Parece fácil de entender, e só não entende quem não quer. E a questão é exactamente o que fazer nos próximos 2-3 anos, porque serão esses anos que condicionarão os próximos 25. A escolha é entre uma vida austera, ou seja o estado gastar apenas os recursos que os contribuintes põem à sua disposição, ou uma vida de miséria paga pela caridade internacional, com as regras que os credores nos quiserem impor, ou seja, uma situação de resgate permanente. O Tribunal Constitucional, é dispensável em ambas as hipóteses.
O PS continua a fingir que é alternativa, e agora que suspeita que a troika já cedeu na questão dos 4,5% para 2014, vem exigir 5%, o fim da austeridade e a instauração por decreto do crescimento económico, para baixar os impostos e aumentar os reformados e os funcionários publicos. Ou seja, o país perfeito que os socialistas andam a vender aos portugueses há quase 40 anos, e que já levou a três bancarrotas e aos respectivos resgates. Se o PS ganhar as legislativas de 2015, coisa que eu duvido, lá para 2017 cá teremos novamente a troika…
Alguém que solicite enquanto é tempo, que o TC , se pronuncie sobre a Inconstitucionalidade da realidade, bem como de qualquer análise comparativa, com factos retroativos.
Porque, não há direito, que nos tirem o direito adquirido, de viver a ilusão dos na(ba)bos !
O texto de Vitor Bento é um exemplo do que ele próprio critica: falta de transparência, porque:
.
1º) não há qualquer transparência nos cortes que estão a ser efetuados. Pelo contrário, são o exemplo máximo da vigarice, mascarados de “convergência entre público e privado”. Se assim é, então, enquanto “privado”, eu quero poder despedir sem “justa causa” como faz o Estado; eu quero ficar dispensado de cumprir contratos como faz o Estado;
.
2º) ignora, deliberadamente, o princípio de convergência (social e económica) que, até agora, sempre foi um princípio da construção da União Europeia e que- é verdade- os governantes portugueses desperdiçaram. No entanto, só este tema exige muita investigação (e não pode ser tratado com a ligeireza com que o faz Vitor Bento), já que dificilmente se percebe que nenhum “estado credor” se tenha apercebido do modo como se gastavam, roubavam, desviavam fundos, em vez de serem investidos.
citando o primeiro comentário ao artigo de VB:
.
(…) Sair do Euro não acaba com o empobrecimento , | 18/09/13 10:47
A responsabilidade da situação em que nos encontramos não é do Euro é da falta duma liderança competente. Os governantes, gestores públicos e empresários são na maioria fraquinhos e a melhor prova disso é a situação de pré-bancarrota a que o País foi conduzido ao longo dos anos.
Em situações anteriores em que tivemos de recorrer ao FMI também houve “ajustamentos” só que com anestesia: desvalorizava-se a moeda em 25% e aumentava-se os salários em 10% e toda a gente ficava menos triste porque passava a ganhar mais…… Agora, como não podem desvalorizar a moeda, vão direito aos salários e pensões, e cortam a sangue-frio (com reduções ou com aumento de impostos). Dói mais mas no fim vem dar ao mesmo.
Portugal se quer melhorar tem de começar pela elite dirigente. Têm de deixar de ser “boys” e amigalhaços incompetentes e passarem a selecionar entre quem faz carreira nas empresas e nas Administrações. Uma cultura em que se valorize o mérito precisa-se (…)
em 1983 se bem me lembro o marocas foi-me ao salário que era pequenino
e o tribunal constitucional disse que era legal pois a nexexidade de pagar aos funcionários sobrepunha-se aos direitos ad
queridos ad portela de quiridos
e a falência da empresa da fiaçã 2meses depois tamen foi
Várias questões fundamentais:
Quem pode concordar com a análise do Vítor Bento e acreditar, ainda assim, que o caminho não é o que foi trilhado pelo governo de Passos Coelho?
Quem pode achar que o Estado gasta mal e demais e entender, ainda assim, que o que este governo tem feito à administração pública é criminoso?
Quem defende a privatização de todas as empresas ainda públicas ou com capitais públicos e não é liberal?
Quem sabe que este país, de facto, não tem défice, e o que tem é, sobretudo, economia paralela nas suas mais diversas cambiantes?
Quantos estranham que se intitulassem social-democratas e socialistas os governos das últimas duas décadas?
Quem é capaz de defender as suas ideias sem insultar quem pensa diferente?
Quem sabe fazer o que é uma regra de “três simples”?
Quem é capaz de soletrar a palavra “respeito”?
