Ontem, João Ferreira do Amaral e Medina Carreira disseram praticamente a mesma coisa nos “Olhos nos Olhos”.
Aliás, perante as previsões todas falhadas de Gaspar e o fazer de conta que tudo corre bem por parte da tróika começa a haver unanimidade entre os comentadores, mesmo nos da área do governo.
Isto está confuso, como era previsível. E a Itália veio agora pôr gasolina na fogueira.
Se fosse gasóleo, sempre era mais barato.
Quando é que o electricista se candidata a presidente da republiqueta? Um golpezito e põe-no lá prontos!
“O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou recentemente um corte superior a 200 milhões de euros nas Forças Armadas, a partir de 2014, podendo ser reduzidos 40 milhões em 2013, bem como a intenção de reduzir em oito mil o número de efectivos até 2020”. É assim que se fomenta o patriotismo nas forças armadas.
Por razão é que Carvalho da Silva é um ‘ex-coordenador’ e não um professor universitário?
É que se adoptarmos este tipo de classificação e preconceito haverá por aí muitos ex-(‘qualquer coisa’) …
Porque razão não refere PPC como um ex-jota ou um ex-funcionário de A. Correia?
Caramba.O Rui A. incomodouse porque tambem sabe que quando um nobel está a usar estes”imbecis e incompetentes” na realidade bem quer dizer estes fdp. Este nobeis ignoveis…
O antropólogo americano Joseph A. Tainter traça um paralelo entre a queda inesperada do Império Romano e da situação atual dos antigos impérios ocidentais que são, afinal, os herdeiros. Um paralelo que merece ser discutido.
Joseph Tainter sugere a existência de uma semelhança entre as dependências do Império Romano contra o fluxo de energia que levou ao seu desenvolvimento, e as nossas próprias ligações no mesmo fluxo de energia. Essa semelhança pode decidir um destino comum, sugere Tainter.
Na época romana, a única energia disponível era o sol. Quando os romanos invadiram e saquearam um novo território, que eram na verdade , foi a energia solar que o excesso de saque território, processados e acumulado ao longo dos séculos “, na forma de metais preciosos, obras arte e as pessoas ” . O saque eram extraordinariamente rentável. De 167 aC, apropriando-se da Macedónia tesouro, os cidadãos romanos podiam ser isentos de qualquer imposto, durante a conquista da cidade de Pérgamo, o orçamento dobrou Roma, quando Pompeu tomou posse do Síria, em 63 aC, o orçamento do império cresceu novamente para 70%, e assim por diante. Um retorno positivo sobre o investimento estava no lugar: “Mais de conquistas deu mais riqueza, que financiou mais conquistas” , diz Joseph Tainter. Mas “o problema com o saque, é que ela só pode ocorrer uma vez” , disse o antropólogo .
Um dia, o império ficou sem conquistas rentáveis (desertos ao leste e ao sul, o mar, a oeste e norte). A partir desse dia, Roma teve que confiar tanto nas quantidades vastas de saques a energia solar acumulada por outros, mas apenas sobre a energia, obviamente, muito menor, oferecido pelo sol , ano após ano a desembarcar as suas províncias. Portanto, a fim de manter o que se tornou, os romanos fizeram a única coisa racional a tomar para resolver impasse tal: eles começaram a distorcer. Durante séculos, nunca a administração romana deixou de depreciar o valor de sua moeda, reduzindo a quantidade lenta mas seguramente, de metais preciosos que contêm. Isso provavelmente decidiu o colapso do império.
Um destino semelhante ameaça nossa energia sociedades afluentes nascido de óleo de um século atrás, quando eles planeiam, voluntária ou involuntariamente, uma transição de energia de carbono. Os impérios modernos ocidentais surgiram da mesma forma como o Império Romano, capturando reservas fantásticas de energia solar convertida e armazenada como óleo em todos os lugares da Terra: primeiro o britânico na Pérsia e no Iraque, e os norte-americanos na Arábia Saudita em particular, o Francês, finalmente, em África.
