O lado festivo da alta taxa de desemprego portuguesa
21 Setembro, 2013
O lado sombrio da baixa taxa de desemprego alemã Nem uma voz discordante. Nem uma opinião contrária. Apenas uma certeza: « Na Alemanha, a taxa de desemprego é de 6,8%, muito baixa quando comparada com a de outros países da UE. A precariedade em que vivem muitos trabalhadores é, porém, o lado sombrio do modelo alemão, apresentado por vezes como exemplo. Trabalho barato, minijobs, trabalho em part-time e temporário, salários de 450 euros dispensados de pagar segurança social… Estas formas de trabalho ocupavam, em 2012, oito milhões de alemães» Que insensíveis estes alemães. Eles deviam ter seguido o modelo português. Acabaremos falidos mas festivos!!!
22 comentários
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Mas o importante é que eles abram os cordões à bolsa para nos aturarem os desvarios porque senão, deixamos de lhes comprar os BMW e os Mercedes.
Ah, doce vingança!
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Viva, pois, o trabalho «baratinho» que promove ainda mais o fosso entre ricos e pobres!…
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O mais trágico disto é que, se é assim, como podem os portugueses pedir a “estes desgraçados” que lhes suportem em solidariedade os “ganhos civilizacionais” que eles não tem
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Continuas a mesma cabra!
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Brilhante argumentação, ao nível dos comentários do DN.
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mata a mensageira, q te sentes melhor
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Habituem-se devagarinho até se equipararem ao socialismo chinês. 15 euros para o povo e é um pau. Habituem-se aos novos imperialismos económicos.
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Atão não. O Manazes faz festarolas e ainda não é presidente. O Seara é outra festa. Realmente é só festarolas quem vamos eleger no próximo Domingo.
Ainda ontem no Expresso da meia-noite com Tema: Avaliação da Troika/Orçamento do Estado:
Convidados:
– Francisco Veloso – Diretor Católica Lisbon
– João Cravinho – Antigo ministro
– Paulo Trigo Pereira – Economista – Professor ISEG
– Miguel Frasquilho – Economista – Deputado PSD
à excepção do João Cravinho, que pode levantar algumas duvidas, os restantes são insuspeitos apoiantes do governo.
Chegou-se à conclusão de que a nossa crise é principalmente europeia, que deve ser mutualizada, que a Alemanha tem responsabilidades no assunto, a austeridade deve ser aliviada, deve-se criar um pacto dos paises do sul da europa para pressionar o norte.
Parece-me que enfim se começa a acertar agulhas e que em vez de andarmos ás turras há vontade de montar uma estratégia comum.
Quando é que senhora entende que não há trabalho, que este governo deu cabo do trabalho!!!! Ou será que desconhece que já se paga 310€/mes, ou que há quem queira vender uva e não consegue, nem a .34€/quilo.
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exemplo:Trabalho barato, minijobs, trabalho em part-time e temporário, salários de 450 euros dispensados de pagar segurança social… Estas formas de trabalho ocupavam, em 2012, oito milhões de alemaes…
.
Come se fosse um invento alemao; nos Maquedonald’s e comida habitual. 🙂
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_________Vai dizendo-se por aí que Luís Filipe Meneses, o Bifanas,
_________afinal aderiu ao M-L . . .
_________ Camaradas: ajudem-me a comer esses Porcos (Capitalistas) . . .
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__________ajudai-me a ACABAR com eles, os Porcos (Capitalistas)
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é mentira o cenário apresentado?
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Em certa medida é – em Portugal o salário/hora efectivo de um salário mínimo excede bastante os 3.5 EUR/hora. É cerca de 4.25 EUR/hora, pelo menos. (485 * 1.2375 * 14 / 11 / 4.5 / 40), isto para 40 horas de trabalho semanal. Este tipo de salários, incrivelmente, garante-nos um desemprego elevado pois até na Alemanha começa a ser possível pagar menos que isso por hora.
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http://www.publico.pt/economia/noticia/13-milhoes-de-trabalhadores-alemaes-com-salarios-baixos-recebem-subsidios-sociais-1593734
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O que eu não pagaria para ver a Lena, com toda a sua “autoridade moral” de “experiência feita”, levar na tromba com a realidade pouco “germânica” do desemprego sem remissão. O que eu não pagaria? Acho que pagaria o suficiente para garantir que quando se fala, sabe-se do que se fala, não se teoriza. Como diria o meu avô, com a sua simplicidade beirã – “Pimenta no cú dos outros é refresco!”
