Mais xenófobos aqui?
Alunos oriundos da imigração que se situam abaixo do “Nível 2” em matemática no PISA 2012 não excedem os 16% na Austrália ou no Canadá mas atingem 43% na França e, globalmente, mais de 40% apenas na Áustria, Finlândia, Itália, México, Portugal, Espanha e Suécia — Le Figaro
Maiores problemas têm as crianças da Turquia, países árabes e da ex-Jugoslávia. Assim, áreas metropolitanas com maior proporção de imigrantes como Berlim, Renânia do Norte-Vestfália ou as cidades estado de Hamburgo e Bremen têm piores resultados que a Bavária ou a Turíngia. — Josef Kraus – Presidente da Associação de Professores Alemães
Originais:
La proportion d’élèves issus de l’immigration se situant sous le «niveau 2» en mathématiques lors du cycle Pisa 2012 ne dépasse pas 16% en Australie et au Canada mais atteint 43% en France et globalement plus de 40% uniquement en Autriche, en Finlande, en Italie, au Mexique, au Portugal, en Espagne et en Suède. — Le Figaro
“Die größten Probleme haben jedoch Kinder aus der Türkei, aus den arabischen Ländern und aus dem ehemaligen Jugoslawien.” Deshalb schneiden insbesondere Ballungsgebiete mit hohem Ausländeranteil wie Berlin, Nordrhein-Westfalen oder auch die Stadtstaaten Hamburg und Bremen deutlich schlechter ab als Bayern oder Thüringen. — Josef Kraus – Präsident des deutschen Lehrerverbands

O Guinote e o Cunha, quais crianças no recreio em birra por um brinquedo, julgam ser a razão, algo de universal. O Guinote e o Cunha, nos seus bibes coloridos, são afinal mais miúdos que os miúdos escolares que tentam explicar.
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Não consigo perceber a excitação dessas criaturas (jornais, etc) perante factos que são tão evidentes como a noite suceder ao dia e que não necessitam de INE nem aqui nem lá. Alguém se pergunta porque é que a noite sucede ao dia?
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Mais um estoiro no discipulo de Boaventura Sousa Santos que dá pelo nome de Paulo Guinote. Ouçamos o que dizem professores franceses quando não estão debaixo da vigilância dos patrulheiros esquerdistas do politicamente correcto:
A tradução em inglês do artigo da revista Marianne, que está longe de ser de direita:
http://www.marianne.net/
http://islamversuseurope.blogspot.pt/2012/03/french-education-system-being-destroyed.html
There’s a shocking article called “The Subjects That Can No Longer Be Taught At School” in the French left-wing magazine, Marianne, this week. It describes an education system being eroded and undermined by the presence of Muslim pupils. Teachers lament classes that have become unteachable, where their pupils jeer and insult them when they try to teach something that conflicts with Muslim prejudice. The article doesn’t appear on the magazine’s website, but it is reproduced on Defrancisation here. I’ve translated some extracts from it below.
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Que é que isso tem que ver com “esquerda” ou “direita”. Por acaso você sabe como era a disciplina nas escolas nos países de Leste?
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A célebre emigração para os países de leste no apogeu do socialismo. Que pode esquecer?
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Se recebermos uma molhada de alunos indianos ou japoneses, os índices melhoram ou pioram? E devemos chamar o quê a esses alunos?
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Imigrantes.
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Não respondeu à 1ª questão. Não lhe foi conveniente?
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Ora bem, pode subir, manter ou descer. Nenhuma delas em simultâneo.
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Sr. Vitor Cunha, devemos chamar-lhes ALUNOS.
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Só se vieram sozinhos, algo a que o serviço de estrangeiros e fronteiras deve estar atento.
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Sr. Vitor Cunha, dentro de uma escola todos sao ALUNOS , se foram admitidos por essa entidade de ensino sao apenas ALUNOS, tudo o resto sao descriminacoes absurdas e patetas.
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É difícil fazer a turma dos filhos de professores?
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Pergunte-lhe a eles…..eu nao sei nem me interessa…..Alunos sao Alunos, independentemente da sua proveniencia.
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Admito Que sim, Que alunos Sejam alunos.
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Pela estima que tenho por si fico contente por estarmos de acordo.
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alunos são alunos, mas alguns vem de bairros sociais, mais desprotegidos economicamente.
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Julguei que: como se trata de imigrantes, “automaticamente” baixariam… My mistake…
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É um preconceito comum. Há pessoas assim, também há pessoas assado. Uma complicação.
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Comum é o seu middle name?
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Tudo depende do ponto cardeal de origem.
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Do estádio da luz?
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xenófobos não faltam por essa europa toda, alías há cada vez mais e em França então… paletas deles
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E na Dinamarca o que se passa?
