Há aí uma frase que explica bem todo o relatório: “While the income of the population overall fell during the crisis, the position of pensioners improved in relative terms.” Relative terms. Ou seja, a população está péssima, os pensionistas (que são diretamente protegidos pelo Estado) estão um bocadinho melhores.
Depois há, claro, uma frase já citada pelo Zeca Marreca: “With the cuts that have subsequently been introduced to the pension system higher poverty rates among the elderly could result in the future.” Está explicado que tipo de vida a Helena quer para os idosos, espero, que a começar por ela própria, para não ser incoerente(?).
“Currently Portugal spends 12.5% of its GDP on public pensions, which is the fifth highest in the OECD. This percentage is set to increase to 13.1% by 2050. Because of low fertility rates and high life”
Mais 0,6% PIB daqui a 36 anos? Consigo viver bem com isso. E em 32 anos muita coisa acontece – Inflação, deflação, golpes fascistas, revoluções comunistas, aumentos de produtividade, o califado global, a descida do IVA na restuaração, falências de BPNs que representam 1% ou 2% do PIB…. dá para acomodar muita coisa…
defenestração de Vasconcelos…
ui, quanta coisa acontece, além de tufões, vendavais e mais revoluções naturais, passando os Alpes, passando a Alamânia, daqui aos EUA, à China …
Sinceramente o Blasfemias está ao rubro. Ontém era o jurista a afirmar que os sindicatos estavam a pressionar o TC após acórdão defenitivo (!), hoje é a Helena Matos a justificar que o melhor mesmo é não mexer as pensões…
“A OCDE refere ainda que Portugal continua a ser dos países do mundo desenvolvido que oferece uma maior cobertura em termos de pensões: quase 80% dos que têm mais de 65 anos recebe algum tipo de apoio especifico ou pensão mínima, o que coloca o país no quarto lugar entre os 30 membros da organização, depois de Dinamarca, Grécia e Austrália. Portugal está também entre os lugares cimeiros, mas já só na oitava posição, quando se compara o valor das pensões mínimas em relação ao salário médio do país, valendo estas um pouco menos de 35%.”
Será assim tão mau?
Porque não falamos em criar riqueza, aumentar o PIB?
Porque não acreditamos que sem crescimento não há consolidação orçamental que valha?
É empobrecendo que se combate este problema?
PS – So please, stop thinking of yourself as a footnote and get out there and make things happen ok?
HM, dentro de 14 anos seguramente não pensará assim.
Não se esqueça; aquilo que plantar, seja compreensão ou veneno, irá seguramente colher, são os meus sinceros desejos.
“With the cuts that have subsequently been introduced to the
pension system higher poverty rates among the elderly could result in the future.”
Era este o ponto? Porreiro pá!
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Há aí uma frase que explica bem todo o relatório: “While the income of the population overall fell during the crisis, the position of pensioners improved in relative terms.” Relative terms. Ou seja, a população está péssima, os pensionistas (que são diretamente protegidos pelo Estado) estão um bocadinho melhores.
Depois há, claro, uma frase já citada pelo Zeca Marreca: “With the cuts that have subsequently been introduced to the pension system higher poverty rates among the elderly could result in the future.” Está explicado que tipo de vida a Helena quer para os idosos, espero, que a começar por ela própria, para não ser incoerente(?).
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“Currently Portugal spends 12.5% of its GDP on public pensions, which is the fifth highest in the OECD. This percentage is set to increase to 13.1% by 2050. Because of low fertility rates and high life”
Mais 0,6% PIB daqui a 36 anos? Consigo viver bem com isso. E em 32 anos muita coisa acontece – Inflação, deflação, golpes fascistas, revoluções comunistas, aumentos de produtividade, o califado global, a descida do IVA na restuaração, falências de BPNs que representam 1% ou 2% do PIB…. dá para acomodar muita coisa…
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defenestração de Vasconcelos…
ui, quanta coisa acontece, além de tufões, vendavais e mais revoluções naturais, passando os Alpes, passando a Alamânia, daqui aos EUA, à China …
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Sinceramente o Blasfemias está ao rubro. Ontém era o jurista a afirmar que os sindicatos estavam a pressionar o TC após acórdão defenitivo (!), hoje é a Helena Matos a justificar que o melhor mesmo é não mexer as pensões…
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“A OCDE refere ainda que Portugal continua a ser dos países do mundo desenvolvido que oferece uma maior cobertura em termos de pensões: quase 80% dos que têm mais de 65 anos recebe algum tipo de apoio especifico ou pensão mínima, o que coloca o país no quarto lugar entre os 30 membros da organização, depois de Dinamarca, Grécia e Austrália. Portugal está também entre os lugares cimeiros, mas já só na oitava posição, quando se compara o valor das pensões mínimas em relação ao salário médio do país, valendo estas um pouco menos de 35%.”
Será assim tão mau?
Porque não falamos em criar riqueza, aumentar o PIB?
Porque não acreditamos que sem crescimento não há consolidação orçamental que valha?
É empobrecendo que se combate este problema?
PS – So please, stop thinking of yourself as a footnote and get out there and make things happen ok?
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inclui os políticos ricamente reformados aos 40 anos
por terem sacrificado tanto o povo
o zé polvinho grita
‘o polvo unido jamais será vencido’
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Pois, os velhos não deviam existir. Deviam ser eliminados logo à nascença.
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HM, dentro de 14 anos seguramente não pensará assim.
Não se esqueça; aquilo que plantar, seja compreensão ou veneno, irá seguramente colher, são os meus sinceros desejos.
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“between 2007 and 2010” li bem?
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Olhe, outra boa notícia
http://www.publico.pt/economia/noticia/cancelamento-de-swaps-vai-penalizar-defice-a-partir-de-2019-1614260
Estamos a trabalhar para as gerações futuras, dizem eles!
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Isto é uma armadilha, não é?
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