uma mensagem de confiança
6 Setembro, 2013
No sistema bancário portugês e nos seus bancos, que nos é transmitida pelo primeiro responsável pela política económica do país.
59 comentários
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No sistema bancário portugês e nos seus bancos, que nos é transmitida pelo primeiro responsável pela política económica do país.
o título da notícia deveria ser: Paulo Portas põe poupanças em banco Espanhol.
pelo que li tem mais nota no Popular que no DB. jornalistas burros.
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Bravo! Até que enfim que alguém toma uma atitude exemplar.
http://www.publico.pt/local/noticia/agente-de-execucao-alvejado-pelo-cidadao-alvo-de-penhora-em-alcobaca-1605106
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sim um desgraçado a ganhar o seu mísero salário recebe uma bala de alguém que pediu emprestado para fazer férias…..
sim a bófia devia ser toda trillizada né
só ficávamos com os trill’s vivos
o resto são sub-humanos
só merecem uma bala na nuca né….
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Tudo conforme: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/09/blog-post_723.html
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10 Chemical Weapons Attacks the U.S. Government Doesn’t Want You to Know About
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Não tenho muita simpatia pelo comportamento de Paulo Portas mas, perante esta notícia, pergunto: Este depósito, feito em território nacional, é (foi) crime?
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Se essa notícia corresponde à verdade, não é crime, muito menos imputável. Mas é um péssimo exemplo dum governante nestes momentos da vida tuga.em que ele & seus, pedem sacrifícios, poupanças e, investimentos vários dos tugas.
PPortas não está obrigado a clarificar publicamente o caso, mas não lhe ficaria nada mal se o fizesse, sob pena de continuar como governante não confiável.
(Pandurs, submarinos, Alemanha, agora esta notícia…)
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Péssimo exemplo pq? Só pode ter conta em bancos 100% portugueses? Ficam eliminados os bancos com capital espanhol, angolano, inglês…?
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Nem crime, nem imoralidade, nem coisa nenhuma que deprecie o homem. Ele faz o que entender ao seu dinheiro, como é evidente. Para mim, é apenas um sinal preocupante sobre os bancos portugueses.
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Não é um péssimo exemplo ??
Nem imoralidade ?? OK, quando PPortas-o-moralista, o nacionalista, o angariador de investimentos no país, apelar de novo aos tugas, durante ou fora duma campanha eleitoral, para o investimento, a confiança nas instituições tugas (incluindo as bancárias…), não temos o direito a mandá-lo dar “uma volta ao bilhar grande” ?
(Repito : pandurs, submarinos, Alemanha, agora esta notícia…).
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E se foi porque lhe deram melhor taxa de juro no DB? Tambem devia ter nos Bancos portugueses, mesmo que estes tivessem piores condicoes? Nao gramo o Portas nem com molho de tomate, mas percebo este post…
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A mim ,o DB não me disse nada disso . Em território nacional segue-se a nossa lei ,ou seja, estar no DB é a mesma coisa de estar na CGD.Acresce que no DB as taxas reais são negativas .Estamos perante uma questão de gostos.
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Rui, este nem parece um post teu…
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Então, João, não há qualquer censura ao comportamento do Portas. Apenas a constatação do facto de que ele não confia nos bancos portugueses o necessário para lhes entregar as suas economias, ora essa!
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Pois, mas isso foi há dois anos, a massa dele até já estava num banco espanhol e até pode ter sido porque lhe deram mais 1%. Ou foi mesmo por “cagaço” o que, não sendo um grande exemplo, também não justifica hoje, 2 anos depois, fazer disso um caso. Foi pelo reduzido sentido de oportunidade que comentei. Normal no CM, pouco habitual no rui a.
O CM até diz: “Portas abre conta em banco alemão” como se fosse hoje. Enfim…
Forte abraço.
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Também se pode então dizer que quem faz compras no Pingo Doce é porque não confia nos produtos do Continente. Olha, fica aqui a ideia para os repórteres do CM: ver onde fazem as compras os ministros e secretários de estado. Se comprarem maçãs Francesas, pimba! sai parangona porque não apoiam os agricultores nacionais.
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Pois. Já tinha lido a notícia. Até me petece-me chamar um nome a Paulo Portas: Paulo Portas!
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Penso que o DB dá um prémio de adesão ,ou dava ,por depósitos superores a 50000.Mas com as taxas negativas não considerei apelativo.
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http://www.youtube.com/watch?v=rEHC1aORSy8
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Mariano, 14:34,
Sim, péssimo exemplo por o que eu referi e também por PP tentar impor-se –e perante certo eleitorado consegue– como um moralista, um defensor de férreo nacionalismo, etc, etc.
