Ainda que tenha aprendido na escola a escrever “co-adopção”, sou a favor da escrita “coadoção”, que mais se aproxima da palavra falada.
Enquanto menino aprendendo a ler, recordo que a maior confusão vinha das palavras que não se escreviam como se pronunciavam.
Porque se aprende a falar antes de se aprender a escrever.
A miserabilidade portuguesa tem larga tradição. O AO90 vem de… 1990. Hoje é obrigatório no ensino, aparece em legendas de filmes, jornais, rótulos médicos e na escrita corrente de milhares de portugueses. Então, toca a ser contra… agora. Há quem diga que foi sempre contra. São os que gostam de fazer palhaçadas. Escrevam como quiseram, mas deslarguem-me a braguilha!
Desculpe, João Miranda, mas não é consigo.
Sou contra o acordo ortográfico !! O significado das frases pode ficar literalmente posto em causa.
Neste caso particular penso que devam preocupar-se mais com a legislação que define esta figura jurídica e no interesse da criança do que com a forma como se escreve.
Beh, eu tenho que os a favor estão certos, se até “coadunar” o diz por todos os seus sinónimos, de unir, unificar, integrar, harmonizar, incorporar, conciliar… contra essa queda e teimosia para a discórdia, mais própria de mercenários terroristas, como ora esses que nos chegam, cruéis, como drogados e atreitos ao inferno …
E que tal o casamento com cães/cadelas, gatos/gatas, periquitos/periquitas, numa primeira fase?… Numa segunda fase, com elefantes/elefantas, cavalos/éguas, pandas, gorilas e tudo o que mexa…
Esta sim, uma causa verdadeiramente fracturante!…
Introdução: Em vez de quererem impor proibições à adopção e à monoparentalidade … deveriam, isso sim, era dirigir fortes críticas contra aqueles que dizem que a ‘solução’ do problema demográfico europeu está na naturalização da ‘boa produção’ demográfica daqueles (ex: islâmicos) que tratam as mulheres como uns ‘úteros ambulantes’.
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É UMA MUDANÇA ESTRUTURAL HISTÓRICA DA SOCIEDADE:
– os homens poderão ter filhos… sem repressão dos Direitos das mulheres… e independentemente de agradarem ou não às mulheres!… Leia-se: O ACESSO A ‘BARRIGAS DE ALUGUER’…
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-> Ponto nº 1:
Quando se fala em Direitos das crianças… há que ver o seguinte: muitas crianças (de boa saúde) hão-de querer ter a oportunidade de vir a ser pais… oportunidade essa que lhes é negada pela ‘via normal’.
-> Ponto nº 2:
Idealmente, uma criança deveria estar sempre acompanhada do pai e da mãe… ora, como é óbvio… não se pode proibir às pessoas que têm filhos o Direito ao divórcio.
-> Ponto nº 3:
Deve existir Igualdade de Direitos: actualmente as ‘famílias monoparentais de pai’… são ínfimas em relação às ‘famílias monoparentais de mãe’…
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NOTA:
– Muitas mulheres heterossexuais não querem ter o trabalho de criar filhos… querem ‘gozar’ a vida.
– Muitos homens heterossexuais não querem ter o trabalho de criar filhos… querem ‘gozar’ a vida.
—>>> Conclusão: é ERRADO estar a dizer (como já alguém disse) «a Europa PRECISA DE CRIANÇAS, NÃO DE HOMOSSEXUAIS!»… isto é, ou seja… a Europa precisa de pessoas (homossexuais e heterossexuais) com disponibilidade para criar crianças!!!
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Anexo:
– O Direito de ter filhos em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas!
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Ainda há parolos que acreditam em histórias da carochinha… mas há que assumir a realidade:
-> Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
-> No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade!… De facto, analisando o Tabu-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver o blog http://tabusexo.blogspot.com/.
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Concluindo:
– Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas é natural que sejam apenas os machos mais fortes a terem filhos, no entanto, as Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas têm de assumir a sua História: não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!… Assim sendo, nestas sociedades, numa primeira fase, deve ser possibilitada a existência de barrigas de aluguer [a longo prazo poderão vir a existir mesmo úteros artificiais] para que, nestas sociedades os machos (de boa saúde) rejeitados pelas fêmeas, possam ter filhos!
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P.S.1.
Com o fim do tabu-sexo:
– a percentagem de machos sem filhos aumentou imenso nas sociedades tradicionalmente monogâmicas.
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P.S.2.
Com o fim do tabu-sexo:
– por um lado, muitas mulheres das sociedades tradicionalmente monogâmicas vão à procura de machos de maior competência sexual, nomeadamente, machos oriundos de sociedades tradicionalmente Poligâmicas: nestas sociedades apenas os machos mais fortes é que possuem filhos, logo, seleccionam e apuram a qualidade dos machos;
– por outro lado, muitos machos das sociedades tradicionalmente Monogâmicas vão à procura de fêmeas Economicamente Fragilizadas [mais dóceis] oriundas de outras sociedades.
Ainda que tenha aprendido na escola a escrever “co-adopção”, sou a favor da escrita “coadoção”, que mais se aproxima da palavra falada.
Enquanto menino aprendendo a ler, recordo que a maior confusão vinha das palavras que não se escreviam como se pronunciavam.
Porque se aprende a falar antes de se aprender a escrever.