Quem phode achar que o Estado gasta mal em boys do PSD CDS PS PCP E OUTRAS VERDURAS POIS AS LISTAS CAMARÁRIAS TÊM GAJOS COM PROFISSÃO DE CONSULTOR EM BARDA
e demais e entender, E E ? SEGUIDOS BOLAS GRANDE FRASE
ainda assim, que o que este governo tem feito à administração pública é criminoso É POIS O GAJO COM 193 CARIMBOS NO PASSAPORTE E OS AMIGOS DELE DIRECTORES DE INSTITUTOS E OBSEVATÓRIOS E FLUVIÁRIOS DE FUNDAÇÕES PAGAS PELO ESTADO SÃO AOS MILHARES E NEM UM CAI FORA
DO MESMO MODO UNIVERSIDADES SEM ALUNOS TÊM CENTOS DE PROFES EM SABÁTICA OU A INVESTIGAR A VIDA SEXUAL DOS SABONETES..
LOGO VAI LAVAR O AVENTAL E DESAMPARA A LOJA QUE OS PROFANOS ESTÃO COM CURIOSIDADE
O excedente primário corresponde a um saldo positivo entre as receitas e as despesas públicas, excluindo os encargos com o pagamento dos juros da dívida.
As tias fazem bem em mandar passear o picoiso mas não é por causa disso.
Elas lamentam decerto que o dito cujo incline para indivíduos de carácter duvidoso como ex presidentes sem vergonha que não têm pejo em encher o saco.
Eu imagino até que elas não se importassem de ver botas cardadas nas ruas para pôr termo à bandalheira.
Atenção apenas imagino e não advogo.
Quanto custa aos PORTUGUESES a reforma de 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA ?
Os ex-Presidentes da República Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio recebem de reformas 1 MILHÃO de EUROS/Ano, distribuídos da seguinte forma:
General Ramalho Eanes € 65.000/ano
Dr. Mário Soares € 500.000/ano
Dr. Jorge Sampaio € 435.000/ano
(estes valores não incluem outros proventos desligados da função, como os provenientes da Fundação Mário Soares ou os cargos na ONU do Dr. Jorge Sampaio)
A pergunta que se impõe perante estes dados é: Porquê a diferença ?
Porque é que um ÚNICO Presidente da República Eleito, dos 3 que Portugal teve desde 1974, ganha quase 10 vezes menos que os outros que, se para serem igualmente Decentes, não poderão aceitar esta incompreensível discrepância.
Onde está a Democracia e a igualdade que lhes queima os lábios quando proferem os discursos senis?
E ainda por cima, o Sampaio esteve prestes a afogar-se um dia destes, e houve um tipo que lhe atirou uma bóia . 435.000€ que se poupavam todos os anos. Oportunidades que se perdem.
Antes de mais talvez Vitor Bento pudesse esclarecer o porquê dos CTT não terem terminais de Multibanco.
Vitor Bento não é economista. Também não sabe de leis.
Saberia como cumprir a lei e os ditames da economia. Bastava tão só criar impostos.
Mas como não consegue dizer claramente ao que vem, acabar com a constituição, prefere tecer comentários sobre o tribunal constitucional sem nunca o referir.
Concordo que se deve reduzir a despesa do estado. A começar por ele. Não podemos despedi-lo por justa causa?
Só pode ser um ignorante. Ah, ah, ah!
As gentis senhoras jamais diriam tal coisa.
Vamos respeitar a inteligência delas, é o mínimo que podemos fazer.
O picoiso e os sócios do esquerdalho não conseguem argumentar em termos racionais.
A verdadeira esquerda não merece tal aleivosia e perde com isso em países civilizados onde nem sequer chega a ser utilizada porque desclassifica o próprio que nem percebe até que ponto a Falácia Ad Hominem os colocam numa posição falsa.
Limitam-se a atacar o caráter de pessoa que faz a afirmação ou as suas circunstâncias.
A pessoa A faz reivindicação X.
Pessoa B faz um ataque a pessoa A.
Portanto, a afirmação de A é falso (gostariam eles de pensar).
A razão pela qual um ad hominem é uma falácia é que o personagem, circunstâncias, ou ações de uma pessoa não têm uma influência sobre a verdade ou falsidade da afirmação feita (ou a qualidade do argumento a ser feita).
A Falácia Ad Hominem integra-se na fuga à realidade que Vítor Bento muito bem descreve em termos implícitos no seu artigo. Há quem só consiga ver o que quer ver.
A realidade passa-lhes ao largo.
Como doença é incurável.
Parece fácil de entender, e só não entende quem não quer. E a questão é exactamente o que fazer nos próximos 2-3 anos, porque serão esses anos que condicionarão os próximos 25. A escolha é entre uma vida austera, ou seja o estado gastar apenas os recursos que os contribuintes põem à sua disposição, ou uma vida de miséria paga pela caridade internacional, com as regras que os credores nos quiserem impor, ou seja, uma situação de resgate permanente. O Tribunal Constitucional, é dispensável em ambas as hipóteses.