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Acresce o seguinte : se PP o fez naquele preciso momento, noticiado pelo CM…
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Vaticano + Russia Ortodoxa VS Estados Unidos + Waahabis + Turcos + Protestantes + Maçons
.
http://www.youtube.com/watch?v=11XeHjF41Rs
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Quem terá sido o compositor desta música tão foleira?
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Qual o interesse – com as normas bancárias existentes na Zona Euro – ter um depósito de 80 000€ no DB?
Se fosse acima de 100 000€…
Esta história estará ‘bem contada’?
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Claro que não . Ter conta no DB é o mesmo que ter no Santander Totta.PP não deixa de ser “irrevogável”.
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Na URSS também ele não poderia fazer isso.
Nós só podemos pôr o pouco dinheiro que nos nos resta na caixa, já que, depois do vara lá ter passado, aquilo ficou em óptimo estado. Fala-se pouco, mas é verdade.
Além disso quem tem mais de 100 euros na conta é rico. Isso é muito mau.
Ora falem com o geróimo e com o louçã e confirmem.
Os ricos são par abater, já sabemos, eles são ricos porque roubaram aos pobres coitadinhos,
O que nós estamos a precisar é de ser todos pobrezinhos, a angela sabe disso e vai fazer-nos a vontade.
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Só para lhe recordar que JSócrates, no segundo mandato, ensaiou (certas intenções de lei são precedidas por “suaves notícias” geradoras de reacções da populaça, e este governo também as pratica…) aquela “matéria” sobre a cobrança de mais imposto a quem auferisse 5000 Euros/mês ?
Essa e esta pandilha política e governamental têm a noção que quem tem 5000 euros/mês como rendimento bruto é rico ?
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Não me importava mesmo nada de ser assim *pobre* . . .
MESMO NADA :::
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Rui Albuquerque, 15:04,
Escreve Vc. : “Para mim é apenas um sinal preocupante sobre os bancos portugueses”.
O que estará na génese dessa atitude de PPortas ? Só, desconfiança sobre os bancos, todos, os bancos tugas ? É assim tão forte e fundamenteda essa desconfiança ?
Então, não é PPortas-governante, co-responsável pela entrega(!) de milhares de milhões de euros dos cofres do Estado, a bancos cujas gestões e gestores não são confiáveis ?
(“olha o meu, primeiro o meu” — é isso ?)
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Também não vejo onde está o mal. Limita-se a fazer jus ao seu cognome e lá vai acautelando o pecúlio para futuras romarias… (http://www.regenbogenfonds.de/index_pt.phpromarias)..
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o irmão também viajava muito a serviço público
mas um dia podem ter de pagar as viagens daí o pé de meia
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Ora aí está mais uma decisão a partir “do chefe manda” : a RTP decidiu entrevistar PPCoelho na próxima Terça-feira, à revelia da CNEleições.
OK : então, até dia 27 deste mês, que entreviste, separadamente, todos os líderes dos outros partidos !
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“Fui eleito para acabar com as guerras, não para começá-las”, mas o mundo não pode ficar de “braços cruzados”, disse o Presidente dos EUA. – 6 de Setembro de 2013
.
http://www.youtube.com/watch?v=yB17j0a-R34
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http://www.youtube.com/watch?v=BELuz_GkhpE
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Não gosto do Portas, mas esta noticia é mais um exemplo da estupidez que tomou conta dos media em geral, e do DN em particular. O Deutch Bank é um banco a operar em Portugal, qual é o problema de ter lá um depósito? se o DB remunerar melhor os depositos que os bancos ditos portugueses, porque o BCP é dos angolanos e o BES é do Crédit Agricole, qualquer aforrador põe o seu dinheiro onde lhe pagarem melhor.
Se eu fosse o cretino do Marcelino, tratava era de saber de onde vem o dinheiro que tem financiado o patrão dele, e que lhe paga o salário todos os meses.
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Nota: E o DN mais uma vez enganou os seus cada vez mais raros leitores, dando a entender que o Portas tinha o dinheiro num banco na Alemanha!
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A notícia é do C.M.
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O quê???
Do Correio da Manhã???
Esse baluarte do bom jornalismo, da verticalidade, da isenção, da assertividade?
Não pode ser pá!
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Manuel e Caustico, não sabia que o Correio da Manhã agora se chamava Diário de Noticias. Vão ao post, ponham a setinha do rato em cima das palavras a vermelho, e carreguem: vão ver que o Correio da Manhã mudou o visual, e parece mesmo o Diário de Noticias…
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O DN têm vindo a transformar-se progressivamente num jornal de má qualidade, servido por maus jornalistas e por um péssimo provedor do leitor que se reflecte na expressão que o jornal tem junto dos leitores que são cada vez menos.
