contribuição, mais uma, para a crescente dívida do Estado : um tipo foi indemnizado (pelo Estado) com a módica quantia de 500 mil euros, depois de exonerado pelo então ministro Bagão Félix.
O actual governo nomeou-o há dias para um alto cargo na CGDepósitos.
(ler no Público de hoje).
Se HMatos e outros blasfemos quiserem fazer contas a X tipos indevidamente indemnizados por exemplo desde 2000 (ou antes) e multiplicarem por Y — “dá”…
No mesmo link do post a ler também:
Ferreira Leite acrescenta que se está a utilizar a Segurança Social para tapar os buracos que existem um pouco por todo o lado: nas PPP, nas empresas públicas, nas autarquias, nas empresas municipais, nos desperdícios, nas fraudes ou nas decisões mal tomadas.
“Quando analisamos os problemas das contas públicas”, recorda, “nunca foi a Segurança Social a causar problemas. Antes pelo contrário. Foi a única parcela que nunca apresentou défices, ao contrário das restantes, como os fundos autónomos ou as autarquias.”
Mas o que choca verdadeiramente a ex–governante é o discurso oficial estar a provocar uma guerra geracional. “Devo dizer que estou disponível para aceitar a discriminação absurda dos cortes que afecta um sector e não o outro. Mas não aceito pelos motivos que estão a ser invocados, que dividem as gerações, e deixam implícita a ideia de que os reformados têm benefícios para os quais nunca descontaram. E que as vítimas são as novas gerações. É um discurso do ponto de vista dos valores absolutamente condenável, atribuindo aos antigos uma passagem por aqui absolutamente inútil.”
Estes e os anteriores (des)governantes, se quisessem, se respeitassem os cidadãos (e o país mais o erário público), se não tivessem como alvo o enfraquecimento dos desprotegidos e a protecção a muitos dos que arruinaram e estrangularam “isto”, podiam resolver a herança de JSócrates/TSantos/VConstâncio e, eventualmente, serrem reeleitos porque tinham relançado a economia e esperançado os tugas.
Não quiseram, preferiram o confronto e a ruína.
Estão-se a queixar porquê? Não votaram em incompetentes? Não os elegeram? Não é esta a geração, muitos deles ex-funcionários públicos, que recebiam “os favores” pela porta do cavalo? Fugiam à sisa e demais impostos, querem o quê? Julgavam que iria ser sempre um fartote para a vossa geração? Então se entregaram o “ouro ao bandido”…agora vão queixar ao(s) bandido(s). Pagar reformas acima de 1.500 euros mês é uma afronta aos pobres.
Certos políticos (deputados incluídos…), em qualquer legislatura, não têm parcimónia para com desrespeito por leis, incumprimento de promessas, desmandos, trafulhices, etc., dos seus pares ?
Há tanta cegueira! Será que ninguém vê que após gastarem o que Salazar deixou tudo foi construído com dinheiro alheio! Nunca houve tantos pendurados no Estado, e os bem empregados em tudo quanto é bom. Basta abrir qq canal e vemos anfiteatros cheios de bons operários. Boas reformas, bons salários pagos pelo dinheiro alheio.Como foi fácil retribuir. Pior que tudo, os que mais espoliaram o dinheiro alheio, acham que têm direitos inalianáveis. A constituição não fabrica notas. Embora eu não seja expert, há 15 anos que penso que o fim seria este. Pior, com tantas sanguessugas o fim é trágico. A CGD também dava 15 meses, lucros e outras benesses, e agora? Olhem!
Seitas ! Seitas politico-partidárias –mais partidárias do que políticas !– à “esquerda”, ao “centro” e à “direirta”, que têm mamado na manjedoura do Estado para se sustentarem & aos seus., E nestes seus encontramos desde os boys aos CEO’s, mais empresários, banqueiros, escritórios e assessores jurídicos e económicos, etc., etc.
O tuga paga ! Paga tudo ! — e as seitas agradecem…
contribuição, mais uma, para a crescente dívida do Estado : um tipo foi indemnizado (pelo Estado) com a módica quantia de 500 mil euros, depois de exonerado pelo então ministro Bagão Félix.
O actual governo nomeou-o há dias para um alto cargo na CGDepósitos.
(ler no Público de hoje).
