No entanto?
Vale a pena ler todo este artigo do PÚBLICO sobre estes 500 mortos que além da morte violenta que tiveram carregam ainda hoje o ónus de terem sido assassinados pelo oficialmente bons do que foi a guerra civil espanhola. Pouco ou nada o PÚBLICO explica sobre as circunstâncias da prisão e fuzilamento destes padres e freiras cujo único crime foi não renegarem a sua fé ou pretenderem sair de Espanha como aconteceu com os maristas cuja ordem pagou um resgate à Federación Anarquista Ibérica para que os deixasse seguir para França e que quando saíram dos esconderijos onde tinham passado refugiados os últimos tempos em vez da partida para França tiveram sim o pelotão de fuzilamento à sua espera.
Enfim azar o deles por terem um sido assassinados em 1936: «O porta-voz da Conferência Episcopal, presidida pelo conservador arcebispo de Madrid Rouco Varela, sublinhou que a celebração não seria “aos mártires da guerra civil”, porque nenhum dos novos beatos morreu “de arma na mão”. “Estavam nos seus conventos, nas suas igrejas, nas suas casas, e foram buscá-los, oferecendo-lhes liberdade se negassem o nome de Jesus. Morreram por não renegarem a sua fé.” No entanto, à excepção de dois sacerdotes, foram todos mortos durante a guerra que começou em 1936 com o golpe militar liderado por Francisco Franco contra o Governo republicano.» E se em vez de Rouco Varela ser conservador fosse considerado progressista (seja lá isso o que for no mundo dos bispos e dos arcebispos!) e se os fuzilamentos tivessem sido efectuados pelos franquistas alguém teria a pouca vergonha de escrever aquele «No entanto, à excepção de dois sacerdotes, foram todos mortos durante a guerra que começou em 1936 com o golpe militar liderado por Francisco Franco contra o Governo republicano.» ? Mas qual “no entanto”?
Quanto à beatificação reabrir as feridas do franquismo isso é um pouco difícil porque não só eles não foram fuzilados pelas tropas de Franco como à data do seu fuzilamento, Outubro de 1936, falar de franquismo é um pouco precoce: o golpe tivera lugar em Julho de 1936, a guerra civil estava no início e Franco era tão só um líder militar dos revoltosos.

E os católicos e padres espanhois mortos pelos franquistas, tiveram alguma palavra do papa?
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A Religião provoca a guerra?!
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Pound notes are the best religion in the world
Brendan Behan
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Estes progressistas, salvadores da humanidade, são uns iluminados, mas no seu património léxico não existe a palavra perdão. São uns eternos justiceiros e a sua gula de justiça só se alimenta com os castigos sofridos pelos adversários, pois não podia ser de outro modo, dado que eles nunca poderão ser corrigidos, porque abençoados, nunca erraram. Escrevem contra a fome na Nigéria, mas não dão um naco de pão a um esfomeado que encontram na rua. E isto tem uma explicação, porque a justiça social que deve ser feita, resolverá o problema do pedinte e, na sua opinião, a solução não deve ser individual. Já era tempo de os homens se encontrarem sem rancores, nem ódios, para salvar a terra e contribuir para a paz e justiça tão necessária.
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Este texto do publico
é a todos os títulos nojento, porco
mas não é nada mais do que a expressão
do controlo das redações dos media portugueses, e muitos ocidentais
pela barbárie e selvajaria mental da esquerda corrupta e jacobina
a esquerda ( e o islamismo…) pode roubar, fuzilar, insultar………
tem sempre os media a inventar desculpas
e se as vítimas forem católicas,
então, não escondem um certo prazer
vivem obcecados com os valores (???) da pedra lascada
a que chamam “progressistas”
são a vergonha da Humanidade dos sécs XX e XXI
mas “non passaron”
a pouco e pouco, os DIREITOS HUMANOS, mesmo encharcados em poças de sangue,
VÃO GANHAR.
a URSS e satélites já caíram
os assassinos de CUBA estão em fim de vida, cheios de frustrações por não terem conseguido fuzilar o POVO todo
foram “só” mais de 50 mil
No vietname, os católicos mostram uma coragem e determinação inimagináveis perante os assassinos lá do sítio
(obviamente, VERDADES censuradas no Ocidente)
No TIBETE, o POVO não desiste…..mesmo com a censura do Ocidente ( e a covardia do Obama!!!).
na NIgéria, idem, perante a selvajaria islâmica do BOKO HARAM
Em todo o mundo de ideologia islâmica, os Cristãos, mesmo sabendo que os seus pescoços são alvos das espadas da selvajaria islâmica, NÃO RENEGAM A FÉ!
Entretanto, a idelogia islâmica, cultivada no ódio e na raiva desde o berço (como o comunismo), de tão selvagens que são, vão-se matando uns aos outros…………quase todos os dias há atentados no Iraque, Paquistão, etc..em q se matam uns aos outros
No Sudão, onde há MAIS DE UMA DÚZIA DE “GOVERNANTES” com mandados de captura do TPI (obviamente, VERDADES censuradas nas redações dos media portugueses…)
OS POVOS DE RAÇAS NEGRAS do SUL conseguiram libertar-se dos assassinos racistas islâmicos do norte ao fim de duas dezenas de anos de luta..
e hoje são independentes!!!
MAIS UMA GRANDE VITÓRIA DOS DIREITOS HUMANOS…….que quase não foi notícia em Portugal, perante a raiva e desespero dos controleiros dos media…..racistas, corruptos, barbaros e jacobinos….
e ficamos hj por aqui
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A Esquerda existe para destruir a diferença, logo está perfeitamente dentro da lógica tribalista disfarçada de intelectualidade destruir os diferentes, os que não seguem a esquerda*
Seja à bala ou com o poder intimidatório do Estado.