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SIlveira:
Não brinque. Deixe lá as setas e os ratos – o DN transcreve uma notícia do Correio da Manhã. A notícia é do Correio da Manhã.
Sempre lhe digo que não sou leitor do DN nem do Correio da Manhã. O primeiro porque parece estar tomado por algumas daquelas criaturas frenéticas saídas do Verão quente de 75, que odiavam tudo o que não tivesse “erres” na sigla..
O Correio da Manhã porque está infestado de meninos capazes da mais infames campanhas demagógicas.
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E, agora, a despropósito, lembrei-me de um título de há uns meses (Correio da Manhã, também):
“Sócrates compra carro de luxo”.
Como diz o outro: “cousas que m’apoquentam”.
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Nem simpatiso com o personagem mas considero esta notícia voyeurismo puro. Será que o
Deutsche Bank não é um banco legalmente instalado em Portugal? Que diferença faz as economias do ministro estarem depositadas no Barklays, no Popular ou no Espírito Santo? Não esperava isto do Rui Albuquerque
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os depósitos no DB são sempre revogáveis 🙂
e o mesmo se aplica ao tipo de jornalismo do CM!
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Se as vendas do DN estão assim e as do CM prósperas
e SE O POVO É QUEM MAIS ORDENA . . . então limpemos o cu ao primeiro
e demos vrédito ao outro. . .
E JÁ DISSE : se quer jornalismo sério leia o Avante . . .
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vou pensar no teu caso, embora me pareças um caso perdido 🙂
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claro que é nem tem as poupanças dos gamas
é da piolheira meu senhor
imaginai vós que ela queria ter os mesmos trocos do Sócrates
gente sem ambição meu lorde vascu
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Doc., este post desmerece-o…e o senhor sabe-o.
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Totalmente de acordo
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Pois claro…
«OUT OF THE BOX: ESCOLHAS
Posso formular a questão nestes termos: quantas vezes, no último ano, Passos Coelho esteve na mesma sala com Arménio Carlos da CGTP ou com Carlos Silva da UGT, ou Bettencourt Picanço, que é um militante do PSD, e quantas vezes esteve com Ricardo Salgado, Fernando Ulrich, Nuno Amado, Jorge Tomé, Luís Amado, Mira Amaral, etc. Quantas vezes esteve com banqueiros, ou gente da banca e quantas vezes esteve com sindicalistas? A pergunta pode parecer bizarra até porque ninguém a faz, mas tem todo o sentido. Nem sequer me estou a referir a audiências mais ou menos protocolares, mas a eventos que o Primeiro-ministro organiza, frequenta, ou participa. Os banqueiros que se sentam com o primeiro-ministro em sessões organizadas pela imprensa económica, por exemplo, por organizações empresariais, em visitas às empresas, ou em “cerimónias” a anunciar investimentos e programas governamentais.
Escolho como contraparte sindicalistas, sabendo que não é o exemplo perfeito, nem a comparação ideal. A comparação ideal seria com trabalhadores, torneiros, marceneiros, soldadores, carpinteiros, operários e operárias têxteis, enfermeiros, professores, funcionários públicos, empregadas de limpeza, agricultores, trabalhadores dos serviços municipais, empregados de mesa, etc. Ou seja, a maioria dos portugueses. E a maioria dos portugueses que está do lado errado da crise.
Talvez a resposta a esta pergunta, ou seja, que não há comparação entre a “frequência” dos banqueiros e a dos sindicalistas, em extremo desfavor destes últimos, nos elucide sobre as características da actual governação. Anoto já as objecções que não valem muito, a começar pela mais óbvia: a de que a natureza financeira da crise justifica mais a frequência dos banqueiros do que a dos sindicalistas. Porquê? Acaso a natureza social da crise não é pelo menos tão relevante para o governo como a crise financeira? E acaso o primeiro-ministro não faz parte de um partido que se chama “social-democrata”, algo que costuma fazer erguer os sobrolhos dos “conservadores”, ou seja um partido que formalmente tem ligações com o mundo do trabalho?
Claro que me podem vir com o interessante argumento (que é mais marxista do que os seus utilizadores querem admitir) de que o terreno da crise que os banqueiros “representam” é o da infraestrutura, o da “economia” no sentido quase metafísico com a que a palavra é usada, ou o da “realidade”, no sentido, umas vezes ontológico e outras normativo, com que é usado. Então aí, a coisa fia mais fino, porque esta redução do poder económico ao controlo da economia e a redução da economia às finanças e às empresas, esquece tudo o que é social, trabalho, rendimentos, condições de vida, qualidade da mão-de-obra, educação, os mil e um factores intangíveis que fazem uma sociedade quando esta é vista do lado da democracia e não de qualquer cesarismo, mesmo que canhestro.
