Seja como for
20 Junho, 2013
A UGT tem novo líder: é empregado do BES
Antes de ser candidato à UGT, o novo líder falou com Ricardo Salgado
O baixo nível de sindicalização leva a que os sindicatos sejam em Portugal uma espécie de criaturas fictícias do Shrek: falam em nome dos trabalhadores e são sustentados pelos contribuintes (às vezes tb com a generosa dádiva do grande capital) porque o poder político precisa manter viva a concertação social. Seja como for os sindicatos sem estes apoios ficavam reduzidos a quê?
23 comentários
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Perguntem ao ministro promulgador Cavaco, ele resolve em 24hrs .
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ugt-bes ou bem estar social
‘venha a nós o vosso reino’
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E os direitos dos trabalhadores são menores ou merecem menos protecção por causa disso?
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A Helena e o seu sonho «carrolliano» de um mundo laboral sem sindicatos, sem concertação social, sem contribuintes, sem trabalhadores?!…
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Quem? Um individuo de meia idade de bigode?
Humm… típico.
Foi lá falar….pois. Claro.
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Esta Srª D. Helena é tão contundente relativamente a quem defende os trabalhadores, nomeadamente,os sindicatos e os partidos de esquerda e a defender acerrimamente a clique governamental de extrema direita com tiques fascistas liderada pelo seu ídolo Passos Coelho, que tem atirado o país para um poço sem fundo, o que me leva leva a pensar que se estará a posicionar para ocupar a breve trecho através de alguma prebenda do governo que a leve a ocupar algum cargo ministerial ou em alguma empresa pública. Já começo a não ter paciência para tanta falta de senso e de reaccionarite aguda.
Rui Ramos
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O grande problema é saber se, da forma descabelada como muitas vezes actuam, defendem o interesse dos trabalhadores ou o de manter um cargo de representação que os torna figuras públicas, pago pelos contribuintes e que a acção, em conjunto com as medidas políticas ultrajantes, tem arruinado o país. Utilizar métodos de auto-flagelação não me parece ser a mediada mais adequada.
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Nunca li tanta estupidez de uma assentada a um comuna.
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E eu a pensar que era monopólio do Marcelo passar diplomas aos outros. Anda bem que há concorrência no mercado.
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Deixa lá de ser parvo!
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Pois é, este mundo é muito estranho.
E dá tanta volta.
Até a Helena Matos, que já foi esquerdista, está agora rendida à nova Direita neoliberal.
Agora são os capitalistas contra os quais dizia raios e coriscos que lhe pagam para viver.
Outra forma de subserviência.
A vida não pára de nos trazer surpresas.
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P: Qual é a diferença entre os ladrões sauditas e os ladrões lusitanos?
R: Na Arábia Saudita os ladrões são amputados e cá eles são deputados!
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Helena:
Por partes: explique lá (factos) em que se baseia para dizer que os sindicatos são pagos pelos contribuintes. Não precisa de detalhar muito. Basta concretizar.
É uma curiosidade minha.
Antecipadamente grato.
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“…falam em nome dos trabalhadores e são sustentados pelos contribuintes…”
Até conheço um cavaco que fala em nome dos portugueses e é sustentado pelos contribuintes.
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A autora pertence a outra máfia. Ela bem sopra, sopra, e o Gandolfini lá se foi
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A ser verdade, sem os apoios os sindicatos ( a maioria, creio) não existiriam.Demonstra bem o tipo de sindicalismo em Portugal. Não é independente e é falso porque a representatividade assenta em premissas que não correspondem à realidade. Para serem verdadeiros, os sindicatos e os seus dirigentes têm de viver das contribuições dos sindicalizados. Veja-se o que se passa com os sindicatos da função pública, que segundo consta os seus dirigentes são pagos pelo orçamento do Estado e ainda protestam contra o mesmo Estado que lhes paga.A ser assim, anda tudo de pernas para o ar.Sou a favor do tipo de sindicalismo alemão, em especial dos metalúrgicos que suportam os salários dos trabalhadores em greve através dum fundo existente para tal fim.,
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De acordo, Elmano.
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Pelos comentários se vê que o pessoal do PREC de 75 acordou da hibernação e se dispõe a relançar a miséria em que nos meteram na altura.
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Não seria mais honesto defender a extinção pura e simples dos sindicatos e entregar a defesa dos interesses dos trabalhadores à ‘protecção divina’ ou para salvaguardar as susceptibilidades dos agnósticos e dos ateus ficarmos a meio caminho, i. e., pelas medievas ‘corporações de ofícios’ destuindo.
De uma penada seria possível destruir todo o movimento político e social nascido na era industrial e que gravitou à volta de um conceito vigoroso: o trabalhismo. Na verdade, se existissem dúvidas sobre o recuo civilizacional em curso o agitar de uma ‘questão sindical’ expõe à saciedade os apetites do neoliberalismo.
Margareth morreu mas os tatcheristas teimam em sobreviver.
Falta gritar: ‘abaixo os sindicatos’ e ‘viva a ordem expontânea’!
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Mais honesto seria que as instituições que nos governam fossem mais transparentes e que ninguém fizesse profissão de defender os outros coartando aos próprios essa possibilidade. Fui alguns anos sindicalista e político e sei da forma como as coisas se organizam. As pessoas que querem dar o seu contributo, sem que disso façam profissão, acabam por ser afastadas, porque, no final, estas instituições transformam-se em coutadas. Quer para políticos, sindicalistas, ou de quaisquer outras instituições influentes, devia haver um prazo de exercício para que outros ocupassem esses cargos, que deviam ser de missão e nunca de profissão. Pedir reformas para alterar o que funciona mal, não é querer acabar as instituições. O tempo é o grande mestre e por isso é preciso aprender consecutivamente.
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A D.Helena deve andar muito distraída, não se apercebeu dos
problemas da indústria farmaceutica !?!
Uma das maiores faltas nas famácias hospitalares é de antído-
tos para venenos … se tem o azar de morder a língua vai-se!!!
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dedicado aos indignados com o sindicalismo e com o direito à greve, a começar em helenafmatos:
.
http://expresso.sapo.pt/abriu-a-caca-ao-nogueira=f815038
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indignados com o sindicalismo ó garoto?
jámé?
o sindicalismo dá de comer a um milhão de portugueses….
bom a quase…os da cerâmica de valadares se não fosse o fundo de greve estavam fodidos
estão em greve geral vai pra….bué de tempo
lembra-me os tipos da nova penteadora estão em greve geral vai para mais de trinta anos…..
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