A Helena não percebeu que a nossa adesão a CEE foi um passo decisivo para requerer o estatuto de protectorado, como hipotética reforma dourada de um ex-império desgastado?
Andar a propor que as pessoas se pronunciem sobre a UE é um exercício maquiavélico. Nunca os portugueses foram directamente consultados sobre a Europa. De maneira que as opiniões têm de ser forçosamente ‘contraditórias’.
Se fosse doutra maneira é que seria espantoso.
Na verdade, o estatuto de cidadão europeu nunca foi – para a população portuguesa – universal.
Ninguém perguntou directamente aos portugueses se queriam entrar na União (?) Europeia.
Nem na moeda única.
Estamos a falar de construções políticas com pés de barro!
Helena Matos,
os dois primeiros títulos que refere no post não são incompatíveis. Concordamos em ser governados a partir de Bruxelas, desde que de Bruxelas só venha “dinheiro grátis”.
.
Isto remete-me para uma entrevista, na SIC, no dia seguinte ao da confirmação da vinda do FMI. Um transeunte lisboeta perguntou (as questões seriam depois respondidas por JG Ferreira) se…
“Nós – Portugal – vamos mesmo ter de pagar a dívida?”
Pronto, Helena,
o jornal I é uma exceção à “comunicação social que tivemos e que temos.”
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O bundsbank publicou um estudo que diz que os espanhois eram e são mais ricos que os alemães!?
http://www.publico.pt/economia/noticia/estudo-do-bundesbank-conclui-que-alemaes-sao-menos-ricos-que-espanhois-e-italianos-1589564
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É isso… tudo se resume à incompatibilidade entre Expectativas Vs Realidade.
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/03/expectativas-constitucionais-vs.html
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A Helena não percebeu que a nossa adesão a CEE foi um passo decisivo para requerer o estatuto de protectorado, como hipotética reforma dourada de um ex-império desgastado?
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isso é fantásio. Os portugueses, vulgo tugas, tb votaram súcrates e depois cúelho.
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já isto no diz qq coisa da “substância” dos ditos cujos tugas: http://www.ionline.pt/portugal/abuso-sexual-criancas-representa-quase-metade-dos-crimes-sexuais-2012
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Andar a propor que as pessoas se pronunciem sobre a UE é um exercício maquiavélico. Nunca os portugueses foram directamente consultados sobre a Europa. De maneira que as opiniões têm de ser forçosamente ‘contraditórias’.
Se fosse doutra maneira é que seria espantoso.
Na verdade, o estatuto de cidadão europeu nunca foi – para a população portuguesa – universal.
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Ninguém perguntou directamente aos portugueses se queriam entrar na União (?) Europeia.
Nem na moeda única.
Estamos a falar de construções políticas com pés de barro!
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Nem nunca nos perguntaram se queríamos fazer parte da NATO.
Ou da EFTA.
Ou da UEFA.
Ou…
do mundo.
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Piscoiso, grande comentário! 🙂
Helena Matos,
os dois primeiros títulos que refere no post não são incompatíveis. Concordamos em ser governados a partir de Bruxelas, desde que de Bruxelas só venha “dinheiro grátis”.
.
Isto remete-me para uma entrevista, na SIC, no dia seguinte ao da confirmação da vinda do FMI. Um transeunte lisboeta perguntou (as questões seriam depois respondidas por JG Ferreira) se…
“Nós – Portugal – vamos mesmo ter de pagar a dívida?”
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