A diferença entre FlexisSegurança (laboral) e a Flexibilidade (laboral) parece estar apenas na terminação, um pormenor, contudo, às vezes os pormenores é que fazem a diferença.
E este pormenor é muito mais importante do que parece.
Por cá aposta-se apenas na Flexibilidade (laboral), nunca vi nenhum responsável governamental pronunciar tal termo.
E aqui na bovinidade do Blasfémias só o usam como arma de arremesso contra o Hollande (neste caso).
Nós vivemos num país e num mundo onde a canção do bandido é a única da playlist política. Assim, nunca é transmitida corretamente as vantagens práticas e também as desvantagens dos modelos de flexissegurança nos países em que existe. Sabemos que se vive muito bem na Dinamarca e que o modelo lá parece funcionar bem. Quando o modelo começou a ser referido cá no lamaçal, li, vi e ouvi muitos jovens, menos jovens e até trabalhadores mais idosos fazerem boas referências ao modelo. Mas estamos a falar de outros povos, de outras civilizações, que não se deixariam governar por Passos Coelho, Gaspar ou Relvas. Digo eu.
Se algum dia alguém quisesse aplicar cá um modelo de proteção dos trabalhadores idêntico àquele que me pareceu, repito, pareceu, ser o modelo original da flexissegurança, aplicar-se-ia apenas a flexi, como, aliás, diz em comentário anterior A. Santos.
Basta pensarmos, aterrorizados, diga-se, que num país onde o ordenado mínimo é cerca de três vezes inferior ao da Irlanda e cerca de dois terços do da Grécia se acha que cerca de 480 euros torna a economia pouco competitiva.
E isto diz-se sem que ninguém corra para os vomitórios.
Os “borgessos” portugueses estão todos em pânico. O ordenado mínimo francês poderá descer ligeiramente abaixo dos mil quatrocentos e tal euros e o da Irlanda já desceu um pouco abaixo disso. Como é que a economia portuguesa com os seus quatrocentos e poucos pode competir com a francesa e com a irlandesa? E com as outras europeias, idem.
E os “borgessos” têm andado bastante preocupados com a economia do país. Mesmo bastante.
O presidente da Confederação do Comércio e Serviço é que estraga tudo. Acha que o salário mínimo deverá subir. Comunista duma figa!
That is the economy…
A Nova Economia não perdoa,
isto é,
a realidade.
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A diferença entre FlexisSegurança (laboral) e a Flexibilidade (laboral) parece estar apenas na terminação, um pormenor, contudo, às vezes os pormenores é que fazem a diferença.
E este pormenor é muito mais importante do que parece.
Por cá aposta-se apenas na Flexibilidade (laboral), nunca vi nenhum responsável governamental pronunciar tal termo.
E aqui na bovinidade do Blasfémias só o usam como arma de arremesso contra o Hollande (neste caso).
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Passos acha sensato baixar o salario minimo
http://www.publico.pt/multimedia/video/passos-considera-sensato-reduzir-o-salario-minimo-20133620128
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Nós vivemos num país e num mundo onde a canção do bandido é a única da playlist política. Assim, nunca é transmitida corretamente as vantagens práticas e também as desvantagens dos modelos de flexissegurança nos países em que existe. Sabemos que se vive muito bem na Dinamarca e que o modelo lá parece funcionar bem. Quando o modelo começou a ser referido cá no lamaçal, li, vi e ouvi muitos jovens, menos jovens e até trabalhadores mais idosos fazerem boas referências ao modelo. Mas estamos a falar de outros povos, de outras civilizações, que não se deixariam governar por Passos Coelho, Gaspar ou Relvas. Digo eu.
Se algum dia alguém quisesse aplicar cá um modelo de proteção dos trabalhadores idêntico àquele que me pareceu, repito, pareceu, ser o modelo original da flexissegurança, aplicar-se-ia apenas a flexi, como, aliás, diz em comentário anterior A. Santos.
Basta pensarmos, aterrorizados, diga-se, que num país onde o ordenado mínimo é cerca de três vezes inferior ao da Irlanda e cerca de dois terços do da Grécia se acha que cerca de 480 euros torna a economia pouco competitiva.
E isto diz-se sem que ninguém corra para os vomitórios.
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Já um governante socialista dizia que era bom investir em Portugal porque se pagava salários baixos.
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Ah! a guilhotina
AH! a camioneta fantasma
António Borges: “O ideal era que os salários descessem”
No publico
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Os “borgessos” portugueses estão todos em pânico. O ordenado mínimo francês poderá descer ligeiramente abaixo dos mil quatrocentos e tal euros e o da Irlanda já desceu um pouco abaixo disso. Como é que a economia portuguesa com os seus quatrocentos e poucos pode competir com a francesa e com a irlandesa? E com as outras europeias, idem.
E os “borgessos” têm andado bastante preocupados com a economia do país. Mesmo bastante.
O presidente da Confederação do Comércio e Serviço é que estraga tudo. Acha que o salário mínimo deverá subir. Comunista duma figa!
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