Não estou a dizer que seja pestífero andar com os banqueiros ao lado, à frente ou atrás, quase sempre ao lado. Não é esse o meu ponto. É natural que o Primeiro-ministro frequente banqueiros, já não é natural que se coleccionarmos fotografias de eventos, listas de participantes, encontros sociais e para-sociais, seja muito mais comum ver Passos Coelho com Ricardo Salgado do que com Carlos Silva. Se descontarmos as reuniões mais ou menos obrigatórias da concertação social, então é que um dos mundos está tão próximo como os protões e os neutrões e o outro como a Terra ao buraco negro mais próximo. Ora, insisto, se quisermos, como agora se aconselha, a pensar out of the box, isto não de todo natural. Ou é. A não ser que se entenda que seja normal que o Primeiro-ministro, homem de poder, conviva com os outros homens e mulheres de poder, cuja lista tão bem o Jornal de Negócios tem feito, na sua rede de relações, interesses, cumplicidades, establishment e intermediários, e então a questão é ainda mais delicada: como é possível que em democracia sejam os poderes fácticos, a começar pelo do dinheiro, o terreno “natural” onde se move o poder político, neste caso o Primeiro-ministro?
A questão não está em que os sindicalistas sejam expendables para o Primeiro-ministro. Não são, nem para o governo que procura no institucionalismo e nos interesses estatais dos sindicatos (o nosso sindicalismo depende muito do estado, principalmente a UGT) um factor de moderação e legitimação que sabe que não tem nos seus representados. Por isso os sindicalistas são “precisos”, mas apenas de forma utilitária, enquanto os banqueiros são precisos de forma substancial.
O governo não vê de facto os portugueses como iguais: pode entrar em considerações de número (em períodos eleitorais) mas entra muito mais em considerações de dinheiro. Portugueses há muitos e dinheiro há pouco. Poder no dinheiro há muito, nos portugueses nenhum, a não ser para umas publicidades optimistas e pirosas. São escolhas.» (in Abrupto)
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A comunicação social inunda o país com notícias estúpidas, porque tem consumidores e até comentadores que as aplaudem, e seguem no seu rasto. Paulo Portas, numa conta solidária depositou 80.000 € numa agência legal, de um banco alemão, que opera em Portugal, tal como outros, sejam espanhóis, ingleses ou angolanos. Declarou, em 2011, ter essa quantia depositada. Na verdade, comparada aos milhões que saem do país clandestinamente, é uma quantia ridícula, que nem dá para comprar uma sala num apartamento. É preciso ser muito mal intencionado e servir interesses inconfessáveis para fazer disto notícia, tanto mais que é um ministro no activo e que está a tentar melhorar as condições que a Troika nos impõe. Isto prova a miséria e a incompetência de muita gente minúscula que quer ser grande. É a vidinha portuga.
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E até . . . não gasta em Esposa, nem mesmo em mulheres . . .
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Pelo menos este não se queixa das ajudas do Estado e faz viagens à borla até Cannes. Como o outro do Porto. O do Fantas.
Este pelo menos é sincero. Sabemos ao que vai.
R.
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Huuummm! Por comentários que li acima, os depósitos no DB só seriam de criticar se fossem do Socas, ou do Tó Zero, ou do Soares, ou talvez do Jerónimo. Pronto, está bem; deste último não porque não tem dinheiro para depósitos. 😉
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olha que não olha que não…..até a filha do cunhal tinha boas cousas apesar dos paes num ganharem nada
e o jerónimo deve ganhar tanto como o carvalhas como secretário ou se calhar rouba da caixa d’esmolas nã
inté os autarcas do PCP têm camisas com lagartos e BMW’s e audi’s for….marx sake
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Reconheço que o “prefira português” dificilmente pode incluir os bancos… para quem pode. Só que o Portas é ministro dum governo que quer convencer os portugueses sobre a “santidade” dos seus bancos… “Públicas virtudes, vícios privados”.
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se dificilmente então há mais uns 50 mil desempregados porque a caixa geral está muito peor que os restantes dado o ñº de imobilidades em desvalorização para as quais pediu crédito
depende do tipo de produto em que aplicou em 2011 as poupanças
se foi em obrigações como dizem ache que foi a riscado
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É revelador da confiança que os [nossos] líderes depositam nos “nossos” bancos.
Cristalino!
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bom excepto se tens acções de algum os bancos não são vossos
se tens empréstimos num alguém tos cobrará um dia….
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