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dúvida metódica

2 Maio, 2013
by

“Faz ainda algum sentido ser de direita?“, n’ O Insurgente.

34 comentários leave one →
  1. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    3 Maio, 2013 00:00

    http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3195737&seccao=Viriato%20Soromenho%20Marques&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco

    (…) De acordo com os cálculos de Ricardo Cabral, num estudo ainda no prelo, o volume da dívida pública portuguesa obrigará a recorrer, depois de 2014, a refinanciamentos anuais no mercado em montantes de 16 mil milhões de euros, muito mais do que os dez a 12 mil milhões de euros que o Estado era capaz de refinanciar antes do memorando de entendimento, numa altura em que tinha um rating positivo (investment grade). Seria preciso um milagre para que, com um rating de “lixo”, Portugal pudesse manter o seu serviço de dívida em condições de normalidade. Na verdade, a única alternativa seria o apoio do BCE através do mecanismo OMT. Contudo, é altamente improvável (…)

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  2. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    3 Maio, 2013 00:08

    A nossa força laboral é de qualidade. Está é mal enquadrada e é dirigida, em regra, por incompetentes. No entanto, os empregados são acusados de serem malandros, de ganharem muito. Pelo contrário, os trabalhadores portugueses são dos que têm horários mais alargados na União Europeia, e dos que menos ganham. Diz-se ainda que a crise resulta do facto de que andaram a gastar acima das suas possibilidades. Este discurso é um verdadeiro embuste. Não foram os trabalhadores que criaram a dívida pública e andaram a desbaratar recursos na Expo 98, no Euro 2004 ou sequer têm responsabilidades em casos de corrupção como o BPN. Também não foram os gastos dos trabalhadores que provocaram a dívida privada colossal que nos atormenta. Cerca de 70% desta dívida é resultante de especulação imobiliária e apenas 15% deriva da aquisição de bens de consumo.
    Mas na hora de pagar as contas da crise são os trabalhadores que são chamados a expiar os pecados que não cometeram. O estado quer diminuir a despesa e deveria reduzir brutalmente os gastos com juros da dívida pública, baixar as rendas pagas nas parcerias público-privadas ou poupar em custos absurdos como rendas imobiliárias de favor. Mas o governo opta pelo caminho da redução salarial. E até implementa políticas geradoras de desemprego, através da dispensa de professores necessários nas escolas ou até de medidas fiscais que provocam encerramento de empresas e, por essa via, mais desemprego.
    Também na tentativa de aumentar receita e equilibrar as contas públicas, o Parlamento castiga mais uma vez o fator trabalho. Os escalões de IRS foram revistos, agravando este imposto. Ao qual ainda se aplicou uma sobretaxa. Enquanto isso, são poupados a sacrifícios os detentores de fundos imobiliários, os maiores beneficiários da especulação imobiliária, que estão isentos de IMI ou IMT.
    Castigados com quebras salariais e feridos na sua dignidade, os trabalhadores são o bode expiatório da crise.
    Paulo Morais, CM

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    • Fincapé's avatar
      Fincapé permalink
      3 Maio, 2013 00:30

      Paulo Morais bem se esforça, mas há muita gente que tapa os olhos e ouvidos. Já tive a honra de participar numa sessão com ele e outros ativistas de movimentos cívicos. Vi gente muito capaz e com bastante informação. PM dominava muito bem os assuntos e tinha ideias muito concretas para este combate. Espero que nunca lhe doam as cordas vocais nem a mão.

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      • Incognitus's avatar
        3 Maio, 2013 09:59

        Esse tipo de conversa só adia a resolução do problema. Não é necessário as pessoas gastarem directamente mais do que ganham – o Estado cumpriu essa tarefa. Para se determinar que estavamos a viver acima das nossas possibilidades bastava olhar para o desequilíbrio externo. A baixa de rendimento subsequente não era um bug da solução – era uma feature.

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  3. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    3 Maio, 2013 01:17