Sem essas condições expressão face de sua ganância e sua arrogância , as democracias ocidentais têm permitido crescer suas dívidas com inconsistência, depreciando o valor de sua base, sem muito questionamento, por exemplo, as razões óbvias e causas o paradoxo constante do desemprego em massa persistente nas sociedades incrivelmente ricos.
Friedrich Hayek
Hayek fez contribuições para a Psicologia, a teoria do Direito, a Economia e a Política. Recebeu o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1974 “por seu trabalho pioneiro na teoria da moeda e flutuações econômicas e pela análise penetrante da interdependência dos fenômenos econômicos, sociais e institucionais”, que dividiu com seu principal rival ideológico, o economista socialista Gunnar Myrdal.
Myrdal citado neste blog? Vade retro. Aquele que falava de paises ricos e paises pobres ou seja que pensava que nem todos os paises sao mesma coisa nem estao nem partem de identica situaçao? Vade vade vade retro, Satao…
Um dos apóstolos do fundamentalismo liberal-capitalista, Hayek, considera “dever moral do Estado” (sic!) impedir que os sindicatos interfiram no jogo livre do mercado.
Um dos apóstolos do fundamentalismo liberal-capitalista, Hayek, considera “dever moral do Estado” (sic!) impedir que os sindicatos interfiram no jogo livre do mercado.
…
Conho. Ja ficou explicado os porqués da ultima proposta do PC chinés de derubar estatuas de Mao e colocar no mesmo lugar as pertinentes efigies do santo apostolo e mártir liberal capitalista. E nos com estes cabelos e sem escovar…
O “governo deve ouvir Nobel da Economia e mudar de agulha”, avisa Carvalho da Silva.
Avisa e, porém, neste passo, nem Krugman nem Carvalho da Silva podem valer-nos mais que o destino, que eu creio que tem disposto atirar-nos ao abismo. Mas, por favor, a troïka… a troika que está aí não tem conta nisto, já, senhores, pelos vistos. E este governo pavão, pomposo, com o seu ministro, que ia fazer mais do que ela, resolver num ai a crise, deu já aquele trambolhão que eu tenho que estamos perdidos. Se não vejam, de 93% de dívida externa face ao PIB, lá que é isso, passamos já a esta hora, dizem, aos 120% de dívida externa face ao msmo PIB.
Não tarda, a 180%. Se não que escravizados a um século e mais de dívida…
E era Gaspar aquele génio! Coelho, esse fulano honesto, capaz, confiável, minha nossa sinhora, mais impreparados, tratantes, ao que vemos… ó céus, fraude inaudita!
Esse governo devia levar tal coça (com os outros, é verdade) que se atirasse acima do Kanadá, do Alaska, ao reino das neves, ter com os ursos brancos e os seus irmão pardos.
E a dupla Coelho-Gaspar já há-de levar a palma, eu creio, do pior da história lusa, perniciosa e infausta, à frente, muito à frente de saudoso impagável Sócrates e Teixeira, depois que a cada dia dá à ruína centenas de portugueses. E alguém os ajuda a proteger na cadeia, casa de correcção, lá que seja, ou ainda vamos todos ao todos ao desastre, com o País entregue à demência com a nação inteira .
Não sejam tão pessimistas. Mantenho que tudo se há-de arranjar mais ou menos, mais menos que mais.
Não são os troikos, os gaspares nem os passos que vão dar a mão, descansem.
Outros fariam ainda pior como todos os que não são cegos já viram.