O PS continua a fingir que é alternativa, e agora que suspeita que a troika já cedeu na questão dos 4,5% para 2014, vem exigir 5%, o fim da austeridade e a instauração por decreto do crescimento económico, para baixar os impostos e aumentar os reformados e os funcionários publicos. Ou seja, o país perfeito que os socialistas andam a vender aos portugueses há quase 40 anos, e que já levou a três bancarrotas e aos respectivos resgates. Se o PS ganhar as legislativas de 2015, coisa que eu duvido, lá para 2017 cá teremos novamente a troika…
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Alguém que solicite enquanto é tempo, que o TC , se pronuncie sobre a Inconstitucionalidade da realidade, bem como de qualquer análise comparativa, com factos retroativos.
Porque, não há direito, que nos tirem o direito adquirido, de viver a ilusão dos na(ba)bos !
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Vítor Bento podia estar mais contra os mentirosos, piratas e ladrões.
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Acontece que perguntei às minhas tias o que é um “excedente primário” e todas me mandaram passear.
BOM DIA.
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O texto de Vitor Bento é um exemplo do que ele próprio critica: falta de transparência, porque:
.
1º) não há qualquer transparência nos cortes que estão a ser efetuados. Pelo contrário, são o exemplo máximo da vigarice, mascarados de “convergência entre público e privado”. Se assim é, então, enquanto “privado”, eu quero poder despedir sem “justa causa” como faz o Estado; eu quero ficar dispensado de cumprir contratos como faz o Estado;
.
2º) ignora, deliberadamente, o princípio de convergência (social e económica) que, até agora, sempre foi um princípio da construção da União Europeia e que- é verdade- os governantes portugueses desperdiçaram. No entanto, só este tema exige muita investigação (e não pode ser tratado com a ligeireza com que o faz Vitor Bento), já que dificilmente se percebe que nenhum “estado credor” se tenha apercebido do modo como se gastavam, roubavam, desviavam fundos, em vez de serem investidos.
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Brilhante. Está lá tudo o que eu penso sobre o tema.
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citando o primeiro comentário ao artigo de VB:
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(…) Sair do Euro não acaba com o empobrecimento , | 18/09/13 10:47
A responsabilidade da situação em que nos encontramos não é do Euro é da falta duma liderança competente. Os governantes, gestores públicos e empresários são na maioria fraquinhos e a melhor prova disso é a situação de pré-bancarrota a que o País foi conduzido ao longo dos anos.
Em situações anteriores em que tivemos de recorrer ao FMI também houve “ajustamentos” só que com anestesia: desvalorizava-se a moeda em 25% e aumentava-se os salários em 10% e toda a gente ficava menos triste porque passava a ganhar mais…… Agora, como não podem desvalorizar a moeda, vão direito aos salários e pensões, e cortam a sangue-frio (com reduções ou com aumento de impostos). Dói mais mas no fim vem dar ao mesmo.
Portugal se quer melhorar tem de começar pela elite dirigente. Têm de deixar de ser “boys” e amigalhaços incompetentes e passarem a selecionar entre quem faz carreira nas empresas e nas Administrações. Uma cultura em que se valorize o mérito precisa-se (…)
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citando o 1º sair do portela de tolos não acaba com o estado de cousas numa e-coNnomia
disfuncional
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em 1983 se bem me lembro o marocas foi-me ao salário que era pequenino
e o tribunal constitucional disse que era legal pois a nexexidade de pagar aos funcionários sobrepunha-se aos direitos ad
queridos ad portela de quiridos
e a falência da empresa da fiaçã 2meses depois tamen foi
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Várias questões fundamentais:
Quem pode concordar com a análise do Vítor Bento e acreditar, ainda assim, que o caminho não é o que foi trilhado pelo governo de Passos Coelho?
Quem pode achar que o Estado gasta mal e demais e entender, ainda assim, que o que este governo tem feito à administração pública é criminoso?
Quem defende a privatização de todas as empresas ainda públicas ou com capitais públicos e não é liberal?
Quem sabe que este país, de facto, não tem défice, e o que tem é, sobretudo, economia paralela nas suas mais diversas cambiantes?
Quantos estranham que se intitulassem social-democratas e socialistas os governos das últimas duas décadas?
Quem é capaz de defender as suas ideias sem insultar quem pensa diferente?
Quem sabe fazer o que é uma regra de “três simples”?
Quem é capaz de soletrar a palavra “respeito”?
Formem um Governo!
