2012, o ano miraculoso da economia portuguesa
17 Maio, 2013
Em 2012, a percentagem do PIB que o Estado cobrou em impostos diminuiu (via Joaquim Couto). Mais dados sobre o ano miraculoso de 2012 aqui.
6 comentários
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Em 2012, a percentagem do PIB que o Estado cobrou em impostos diminuiu (via Joaquim Couto). Mais dados sobre o ano miraculoso de 2012 aqui.
só tenho duas palavras pra si, Mirandesa:
João Galamba!
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é mesmo milagre ,os desempregados a quem não puderam cobrar imposto é que devem estar aos pulos de contentes por nossa senhora da Fátima ter ouvido as preces. ou não leu na noticia que o milagre se deve a já não haver economia ? 🙂
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óptimo João.Sendo assim, presumo que seja favorável a descermos os impostos.Ou seja, não nos valeu de nada termos aumentado-os.
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Claro que desceu em termos de PIB, pois as falências tem sido tantas que a recolha de impostos tem caído percentualmente mais que o PIB. Logo o rácio imposto/PIB também cai, por diminuição do numerador relativa ao denominador. E tudo isto ficando pior e mais degradado.
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O ajustamento esta a fazer-se. Podia ser (seria preferivel que fosse) ainda mais drastico, mais rapido, mais eficaz. Mas vai na boa direcção. A queda no PIB é uma passagem obrigatoria. “Milagre” seria mesmo conseguir ajustar a economia portuguesa sem recessão.
Dito isto é de notar que a recessão em Portugal não é apenas uma consequencia directa da situação interna. Outros paises europeus, que não estão a fazer um ajustamento tão importante e rapido como o português ou que nem sequer estão a ajustar, estão em recessão ou sem crescimento.
De notar ainda que o facto do déficit publico ter descido apesar do total dos impostos arrecadados também terem descido é mais uma prova aritmética de que as despesas publicas foram reduzidas em proporção ainda maior.
O que muita gente, à esquerda e à direita, ainda não percebeu é que o déficit publico nunca seria controlado, quanto mais reduzido, nem sem uma redução importante da despesa publica (esquerda) nem com uma redução geral de impostos
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Em 1974/75 conseguimos integrar 500 mil retornados beneficiando do seu empreendorismo e iniciativa.
Não será possível revisItarmos esse tempos … o IARN e o IFADAP … e com essa experiência integrarmos 500 mil desempregados…
Há quarenta anos os meios eram possivelmente mais reduzidos e as necessidades muito mais exigentes…
500 mil pessoas, famílias desintegradas social e economicamente…
hoje temos desempregados:
profissionais qualificados , gestores experientes, jovens qualificados com cursos superiores das nossas escolas, instalações industriais desaproveitadas…
Não será muito mais fácil que há quarenta anos … não é necessário criar novas estruturas temos o IEFP e os diferentes programas de apoio á economia… basta dinamizar
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