    Acho o post sinceramente bom. Mas discordo de muita coisa. Não há um traço contínuo que possa dividir “cidadãos” de “indivíduos”, tal como os define, pondo cada grupo do seu lado. É impossível. Embora haja caraterizações genéricas que poderão ser aplicáveis à maioria dos elementos de cada grupo. Mas há elementos essenciais que na prática parecem importantes para distinguir a esquerda da direita. Costumo sintetizar deste modo simples: do nascimento à morte dependemos de uma forma quase absoluta da sorte. Podemos nascer na África subsariana ou na Suécia; podemos nascer filhos da rainha de Inglaterra ou abandonados numa caixa de cartão à porta de um convento; podemos nascer filhos de um grande proprietário ou de um carvoeiro; podemos nascer cheios de doenças que nos perseguem até à morte ou cheios de saúde e viver até aos 115 anos; podemos nascer muito inteligentes ou pouco dotados; podemos nascer com capacidades para o negócio ou para a inventividade…
    Esta lotaria tem forçosamente de ser atenuada por uma entidade organizativa que abranja a totalidade dos cidadãos. Provavelmente, não teríamos saído da Idade Média se assim não fosse. Essa entidade só pode ser o Estado.
    Poderia perguntar também até que ponto poderá ser a diferença entre os “indivíduos” ou “cidadãos”, de uma nação. Ou se a aquisição de recursos por parte de quem no jogo do “monopólio da vida” já leva à partida tal vantagem que os dados do outro apenas poderão cair no “património” do primeiro jogador, restando ao segundo apenas pagar e prestar vassalagem?
    Sobre fenómenos que não são novos, mas que hoje são verdadeiras aberrações naquilo que se chama mercados, pergunto: poderá uma empresa cotada em bolsa depender de um twiter para fazer subir ou baixar o seu valor? Poderá um multimilionário, deitado numa qualquer praia do mundo, através de um telefonema definir se determinadas ações vão subir ou descer? Não há especulações nos mercados? Ai não, não há!
    PS: E maus gestores do património do Estado há à (suposta) esquerda – Sócrates – e à (suposta) direita – Passos Coelho.

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    • Incognitus's avatar
      3 Maio, 2013 10:02

      Esse é um bom argumento para existir um sistema que complementa o capitalismo, sim. Mas não para o eliminar, sob pena de colocar toda a gente a viver pior. Adicionalmente, não é um bom argumento para tirar aos outros para coisas não essenciais e arbitrárias, ou para fazer dos outros escravos da nossa visão da sociedade.

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        3 Maio, 2013 10:20

        Nunca falei em eliminar o capitalismo, nem disse que o capitalismo não é o sistema mais capaz de criar riqueza. Critico sim aquilo a que às vezes chamo “capitalismo predador” referido também no comentário acima. Eu concordo com rui a. na questão de haver, como sempre houve, esquerda e direita. Mas acredito que hoje a linha separadora é mais difusa ou com mais curvas. Por isso digo acima que “não há um traço contínuo que possa dividir “cidadãos” de “indivíduos””. Traço contínuo. Assim, gosto que seja a política a contribuir para a definição das regras para todos, em vez de ser um grande lóbi que definirá as regras de acordo com os seus interesses próprios.

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      • Incognitus's avatar
        3 Maio, 2013 10:50

        Há um problema com a visão do “capitalismo predador”. Basicamente, o capitalismo é implementado por indivíduos. Estes indivíduos tentam o mais possível defender o seus interesses, e na visão de alguns poderão fazê-lo exageradamente gerando o tal “capitalismo predador”. Agora, o problema é que esses indivíduos continuam a existir mesmo que o sistema seja colectivista e procure colocar um travão ao “capitalismo predador”. Qual o resultado? Esses indivíduos vão usar os mecanismos criados pelo colectivismo – e esses mecanismos possibilitam algo ao qual o “capitalismo predador” não tem acesso – a capacidade de tirar recursos a terceiros involuntariamente e sem dar necessariamente algo de igual valor em troca.

        Neste âmbito, não é surpresa a quantidade de corrupção e amiguismo que surge no contexto de um sistema colectivista.

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        3 Maio, 2013 11:17

        “… não é surpresa a quantidade de corrupção e amiguismo que surge no contexto de um sistema colectivista.” Claro. Acha que eu defendo um sistema coletivista? Posso é considerar que em sistemas diferentes dos capitalistas há aspetos sociais que podem ser consideráveis.

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      • Incognitus's avatar
        Incognitus permalink
        3 Maio, 2013 13:32

        Bem, em alguma coisa concordamos, pois:

        1) O argumento da sorte é o principal para dizer que um sistema não pode ser puramente capitalista/de livre mercado;

        2) O capitalismo só toma conta de quem consegue produzir para os outros, pelo que é necessário ser complementado por um sistema que tome conta de quem não consegue (doentes, inválidos, pessoas temporariamente com falta de sorte, etc).

        Dito isto e como o sistema resultante tem a capacidade de tirar recursos a terceiros involuntariamente, tem que se ter um cuidado extremo com o seu funcionamento, de forma a que não existam aproveitamentos (tipo Manoel de Oliveira e afins).

