Espantoso não é?
31 Julho, 2013
“Não estamos a fazer mal a ninguém” respondeu o membro de um grupo que estava a fazer grafittis numas ruas do Algarve,
38 comentários
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“Não estamos a fazer mal a ninguém” respondeu o membro de um grupo que estava a fazer grafittis numas ruas do Algarve,
a sua gente não pode dizer o mesmo!
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Tão pudica a leninha…
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É triste ver essa “juventude” rabiscar tudo o que é parede e outras coisas.
Emporcalham tudo e deixam zonas e locais lindíssimos num estado de completa decadência, só para se afirmarem aquilo que eles não têm: .
Prisão para os “pintores” e multa pesada para os papás pagarem e pregarem um par de galhetas nesses vândalos.
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e pregá-los em cruzes?
e aqueles com cão que cagam tudo deitá-los aos leões
e os que fumam no espaço público meter-lhes a cabeça dentro dum saco de plástico?
e os que cospem nos passeios fazê-los comendadores
locais lindíssimos com tinta ficam decadentes?
e andam os sírios a gastar dinheiro em bombas quando podiam fazê-lo com paint ball mai baratinho
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Edit:
Emporcalham tudo e deixam zonas e locais lindíssimos num estado de completa decadência, só para se afirmarem aquilo que eles não têm: atenção e respeito pela sociedade.
Sorry.
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Pera aí… mas isso então não é arte? pintar e emporcalhar as casa dos outros deixou de ser arte? E o Bairro Alto não é arte? experimentem viver num mundo de paredes pichadas e vão ver em que tipo de cidadão se transformam…
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O ideal seria que muitos desses autores de grafittis fossem apanhados pelos proprietários dos espaços e pela polícia durante o acto, multados e obrigados a limpar a porcaria que colocam nas paredes. Invadem a propriedade privada e pública. Logo, devem ser penalizados pela Lei.
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MJRB 11:25
Nem mais!
Subscrevo o seu comentário.
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Muito melhor que isso foi um amigo meu que cansado de lhe pintarem o muro da casa comprou uma lata de tinta, fez a espera e verteu-a em cima de dois rapazolas grafiteiros no acto.
O pior foi que os pais (acho que não teriam 18 anos) vieram tirar satisfações pelo prejuízo que lhes teria causado na roupa e sobretudo nos ténis, o que define bem que não há lei que possa funcionar quando um “povo” se comporta desta maneira.
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Estavam a “trabalhar” a altas horas da noite… É uma arte, mas tem regras.
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ops, tanta policia hoje por aqui 🙂
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Vc. admite que um edifício privado ou público seja vandalizado (!) com tinta ?
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não admito isso nem a caça às bruxas 🙂
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atão caçam-se só por telas?
e com água da companhia vietcong admite?
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é pintar paredes é muito perigoso
o Hitler antes de pintar era um gajo fixe
Vietcong admite que os edifícios sem pintura são muito melhores, caem até mais depressa
vandalizado implica que as tribos germânicas participem na pintura
com mijo é melhor?
com cagadelas de pombos
com portelas às janelas?
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por essa ordem de i-dei-as fuzilavam-se todos os gordos nas praias
e as anorécticas cheias de fome tinham sido exterminadas nos tempos do Rubens
a letra é cultura
a palavra é civilização
a tinta é química pura
a tinta é tecnologia de protecção
maldito quem loucamente
lhe mancha a pureza ardente
lavando-a com aguarrás….
e assis vândalo serás
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O problema da relação de cidadania é a medida das coisas. Se os responsáveis pelo bem-estar social agem de forma pouco dignificante, o vulgar cidadão comum, às vezes vivendo fora das regras, não compreende muitas vezes até onde chega a sua liberdade e capacidade de intervenção. A rapaziada dos grafittis, alguns verdadeiros artistas, não medem as consequências da sua acção e manifestam-se em qualquer parede que lhes passe por perto. Os grandes problemas fossem esses! Se o respeito fosse moeda corrente os casos de abuso não sucediam em catadupa. Os “grafitteiros” podem sujar-nos as paredes, mas os “trauliteiros” que nos governam sujam-nos constantemente a alma.
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…e os comentadores do jaez deste conspurcalham amplamente a blogosfera….
Tadinhos dos meninos da rapaziada dos grafitis, que não têm consciência da sua acção, por serem vítimas do “sistema”,,,
A desculpabilização do vandalismo e da selvejaria é, por si só, uma acção de vandalismo e selvagem.
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cons pur callham?
já o desculpabilização ….está ao nível da selvagem sel veja ria
sel sell? buy beja?
a selvejaria segue na selva seguinte
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Os grandes cérebros que se dão ao lixo, queria dizer ao luxo, de amolgarem os outros só porque, curtos como são de ideias, só vêem o que é espuma dos dias, espraiam os seus comentários sem respeito pelos que ultrapassam a sua vulgaridade. O país chegou onde chegou porque não produziu gente mais capaz. É a nossa sina, é a nossa vidinha!
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Os executantes e defensores dos grafittis sem qualquer valor estético, artístico, preferem áreas urbanas sujas com tinta, desarmonizadas, adulteradas, visualmente perturbáveis ?
