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está resolvido o problema da sustentabilidade da segurança social

19 Dezembro, 2013
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E com a “forte participação de portugueses”.

4 comentários leave one →
  1. ora's avatar
    ora permalink
    19 Dezembro, 2013 19:38

    devem estar a confundir a s.s. com as S.S. nessas o problema resolve-se porque vão morrendo todos

    já na s.s….nem por isso suicidam-se muito poucos e são assassinados ainda menos…

    felizmente o INEM e o IPO já mataram uns Borges….

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    • xpto's avatar
      xpto permalink
      19 Dezembro, 2013 19:50

      É hábito liberal, confundir a seg. soc. com as S.S. Costuma dizer que as S.S. não são tão nefastas, porque não os expoliam dos seus salários…

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  2. jojoratazana's avatar
    jojoratazana permalink
    19 Dezembro, 2013 21:47

    Desde os tempos, em que Cavaco Silva foi primeiro ministro, que os partidos do arco do poder, tudo fizeram para a destruir, obrigando a mesma a custear com o seu dinheiro, aquilo que era da responsabilidade do estado.
    Foi um fartar vilanagem, cada trabalhador descontou durante a sua carreira 33,5% todos os meses do seu salário.
    Pois a TSU nunca foi suportada pela entidade patronal, nem nunca será, o trabalhador é que deixa de ganhar o que devia.

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  3. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    20 Dezembro, 2013 04:57

    “Pois a TSU nunca foi suportada pela entidade patronal, nem nunca será, o trabalhador é que deixa de ganhar o que devia.”

    A TSU tal como todos os gastos de uma empresa é suportada pelos clientes das empresas.
    Como tal se distribui depende da oferta e procura nas relações laborais, acordos existentes, outros factores.
    Por isso você que não parece perceber o que é uma empresa livre a resposta é: Depende.
    Se por exemplo os trabalhadores estão a ameaçar sair porque têm outras propostas melhores pode ser que seja o proprietário a ficar com os custos da TSU e baixar a sua proporção de lucros.

    Sem clientes não há papel para ninguém. Excepto claro as abencerragens estatistas que o jojo tanto gosta.
    Essas têm escravos como accionistas e clientes forçados, mas nos dias de hoje chama-se um nome politicamente correcto: contribuintes.

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