O caminho não percorrido nunca tem problemas
Tenho lido muitas críticas ao ministro das finanças. Que corta muito, que corta pouco, que não aposta no crescimento, que devia cortar nas gordura, que só sabe fazer contas, que não sabe fazer contas, que não acerta nas previsões, que faz muitas previsões … A maior parte destas criticas não são às opções de ministro das finanças, mas à realidade. A realidade não nos convém.
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Para uma crítica ao ministro das finanças ser minimamente fundamentada tem que considerar em detalhe as dificuldades de partida. Não deve haver muitos exemplos de ministros das finanças que tiveram de lidar com um país que em simultâneo acumula um défice externo insustentável, uma dívida externa elevada, bancos semi-falidos, estado falido e sobredimensionado, um grande sector de bens não transaccionáveis dependente da procura interna. Note-se que o problema não é apenas a falência do Estado. A economia privada perdeu o seu principal cliente e tem que desalavancar e reestruturar-se em simultâneo com o Estado.
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Contrapor ao caminho seguido por Gaspar uma alternativa idealizada e mitificada, não testada, é fácil. Difícil seria implementá-la, contornando as barreiras constitucionais. E qualquer alternativa teria sempre custos de transição. Como disse, não é fácil reestruturar o Estado quando a economia privada está ela própria a desalavancar e não tem capacidade para absorver as pessoas e os recursos transferidos. Para cortar na despesa despedem-se quantas pessoas? É legal? Paga-se subsídio de desemprego? Indemnização? Quanto custa? Quanto tempo demorarão essas pessoas a ser absorvidas por uma economia que está a desalavancar e a reestruturar? Seria necessário despedir 200 mil pessoas a custo zero para evitar um aumento de IRS de 6%. Não reconhecer a existência de custos de transição numa reestruturação do Estado torna muitas das críticas que se fazem a Vitor Gaspar gratuitas e inconsequentes.

eheheh
GASPAR É FIXE
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Contrapor ao caminho seguido por Gaspar uma alternativa idealizada e mitificada, não testada, é fácil.
…
O JM escreveu isto? Repare o aquí escrito.
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O Professor Karamba acerta mais vezes
A astróloga Maya tambem.
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Que fez gaspar , para além de ter aumentado tanto os impostos que estoirou com a economia (já sei que chama a isto reestruturação)?
Não há na historia da humanidade exemplo iguais que tenham sido bem sucedidos!
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Para cortar na despesa despedem-se quantas pessoas? O maior numero possível
É legal? Isso interessa? quem determina isso é o mercado
Paga-se subsídio de desemprego? Claro que não. Vamos criar mais subsidio dependentes.?
Indemnização? Deviam era pagar eles pois são redundantes. Cambada de indigentes
Quanto custa? Nao custa nada. Eles aguentam
Quanto tempo demorarão essas pessoas a ser absorvidas por uma economia que está a desalavancar e a reestruturar? Demore o que demorar. quem esta mal muda-se. Emigrem não sejam maricas.
Seria necessário despedir 200 mil pessoas a custo zero para evitar um aumento de IRS de 6% . É fazer as contas.
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“Sem mão de obra barata não há emprego”, diz Belmiro de Azevedo
Para quê ler ” O Capital ” de Marx?
Belmiro é muito mais consiso . Nesta frase esta lá tudo.
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“A maior parte destas criticas não são às opções de ministro das finanças, mas à realidade. ”
Pois. É como no futebol: também há bons jogadores, mas a quem a bola atrapalha um pouco. 😉
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“Para uma crítica ao ministro das finanças ser minimamente fundamentada tem que considerar em detalhe as dificuldades de partida.”
Não. Para uma crítica ao ministro das Finanças basta ouvir o que ele diz que vai acontecer e depois constatar o que acontece. Não há coincidências, como diria a brilhante escritora…. ai, como é que ela se chama?
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Muito bem.
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Suponho que este moço de recados deve fazer dos tais 250 nomeados. Se ainda não o é, não desista sr. Miranda, em breve poderá meter a mão no pote.