Se HMatos e outros blasfemos quiserem fazer contas a X tipos indevidamente indemnizados por exemplo desde 2000 (ou antes) e multiplicarem por Y — “dá”…
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No mesmo link do post a ler também:
Ferreira Leite acrescenta que se está a utilizar a Segurança Social para tapar os buracos que existem um pouco por todo o lado: nas PPP, nas empresas públicas, nas autarquias, nas empresas municipais, nos desperdícios, nas fraudes ou nas decisões mal tomadas.
“Quando analisamos os problemas das contas públicas”, recorda, “nunca foi a Segurança Social a causar problemas. Antes pelo contrário. Foi a única parcela que nunca apresentou défices, ao contrário das restantes, como os fundos autónomos ou as autarquias.”
Mas o que choca verdadeiramente a ex–governante é o discurso oficial estar a provocar uma guerra geracional. “Devo dizer que estou disponível para aceitar a discriminação absurda dos cortes que afecta um sector e não o outro. Mas não aceito pelos motivos que estão a ser invocados, que dividem as gerações, e deixam implícita a ideia de que os reformados têm benefícios para os quais nunca descontaram. E que as vítimas são as novas gerações. É um discurso do ponto de vista dos valores absolutamente condenável, atribuindo aos antigos uma passagem por aqui absolutamente inútil.”
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http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/joao-salgueiro-apela-uniao-dos-reformados-contra-governo
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Estes e os anteriores (des)governantes, se quisessem, se respeitassem os cidadãos (e o país mais o erário público), se não tivessem como alvo o enfraquecimento dos desprotegidos e a protecção a muitos dos que arruinaram e estrangularam “isto”, podiam resolver a herança de JSócrates/TSantos/VConstâncio e, eventualmente, serrem reeleitos porque tinham relançado a economia e esperançado os tugas.
Não quiseram, preferiram o confronto e a ruína.
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Helena, o país continua a endividar-se.
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Será que a senhora HM não percebe que a dívida do País aumenta diariamente?
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Diariamente e…descontroladamente, porque certa “fartar vilanagem” continua ! — obviamente com a parcimónia da “classe” política, deputados incluídos.
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Estão-se a queixar porquê? Não votaram em incompetentes? Não os elegeram? Não é esta a geração, muitos deles ex-funcionários públicos, que recebiam “os favores” pela porta do cavalo? Fugiam à sisa e demais impostos, querem o quê? Julgavam que iria ser sempre um fartote para a vossa geração? Então se entregaram o “ouro ao bandido”…agora vão queixar ao(s) bandido(s). Pagar reformas acima de 1.500 euros mês é uma afronta aos pobres.
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Se não sabe, por analfabetismo, o que as palavras significam (parcimónia)
porque será que as usa?
Vá para a escola, analfa-betinho primário . . . .
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Certos políticos (deputados incluídos…), em qualquer legislatura, não têm parcimónia para com desrespeito por leis, incumprimento de promessas, desmandos, trafulhices, etc., dos seus pares ?
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Há tanta cegueira! Será que ninguém vê que após gastarem o que Salazar deixou tudo foi construído com dinheiro alheio! Nunca houve tantos pendurados no Estado, e os bem empregados em tudo quanto é bom. Basta abrir qq canal e vemos anfiteatros cheios de bons operários. Boas reformas, bons salários pagos pelo dinheiro alheio.Como foi fácil retribuir. Pior que tudo, os que mais espoliaram o dinheiro alheio, acham que têm direitos inalianáveis. A constituição não fabrica notas. Embora eu não seja expert, há 15 anos que penso que o fim seria este. Pior, com tantas sanguessugas o fim é trágico. A CGD também dava 15 meses, lucros e outras benesses, e agora? Olhem!
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Tenho pensado muito nisso, Maria Ferreira. E “nós” como “estamos” de vida? 😉
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Seitas ! Seitas politico-partidárias –mais partidárias do que políticas !– à “esquerda”, ao “centro” e à “direirta”, que têm mamado na manjedoura do Estado para se sustentarem & aos seus., E nestes seus encontramos desde os boys aos CEO’s, mais empresários, banqueiros, escritórios e assessores jurídicos e económicos, etc., etc.
O tuga paga ! Paga tudo ! — e as seitas agradecem…
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salazar deixou? tuberculosos deixou muitos
já os gastámos todos?
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