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Grandes confusoes….
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A miserabilidade portuguesa tem larga tradição. O AO90 vem de… 1990. Hoje é obrigatório no ensino, aparece em legendas de filmes, jornais, rótulos médicos e na escrita corrente de milhares de portugueses. Então, toca a ser contra… agora. Há quem diga que foi sempre contra. São os que gostam de fazer palhaçadas. Escrevam como quiseram, mas deslarguem-me a braguilha!
Desculpe, João Miranda, mas não é consigo.
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Coadoção dá uma conotação muito doce.
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Cotraçoadopção dá uma conotação agridoce. 🙂
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Tema ao nível do canal Q…. Perguntem ao ciberdúvidas, ou à Ana Drago…
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Paneleirices !
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Sou contra o acordo ortográfico !! O significado das frases pode ficar literalmente posto em causa.
Neste caso particular penso que devam preocupar-se mais com a legislação que define esta figura jurídica e no interesse da criança do que com a forma como se escreve.
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Beh, eu tenho que os a favor estão certos, se até “coadunar” o diz por todos os seus sinónimos, de unir, unificar, integrar, harmonizar, incorporar, conciliar… contra essa queda e teimosia para a discórdia, mais própria de mercenários terroristas, como ora esses que nos chegam, cruéis, como drogados e atreitos ao inferno …
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Falsa questão, assunto arrumado.
Comecem a discutir o problema entre adopção ou adoção.
Vem já a seguir, está mesmo ao virar da esquina.
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E que tal o casamento com cães/cadelas, gatos/gatas, periquitos/periquitas, numa primeira fase?… Numa segunda fase, com elefantes/elefantas, cavalos/éguas, pandas, gorilas e tudo o que mexa…
Esta sim, uma causa verdadeiramente fracturante!…
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ahaha Bem visto
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Como salto civilizacional deveria-se casar o Piscoiso com o Aborto Ortográfico ou algo assim…
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Tem de arranjar outro porque não sou solteiro.
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Introdução: Em vez de quererem impor proibições à adopção e à monoparentalidade … deveriam, isso sim, era dirigir fortes críticas contra aqueles que dizem que a ‘solução’ do problema demográfico europeu está na naturalização da ‘boa produção’ demográfica daqueles (ex: islâmicos) que tratam as mulheres como uns ‘úteros ambulantes’.
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É UMA MUDANÇA ESTRUTURAL HISTÓRICA DA SOCIEDADE:
– os homens poderão ter filhos… sem repressão dos Direitos das mulheres… e independentemente de agradarem ou não às mulheres!… Leia-se: O ACESSO A ‘BARRIGAS DE ALUGUER’…
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-> Ponto nº 1:
Quando se fala em Direitos das crianças… há que ver o seguinte: muitas crianças (de boa saúde) hão-de querer ter a oportunidade de vir a ser pais… oportunidade essa que lhes é negada pela ‘via normal’.
-> Ponto nº 2:
Idealmente, uma criança deveria estar sempre acompanhada do pai e da mãe… ora, como é óbvio… não se pode proibir às pessoas que têm filhos o Direito ao divórcio.
-> Ponto nº 3:
Deve existir Igualdade de Direitos: actualmente as ‘famílias monoparentais de pai’… são ínfimas em relação às ‘famílias monoparentais de mãe’…
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NOTA:
– Muitas mulheres heterossexuais não querem ter o trabalho de criar filhos… querem ‘gozar’ a vida.
– Muitos homens heterossexuais não querem ter o trabalho de criar filhos… querem ‘gozar’ a vida.
—>>> Conclusão: é ERRADO estar a dizer (como já alguém disse) «a Europa PRECISA DE CRIANÇAS, NÃO DE HOMOSSEXUAIS!»… isto é, ou seja… a Europa precisa de pessoas (homossexuais e heterossexuais) com disponibilidade para criar crianças!!!
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Anexo:
– O Direito de ter filhos em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas!
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Ainda há parolos que acreditam em histórias da carochinha… mas há que assumir a realidade:
-> Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
-> No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade!… De facto, analisando o Tabu-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver o blog http://tabusexo.blogspot.com/.
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Concluindo:
– Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas é natural que sejam apenas os machos mais fortes a terem filhos, no entanto, as Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas têm de assumir a sua História: não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!… Assim sendo, nestas sociedades, numa primeira fase, deve ser possibilitada a existência de barrigas de aluguer [a longo prazo poderão vir a existir mesmo úteros artificiais] para que, nestas sociedades os machos (de boa saúde) rejeitados pelas fêmeas, possam ter filhos!
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P.S.1.
Com o fim do tabu-sexo:
– a percentagem de machos sem filhos aumentou imenso nas sociedades tradicionalmente monogâmicas.
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P.S.2.
Com o fim do tabu-sexo:
– por um lado, muitas mulheres das sociedades tradicionalmente monogâmicas vão à procura de machos de maior competência sexual, nomeadamente, machos oriundos de sociedades tradicionalmente Poligâmicas: nestas sociedades apenas os machos mais fortes é que possuem filhos, logo, seleccionam e apuram a qualidade dos machos;
– por outro lado, muitos machos das sociedades tradicionalmente Monogâmicas vão à procura de fêmeas Economicamente Fragilizadas [mais dóceis] oriundas de outras sociedades.
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