um estado com direito (2)
«Com os copos tudo é mais fácil» foi, por outras palavras, o sentido dos «fundamentos» do Tribunal da Relação do Porto, ao condenar uma empresa a reintegrar um trabalhador que ia frequentemente bêbado para o trabalho. É o reino da mais absoluta bandalheira, que envergonharia o Burundi, mas parece não envergonhar Portugal. Esperemos que os eminentes Desembargadores mantenham a opinião se este, ou qualquer outro «trabalhador», alguma vez vier a passar-lhes por cima de carro, com uns graus a mais de álcool no sangue. É que, segundo muitas e bem fundadas opiniões, os copos também libertam os condutores e melhoram a condução. Para além de que, dirigir em certas estradas e circunstâncias também não é «muito agradável», tal e qual o trabalho que o alegre trabalhador tem de desempenhar, segundo a douta opinião dos magistrados.

Alguns bloggers aqui di Blasfémias também deviam tomar uns copos antes de postarem.
Ficavam muito mais divertidos.
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Não ficavam assim… tão “crispados” né?
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agente nã vos peceve
É mais um estado do fio de prumo
Wednesday, 11 January 2012
PARA COMPREENDER OS MASSÕES E OUTRAS MINORIAS PERSEGUIDAS VER O GLOSSÁRIO: CIGANO -BRASUCA -MASSÃO
PALAVRAS MAIS UTILIZADAS NO DIA-A-DIA
CIGANO – BRASUCA – MASSÃO MAÇON MAÇONE
ATACADOR – FACA – POLÍCIA OU G.N.R.
BOQUE – FOME PAIÊ – AINDA COMIA MAIS MAS ESTOU CHEIO
BRANTWINA – CACHAÇA – COGNAC
BUSNÓ – GRINGO – PROFANO
BURRACÓ – FIO DI PUTA – IRMÃO
BRASERO – CAMBALACHO – AJUSTE DIRECTO
CHULO – MOLEQUE – APRENDIZ
CHORAR – TIRAR AO RICO PARA DAR AO POBRE – REPARTIR ENTRE IRMÃOS
DENGUE – DEMOINO DI BELZEBU – GRÃO-MESTRE
DJUOLI – MULHER-DAMA – GENTE QUE AINDA NÃO EVOLUIU O SUFICIENTE PARA ESTA LOJA
DJUKEL – LOBO-GUARÁ – MAÇON DO TERCEIRO GRAU
KER – BARRACO – LOJA
JELI – AMASSO – INSTRUÇÃO DE AFILHADAS
PIRABAR – PÔR DE QUATRO – RITUAL DE APROXIMAÇÃO
LALORE – PORTUGAL -PAÍS DE TANSOS
LACHA – VERGONHA – HAN?
ZIBO – MILAGRE DE IEMANJÁ – O NOSSO IRMÃO FEZ ESSE FAVOR
VURDO – CAMINHÃO – FERRARI MERCEDES BENTLEY ROLL’S ETC
E ÓDESPOIS QUERIAM CA GENTE NÃO OS PERSEGUISSE
BRINZA DA CANHAI NA MACHINA Ó BAILADOR
AGENTE NÃ OS PERCEBE
uns copos de quê?
o al kohol é o ilusionista ó tchuruns de camerquele….
soys bailadores de tchirina?
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Não vale a pena perder tempo com a raça lusitana. É isto que a Europa pensa de nós há muito tempo, e bem, embora haja tentativas patentes de fazer crer no contrário.
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“Olhe que não, olhe que não”.
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Pela quantidade de “cócó” (que horror) nas cidades percebe-se que limpar merda não é fácil.
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Então…, se podem ir bêbedos para a Assembleia da República, a deitar bafo a aguardente velha, da boa, porque carga de água, não pode o “Zé” (pé rapado), ir com os copos, limpar as javardices dos/as elegantes ?
Já Salazar dizia:
Beber vinho, é dar de comer a um milhão de portugueses.
(Abençoado senhor).
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Pffff !, trata-te!
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Da tua prima já tratei…
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Pffff !
É capaz de ser verdade…quem sabe? o facto é que o bar da assembleia está muito bem rechiadinho sim senhor, mas vamos lá a ver, tambem não podemos serassim tão mauzinhos… a maior parte deles só estão lá a encher pneus, né?
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Pelos vistos, a razão da reintegração tem que ver com violação de normas processuais (exame não autorizado) e inexistência de normas internas (da empresa) sobre a matéria.
Isto é: o homem não cometeu nenhum crime nem violou nenhuma norma laboral. É tudo.
As considerações dos juízes sobre o consumo do álcool e as agruras do trabalho é que são lamentáveis. Os srs. desembargadores fariam melhor se se limitassem à matéria de facto e de direito.
Nota: o Rui a. referia-se, decerto, ao Burundi (não ao “Burondi”).
