagismo e colonialismo ao atingirem o pilar social e cultural da escravatura e o pilar económico do mercantilismo que sustentava o colonialismo. A defesa do Mercado Livre destroí o pilar económico do Colonialismo: Mercantilismo.
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A Economia foi chamada de Dismal Science pela Cultura pois boa parte dos Economistas estavam contra o Esclavagismo.
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http://www.econlib.org/library/Columns/LevyPeartdismal.html
Um pouco de história.Da Coligação anti-esclavagista e de quem esteve contra: gente da Cultura.
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Isto enquanto os Comunistas criaram no Séc.XX o Colonialismo de Moscovo, Esclavagismo do Gulag, enquanto na Europa e nos EUA os “Progressistas” e os Revolucionários adoptavam o Eugenismo.
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Mais ainda sabe o Duarte foram os Soci@listas que fundaram o Fascismo.
Aliás os Comunistas partilham muitas coisas com o Fascismo. Veja naquilo em que as Ditaduras do Chile e da Argentina são semelhantes a Cuba, União Soviética e “Republicas Populares da Europa a África passando pela Ásia” – assassinatos. Só que como os Comunistas querem ainda mais poder sobre as pessoas que os Fascistas – até as couves do senhor Manuel têm de ser Comunistas, têm de matar muito mais.
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Morto e Pendurado ao lado de Mussolini estava um seu amigo, também amigo de Lenine e Fundador do Partido Comunista Italiano: Nicola Bombacci
http://en.wikipedia.org/wiki/Nicola_Bombacci
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Agora vão descobrir algum jornal tuga que alguma vez escreveu alguma coisa sobre Nicola Bombacci.
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Correcção: “foram semelhantes” em vez de “são semelhantes”
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Chamar o A C agora foi cobardia. Ponto.
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Apesar de tudo uma boa discussão.
Contudo, embora todos Portugueses, convem não esquecer o contraste:
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entre os que iam:
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e os que retornaram
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