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Ainda seguindo o pensamento filosófico do Belmiro
“Sem mão de obra barata não há emprego”, diz Belmiro de Azevedo
Logo, o desemprego em Portugal é muito elevado porque “a Malta” ganha muito.
Logo, com o esclavagismo, atingimos facilmente o pleno emprego.
Este homem é que devia estar no Governo.
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“Gaspar não é incompetente. Acontece simplesmente que Gaspar não está a trabalhar para nós”
• José Vítor Malheiros, Euro: perda de soberania em troca de menos democracia e de mais pobreza [hoje no Público]:
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João, não acha que seria mais fácil para o Estado, num período transitório, claro, fazer um imposto para os bens de luxo? Eu explico, tendo em conta que esse é um dos únicos setores em cerscimento dentro do nosso país, seria de esperar que o Estado procurasse cobrar impostos mais elevados (afetando diretamente quem tem mais dinheiro, uma vez que só essas pessoas compram os bens de luxo). É claro, há a hipótese de que os membros do governo paguem mais pela mesma roupa, mas deve ser um sacrifício que eles não se importam de fazer. Quem diz roupa diz carros, casas, etc. Também há a hipótese de parar o crescimento nessa área, mas tendo em conta o que o governo já fez, não vejo motivo para pararem quando vão finalmente atingir a classe alta (quem tem dinheiro para pagar os impostos, não os papalvos que já não têm suficiente para comer).
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Qual é o lugar que pretende no Ministério das Finanças ? Quer uma cunha para PPPC ?
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Já cá faltava o «ajudante oficiosos» do astrólogo oficial do reino…
I-R-L-A-N-D-A: déficite de pesadelo, % de dívida similar à nossa, estado bancário pior que o português… e já cresceram em 2012!…
Tiveram sorte em não ter por lá este governo de astrólogos inaptos inimputáveis para a realidade…
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Não obstante ser da pena do controverso BSS, não faz referência à bagunça das câmaras (!) há aqui dados a ponderar:
Querem melhor receita para sobrevivermos a 2013 ?!…
PROPOSTAS DE ALTERNATIVA à austeridade, isto no que toca a CORTE DE DESPESA.
– Reduzam 50% do Orçamento da Assembleia da República e vão poupar +- 43.000.000,00€
– Reduzam 50% do Orçamento da Presidência da República e vão poupar +- 7.600.000,00€
– Cortem as Subvenções Vitalícias aos Políticos deputados e vão poupar +- 8.000.000,00€
– Cortem 30% nos vencimentos e outras mordomias dos políticos, seus assessores, secretários e companhia e vão poupar +- 2.000.000.00€
– Cortem 50% das subvenções estatais aos partidos políticos e pouparão +- 40.000.000,00€.
– Cortem, com rigor, os apoios às Fundações e bem assim os benefícios fiscais às mesmas e irão poupar +- 500.000.000,00€.
– Reduzam, em média, 1,5 Vereador por cada Câmara e irão poupar +- 13.000.000,00€
– Renegociem, a sério, as famosas Parcerias Público Privadas e as Rendas Energéticas e pouparão + 1.500.000.000,00€.
Só aqui nestas “coisitas”, o país reduz a despesa em mais de 2 MIL e CEM MILHÕES de Euros.
Mas nas receitas também se pode melhorar e muito a sua cobrança.
– Combatam eficazmente a tão desenvolvida ECONOMIA PARALELA e as Receitas aumentarão mais de 10.000.000.000,00€
– Procurem e realizem o dinheiro que foi metido no BPN e encontrarão mais de 9.000.000.000,00€
– Vendam 200 das tais 238 viaturas de luxo do parque do Estado e as receitas aumentarão +- 5.000.000,00€
– Façam o mesmo a 308 automóveis das Câmaras, 1 por cada uma, e as receitas aumentarão +- 3.000.000,00€.