A transfusão de plasma contaminado não vai ser precisa.
a desindustrialização da europa em benificio dos serviços começou há 30 anos
com o sucesso a que assistimos.
em 2012 a ue perdeu 1milhão de postos de trabalho.
com a maravilha das eleições italianas as bolsas vão por água abixo
e os juros da dívida no sentido oposto.
nos últimos 3 anos não encontram emprego
1/3 dos licenciados franceses das Grandes écoles
De uma bancarrota não se sai em 5 anos a cantarolar o Grândola. O país é pobre, não produz quase nada e vende ainda menos. Adiar a realidade não adianta, com obras públicas, empregos e consumo interno subsidiados com mais dívida nunca cresceremos mais do que até à bancarrota seguinte.
Cumps,
Buiça
A insustentável leveza do ser!!! Ou porque muitos continuam a acreditar em almoços grátis…
Falam em acabar com a austeridade, como se tivessem os cofres cheios!
Ao que parece a austeridade que vivemos é por forretice e ganância do Autal Governo!!!
Enquanto não acordarem para a realidade, trabalharem a sério, deixando de viver a crédito, seremos sempre um País adiado, de geração rasca a geração à rasca, só porque temos no poder à décadas uma geração de 74 de corruptos e incompetentes…
Quem ainda não percebeu que a austeridade por si só, nada resolve, provavelmente vai passar os próximos tempos com medo que o céu lhe caia em uma. Foi uma oportunidade histórica que esta anedota de governo perdeu. Mas perdeu.
Rui a. E as saudades de Pinochet e dos gangsters de Chicago.
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Ontem, João Ferreira do Amaral e Medina Carreira disseram praticamente a mesma coisa nos “Olhos nos Olhos”.
Aliás, perante as previsões todas falhadas de Gaspar e o fazer de conta que tudo corre bem por parte da tróika começa a haver unanimidade entre os comentadores, mesmo nos da área do governo.
Isto está confuso, como era previsível. E a Itália veio agora pôr gasolina na fogueira.
Se fosse gasóleo, sempre era mais barato.
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Quando é que o electricista se candidata a presidente da republiqueta? Um golpezito e põe-no lá prontos!
“O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou recentemente um corte superior a 200 milhões de euros nas Forças Armadas, a partir de 2014, podendo ser reduzidos 40 milhões em 2013, bem como a intenção de reduzir em oito mil o número de efectivos até 2020”. É assim que se fomenta o patriotismo nas forças armadas.
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Por razão é que Carvalho da Silva é um ‘ex-coordenador’ e não um professor universitário?
É que se adoptarmos este tipo de classificação e preconceito haverá por aí muitos ex-(‘qualquer coisa’) …
Porque razão não refere PPC como um ex-jota ou um ex-funcionário de A. Correia?
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Caramba.O Rui A. incomodouse porque tambem sabe que quando um nobel está a usar estes”imbecis e incompetentes” na realidade bem quer dizer estes fdp. Este nobeis ignoveis…
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O antropólogo americano Joseph A. Tainter traça um paralelo entre a queda inesperada do Império Romano e da situação atual dos antigos impérios ocidentais que são, afinal, os herdeiros. Um paralelo que merece ser discutido.
Joseph Tainter sugere a existência de uma semelhança entre as dependências do Império Romano contra o fluxo de energia que levou ao seu desenvolvimento, e as nossas próprias ligações no mesmo fluxo de energia. Essa semelhança pode decidir um destino comum, sugere Tainter.
Na época romana, a única energia disponível era o sol. Quando os romanos invadiram e saquearam um novo território, que eram na verdade , foi a energia solar que o excesso de saque território, processados e acumulado ao longo dos séculos “, na forma de metais preciosos, obras arte e as pessoas ” . O saque eram extraordinariamente rentável. De 167 aC, apropriando-se da Macedónia tesouro, os cidadãos romanos podiam ser isentos de qualquer imposto, durante a conquista da cidade de Pérgamo, o orçamento dobrou Roma, quando Pompeu tomou posse do Síria, em 63 aC, o orçamento do império cresceu novamente para 70%, e assim por diante. Um retorno positivo sobre o investimento estava no lugar: “Mais de conquistas deu mais riqueza, que financiou mais conquistas” , diz Joseph Tainter. Mas “o problema com o saque, é que ela só pode ocorrer uma vez” , disse o antropólogo .