Aumenta a presença imigrante no sistema de ensino público, piram-se para as escolas privadas em número cada vez maior os alunos dinamarqueses!
http://cphpost.dk/news/more-parents-abandoning-public-schools.7709.html
A situação nas escolas públicas dinamarquesas:
http://gatesofvienna.blogspot.pt/2012/11/danish-public-schools-facing-collapse.html
http://islamversuseurope.blogspot.pt/2013/05/denmark-7-out-of-10-children-with.html
http://islamversuseurope.blogspot.pt/2012/12/teachers-at-ejerslykkeskolen-school-in.html
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E é paulada neles, jcd, marca aí o três, paulada e passada mais albuquerqada, que esses vendidos, ladrões, vão ainda lixar-nos muito tempo, mas com deus lá terão seu fim, os desgraçados …
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Tenho a impressão de que todos os países têm imigrantes e emigrantes.
A não ser que tenham as fronteiras fechadas a cadeado.
Já agora, seria interessante ver o “Nível 2″ em matemática dos imigrantes franceses no Canadá, comparando com os imigrantes canadianos em França.
Deve dar um gráfico com um bom visual..
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Mal qual é o maluquinho que quer sair do Canadá? Só se for muito afectado pelas frieiras.
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O Canadá é um friol do caraças, bom talvez para uns gordos de Toronto, que nem a maltosa já aguenta …
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Nov 2013 Cancelado o intercambio de estudantes entre escola dinamarquesa e estudantes da cidade mais multicultural da Suécia. Os pais dinamarqueses não querem continuar com esse intercambio.
Scary immigrants
“They were very worried about sending their kids there,” Keld Gantzhorn, the vice principal of the Hjallse school, told Sydsvenska.
Gantzhorn said that the school tried in vain to address the concerns of the Odense parents.
“We held a meeting with the parents, but they were still concerned, particularly about an area called Rosengård,” he said.
http://cphpost.dk/news/malm-too-dangerous-for-danish-students.7877.html
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E nós na Suécia, maioria de pais, há muito recusamos deixar nossos filhos entrar a porta de umas dessas escolas de vikings, bebedolas, a provar que, caquético pela certa, o patinhas já vê mais para um lado, unhas de fome …
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De mais, o que ele diz não é sério, se mente por todo lado .
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Resumir resumindo
Transformar um ser
Num número
È lindo!
Um alegre sonhador
Irreverente lutador
Resume-se a dez
Um lambe botas engraxador
Leva quinze
No que toca a copiar
Uns tentam-se safar
Outros recebem o exame
No dia anterior para decorar
Depois de tantos conhecimentos
De tanta equação matemática
Poucos conseguem calcular
Os juros com que os especuladores
Nos andam a enforcar
Mas o mais incrível de tudo
É que o sistema de educação
Não produza gente com tomates
Para os fazer parar
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no PISA anterior a Suecia, Franca, etc nao tinham imigrantes.
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E lá será isso,
mas nem nós lhe toleramos
nem vítor é assim nabiço que não
invente o que quer que seja que dê ao post …
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A vossa tese ontem era que a baixa no nível dos alunos da Suécia era devida aos imigrantes, que seriam diferentes dos nossos, pois o nosso nível entretanto subia. Mas os dados que publicam hoje dizem que as dificuldades dos imigrantes na Suécia ou em Portugal são idênticas. Logo, nao podem ser os imigrantes a justificar a disparidade na evolução dos dois países…
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A “nossa” (obrigado por me tratar no plural mas não sou o rei) tese de ontem é que ninguém queria falar de imigrantes. A tese de ontem foi verificada com extrema devoção graças à participação de outros blogues e comentários que a validaram imediatamente.
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Desculpe mas, no pisar o elefante etc vocês, você, tu, (como mais lhe agradar) insinua(m) claramente que é a curva ascendente da imigração a explicação para a evolução negativa na Suécia. O que poderia ser uma pista a analisar. Os dados que apresenta(m) hoje indicam que nao é por aí que se pode explicar a diferença. Vir agora dizer que o que pretendia(m) afirmar era que ninguém quer falar da imigração é desculpa de mau pagador. Também ninguém falou do baixo teor em sal do mar Báltico e isso nao foi objecto de post, pois nao?
E há quem tenha falado muito de imigração e analisado em detalhe se seria ou nao uma explicação plausível. Nao sei é se as conclusões lhe agradam…
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Deve-se falar dos imigrantes, pois existem algumas comunidades que tem necessidades de inserção diferentes. Em portugal temos muitos brasileiros, mas estes fora o futebol, e algumas condições socio-economicas, não tem diferenças de maior em relação a nós. Já os que vêm do Burundi, temos que os integrar mas respeitar as suas tradições, excepto a mutilação genital feminina e outras coisas.
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Mas que dados são esses HY, que dizem que não se pode ir por esse caminho? Deixe o link s.f.f.
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Post idiota!
E há quem comente isto?
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É algo que realmente me intriga.
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Os ‘globalization-lovers’ que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa!…
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Bruxelas multa cartel bancário em cerca de 1700 milhões de euros e parece que nem é notícia.
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