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Acabo de ouvir no Expresso de sexta feira, Portugal por si só não pode cumprir o memorando, sem renegociar os juros da dívida, aí resolvendo 1 bilião (mil milhões de euros) e pedir um perdão parcial da dívida, se para o cumprimento de tal memorando precisamos no mínimo de cinco biliões, 5 mil milhões de euros, e ora Portugal está nas últimas, não tem onde ir buscar sequer a metade dessa importância, meus senhores. De resto, A Inglaterra acabou agora de pagar uma dívida contraída com os EUA nos anos 1945 e só nos últimos anos é que a Alemanha acabou de pagar dívida ainda maior dos tempos do final da última guerra, após resmas de perdões muito substanciais dessa dívida. E hoje a Sra Merkel pode alardear que os alemães gozam no geral de uma média de PIB três a cinco vezes acima dos países que está a sugar, alarvemente, mas não se permite largueza de tirar lição de si mesma para aliviar a carga enorme destes países .
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Esta parte pouco limpa da economia alemã já foi alvo de boas reportagens nas televisões.
Como acontece normalmente com gente pouco qualificada, e com dispensa de pagamento para a segurança social (coisa que me surpreendeu brutalmente quando vi isto há uns meses), suponho que quando forem “dispensados” serão atirados para as valetas, tipo “sem-abrigo”. Faz-me confusão alguém dispensar o mínimo pingo de vergonha.
Por isso, não sei porque é que a Helena se congratula com esta miséria alemã, achando-a boa, e manifestando interesse que ela se multiplique em Portugal.
Fico triste. Se calhar sou demasiado sensível. Ou seja, lamechas. Ou, se calhar, piegas. 😉
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Acerca do trabalho “baratinho” já estamos iguais à Alemanha (apesar do fosso entre baratinhos e carinhos ser maior…). Apenas nos separa a taxa de desemprego… Quem pensou em tornar o País atractivo ao investimento por via dos salários, pura e simplesmente não conhecia a “complicação” que é fazer nascer um negócio em Portugal. A Troika “mandou” arrumar o Estado, mas ele continua na mesma, ou pior… Enganaram-se. Azar!..
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Ae tivesse que formar um governo aqui no Blasfemeas, o Fincapé seria sem exitar um segundo, o meu Pedro Silva Pereira…
Os neo liberais adoram a austeridade, e fazem dela a sua doutrina económica.
“Congelar” pensões e salários é austeridade, “cortar diminuir” pensões e salários,
tambem é austeridade!
O que é que estas luminárias preferem? cortar, deminuir, empobrecer, mais mais mais, de seguida empacotam isto tudo e chamam-lhe “ajustamento” , numa austeridade “virtuosa”…
Ver a Lenita defender estes metecos, é que me impressiona.
Concordo que tem que haver rigor, organização, planeamento, nas contas públicas, no sector público, tem de haver eficácia eficiência! estamos de acordo!
Confesso-me um social democrata escandinavo repito. Era isso que eu gostava para o meu País!
Enfim não se pode ter tudo na vida…
PS- Regressado dumas feriazitas, tinha logo que cair na fossa, e quando assim é…
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Ideologicamente, parece que estamos em sintonia. Claro que eu aceitaria o lugar, mas certamente teríamos uma pequena questão a resolver. É que a minha tendência seria convidar a Helena para assessora e não sei se isso provocaria danos no governo. Mas pensando que até a Maria Luís Albuquerque é ministra das Finanças sem que o escândalo seja descontrolável, talvez não houvesse problema. 🙂
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Ministra da Educação fincapé… Ministra da Educação!!!!
Qualquer dia Fincapé… acusam-nos de “conversas parvas” em volta da Leninha…
Eu por mim, quando perder a capacidade de rir de mim próprio, e de me divertir comigo e com aqueles que me caem no goto, quando isso acontecer, vou ali prá ponte sobre o Tejo… e atiro-me lá para baixo!!!…
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O alemão pode trabalhar em biscatos. O preço hora é alto. Não tem familiares desempregados e famintos à volta!
Não seja Relvas, D. Helena, estude.
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