– Fundam a CP com a Refer e outras empresas do grupo e ainda com a Soflusa e pouparão em Administrações +- 7.000.000,00€
Nestas “coisitas” as receitas aumentarão cerca de VINTE MIL MILHÕES DE EUROS, sendo certo que não se fazem contas à redução das despesas com combustíveis, telemóveis e outras mordomias, por força da venda das viaturas, valores esses que não são desprezíveis. Sendo assim, é ou não possível, reduzir o défice, reduzir a dívida pública, injetar liquidez na economia, para que o país volte a funcionar?
Há ou não HÁ alternativas?
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Em suma, Joao Miranda, o Gaspadinhas nunca devia ter começado por aumentar impostos. Porque aumentar impostos (directos) é a pior forma de desalavancar os privados. O Gaspar começou ao contrario. O gaspar devia ter cortado na despesa toda na ordem dos 15% em toda a despesa que não fosse salarios (que representa apenas 14% do total da despesa). Devia ter programado um redução de FP’s num plano a cinco anos (grande parte saiam por vias naturais – morte e reforma). Devia ter nacionalizado TODAS as ppp’s rodoviarias dando como dação em pagamento aos concessionarios titulos do tesouro a 50 anos cuja remuneração (taxa de juro) andasse em linha com a rentabilidade de cada parceria. Devia ter cortado drásticamente, em simultaneo com os cortes na despesa, os impostos directos. Devia ter aumentado o IVA de produtos de consumo estrangeiros e diminuido o IVA de materias-primas importadas (era simples faze-lo sem comprometer as normas europeias – a alemnha fá-lo).
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Em suma, devia cortar na despesa ao mesmo tempo que dava condições aos privados de investirem. Mas não foi isso que o Gaspar fez. O Gaspar cortou na despesa de forma economicamente incorrecta ao começar por querer subtrair rendimentos aos privados, e aumentou drásticamente os impostos directos. Enfim, fez tudo o que não devia ter feito.
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Mais, era suposto e previsivel que a democratização da austeridade pela europa podia por em causa o crescimento das exportações. Se todos os paises contraem o consumo as exportações não podem evoluir como precisavamos. Ainda assim elas cresceram. A capacidade de sobrevivencia dos exportadores portugues foi notavel. Se bem que o fizeram encolhendo margens violentamente.
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Mas eu não me espanto. Era previsivel que governantes sem qualquer experiencia de mercado, do país, sem nunca terem gerido o que quer que seja, pudesse dar nisto. Eles espantam-se com a realidade. É sinal, claro, que não vivem, nem percebem, nada do país que governam.
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Rb
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Senhor João Miranda, rogo-lhe o favor de me enviar mais uma imagem do Santo Vítor Gaspar para eu colocar no meu oratório.
Que Deus lhe pague.
Amen!
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O BSS só faz referência aos automóveis dos vereadores das câmaras, no pessoal incompetente e nos números obcenos de funcionários nem uma palavra!
Fazendo bench marking é fácil perceber que relativamente a países civilizados temos 5 a 7 vezes mais funcionários do que necessário na administração, outro coito disfarçado de largas dimensões em paralelo como os políticos chupistas que fazem da a.r. centro de negócios permanente.
E se mandassem estes manganões trabalhar com o salário mínimo uma vez por todas?
