Síndroma de Estocolmo em passadeira vermelha
Uma repórter da SIC fez uma peça sobre o filme Capitão Phillips que termina com esta pérola “aos 58 anos o verdadeiro capitão Phillps diz não ter sentido qualquer empatia com os piratas. Diz até que foi a vê-los como inimigos que conseguiu sobreviver.”
Mas será que o capitão Phillips devia ter sentido alguma empatia com os piratas? Como sugestão à empática redacção da SIC com tudo o que se diga pirata, insurgente, combatente… aqui ficam estes tópicos: Alakrana e Ariana (talvez seja possível deixarem-se raptar pelos empáticos piratas desses sequestros e assim poderão partilhar com o capitão Phillips a sua visão empática enquanto sequestrados) e já agora um link para que se perceba melhor como a empática legislação europeia contribuiu para a proliferação dos empáticos piratas

Não sejamos tão lineares: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/10/blog-post_6519.html
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A Helena não percebeu o que a jornalista quis dizer porque não viu o filme. Que embora baseado numa história verídica, não é 100% factual. Principalmente na parte da empatia com os piratas que o filme retrata. A jornalista diz que essa parte é ficção. Ficção.
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O enunciado apresentado não diz nada, por si só, sobre se quem pergunta acha que o capitão devia ter sentido empatia. Não me diga que pensa que deviam existir perguntas proibidas.
As leis que se refere no último link são portuguesas, não da União Europeia.
Parece-me que leu a entrevista de cruz e não fundamenta as críticas.
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a legislação não era de modo algum exclusivamente portuguesa
Os espanhóis passaram situações ridículas com a sua Marinha a ser confrontada com a ilegalidade das detenções que efectuava. escusado será dizer que os chineses procederam a operações sem qualquer problema e como de costume ninguém perguntou pelos piratas que deixaram automaticamente de ser empáticos
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Não me diga que preconiza que as leis se devem cumprir só com os “nossos”.
Isso não era aproximarmo-nos moralmente da pirataria?
“Todos os animais são iguais mas uns são mais iguais que outros” – Pensava que era uma máxima estalinista.
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Na mesma linha, ver a sentença de Estrasbutgo, de segunda-feira pretérita, sobre a doutrina Parot .
Aliaram-se, pura e simplesmente, aos terroristas da ETA.
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“A empatia é, segundo Hoffman (1981), a resposta afetiva a outras pessoas, ou seja, uma resposta afetiva apropriada à situação de outra pessoa, e não à própria situação.” – in Wiki.
Sendo que uma coisa é a pirataria e outra a pessoa na situação de pirata.
Mas estou à espera do filme, pois aprecio bastante o Greengrass. Os seus filmes do amnésico Bourne vêem-se de um trago.
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já vi o filme e não se pode dizer que Greengrass não tenha colocado uns pozinhos de empatia , embora um “Síndroma de Estocolmo” não tenha sido muito explorado.
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bolas a chuva para a manife permanente né….
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A empatia foi fundada por democracias verdadeiras .
Estaline, Trostky, Guevara, Castro, Chavez, Mao, Cunhal.
Todos eram a favor de empatias.
Daí vem o nome hepático e anti-hepático.
Os chinocas chegaram ao ponto de facturar a empatia com a bala na nuca.
Coiasa que não deve ferir is empáticos.
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O Carlos tem Dias 🙂
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copy wrong…..
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AH!AH!AH!AH!
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O que faz falta no Golfo de Aden, é alguém como o Afonso de Albuquerque, que no seculo XVI e em meia duzia de anos, com uma armada de pouco mais de vinte navios, controlou os três estreitos mais importantes do que dão acesso ao Oceano Indico: Ormuz, Malaca e este onde actuam os piratas, o estreito de Aden, acabando simultaneamente quer com a concorrência nos negócios, quer com a pirataria. Por isso é que os actuais piratas da Somália têm um medo de morte dos nossos navios; quando sabem que está um navio da Armada Portuguesa nas imediações, não há piratas para ninguém. Eles ainda se lembram o que é que o velho Albuquerque fazia aos tetravós deles quando os apanhava.
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Nao se esqueca do Francisco de Almeida. Ele e que foi o teorico do dominio naval. E depois da batalha de Diu (considerada uma das mais importantes da historia), entao sim, o Afonso de Albuquerque pode andar de um lado para o outro a criar o imperio nas Indias.
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Russos e Chineses, felizmente, nunca esqueceram a “arte” de lidar eficazmente com o terrorismo.
O ADN desses povos é imune ao “polìticamente correcto” – e os sinais dessa “imunidade” já se fazem sentir a nível global. , apesar de , aparentemente ( mas só aparentemente) do Reno para cá se recusarem a admiti-lo…
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