O texto desconhecido
17 Maio, 2013
Ao contrário de outros blasfemos acho que se deve ensinar a Constituição nas escolas. Na verdade hoje não se estuda, papagueiam-se umas bondades consensuais sobre o dito texto e acaba aí. As criancinhas são educadas no respeito por um texto que não conhecem e que segundo muitos é melhor que não conheçam tais os dislates que integra. Também pelos dislates acho que deve ser estudada. E já agora acrescento que dando-lhe o nome que entenderem para que não surjam os fantasmas do Estado Novo e do PREC que também será importante que numa qualquer disciplina se estude como se governa o país, quais os poderes da AR, do PR, o que faz a PGR…
23 comentários
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A HM e os outros blasfemos que escrevem aqui insistem no termo “criancinhas”… não bastava que os comunistas comessem as perninhas e os bracinhos das criancinhas, agora estas estão reduzidas ao estatuto de infantilidade máxima.
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Eu criançinhas não como… mas a HM!…
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Constituição Portuguesa é a História da Cristandade Portuguesa…quando em Portugal o ensino publico dá um enfase inacreditavel á história dos Judeus e à visão dos Judeus do Mundo…ocultando e desprezando a grande História Cristã da Nação Portuguesa…
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A Constituição não tem dislates, pois é de todos e para todos.
A Helena é que está em dislate!
Todo o conhecimento pode ser transmitido, como a Constituição, tendo em conta a didática apropriada.
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Confesso que sou a favor de uma disciplina de Formação Cívica no terceiro ciclo do ensino básico, onde os professores ensinem aos alunos alguns conceitos básicos sobre o funcionamento das Instituições e sobre a Constituição. Mas aquela amostra de formação cívica que apanhei no básico de um professor a usar a aula para pôr em ordem os assuntos de direção de turma porque doutra forma não teria tempo para o fazer, isso não, mais vale ter um intervalo maior à hora de almoço.
Já agora Helena, se nem direito nas escolas secundárias (pelo menos na minha) se consiga que haja, porque o ministério não deixa contratar professores, acha que o ministério está interessado em promover uma nova disciplina (criar mais horários, mesmo que não contrate novos professores)? Só se fossem doidos, isso é despesismo.
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És chato e enfadonho.
R.
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E eu ralado, pelos vistos o senhor ainda não seu ao trabalho de dizer o que quer que fosse relacionado com o tema. Mas se é chato e enfadonho tem bom remédio, não leia.
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Acho que se devia estudar melhor os Swaps. E também aquele burburinho na Síria, sobre o gás sarin.
Já agora também podiam estudar o 25 de Abril. Estudar a sério. E as ocupações a eito pela parte da família do Piscoiso, do Portela, do Tric.
Essa gente devia ser toda posta nos calabouços. Sem dó. Apenas com o livrinho vermelho nas mãos.
Se quisessem que comessem páginas.
R.
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Patego
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Pá, DESAMPARA-ME A LOJA.
Já te disse um par de vezes e sem tardança te repito.
Não sou homo e não quero adotar putos contigo. Essa praia é do Piscoiso e do Portela. Eles é que andam por aqui sempre aos beijinhos. E são Benfiquistas. E barbudos com sangue soviético.
Vai estudar a Constituição ó labrego.
R.
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Injecta-te com gás sarin nos úrinois do estádio de Alvalade, e pede ao Taveira que te dê no pacote. Rabo.
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O amigo Vasco está com a pipoca aos saltos.
Veja lá se acalma as ânsias. Isto é um blog de direita.
Não é o Estádio da Luz nem o Parque Eduardo Sétimo. Acalme lá vá…
R.
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Urinóis de direita, quer dizer. É que esses são mais luxuosos, veja o caso da Gulbenkian.
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Nesse aspeto o cavalheiro tem a razão.
Urinóis não é a minha formação. Seja de direita ou de esquerda.
Amanhã é um novo dia.