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Estou de acordo com o JM. E, a todos aqueles, que inconsequentemente criticam o Governo de nada fazer pelo lado do corte da despesa, lembro: Que uma das medidas do seu 1º O.E. em 2011 para corte na despesa pública, passava por cortar os subsídios de Férias e de Natal aos Funcionários Públicos com emprego garantido – sim, era uma redução de 14,28% nos seus rendimentos, mas apesar de tudo nada comparável, à perda de 100%, dos quase 1 milhão que foram despedidos/dispensados de um dia para o outro, pela economia real=Privados – foi abortada, pela influência do Chefe Maior da Central Sindical dos FP=PR Cavaco, alegando falta de equidade – esquecendo-se de especificar, que a falta de equidade que sempre existiu e existe, é a favor da FP&Classe Política, à custa daqueles que trabalam por conta de outrém ou arrriscam os seus capitais investindo em negócios/empresas, que são o único garante para fazer mover a economia e gerar empregos – que os doutos Juízes do TC, usaram para decidir em causa própria, declarando-a inconstitucional e, chumbar a sua aplicação no OE de 2012. Consequência?: Um brutal aumento de Impostos no OE de 2012, que atinge todos, mas beneficiando os protegidos de sempre=FP. Depois ainda têm a lata, de vir acusar o Governo de promover uma espiral recessiva, pelas únicas medidas que foram condicionados a tomar, pelos que em defesa dos direitos adquiridos, nada deixam fazer das reformas de redução de despesa do Estado, essas sim, que libertariam fundos e incentivos para a economia real ter incentivos a investir e criar empregos. E qual espada de Democles, os doutos Juízes do TC, mantêm em suspenso uma decisão sobre o OE 2012, que tomada no sentido errado, acabará de vez com a nossa capacidade de recuperação económica e, assinará de imediato a insolvência total do País e da maioria dos seus cidadãos, incluindo os Srs Juízes do TC, Seguros.Semedos e outros quejandos.
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O texto do João Miranda falha completamente o ponto.
Mesmo assumindo (e que assunção bizarra!) que a actuação de Vítor Gaspar tinha sido a melhor possível face às circunstâncias em que se encontrava (riam comigo…), nada disso justificaria a quantidade de previsões falhadas que lhe estão a apontar como demonstração de incompetência.
Se Vitor Gaspar fosse competente/digno de crédito, desde início teria reconhecido essas supostas dificuldades, e teria começado por fazer previsões/planos adequados a essas circunstâncias. O falhanço das previsões é a demonstração visível de uma enorme incapacidade de análise, de compreender descritivamente a realidade que o rodeia, e que tem como consequência que os planos que elaborou a partir dessa percepção da realidade não merecem qualquer crédito.
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O texto é, de facto, de uma pobreza franciscana, ainda por cima, de um indivíduo que se atribui competência para dissertar sobre as coisas da macroeconomia. Terá pensado um segundo na patetice que é escrever “A maior parte destas criticas não são às opções de ministro das finanças, mas à realidade” Oh homem, mas então a realidade não tem influência das políticas do ministro! É que se não tem, como o seu pobre raciocínio postula, o que é que ele está lá a fazer?
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http://www.youtube.com/watch?v=zurYrJm_Oec
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O me(r)anda armado em cruz…vermelha?
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“A realidade não nos convém”
Pois… O “problema” é que a governação deve fazer-se para a realidade e não para cenários… A pior e mais enganadora forma de incompetência é a incompetência credível.
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A Guerra começou…entre a União Judaica Europeia e a Russia…A Europa Cristã devia exigir também uma taxa de igual para os depositios dos Saudis e Companhia…e Judeus na Europa!!! Os Judeus e Saudis-Qatares fazem a porcaria no sistema financeiro… e depois ainda se dão ao luxo de penalizarem os Russos…a Europa é mesmo uma Judearia!!!!!!!!!!! Chipre…um marco histórico!! após os Israelitas terem formado um governo de Guerra… na Europa, os Judeus, andam a minar as relações entre os Russos e a EU…
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http://www.youtube.com/watch?v=vzZEtzuRhLg
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A realidade é lixada; lendo a maioria dos comentários a este post, concluimos que há muito quem viva em Marte. Ao fim de dois anos de PECs e de troikas, ainda não perceberam bem onde é que estão metidos.
E muitos choram pelos tempos em que o Teixeira dos Santos previa défices de 2% e depois tinha 10%, previa crescimento económico de 3 ou 4% e depois tinha recessão. Eram grandes tempos esses, e parece que estão mais perto de voltar do que muitos pensam. Depois vamos ter troika até lá para 2025.
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Onde é que a lavandaria do dinheiro judaico e dos sauditas…
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Pára quem achava que as exportações eram indispensáveis acho que já melhorou.
Mas não completamente, lamento dize-lo.
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Conclusão:
Professor serve pára dar aulas.
Não para gerir qualquer coisa.
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O pára é problema do telemóvel.
Ele não está habituado a falar com pessoas.
