Alegria no trabalho
«Note-se que, com álcool, o trabalhador pode esquecer as agruras da vida e empenhar-se muito mais a lançar frigoríficos sobre camiões, e por isso, na alegria da imensa diversidade da vida, o público servido até pode achar que aquele trabalhador alegre é muito produtivo e um excelente e rápido removedor de electrodomésticos».(*)
Assim disseram os desembargadores Eduardo Petersen Silva, Frias Rodrigues e Paula Ferreira Roberto, sobre uns trabalhadores camarários que estavam alcoolizados.
Estranho? Não. Afinal provavelmente também sobre eles não recai «nenhuma exigência especial que faça com que o trabalho não possa ser realizado com o trabalhador a pensar no que quiser, com ar mais satisfeito ou carrancudo, mais lúcido ou, pelo contrário, um pouco tonto”.

Num posso crer.
Magistrados, ainda piores que os deputados?
“O quinto império”
… nós somos púnicos, parecemo-nos com os mercenários de Amílcar e todos esses matreiros do mediterrâneo. Nós somos girinos… (49)
Em português, as palavras são um simples meio de simpatia, ou o seu contrário. As pessoas perdem assim horas em conversas inúteis, só com o fim de garantir a sua estima recíproca (95)
Dominique de Roux (1977, Paris)
Quem quer ser empresário
e casar com a magistrada?
Nada a fazer…
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De resto, creio que não há nenhuma norma fixando um limite de alcool para um juiz.
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Que terá bebido ou fumado esse juíz antes de ler a sentença ?
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Só se entende tão ébria decisão, se os Srs. Juízes estavam alcoolizados quando a proferiram. Mais uns, para se alistarem na JAA=Juízes Alcoólicos Anónimos. E depois queixam-se, que não há investimento e criação de novos empregos. Pois pudera, quem é que conhecendo este exemplo – e milhares de outros bem piores – se atreve a investir num mercado, onde a VOX POPULI e a JUSTIÇA, premeiam e protegem, os indisciplinados, os preguiçosos, os aldrabões, os criminosos e os corruptos, alcoolizados ou não ?!
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pois , resta saber se a seguradora que a empresa usa está para pagar acidentes de trabalho a alcoolizados.. e se vale para esse trabalhador , agora vale para todos , não é ?
e andam para aí a gastar dinheiro em campanhas e equipamentos de prevenção de acidentes , pelos vistos à toa.
tá tudo maluco. .
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Está tudo DOIDO! POR FAVOR TIREM-ME DAQUI!
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hic, hic, (b)urra!
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Deveria impor-se uma taxa de 0.5 e fazer obrigatoriamente o teste sempre que os juízes fossem julgar alguém ou escrever acórdãos.
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Eu, nos anos 90, dividi a sala, nos juízos criminais de Lisboa (ali à Pinheiro Chagas), com um magistrado do Ministério Público visivelmente embrigado, certamente a «esquecer as agruras da vida e empenhar-se muito mais [na defesa dos interesses que lhe eram cometidos], e por isso, na alegria da imensa diversidade da vida». Por acaso não achei que «aquele trabalhador alegre [fosse] muito produtivo e um excelente e rápido» técnico do direito. Achei que era um autêntico palhaço e uma vergonha para todos os presentes. Mas, como o apanhei nesse estado, em pelo menos três ocasiões separadas, penso que era o o único com esse entendimento.
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Ah! Agora percebo, porque lhes deu para pensarem que governam o País, com os episódios das inconstitucionalidades, com o episódio da maternidade, são uns pândegos.
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