Ainda bem que o país mudou de estratégia
4 Outubro, 2013
Há cerca de 1 mês havia a teoria de que toda esta austeridade é desnecessária e que só nos era imposta porque o governo português não defende o interesse nacional e não enfrenta a Troika. A esperança na altura era o Paulo Portas, que foi muito elogiado por ir falar com os patrões da Troika em vez de falar com os subaltaernos que vêm fazer as avaliações. Em vez de um omisario da Troika, como o Gaspar, o país tinha finalmente um governante que o defende. Nada seria como dantes. O défice de 4,5% seria a primeira vitória. Os mercados iriam tremer. O consumo, o crescimento do mercado interno, vinham já a seguir. Pois …
5 comentários
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O que é indispensável é o entendimento entre os partidos do arco da governação. Que é inteiramente possível: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/10/joao-soares-zita-seabra-fernando-seara.html
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Não sabia que o país tinha estratégia…
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tem …..e já é velha desde 1383 a estratégia é pedir emprestado e ir pagando com o couro da ralé de servos da gleba e de vilões com pouca vilania no registo
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Em política, sucedemos a imbecis e somos substituidos por incapazes.
Georges Clémenceau
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sucedemos salvoseja a gente num é thalassa
e nem tem ordem na sucessão
acho que nem há ordem
e a austeridade fica-se pelos velhos e pelos moços de entregas
as classes que nos dominam desde 1143
têm tido muito pouca austeridade
ou alguma fundação anda a vender as casas?
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