São indiferentes à violação da propriedade ?
Não lhes serve como exemplos cidades europeias sem essa praga e também por isso exemplares ?
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os grafittis são o berço da civilização
a mulher de césar cobra vinte denarii
o Nero não sabe tocar piano
Herodes ou te cagas ou te fodes….
Miquerinos tem cá uma pedra….
Vota no galo de barcelos que é um gajo fixe
Vota em mim queu boto em ti
Mais vale um gajo armado de voto que dois nas urnas
eu estou aqui…ele não está cá
MJRB MJRB MeJERBe
mais vale um grafitti de letras feito
que dois bisontes mal desenhados dum analfabeto
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O barco está a afundar-se e o pessoal anda preocupado com a música que a orquestra está a tocar. Assim não vamos lá! Prendem-se com o acessório e não interiorizam o essencial.
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não a música é essencial
afundar é preciso viver não é preciso
afundar mas com estylo
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Uma frase muito bonita esta :”Prendem-se com o acessório e não interiorizam o essencial “. Bonita, muito intelectual e cheia de charme burguês.
Mas vem a propósito de quê? e o que quer dizer?
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bom vocês da opus gay interiorizam a falocracia e não se prendem ao acessório uns usam diminuitivos no nome e infantilizam-se para aumentar o nº de cuadopções
outros a propósito do quê vão metendo mais água na barca
do gil vicente claro
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Não percebo e julgo que há engano no endereço. Assim não vamos lá! O país precisa de gente culta e sobretudo educada se quiser encontrar um rumo. Eu assino com o meu nome,e não me escondo atrás do anonimato ou de siglas, e entendo que a relação entre as pessoas deve ser moldada no respeito e não devemos pôr rótulos a torto e a direito. Pela obra se conhece o artista e cada um escolhe a melhor maneira de se expor. Saudações lusitanas e, se for capaz, tente não dizer disparates sobre pessoas que não conhece.
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Isto é só um exemplo do nosso dia a dia. Não fazemos mal a ninguém.
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nós os arrumadores de carros?
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Este é um grande figurão publico, do qual toda a comunicação social canta loas há muitos anos. Com o maior civismo, ia atirar a garrafa vazia para a mata, mas o milagre da “partitura” dos vidros sucedeu. A conduzir, a beber água e a partir vidros por falta de vista e de cuidado. Assim vai este país! É a vidinha!
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Para o Tozézito, com muita consideração
Agradeço ter a atenção de perder tempo comigo, um velho chato, que julga que a experiência da vida, acompanhada com uma réstia de cultura, serve para alguma coisa.
O que escrevo é sentido no momento e não tenho verdades eternas. Sou cartesiano e a dúvida, ao contrário do maluco da skate, é uma cena que sempre me assiste. Eu quero dizer que o país está a afundar-se em dívidas impagáveis, porque não foram calculadas em função da economia do país e que, entretanto, pessoas cultas e responsáveis andam a discutir pormenores e não aprofundam a situação que é de rotura social. Para ter uma melhor informação sobre este seu interlocutor, que não é burguês, os meus “pareceres” fundamentam-se numa formação académica, profissional e cívica, que vão desde um mestrado em História Política e Social, professor de História e Presidente de Conselho Directivo de Escola, Técnico Oficial de Contas (11521), ex-Presidente de Câmara e de Conselho Municipal, dirigente sindical, etc.,. Um abraço fraterno dum português que está incomodado com o país, porque a Europa nada faz de prestável e de suficiente,pois não percebe a profundidade dos problemas dos seus membros.
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Portela
15:23,
A, se possível, identificação e punição de quem vandaliza a propriedade pública ou privada tem a ver com a “caça às bruxas”, em quê ?
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caro MJRB, já dei para o peditório de HFMatos (13:20) e já respondi a uma pergunta (15:23).
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Porra, nunca o/a imaginei a contribuir sequer com 1 cêntimo furado para um peditório da HMatos…
Sobre a Lei (quando há e se é cumprida…) nada tem a ver com “caça às bruxas”, mas que as há, há…conforme os gostos e necessidades.
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mas ele contribui com elegias a si próprio
é assis um cavacóide bicóide
e responde a qualquer pergunta principalmente às que não sabe a resposta
é a piolheira universitária deficitária que temos
o/a expressa a dualidade sexualis do portelame
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O vandalista emporcalhamento de um espaço que é público, isto é, património comum (ou seja, da comunidade) não é um crime público? Ahh ganda república das bananas que é a nossa!!!
Este crime merecia ter uma punição exemplar, dada a muito curto prazo, e amplamente divulgada pelos media. Para que servisse verdadeiramente de exemplo e houvesse um efeito de dissuasão.
Mas já se sabe que com o nosso apodrecido sistema judicial, e com a covardia reinante na corporação dos juizes portugueses, é mais que certo que vão ser julgados daqui a 3 ou 4 meses, para serem logo absolvidos
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se o pirómano é queimado em auto de café
pressuponho que se pinte o grafiteiro né
ou se obrigue a snifar as linhas de tinta todas….
ou se obrigue a dar os solventes das latas à bicefalia en se fálica
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“Espantoso, não é?”
– É!
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