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Quase totalmente de acordo. É que mesmo o contexto do tipo de trabalho de que se trata é importante na decisão, estando explicado de forma mais serôdia ou menos.
Uma dactilógrafa, mesmo que não faça mal a ninguém, com 2.3g de alcool no sangue decididamente ficaria menos produtiva, embora também pudesse ser dificil de demonstrar, já justificaria uma absolvição com reprimenda ou mesmo absolvição sem reintegração.
A sentença é uma resposta a tudo o que é alegado na acusação e durante o processo, ora se o trabalho consiste em atirar resíduos sólidos para um camião, o tribunal esclarece que o simples facto de se estar alcoolizado, neste caso, não é sequer agravante de coisa nenhuma, nem repreensível. Uma opinião do mais liberal que tenho visto de resto…
Este não era um blogue de liberais?
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Há juízes que deviam era despirem a toga e irem semear batatas !
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É preciso ler a notícia toda.
O condutor do veículo que estava alcoolizado foi despedido com justa causa.
O trabalhador em causa não ia a conduzir nem praticou nenhum ilícito pelo facto de estar alcoolizado.
Nem certamente no seu contrato de trabalho haverá alguma referência à taxa de alcoolemia com que o serviço tem de ser feito.
Trabalhar com meio litro de tinto no bucho anda meio mundo português.
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O outro meio mundo está no desemprego.
Repara que esse meio mundo com meio litro no bucho trabalha direta ou indiretamente para o Estado.
R.
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Rogério
Faz-me um favor meu… respeitinho pelo teu Nickname, percebes? não o ajavardes!…
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RCAS, arrepia caminha pode ser?
Ou então puxa o cordel do Piscoiso, ele o Portela são birolas. Fazem-te companhia.
Eu gosto de mulherio.
R.
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Mentir é feio, Rogerio 🙂
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Falta a bagaçeira e as bejecas da tarde e à noite mais meio litro.As refeições económicas na generalidade dos restaurantes é sempre meio litro. Estes juízes sabem da poda,conheçem bem a nossa terra.O maior português de sempre rebola-se a rir lá no Vimieiro.
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Manel.. abre a pestana, o rui a. só bebe leitinho!…
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Bebi meia garrafa de branco ao almoço, agora é que vai ser produzir! 🙂
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Os juízes também tinham bebido , Anda tudo grosso.
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Não há nada que impeça os juízes de serem borracholas
Na verdade isso até explica muita coisa.
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Os editores do blasf sao politicamente correctos nos dias impares …
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editores? juntar palavras é edição?
nesse caso és uma portela editora
ou uma editora de portelas em massa muito mal cozida ?
o blasf
o jãsbask’ismus
o putela
o sau
o poli
o cu reto
quando é que um dia im pare é ímpar
e uma noite?
quando levas acentos no assento?
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O Tribunal da Relação do Porto tem uma certa razão: neste país já só se consegue viver com aparente decência se andarmos embriagados. Eu discordo, mas tenho a mania de discordar de coisas que parecem fazer sentido. É que eu penso que, pelos malefícios e consequências do álcool (pelo menos daquele que é ingerido em excesso), é melhor habituarmo-nos à crueza da vida sem o auxílio de néctares com grau. Talvez reduza o choque que haveria nos momentos de lucidez. 😉
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Este post é interessante porque a seguir temos os sacos de boxe do TC 🙂
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Interessante são os SWAPS celebrados pelos socialistas e o rombo do SNS. Interessante é a Síria.
Interessante é os teus amigos do Metro Lisboa serem uns atrasados mentais com horário de funcionário público. Os guichets encerram às 19h45. O resto do mundo que trabalha e estuda, chapéu.
Devias ter vergonha na cara, seu… seu… NEO COMUNISTA!
R.
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R.
Isso… mantem só o R.
FICA-TE POR AÍ OK?
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Voltou a por-te na rua, certo?
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VOLTOU A PÔR ? É UMA HIPÓTESE COM ALICERCES FUNDAMENTADOS EM EXPERIÊNCIAS ANTERIORES?
CADÊ OS DADOS
ONDE FICA A RUA?
CONSEGUES VÊ-LA?
ESTÁS ADONDE NESTA MATRIX PORTELEIRA?
QUANTOS COMPRIMIDOS JÁ TOMASTE?
TOMASTE CHÁ COM O CHAPELEIRO LOUCO OU SNIFASTE-LHE O FELTRO?
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Como diz e BEM o Dr. Medina Carreira: “Portugal é um MANICÓMIO!” ESTÁ TUDO DOIDO!
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PSC
E ele é o maestro né?
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Eu espero que quando um daqueles juizes precisar de um cirurgião, este tome uns copos antes para animar
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condenar uma empresa a reintegrar um trabalhador que ia frequentemente bêbado para o trabalho.
e de onde é que você concluiu isso? será que todos os “trabalhadores de leste” são alcoólicos? e se é assim porque razão a empresa o contratou?