*Diga-se a esquerda do momento, porque eles também acabam a matar-se uns aos outros na sua intolerância à diferença quando já têm ou julgam ter todo o poder.
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Não percebo o seu problema. É por ser do Público? É por causa da beatificação, da Guerra Civil, de Franco, dos Republicanos, da Igreja? Ou é para sublinhar que foram mortos pelos esquerdistas no periodo pré gerra civil?
“A questão religiosa na Guerra Civil[editar]
O liberalismo, na Espanha, tinha, desde os inícios do século XIX, sido violentamente anticlerical; entre os anarquistas, muito influentes na Esquerda, o anticlericalismo havia sido sempre particularmente agressivo, ao contrário dos socialistas marxistas. Na medida em que a Guerra Civil foi a conclusão dos enfrentamentos político-ideológicos do século XIX espanhol, a identificação da Igreja com a Direita determinou o anticlericalismo da Esquerda na sua generalidade: Já em 14 de outubro de 1931, no jornal El Sol, o então primeiro-ministro Azaña equiparara a proclamação da República com o fim da Espanha católica, e durante a Guerra Civil, como Presidente da República, teria dito num de seus discursos, que preferia ver todas as igrejas de Espanha incendiadas a ver uma só cabeça republicana ferida, e o radical catalão Alejandro Leroux teria conclamado a juventude a destruir igrejas, rasgar os véus das noviças e “elevá-las à condição de mães”.
A perseguição anticatólica durante a Guerra Civil apenas continuou um padrão já existente: nos só quatro meses que precederam a guerra civil já 160 igrejas teriam sido incendiadas. Durante a Guerra, pela repressão republicana, segundo o historiador Hugh Thomas, foram mortos 6861 religiosos católicos (12 bispos, 4.184 padres, 300 freiras, 2.363 monges);12 uma obra mais recente, de Anthony Beevor, dá números muito semelhantes (13 bispos, 4.184 padres seculares, 283 freiras, 2.365 monges).13 De acordo com o artigo espanhol, foram destruídas por volta de 20.000 igrejas, com perdas culturais incalculáveis pela destruição concomitante de retábulos, imagens e arquivos. Diante disto, é pouco surpreendente verificar que a Igreja Católica, tenha chegado, na sua generalidade a propagandear a revolta contra o governo e chegado a compará-la, numa declaração coletiva de todo o episcopado (1 de julho de 1937) com uma cruzada moderna; note-se, no entanto, que os mesmos bispos espanhóis, numa carta de 11 de julho do mesmo ano de 1937, mostraram-se ciosos em desmentir à opinião católica liberal, que via na intransigência conservadora do clero espanhol a razão das perseguições por ele sofridas, argumentando que a Constituição republicana de 1931 e todas as leis subsequentes haviam dirigido a história da Espanha num rumo contrário à sua identidade nacional, fundada no Catolicismo [3]- ou, nas palavras do Cardeal Segura y Sáenz: “na Espanha ou se é católico ou não se é nada”.14
Muito embora houvessem sido realizados esforços de propaganda pelos republicanos no exterior em favor da liberdade religiosa (o Ministro da Justiça do governo Negrín, Manuel Irujo, autorizou o culto católico, que, no entanto, na prática realizou-se de forma semi-clandestina15 ) de forma a não alienar a opinião pública católica internacional e os próprios grupos católicos no campo republicano (muito notadamente o principal partido basco, o PNV) o campo republicano era em geral anticlerical e apoiava a repressão à Igreja. Por outro lado, o escritor e filósofo católico francês Jacques Maritain protestou violentamente contra as repressões franquistas contra o clero basco, e teria dito que “a Guerra Santa, mais do que ao infiel, odeia ardentemente os crentes que não a servem”.
Em 11 de maio de 2001, o papa João Paulo II procederia à beatificação de 233 vítimas religiosas da repressão republicana 16 . Uma nova beatificação de outras 498 vítimas seria proclamada por Bento XVI em 28 de outubro de 2007. Esta última beatificação, que não foi celebrada pelo próprio papa, não sendo incluída, entre suas celebrações litúrgicas, foi no entanto, a maior beatificação da história da Igreja Católica 17 . O papa declarou, na ocasião, a importância do martírio como testemunho de fé numa sociedade secularizada.18 Continuam sem solução os protestos dos parentes das vítimas das repressões nacionalistas ao clero basco contra o que consideram falta de reconhecimento da hierarquia católica.”
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Extraordinário como a versão/ficção do Komintern continua a ser martelada , ainda nos nossos dias.
1990 nunca existiu…e Stanley Payne,Pio Moa, César Vidal , entre outros , são fantasmas redundantemente invísiveis.
Mas compreende-se, a canalha tudo faz para esquecer e obliterar a realidade que lhe contradiz as teorias, e as linhas que se seguem constituem a suprema e inapelável ofensa : ” En el dia de hoy, cautivo y desarmado el ejercito rojo, han alcanzado las tropas nacionales sus ultimos objetivos militares. La guerra ha terminado”.
Era o dia 1 de Abril de 1939 – e , a partir de Maio de 1945, não mais se deixou re reescrever “esta história”…
Ainda agora , na Catalunha, parece alastra uma perigosíssima “maquilhagem”…
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“alastrar”.
As minhas desculpas pela falha.
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