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Sem passar do primeiro parágrafo, não vá converter-me à loucura, o das finanças é louco, um einstein ao contrário, que, associado ao primeiro, desonesto, pavão e mentiroso, nos arrastam para o beco sem saída. Inexorável, contudo, visto como não se abafa nunca a realidade, com a pujante vida.
O nosso primeiro, que o é do psd, igual ao ps, bando de ladrões, assaltantes do orçamento por quanto é sitio, das ppp às fundações, aos institutos, às juntas e autarquias, motoristas assalariados (aos montes), especialistas de tudo, secretários, gestores, boys associados à súcia do partido, o regabofe, Portugal está entregue a máfia em duas seitas de partidos.
Que leva o representante da oposição a dizer sim a tudo, na ânsia de governar a todo o custo, não para fazer alguma coisa de útil e novo, tão-só por gosto do poder, de mamar ele, sem pejo nem receio, que nada lhe acontece. Como nem a este emproado, estúpido de sobra, que mentiu, prometeu, tudo o que fosse por conseguir ser governo, sem a mínima intenção de cumprir lá que fosse, amoral de todo, se não o contrário do que disse, sem ponta de vergonha, falso, abusador, desonesto, no único intuito de chamar a si a glória de engrossar a seita do psd, em nomeações a eito, generalistas, grandes, e empurrar fora os estranhos. Em vão, se os PS’s e PSD’s são eternos, a carraça de que não se livrará mais este país, depois que uns labroscas vieram da Sicília e Sul da Itália povoar este recanto corruto, beato e batoteiro, à Relvas, Sókras e Coelho, para a máfia que temos .
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A cidade de Shanghai tem cerca de 23.000.000 de habitantes e menos de 1.000.000 de funcionarios publicos.
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Portugal tem 10.500.000 habitantes e 700.000 funcionarios a atrapalharem-se uns aos outros.
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Alguma coisa esta’ muito mal, algures…..
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Na sua ideia fixa, curteza de vistas, cegueira, José, acima, pegou na FP=funcionários e o TC para lhes atribuir toda a incompetência do Governo, esquecido que o TC até concedeu essa espécie de exceção ao OE de 2011, que arrebanhava os subsídeos da FP, pelo que não foi por aí que o o Governo se espalhou a toda a linha. E nem uma letra à mestira geral do primeiro, que ia assestar armas às PPP, ditas parcerias, às Fundações e Institutos, mais observatórios, nomeação em catadupa dos motoristas, gestores, especialistas, boyada psd mais psd mais psd, a ver se de ora em diante as mães dão em parir só psd’s, como os do PS também pensam, se houvesse uma pílula, comprimido, coisa que fizesse as mulheres parir só desses burgessos da seita é que era…
Esquecidos, glutões, avaros, que não há mais em Portugal que essa raça daninha de PS’s e PSD’s, com alguns laivos de CDS’s e só uns poucos de indivíduos que ainda trabalham pelo salário mínimo. No mais são desempregados, subsidiados ou não pelos poucos que levam o salário mínimo.
Este governo deu cabo do País, levou-nos à ruína, por incompetência, desonestidade, gosto da mentira, batota e vaidade. Que há muito não se via assim circo de palhaços mais divertido .
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E nem uma letra à ‘mentira’ total do primeiro .
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Caramba, expatriado, sem teto, eira nem beira, pá, Shangai tem mais 300 000 funcionários que Portugal. Uma só cidade. Enquanto Portugal tem bem 50 cidades. Depois, o governo de Sangai está na capital do país deles, lá por Pequim, que poupa milhões de funcionários à cidade de Shangai, assim servida. E Portugal não pode desembarcar esses funcionários todos do governo do Passos, que diz que nomeia diariamente em catadupa mais especialistas, secratairos e motoristas do partido, enquanto acena que quer negociar a demissão alguns de fora da seita.
Ai, por aí não vais lá expatriado, coitado, sem teto e nem eira nem beira …
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Pois e’….. A lingua Portuguesa da’ para “dar a volta por cima” a tudo……
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Deliciosa esta referência aos encontros de 3º. grau entre Gaspar e a realidade. Ou não seja o professor que decidiu aplicar ‘modelos’, não testados.