Já vai poder adotar.
Sorria homem.
R.
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“Os alunos não devem ter nenhum contacto com esta Constituição” – Ora aqui está uma frase brilhante do deputado Fernando Negrão, do PSD. Repito, um deputado do partido social-DEMOCRATA disse que os alunos não devem ter nenhum contacto com a Constituição em vigor no nosso país.
Como os alunos de hoje são os cidadãos de amanhã, acho que se percebe por aqui o pensamento da direita portuguesa (quanto menos as pessoas souberem, mais facilmente conservamos o poder). O mais interessante é que a esquerda sempre foi acusada de ter esse pensamento. Pelo menos hoje a Helena conseguiu-se distanciar (mais ou menos) dos ideais orwellianos (apesar de ser um orwelliano capitalista, não deixa de ser orwelliano) da direita portuguesa.
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Por favor, não confunda Fernando Negrão com “a direita” a menos que queira que “toda a esquerda” seja conotada com, p.e., a afirmação “não tenho a certeza que a Coreia do Norte não seja uma democracia”.
De qualquer forma, “a esquerda” nunca foi acusada de tentar que as pessoas não conheçam os textos políticos que “a esquerda” escreveu. Pelo contrário, a endoutrinação (à força, se necessário) de crianças e adultos nas “verdades absolutas” determinadas pelos que “são mais iguais do que os outros” sempre foram imagem de marca da “esquerda”.
O que “a esquerda” nunca gostou foi que as pessoas conseguissem fazer contas, apreender a realidade ou compreender os contextos.
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Giro, acaba por fazer à esquerda a crítica que eu faço indiretamente à direita.
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André,
Precisamente. Mas isso não quer dizer que tenham ambas o mesmo valor.
Pela sua actuação e programa, justifica-se essa crítica à esquerda, não à direita.
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Mais um post da Sr.ª HM que merece a minha concordância na íntegra.
Hummm… será caso para começar a ficar preocupado? 🙂
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Não entendo o zumzum: eu estudei a CRP na escola secundária, anos 80, e isso não me lavou o cérebro. Até me recordo de ter um teste sobre a dita cuja.
Já na altura me pareceu rídicula, tipo conto de fadas, unicórnios, etc (casa, comida e roupa lavada para todos). Mas também permitindo o seu contrário (orçamento de Estado deve estar equilibrado).
A única temática que notei consistente foi a protecção da vida pessoal, nomeadamente coisas tão detalhadas como a proibição da existência de número único.
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A direita no poder não quer que as “criancinhas” saibam o que diz a constituição para não ficarem com ideias sobre direitos e deveres de cidadania. Acham que a actual constituição é demasiado socialista!
Fiz, nos antigos 6º e 7º.do liceu, a disciplina de Organização Política e Administrativa da Nação, onde se estudava a constituição de 1933 e outras anteriores. Por ter estudado uma constituição marcadamente fascista, posso garantir que não fiquei contagiado pelas ideias subjacentes.
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Helena Matos, normalmente não concordo consigo, mas neste post acho que tem toda a razão e gabo-lhe a coragem de chamar a atenção para a falta de educação para a cidadania que existe atualmente.
Gostava também de acrescentar que do meu ponto de vista também deveriam ser ensinadas a estrutura política e legislativa da união europeia que tem uma grande importância na vida de todos os cidadãos portugueses, contudo são muito pouco conhecida pela opinião pública. Reparo com frequeência que os cidadãos de outros países conhecem muito melhor e estão mais informados relativamente a assuntos da política europeia. Em Portugal pelo contrário a opinião pública nunca discute o que se passa em Bruxelas, e todas as normas europeias são aceites como sendo algo de indiscutível e inalterável. Penso que para o bem do nosso país essa atitude deveria mudar e a forma de o fazer é através da educação e da informação.
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Cara Helena,
Adoro estar de acordo consigo. E acontece tão poucas vezes!… 😉
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