Um dia, o império ficou sem conquistas rentáveis (desertos ao leste e ao sul, o mar, a oeste e norte). A partir desse dia, Roma teve que confiar tanto nas quantidades vastas de saques a energia solar acumulada por outros, mas apenas sobre a energia, obviamente, muito menor, oferecido pelo sol , ano após ano a desembarcar as suas províncias. Portanto, a fim de manter o que se tornou, os romanos fizeram a única coisa racional a tomar para resolver impasse tal: eles começaram a distorcer. Durante séculos, nunca a administração romana deixou de depreciar o valor de sua moeda, reduzindo a quantidade lenta mas seguramente, de metais preciosos que contêm. Isso provavelmente decidiu o colapso do império.
Um destino semelhante ameaça nossa energia sociedades afluentes nascido de óleo de um século atrás, quando eles planeiam, voluntária ou involuntariamente, uma transição de energia de carbono. Os impérios modernos ocidentais surgiram da mesma forma como o Império Romano, capturando reservas fantásticas de energia solar convertida e armazenada como óleo em todos os lugares da Terra: primeiro o britânico na Pérsia e no Iraque, e os norte-americanos na Arábia Saudita em particular, o Francês, finalmente, em África.
Sem essas condições expressão face de sua ganância e sua arrogância , as democracias ocidentais têm permitido crescer suas dívidas com inconsistência, depreciando o valor de sua base, sem muito questionamento, por exemplo, as razões óbvias e causas o paradoxo constante do desemprego em massa persistente nas sociedades incrivelmente ricos.
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Friedrich Hayek
Hayek fez contribuições para a Psicologia, a teoria do Direito, a Economia e a Política. Recebeu o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1974 “por seu trabalho pioneiro na teoria da moeda e flutuações econômicas e pela análise penetrante da interdependência dos fenômenos econômicos, sociais e institucionais”, que dividiu com seu principal rival ideológico, o economista socialista Gunnar Myrdal.
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Não sei se seria pior a emenda que o soneto
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Myrdal citado neste blog? Vade retro. Aquele que falava de paises ricos e paises pobres ou seja que pensava que nem todos os paises sao mesma coisa nem estao nem partem de identica situaçao? Vade vade vade retro, Satao…
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Um dos apóstolos do fundamentalismo liberal-capitalista, Hayek, considera “dever moral do Estado” (sic!) impedir que os sindicatos interfiram no jogo livre do mercado.
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http://www.google.com/imgres?imgurl=http://graphics8.nytimes.com/images/2010/09/16/opinion/Krugman_New/Krugman_New-articleInline.jpg&imgrefurl=http://topics.nytimes.com/top/opinion/editorialsandoped/oped/columnists/paulkrugman/index.html&h=192&w=152&sz=1&tbnid=ECAvuFDERzcpaM:&tbnh=160&tbnw=126&zoom=1&usg=__01fBfoE5sZrcmzQAyP__fCs5TzI=&docid=F1lm4goebFgW_M&itg=1&hl=en&sa=X&ei=YwktUa7BMJO5hAfn3YGICw&sqi=2&ved=0CJwBEPwdMA0
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Um dos apóstolos do fundamentalismo liberal-capitalista, Hayek, considera “dever moral do Estado” (sic!) impedir que os sindicatos interfiram no jogo livre do mercado.
…
Conho. Ja ficou explicado os porqués da ultima proposta do PC chinés de derubar estatuas de Mao e colocar no mesmo lugar as pertinentes efigies do santo apostolo e mártir liberal capitalista. E nos com estes cabelos e sem escovar…
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O “governo deve ouvir Nobel da Economia e mudar de agulha”, avisa Carvalho da Silva.
