Muito devagarinho começam a ouvir-se as verdades, são como o azeite.
De notar que de um dos maiores exportadores mundiais de copra. açúcar, algodão e chá, passou a um dos países do Mundo com mais fome.
Exacto…a fome.
Exactamente o que está na origem dos problemas.
Varrida a tentativa da utopia socialista, surgida a liberdade ocidental e de mercado, com governos cujos titulares acabam por viver e actuar mais para si próprios do que para a plebe.
Entre a plebe, perante as imagens e o imaginário dos bem instalados, sem trabalho nos meios urbanos e com meios de vida miseráveis, não faltarão candidatos a certos tipos de acção directa. Fazem por matar a fome.
Monti
O meu amigo nunca esteve nem conhece Africa pois não?
Não conhece as idiossincrasias dos Africanos pois não?
O meu amigo acha, que a iberdade ocidental e de mercado, tem grande significado para eles?
Acha? se acha, olhe não posso dizer mais nada!
Claro, a fome. E quem é culpado da fome? O Colonialismo. E quem é culpado do colonialismo? Salazar. E quem é culpado de existir Salazar? D. Afonso Henriques. E quem é culpado de Dom Afonso ter existido? Adão e Eva. Quem é que NUNCA pode ser culpado? Os africanos que coitadinhos após meio século de independência ainda gostam de viver em ambiente tribal, étnico e racista e adorarem matar-se uns aos outros.
A questão do situacionismo não é de conspiração, é de respiração.
E, nalguns casos, de respiração assistida.
Quatro paginas da Visão retratam, na voz de um dos participantes (que não quer que se esqueçam do seu papel), como, sob a batuta de Miguel Relvas, um grupo de autores de blogues e jornalistas, ajudou a ascensão de Pedro Passos Coelho, o “derreter” de Manuela Ferreira Leite, o papel de Aguiar Branco, e, mais tarde, a transumância desta gente para o poder. Está lá quase tudo: nomes, circulação de informações, circunstâncias, combinações, manipulações e prémios. O modelo foi a Câmara Corporativa do PS de Sócrates.
O único sitio onde este processo foi analisado e denunciado foi aqui no Abrupto. Enquanto estava a decorrer. Houve quem rasgasse as vestes, quem me acusasse de conspirativite, tudo, o habitual. Agora aqui tem parte da história. Agora falta ir mais longe na relação com a comunicação social, embora haja já muitos jornalistas envolvidos directamente em operações de desinformação e combate político. Sem consequências, bem pelo contrário.» (in Abrupto)
Norton de Matos… Norton de Matos!,,,
Bem…
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Muito devagarinho começam a ouvir-se as verdades, são como o azeite.
De notar que de um dos maiores exportadores mundiais de copra. açúcar, algodão e chá, passou a um dos países do Mundo com mais fome.
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Exacto…a fome.
Exactamente o que está na origem dos problemas.
Varrida a tentativa da utopia socialista, surgida a liberdade ocidental e de mercado, com governos cujos titulares acabam por viver e actuar mais para si próprios do que para a plebe.
Entre a plebe, perante as imagens e o imaginário dos bem instalados, sem trabalho nos meios urbanos e com meios de vida miseráveis, não faltarão candidatos a certos tipos de acção directa. Fazem por matar a fome.
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Monti
O meu amigo nunca esteve nem conhece Africa pois não?
Não conhece as idiossincrasias dos Africanos pois não?
O meu amigo acha, que a iberdade ocidental e de mercado, tem grande significado para eles?
Acha? se acha, olhe não posso dizer mais nada!
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Claro, a fome. E quem é culpado da fome? O Colonialismo. E quem é culpado do colonialismo? Salazar. E quem é culpado de existir Salazar? D. Afonso Henriques. E quem é culpado de Dom Afonso ter existido? Adão e Eva. Quem é que NUNCA pode ser culpado? Os africanos que coitadinhos após meio século de independência ainda gostam de viver em ambiente tribal, étnico e racista e adorarem matar-se uns aos outros.
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Assunto muito inconveniente para a marcianada. Diria mesmo muito….. indigesto.
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Como exemplar terráqueo que sou, até gostei do texto, expatriado. 😉
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Referia-me especificamente aos marcianos……..
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«COMO ENTÃO SE DISSE A TEMPO
A questão do situacionismo não é de conspiração, é de respiração.
E, nalguns casos, de respiração assistida.
Quatro paginas da Visão retratam, na voz de um dos participantes (que não quer que se esqueçam do seu papel), como, sob a batuta de Miguel Relvas, um grupo de autores de blogues e jornalistas, ajudou a ascensão de Pedro Passos Coelho, o “derreter” de Manuela Ferreira Leite, o papel de Aguiar Branco, e, mais tarde, a transumância desta gente para o poder. Está lá quase tudo: nomes, circulação de informações, circunstâncias, combinações, manipulações e prémios. O modelo foi a Câmara Corporativa do PS de Sócrates.
O único sitio onde este processo foi analisado e denunciado foi aqui no Abrupto. Enquanto estava a decorrer. Houve quem rasgasse as vestes, quem me acusasse de conspirativite, tudo, o habitual. Agora aqui tem parte da história. Agora falta ir mais longe na relação com a comunicação social, embora haja já muitos jornalistas envolvidos directamente em operações de desinformação e combate político. Sem consequências, bem pelo contrário.» (in Abrupto)
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