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Quem phode achar que o Estado gasta mal em boys do PSD CDS PS PCP E OUTRAS VERDURAS POIS AS LISTAS CAMARÁRIAS TÊM GAJOS COM PROFISSÃO DE CONSULTOR EM BARDA
e demais e entender, E E ? SEGUIDOS BOLAS GRANDE FRASE
ainda assim, que o que este governo tem feito à administração pública é criminoso É POIS O GAJO COM 193 CARIMBOS NO PASSAPORTE E OS AMIGOS DELE DIRECTORES DE INSTITUTOS E OBSEVATÓRIOS E FLUVIÁRIOS DE FUNDAÇÕES PAGAS PELO ESTADO SÃO AOS MILHARES E NEM UM CAI FORA
DO MESMO MODO UNIVERSIDADES SEM ALUNOS TÊM CENTOS DE PROFES EM SABÁTICA OU A INVESTIGAR A VIDA SEXUAL DOS SABONETES..
LOGO VAI LAVAR O AVENTAL E DESAMPARA A LOJA QUE OS PROFANOS ESTÃO COM CURIOSIDADE
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O excedente primário corresponde a um saldo positivo entre as receitas e as despesas públicas, excluindo os encargos com o pagamento dos juros da dívida.
As tias fazem bem em mandar passear o picoiso mas não é por causa disso.
Elas lamentam decerto que o dito cujo incline para indivíduos de carácter duvidoso como ex presidentes sem vergonha que não têm pejo em encher o saco.
Eu imagino até que elas não se importassem de ver botas cardadas nas ruas para pôr termo à bandalheira.
Atenção apenas imagino e não advogo.
Quanto custa aos PORTUGUESES a reforma de 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA ?
Os ex-Presidentes da República Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio recebem de reformas 1 MILHÃO de EUROS/Ano, distribuídos da seguinte forma:
General Ramalho Eanes € 65.000/ano
Dr. Mário Soares € 500.000/ano
Dr. Jorge Sampaio € 435.000/ano
(estes valores não incluem outros proventos desligados da função, como os provenientes da Fundação Mário Soares ou os cargos na ONU do Dr. Jorge Sampaio)
A pergunta que se impõe perante estes dados é: Porquê a diferença ?
Porque é que um ÚNICO Presidente da República Eleito, dos 3 que Portugal teve desde 1974, ganha quase 10 vezes menos que os outros que, se para serem igualmente Decentes, não poderão aceitar esta incompreensível discrepância.
Onde está a Democracia e a igualdade que lhes queima os lábios quando proferem os discursos senis?
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Perguntei às minhas tias o que pensam de alguém com o pseudónimo “javitudo”.
Responderam em coro:
Só pode ser um ignorante.
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Cala-te, Piscoiso. Não sejas malcriado.
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E ainda por cima, o Sampaio esteve prestes a afogar-se um dia destes, e houve um tipo que lhe atirou uma bóia . 435.000€ que se poupavam todos os anos. Oportunidades que se perdem.
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Bento ou o Borges 2, outro sempiterno ministro fantasma das finanças…
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Antes de mais talvez Vitor Bento pudesse esclarecer o porquê dos CTT não terem terminais de Multibanco.
Vitor Bento não é economista. Também não sabe de leis.
Saberia como cumprir a lei e os ditames da economia. Bastava tão só criar impostos.
Mas como não consegue dizer claramente ao que vem, acabar com a constituição, prefere tecer comentários sobre o tribunal constitucional sem nunca o referir.
Concordo que se deve reduzir a despesa do estado. A começar por ele. Não podemos despedi-lo por justa causa?
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Só pode ser um ignorante. Ah, ah, ah!
As gentis senhoras jamais diriam tal coisa.
Vamos respeitar a inteligência delas, é o mínimo que podemos fazer.
O picoiso e os sócios do esquerdalho não conseguem argumentar em termos racionais.
A verdadeira esquerda não merece tal aleivosia e perde com isso em países civilizados onde nem sequer chega a ser utilizada porque desclassifica o próprio que nem percebe até que ponto a Falácia Ad Hominem os colocam numa posição falsa.
Limitam-se a atacar o caráter de pessoa que faz a afirmação ou as suas circunstâncias.
A pessoa A faz reivindicação X.
Pessoa B faz um ataque a pessoa A.
Portanto, a afirmação de A é falso (gostariam eles de pensar).
A razão pela qual um ad hominem é uma falácia é que o personagem, circunstâncias, ou ações de uma pessoa não têm uma influência sobre a verdade ou falsidade da afirmação feita (ou a qualidade do argumento a ser feita).
A Falácia Ad Hominem integra-se na fuga à realidade que Vítor Bento muito bem descreve em termos implícitos no seu artigo. Há quem só consiga ver o que quer ver.
A realidade passa-lhes ao largo.
Como doença é incurável.
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