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Sai muito mais baratinho!…
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todos não, mas a grande maioria é. Se não acreditas fala com alguns, que eles próprios te comprovam a grande dependência da vodka nas terras ricas do leste….
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Quando todos soubessem, que não se semeiam batatas, mas sim plantam, haveria menos vinho no bucho!
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Portugal é um país desenvolvido? ainda não, em algumas áreas mais parece do terceiro mundo, e este caso atesta isso mesmo. A lei portuguesa permite que as pessoas vão trabalhar “com os copos”, pondo assim em risco as suas vidas e de quem trabalha com elas. De acordo com as declarações de um inspector do trabalho esta tarde na TVI24, são as empresas que devem ter regulamentos internos que prevejam sanções para os trabalhadores que vão trabalhar “com os copos”. Por isso os juizes do tribunal da relação inocentaram este trabalhador que estava bêbado no seu trabalho, porque a empresa que o emprega não tem esse regulamento, e o estado mais uma vez não está interessado em meter-se em guerras que (só) aparentemente não lhe dizem respeito.
A maneira como o acordão está redigido e a terminologia utilizada, mostra apenas a indigência intelectual de pessoas que ocupam cargos para os quais não estão preparadas, e como a Justiça deste país funciona em roda livre sem nenhum tipo de controle.
Estamos entregues aos bichos…
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Alguém poderá prestar a informação sobre os nomes dos 3 ilustres desembargadores ?
É que gostava de ficar com o nome deles, para escrutinar o que lhes vai acontecer. Possivelmente vão ser classificados com “óptimo” ou “muito bom” na próxima avaliação de desempenho. E nada me admiraria se algum deles não fosse conselheiro do Supremo, um dia destes.
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Juntem à antologia da Coutada do Macho Ibérico. Merece.
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,Se a tua empresa não tem regulamentos que te proíbam de : ir trabalhar com os copos, drogado, intoxicado, armado, borrado, em troco nú, com a picha de fora….aproveita e goza a vida.Afinal de contas o trabalho é coisa malvada que embrutece o ser humano. Está descoberta a saída da crise : o vinho e a aguardente aqualquer hora.
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MAIS UM GAY A MOSTRAR O OBELISCO
AO MENOS O CUTILEIRO PÔS O DELE DE FORA NO PARQUE EDUARDO VII DURANTE ANOS A FIO COM PUTOS A ENCOSTAREM-SE A ELE …..E NÃO FAZ COMPANHIA AO CARLOS CRUZ….
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Deixem de beber vinho enquanto redigem acórdãos senhores Desembargadores*…
Quando li esta notícia: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/trabalhar-alcoolizado-ate-pode-melhorar-produtividade-dizem-juizes-1601883 acreditei que se tratava de mais um exemplo do péssimo jornalismo que temos, por isso fui à fonte e fiquei siderado com o acórdão!
Na fundamentação dos venerandos desembargadores pode ler-se, entre outras verdadeiras pérolas, “… no que toca à terceira questão, sobre a norma violada, a Ré e ora recorrente não invocou nenhuma norma legal que impusesse o não consumo de álcool aos trabalhadores – e de facto tal norma não existe …”
Trocando por miúdos: Podem-se enfrascar à vontade que não estão a violar nenhuma norma (ou princípio) laboral…
E continuam: “E não é evidente que quem tem 1,79 de álcool esteja visivelmente alcoolizado.”
Trocando por miúdos: Com quase o quádruplo do limite de álcool no sangue permitido por lei não existem quaisquer indícios de embriaguez…
Fazendo depois este brilhante parênteses “(note-se, com álcool, o trabalhador pode esquecer as agruras da vida e empenhar-se muito mais a lançar frigoríficos sobre camiões, e por isso, na alegria da imensa diversidade da vida, o público servido até pode achar que aquele trabalhador alegre é muito produtivo e um excelente e rápido removedor de electrodomésticos)”.
Arrematando com mais um laivo de ironia: “Ora aqui, há um exercício de sagacidade futura, que se resolve da seguinte maneira: basta emitir uma norma interna a estabelecer que o limite de álcool é de 0,50 g/l (para evitar que os trabalhadores se despeçam todos em caso de tolerância zero, vamos convir que o trabalho não é agradável)”.
Agora pergunto eu, será que o Dr. Eduardo Petersen Silva seria igualmente “eloquente” se tivesse a julgar um homicídio por negligência de uma criança que fora esmagada por um frigorífico arremessado por um trabalhador alcoolizado da Green Days? E se essa mesma criança fosse seu filho? Acharia o Dr. Petersen que se tratava de um “trabalhador alegre, muito produtivo, excelente e rápido removedor de electrodomésticos??”
* Juiz do Tribunal de 2.ª instância (Relação).
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A partir do momento em que temos ministros e primeiros ministros completamente corruptos que não pedem demissão, vale tudo. Boa decisão do tribunal
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