        Quem é ajudado pelos outros deve obter um nível de ajuda que o coloque não numa vida confortável, mas sim num nivel de vida inferior ao obtido pela pessoa pior remunerada pelo seu trabalho, pois de outra forma cria-se um incentivo para viver de ajudas. Subir desse patamar tem que ser conseguido com o esforço de cada um a servir terceiros.

        Existe ainda um segundo nível de redistribuição – o Estado assegurar o financiamento de educação, saúde, etc, de forma a todos poderem aceder a esses serviços independentemente dos seus meios (os serviços em si deveriam poder ser prestados por entidades públicas ou privadas, autónomas e capazes de falir). Eventualmente com claúsulas de opt-out que teriam que ser muito bem pensadas para evitar selecção adversa.

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        3 Maio, 2013 14:07

        Conclusões suas. Não aprecio coisas como “…toma conta de quem…”, “quem é ajudado pelos outros…”, etc. Às vezes as revoluções invertem os papéis pelo que, repito, não há valores absolutos.
        Não arranje maneira de retirar o direito a uma vida com dignidade a quem não pediu para nascer, mas mesmo assim tudo faz para ser digno. E muito menos a pretexto de “nasceste? Então, tens de te sujeitar aos meus desejos legítimos”. Quais? Pergunta-se. Os “meus”, responde o outro.

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    • Incognitus's avatar
      3 Maio, 2013 10:03

      Já agora, as aberrações a que se chama mercados, são as opções voluntárias das outras pessoas. É a liberdade das outras pessoas, que são “os mercados”.

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        3 Maio, 2013 14:01

        A liberdade não é um valor absoluto. Alías, não existem valores absolutos. Mesmo aqueles que parece sê-lo, é a luz da nossa experiência.

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  4. rui a.'s avatar
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    3 Maio, 2013 01:40

    Obrigado, caro Fincapé, pelo seu comentário.

    Abç.,

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    • Fincapé's avatar
      Fincapé permalink
      3 Maio, 2013 10:01

      Não tem de agradecer, caro Rui. Foi com todo o gosto. Abç.

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  5. tric's avatar
    tric permalink
    3 Maio, 2013 01:41

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  6. tric's avatar
    tric permalink
    3 Maio, 2013 03:30

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  7. JDGF's avatar
    JDGF permalink
    3 Maio, 2013 07:56

    O artigo d’ O Insurgente tem contornos de um simulacro de ‘masturbação hegeliana’. Passa pelo ‘fim da política’ assente na estabilidade (irrelevância das ideologias) teoricamente subsidiária de uma potência hegemónica de dimensão mundial (EUA).
    A crise que varre o Ocidente desde 2007 demonstra não ser assim. A queda do muro de Berlim está a provocar diversas ‘emergências’. Que não são exclusivamente económicas e/ou financeiras…

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  8. gonçalo's avatar
    3 Maio, 2013 08:16

    Aqui está a resposta de Gaspar ao chumbo do Tribunal Constitucional.
    Reforma mais tardia, mais horas de trabalho e mais descontos sociais na função pública.
    Uma resposta que já não engana. Gaspar não quer soluções para o País. Está a fazer o jeito à Alemanha.

    Já escrevemos sobre isto. Ler aqui:
    http://notaslivres.blogspot.pt/2012/04/teoria-da-conspiracao.html

    A Alemanha tem todo o dinheiro. É ali que acabam todas as disponibilidades financeiras da Europa, nomeadamente dos países periféricos. Refúgio de capitais, mesmo que a taxa zero.
    Logo, tem toda a capacidade de investimento.
    As empresas alemãs têm muito crédito a baixo custo. Assim, têm custos mais baixos e ganham mercado (para os seus produtos). É ali que se investe, é ali que poderá haver crescimento, é ali que poderá haver (mais) trabalho. Nomeadamente na parte Leste (de Merkel) do País.

    Resta apenas um problema: não têm trabalhadores para esse crescimento. E não querem trabalhadores orientais (turquia e não só) e africanos. Já se aperceberam dos efeitos (sociais) negativos dessa imigração.

    Restam, os países do Sul da Europa. Muito mais adaptaveis cultural e socialmente à Alemanha.
    Vai daí, é simples: coloca-se uns gaspares no sítio certo, lançam-se políticas desastrosas, incrementa-se o desemprego e fazem-se uns roadtours a angariar jovens, já com a formação feita (e integralmente paga) para irem trabalhar para a Alemanha. Ao mesmo tempo que o primeiro ministro vai dizendo que emigrar é coisa boa e positiva.

    Entretanto, sai a juventude (não tem emprego cá) e com ela, o futuro do País.
    Esta política é desastrosa.