Avisa e, porém, neste passo, nem Krugman nem Carvalho da Silva podem valer-nos mais que o destino, que eu creio que tem disposto atirar-nos ao abismo. Mas, por favor, a troïka… a troika que está aí não tem conta nisto, já, senhores, pelos vistos. E este governo pavão, pomposo, com o seu ministro, que ia fazer mais do que ela, resolver num ai a crise, deu já aquele trambolhão que eu tenho que estamos perdidos. Se não vejam, de 93% de dívida externa face ao PIB, lá que é isso, passamos já a esta hora, dizem, aos 120% de dívida externa face ao msmo PIB.
Não tarda, a 180%. Se não que escravizados a um século e mais de dívida…
E era Gaspar aquele génio! Coelho, esse fulano honesto, capaz, confiável, minha nossa sinhora, mais impreparados, tratantes, ao que vemos… ó céus, fraude inaudita!
Esse governo devia levar tal coça (com os outros, é verdade) que se atirasse acima do Kanadá, do Alaska, ao reino das neves, ter com os ursos brancos e os seus irmão pardos.
E a dupla Coelho-Gaspar já há-de levar a palma, eu creio, do pior da história lusa, perniciosa e infausta, à frente, muito à frente de saudoso impagável Sócrates e Teixeira, depois que a cada dia dá à ruína centenas de portugueses. E alguém os ajuda a proteger na cadeia, casa de correcção, lá que seja, ou ainda vamos todos ao todos ao desastre, com o País entregue à demência com a nação inteira .
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Dizer como se resolvem os problemas e’ que os marcianos nao dizem……
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Não sejam tão pessimistas. Mantenho que tudo se há-de arranjar mais ou menos, mais menos que mais.
Não são os troikos, os gaspares nem os passos que vão dar a mão, descansem.
Outros fariam ainda pior como todos os que não são cegos já viram.
A transfusão de plasma contaminado não vai ser precisa.
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Ai, nem tu viste o que
aí vem, estou certo, Javitudo,
que eu creio que estás iludido .
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a desindustrialização da europa em benificio dos serviços começou há 30 anos
com o sucesso a que assistimos.
em 2012 a ue perdeu 1milhão de postos de trabalho.
com a maravilha das eleições italianas as bolsas vão por água abixo
e os juros da dívida no sentido oposto.
nos últimos 3 anos não encontram emprego
1/3 dos licenciados franceses das Grandes écoles
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http://economico.sapo.pt/noticias/krugman-insiste-portugal-tem-de-baixar-os-salarios_139130.html
É no que dá ouvir prémios Nobel que emitem opinião a metro.
Qual é o país da Europa que está melhor do que no ano passado? E qual deles diminuiu o défice na % que Portugal diminuiu? E que belos resultados têm dado as políticas Americanas?
De uma bancarrota não se sai em 5 anos a cantarolar o Grândola. O país é pobre, não produz quase nada e vende ainda menos. Adiar a realidade não adianta, com obras públicas, empregos e consumo interno subsidiados com mais dívida nunca cresceremos mais do que até à bancarrota seguinte.
Cumps,
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A insustentável leveza do ser!!! Ou porque muitos continuam a acreditar em almoços grátis…
Falam em acabar com a austeridade, como se tivessem os cofres cheios!
Ao que parece a austeridade que vivemos é por forretice e ganância do Autal Governo!!!
Enquanto não acordarem para a realidade, trabalharem a sério, deixando de viver a crédito, seremos sempre um País adiado, de geração rasca a geração à rasca, só porque temos no poder à décadas uma geração de 74 de corruptos e incompetentes…
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Quem ainda não percebeu que a austeridade por si só, nada resolve, provavelmente vai passar os próximos tempos com medo que o céu lhe caia em uma. Foi uma oportunidade histórica que esta anedota de governo perdeu. Mas perdeu.
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Este Nobel não é aquele senhor que advogava que os salários dos portugueses tinha que diminuir?
http://economico.sapo.pt/noticias/krugman-salarios-em-portugal-tem-de-cair-ate-30_89918.html
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