Depois, a realidade não coincide o modelo. Solução ‘gasparina’: tortura-se a realidade até caber no modelo.
Pelo caminho um ‘exército’ de desempregados. Esta sim uma consequência em linha com as ‘previsões’.
Não será altura de em vez de inquirir qual o Estado que estamos dispostos a pagar se questione os portugueses sobre a disposição de resgatar os bancos ou o País?
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@Salino
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您是驴子 (nín shì lǘ zǐ)
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Para embrulhar e levar a’ loja do china mais proxima…….
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Pois, o problema começou quando o TC declarou não equitativos os cortes nos subsídios de férias e de natal aos funcionários públicos e aposentados!
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J.D.FERNANDES
Está enganado !… O problema começou (ou continuou ?) quando em 1976 fizeram esta Constituição ….
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O JOSE, tal como o Miranda, também quer manter o seu tachinho, a sua sinecura, que obviamente já conseguiu, de contrário não vinha para aqui pavonear os seus atributos de apparatchik.
Ao que isto chegou! Safa!…
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A minha “SINA “, que pelos vistos não vai ter “CURA”, será continuar a pagar com lingua de palmo, impostos extorsivos, para um ESTADO, que não sabe gerir dentro do que razoavelmente pode cobrar e endividar-se. Principais razões: 1ª- Por puro desperdício e negligência, na aplicação/uso do dinheiro e bens públicos. Mas para quem nada contribui, e só beneficia, quando algum Ministro “ousa” dizer que vai procurar obter poupanças com o corte do “desperdício”, logo se faz anunciar o coro histérico dos interesses corporativos e da Imprensa Circense, de que “ai Jesus”, o que se visa é cortar o orçamento e diminuir a qualidade dos serviços prestados…. 2ª Descriminação positiva da classe Política e dos Funcionários Públicos em Geral, em desfavor da maioria dos outros cidadãos: Menos horas de trabalho com assumidamente menor pressão e controle sobre a produção devida;,mais férias; melhores salários médios; Menos descontos para a CGA+ADSE (28%), tanto dos beneficiários como das entidades, quando comparados com os descontos (34,75%) que os trabalhadores por conta de outrem e as empresas pagam para a Segurança Social; Melhores condições do calculodo valor da reforma versus a contribuição efetuada; Idade da reforma mais cedo que nos privados;Condições menos agravadas por cada ano de anticipação da idade da reforma; Subsídios para tudo e para nada; Melhor Assistência/Cobertura na Saúde, etc,etc; 3ª Governação que pagando a sua própria demagogia, se poe a geito para ficar refem dos interesses corporativos e sindicais, que são afinal quem verdadeiramente (des)manda neste País.
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Bem postado. Uma pedrada no charco do facilitismo e astrologia reinante.
O tal que não tarda e volta para irmos ao fundo de vez,
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O mais triste é que o Miranda tem razão.
R.
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Don Expatriado,
也许,外籍人士是很好相处,两头驴
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[…] «Sim, qual é a pressa?» Não há alternativa e a alternativa, pelo visto, não tem vontade. Metam isto na cabeça. […] Diz Aventar, da seita, um gajo.
Que depois explicou, ” Sim, qual é a presssa? Em democracia há sempre alternativa, ela está aqui, no PS, seja eu ainda burro e incompetente, outro jota igual ao Passos, a alternativa é essa, duas seitas, mesma máfia, do PSD ao PS, incluído o CDS” .
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hehehehehe
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Tudo isto está correcto, mas isto não impede que se mude:
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Como dizem no artigo em baixo, o custo médio para se despedir um funcionário é de 18.000 euros (a RTP falou hoje de manhã de 11.616 euros, para o tipo de funcionários que o Governo quer despedir). Mas abaixo eles falam de um custo de 197 milhões/10.000 funcionários = 19.700 euros/funcionário para 19 anos de serviço. OK, arrondemos isso a 21.000 euros (22 anos de serviço) x 200.000 funcionários =4.200 milhões de euros.
