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venha investir em portugal!

1 Agosto, 2013
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O principal problema revelado pela decisão aqui comentada do Tribunal da Relação do Porto, que manda reintegrar numa empresa um trabalhador que exercia o seu ofício sob embriaguez, não está tanto no absurdo da coisa, até porque cheios de decisões absurdas estão os nossos tribunais, mas no que ela significa para a economia do país. E o significado é somente este: em Portugal, uma empresa não consegue despedir um trabalhador, nem mesmo se ele se apresentar alcoolizado no trabalho.

Agora vão lá convencer investidores estrangeiros a investir em Portugal, quando, por exemplo, com a mesma língua e vantagens de mercado muito superiores, o podem fazer no Brasil, onde um trabalhador é despedido com uma simples conversa, sem necessidade de demonstração de justa causa, tão-pouco de processo disciplinar.

Os portugueses querem emprego e emprego bem remunerado, mas ainda não perceberam por que razão os têm cada vez menos.

14 comentários leave one →
  1. Aryan's avatar
    1 Agosto, 2013 20:17

    C´os os diabos! Agora, embora me custe, tenho de concordar consigo. Bom post.

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    • ora's avatar
      ora permalink
      1 Agosto, 2013 20:31

      não, os checos andam sempre bêbados nas siderurgias e nas linhas de montagem e continuam a investir neles

      e olha que é cá um cheiro a álcool e a tabaco….

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      • ora's avatar
        ora permalink
        1 Agosto, 2013 20:34

        e ganhavam menos do que cá em 2002 logo precisavam de ter sangue frio e o álcool é vaso-dilatador

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  2. XisPto's avatar
    XisPto permalink
    1 Agosto, 2013 20:29

    Uma palhaçada judicial dos nossos meretíssimos, no dia em se soube a sentença de Ariel Castro, preso em Maio…

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  3. Trinta e três's avatar
    Trinta e três permalink
    1 Agosto, 2013 20:56

    Seria ótimo se o motivo que justifica a falta de empregos em Portugal, fosse a decisão de um coletivo de juízes apatetado.

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  4. Zecas Lopes's avatar
    Zecas Lopes permalink
    1 Agosto, 2013 21:02

    Tudo isto é ridículo. Lixeiros ridículos, juízes ridículos e imprensa ridícula que não diz que o trabalhador foi reintegrado porque não teve oportunidade de se defender num processo disciplinar, como manda a lei.
    Todos mal, todos se incluem na imagem que eu tenho do portugalinho pequenino.

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    • Mario Braga's avatar
      1 Agosto, 2013 21:11

      SER LIXEIRO É ALTRUISMO PURO…E MAL PAGO

      JÁ SER JUÍZ É SER LADRÃO POR CONTA DO ESTADO…

      SER LIXEIRO É SER MAIS NOBRE QUE O NOBRE QUE SOARES NOS DEU

      OU O OUTRO QUE METEU NA GAVETA

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  5. @!@'s avatar
    1 Agosto, 2013 21:12

    Pois! O Rui também ainda não, depois vai-se admirar quando ficar sem trabalho.

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  6. tozezito's avatar
    tozezito permalink
    2 Agosto, 2013 01:02

    O Conselho Superior da Magistratura não pode fazer nada sobre este caso, para evitar que a Justiça seja colocada em total ridículo e descrédito? Tal como uma acção de inspecção à sanidade mental dos três desembargadores?

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  7. maria ferreira's avatar
    maria ferreira permalink
    2 Agosto, 2013 08:09

    Equivalente ou pior que isto só aquela de rebatizar o criminoso cão Zico por Mandela. Gentalha menor. Um humano preso tem menos valor que um cão preso 7 meses! Por isto é que hospitalizados com graves enfermidades têm poucas visitas. O amor por um cão assassino na cabeça de certas pessoas tem mais valor. Evolução!

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  8. murphy's avatar
    murphy permalink
    2 Agosto, 2013 09:56

    Está tão habilitado para o desempenho das suas funções, o trabalhador que se enfrasca com 2,3 g/l de álcool, como está, para avaliar e decidir sentenças, o Juiz que proferiu tal sentença…

    http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/constitucionalidade-e-quando-um-homum.html

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  9. josegcmonteiro's avatar
    2 Agosto, 2013 10:14

    Honestidade e seriedade – O seu ao seu dono.

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  10. Binarypsilocybin's avatar
    2 Agosto, 2013 15:51

    E o significado é somente este: em Portugal, uma empresa não consegue despedir um trabalhador.
    Certamente quem vive para lá dos blogs e das autarquias sabe que a música não toca assim.
    R.

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Trackbacks

  1. Nem só de loucuras de juízes vive o absurdo judicial | O Insurgente

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