    E a alternativa que se vai desenhando (pelo PS e outra esquerda), também…
    A solução (boa para o País) é a inversa mas, sobre essa alternativa, nem uma palavra. Ler aqui:
    http://notaslivres.blogspot.pt/2012/10/medida-3-divisao-distribuicao-do.html

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  9. licas's avatar
    licas permalink
    3 Maio, 2013 11:02

    JDGF HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
    3 Maio, 2013 07:56
    O artigo d’ O Insurgente tem contornos de um simulacro de ‘masturbação hegeliana’. Passa pelo ‘fim da política’ assente na estabilidade (irrelevância das ideologias) teoricamente subsidiária de uma potência hegemónica de dimensão mundial (EUA).
    A crise que varre o Ocidente desde 2007 demonstra não ser assim. A queda do muro de Berlim está a provocar diversas ‘emergências’. Que não são exclusivamente económicas e/ou financeiras…
    _______________________

    Fica-se com a ideia de que o caro insurgente gostaria de
    reerguer o tal Muro, mesmo sendo, para alguns, não para o Álvaro C.,
    uma evidência física do Colonialismo, que prosperou na Europa Oriental
    durante 4 décadas em consequência da conquista da URSS logo no pós-guerra.
    O Ocidente, amedrontou-se na altura (estava farto de carnificina)
    quando deveria ripostar grosso ao Yosef. Não o fez, para desgraça dessas Nações.
    Quando caiu o Muro é que se teve a prova – provada do que elas aspiravam afinal.

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  10. Carlos III's avatar
    Carlos III permalink
    3 Maio, 2013 11:07

    Na cabeça de muito boa gente a direita são os maus e a esquerda os bons da fita. Qualquer dia a Constituição ainda acaba por proibir a existência de direita e fica o problema resolvido.

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    • Duarte's avatar
      Duarte permalink
      3 Maio, 2013 12:05

      Em Portugal , quem proibiu, perseguiu, matou , torturou a esquerda foi a direita.
      Ja nos esquecemos?

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      • Incognitus's avatar
        Incognitus permalink
        3 Maio, 2013 13:34

        Em Portugal quem proibiu, perseguium matou e torturou foi um regime colectivista muito similar ao que a esquerda geralmente advoga.

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  11. Piscoiso's avatar
    3 Maio, 2013 11:13

    Vejo o mundo colorido e não a preto & branco.
    Esquerda e direita são apenas dois pincéis.

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  12. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    3 Maio, 2013 12:08

    Este post do insurgente é de uma banalidade e qualidade para além de biblicamente estúpido e tendencioso, confrangedora tal o seu fraco nível teórico.

    Para se compreender bem do que estamos a falar convém ler

    http://www.pge.sp.gov.br/centrodeestudos/revistaspge/revista5/5rev2.htm

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  13. YHWH's avatar
    YHWH permalink
    3 Maio, 2013 12:10

    O sentido de ser de direita ou de esquerda é muito prático e acessível por superficial.

    Bastaria ser decente.

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  14. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    3 Maio, 2013 13:40

    Incógnitus

    Era o colectivo dos Melos, espirito santo, champalimauds , hoje grandes liberais.

    Isso com mais leituras passa.

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  15. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    3 Maio, 2013 14:41

    O sonho marciano…..
    .

    .
    “AVANTE CAMBADA!!!!”

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  16. Cáustico's avatar
    Cáustico permalink
    3 Maio, 2013 16:55

    Eu cá, gosto da esquerda.
    É que, sendo destro, quando uso a esquerda parece-me, não sei, diferente …

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  17. von's avatar
    von permalink
    3 Maio, 2013 18:00

    Continua a burrice dos pontos cardeais: ser de esquerda ou direita. Ora aqui está o “emburrecimento” das hostes, recolhidos em rebanho para a esquerda e a direita, mais aqueles que sem decisão aparente, se remetem ao centro. Já não há almas de coluna vertebral, que em cada assunto decidem uma opinião, libertos da escravidão palerma da direcção.

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    • Expatriado's avatar
      Expatriado permalink
      3 Maio, 2013 18:35

      Os escritos emanados pelo CC(CP) marciano e aqui postados como “opiniao” sao bem a mostra de que “Já não há almas de coluna vertebral, que em cada assunto decidem uma opinião, libertos da escravidão palerma da direcção.”
      .
      Sao funcionarios……

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  18. YHWH's avatar
    YHWH permalink
    3 Maio, 2013 18:50

    ERRATA: onde se lê «dúvida metódica» deve ler-se «dívida metódica»…

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  19. vm's avatar
    4 Maio, 2013 01:02

    não frequente sites onde é praticada a censura, seja qual for a ideologia. fica para a próxima.

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