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http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO118204.html?page=2
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Admitindo que estas recisões sejam todas feitas este ano mas que é impossível as concentrar num curto espaço de tempo para esta medida ter um impacto na redução da despesa (de toda à maneira só veremos os efeitos de esta medida para o ano, porque o Estado pagará este ano os tais 4.200 milhões e “só” poupará de forma definitiva 3.934 milhões = 1405 euros de salário médio x 14 meses x 200.000 funcionários), há que compensar esta medida. Eis a minha solução:
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– Limitar os vencimentos dos deputados ao salário minímo:
Poupança: 8.241.394 euros
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– Supressão dos abonos variáveis e eventuais no Parlamento:
Poupança: 4.195.074 euros
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– Supressão das subvenções para encargos de assessoria aos deputados:
Poupança: 679.136 euros
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– Supressão das subvenções políticas:
Poupança: 63.315.219 euros
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– Corte de metade dos custos com a Representação da República e a Gestão Administrativa:
Poupança: 6.846.577,5 euros
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– Corte de metade dos custos da administração geral (serviços gerais da administração pública > OE2013):
Poupança: 163.700.000 euros
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– Eliminação de serviços e fundos autónomos do Ministério da Economia (ver fórum, Deveres do Estado, Economia):
Poupança: 130.359.940 euros
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– Eliminação de serviços e fundos autónomos do Ministério do Ambiente (ver fórum, Deveres do Estado, Ambiente):
Poupança: 272.160.486 euros
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– Eliminação de serviços e fundos autónomos do Gabinete do Primeiro-Ministro e Ministério dos Assuntos Parlamentares (ver fórum Administração Central, Regional e Local):
Poupança: 88.811.880 euros
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– Corte em 10% sobre todos os serviços e fundos autónomos, menos os já citados e os dos Ministérios da Educação, Saúde, Assuntos Sociais e o IEFP:
Poupança: 1.190.603.198,5 euros
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– Proibir à Segurança Social de distrbuir mais de 1.000 euros por mês e por utente:
Poupança miníma estimada em relação a 2011: 290.787.000 euros
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– Proibir à Caixa Geral de Aposentação de distribuir mais de 1000 euros por mês por utente:
Poupança mínima estimada em relação a 2011: 1.655.624.000 euros
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– Limitar subsídio de desemprego a 419,22 euros
Poupança miníma: 300.000.000 euros
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– Fim dos subsídios económicos no Ministério do Ambiente:
Poupança: 1.160.900.000 euros
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Total minímo: 5.300 milhões de euros poupados.
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http://discutir-portugal.wikidot.com/forum/t-614538/cortar-mais-de-4-mil-milhoes-de-forma-permanente
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Ok, há aquelas da “Representação da República e a Gestão Administrativa” e “os custos da administração geral” podem não serem tão lineares, e a extinção dos fundos e serviços autónomos pode causar problema (a solução a meu ver é simplesmente lhes tirar o dinheiro, transferir os trabalhadores para outros serviços e dizer aos ditos serviços que o orçamento é X e a ele de se desenrascarem).
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Mas há solução!
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Eu também me sinto frustrado com os cortes reduzidos que se fizeram no aparelho do Estado até agora. Todos sabemos que para podermos ter “mais economia” temos que ter um Estado mais pequeno, com menos funções, e não apenas “um Estado mais baratinho”. Só assim teremos menos impostos e imposições regulamentares sobre as empresas, as únicas entidades que criam valor e emprego. Mas partimos de uma situação muito complicada (o país estava em hemorragia profunda em Maio de 2011) e só agora entrou nos “cuidados intensivos”. Depois a Constituição que temos, a comunicação social de ideologia maioritariamente neo-comunista, a pouca disponibilidade do CDS para cortes significativos no Estado, nada disso tem ajudado. Mas, uma coisa é certa: se o não fizermos, vamos mesmo para o fundo. E O Chipre é apenas uma pequena amostra do que nos pode acontecer.
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