Papá-Estado, parti um vidro, ajuda-me!
Quando me sinto particularmente vocacionado para cumprir escrupulosamente a Constituição, procuro formas de aferir o número de latifúndios que ainda possam existir. A minha pequena obsessão com esta particularidade da Constituição portuguesa é apenas uma sinédoque para o logro que é o comentador-constitucionalista: ou se aceita a Constituição no seu absoluto – é o que é, respeite-se – ou, aceitando como tola esta ou aquela norma, fica por definir qual o critério que permite determinar o que é para respeitar e o que é para ignorar. Naturalmente, neste último caso, permite-se que sejam ignoradas todas as normas.
De qualquer das formas, com ou sem latifúndios, a minha parte preferida da Constituição não é o tal artigo 94 dos latifúndios e sim o artigo 67 dedicado à família, em particular o ponto 2, alínea c:
Incumbe, designadamente, ao Estado para protecção da família:
(…)
c) Cooperar com os pais na educação dos filhos;
Nas escolas, em reuniões com os pais, não é isto que nos é transmitido. Professores da escola pública, que nos asseguram existirem para ensinar e não para educar crianças, estão constitucionalmente errados. No fundo, incorrem numa inconstitucionalidade ao descartarem-se de uma responsabilidade consagrada, a do Estado cooperar com os pais na educação dos filhos. Dito de outra forma, sempre que na escola pública se decide punir o Paulinho pela rudeza dos seus actos – coitadinho, não sabe mais, não teve a devida ajuda do estado na sua educação – viola-se o princípio da confiança que determina ser função do Estado cooperar com os pais na educação dos filhos. Estes casos são dramáticos e é imperioso ouvir o Joaquim sobre isto.

Caro Vitor Cunha, acha mesmo que conseguirá ouvir o Joaquim, ou mesmo a Manuela ou o António falar de outra coisa que não seja a sua (a deles, claro!) reforma?
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É um texto que pode servir de base ao PSD para um revisão constitucional.
Leve-o ao deputado Amorim para votação na AR.
Sobre a cooperação com os pais na educação dos filhos, gostaria que o Estado cooperasse comigo, pois o meu filho quer ser austronauta.
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Astronauta é mais viável que professor. Vou encaminhar.
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Piscoiso, para si a Constituição é como a Bíblia – o que está escrito está, só nos resta interpretar. Não está só.
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Não, não tenho bíblias.
A Constituição é uma lei nascida num parlamento representativo da nação.
Respeito essa lei ou qualquer outra democraticamente aprovada.
Como do mesmo modo aceito a sua alteração.
Errou o alvo.
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E’ natural que o filho de um extra-terrestre queira conhecer o planeta do pai……
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Não confunda educação com instrução!
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Nas reuniões de pais a que compareci era confrangedora a ausencia dos mesmos. Dava para entender que havia uma maior preocupação em educar do que ensinar, notando-se, nos professores, o prazer em salientar os alunos mais empenhados.
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Piscoiso, para si a Constituição é como a Bíblia – o que está escrito está, só nos resta interpretar. Não esta so.
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Se a Constitucao portuguesa e o que ‘e para o Passos Coelho o que nao vai ser para o tiro ao alvo…:)
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Neotonto, não percebi onde quer chegar.
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A falta de razão agrava a estupidez. Este post è a prova viva disso
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A tendência para o insulto é proporcional à da calinada a escrever.
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Tanta azia ! Continuem a dar tiros nos pés ainda levam com o Sr. Seguro antes de 2015 .
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POR FALAR EM ESTADO-PAPÁ… vão ter que rolar cabeças em Portugal pelo desaparecimento dos “sirios”…aparecem aqui como apareceram e depois desaparecem…já parece quase a Guiné!! e cá para mim saíram de avião…afinal a ANA pertence a um estado estrangeiro, o Qatar e facilmente retira pessoas de Portugal para os seus Aeroportos na Europa, sem passar pelo SEF…fica provado que a privatização é um atentado à segurança de Portugal…Turquia-Marrocos-Qatar…eu se fosse aos militares pensava seriamente tirar aos civis o controlo da segurança interna de Portugal…entregar os Aeroportos Nacionais a um Estado terrorista, como é o Qatar, como se esta vendo no Médio-Oriente,é algo de…se não rolarem cabeças então este Estado é um Estado Mafioso…OS SERVIÇOS SECRETOS PORTUGUESES NÃO INVESTIGARAM OS MOVIMENTAÇÕES DOS “SIRIOS”!!?? INACREDITÁVEL…ao que parece movimentaram-se tão bem em Portugal…que dá para acreditar que tiveram cúmplices em Portugal na sua entrada em território nacional…
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Turquia-Qatar-Marrocos
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Já caiu o Governo? Os seus membros já partiram para o exílio? As taxas de juro já estão a 15%? O Pingo Doce já foi nacionalizado? É verdade que agora se chama Pyongyang Doce?A indústria do calçado já foi nacionalizada para produzir para o proletariado? Alguém que nos informe, por favor.
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De vez em quando, tenho tendência para dar razão ao Vítor. Neste caso, de tal ordem que, uma vez assumida a ideia de que a Lei Constitucional não é para ser cumprida nos seus mais elementares princípios, ao contrário de qualquer outro PAÍS, apresento a minha proposta para a resolução de todos os nossos problemas. E não me venham com questões de legalidade.
1. Nacionalização de todo o património privado, mobiliário e imobiliários, interrompendo durante uns poucos dias qualquer iniciativa privada;
2. Venda imediata aos ex-proprietários, ou por concurso público, de todo o património nacionalizado;
3. Pagamento integral das dívidas do país, com os resultados obtidos, e aplicação das restantes poupanças;
4. Aplicação do princípio de um país dois sistemas – aqueles que assim o entenderem ficarão dispensados de todos os impostos, pagando na hora qualquer serviço utilizado, sendo também retirados de qualquer benefício legal, designadamente não lhe sendo aplicada qualquer lei garantística; os outros permanecerão num sistema de democracia social e num estado de direito.
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Vamos a isso. Estou disposto a esse sacrifício, sabendo que os meus prejuízos serão superiores aos ganhos.
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“Dito de outra forma, sempre que na escola pública se decide punir o Paulinho pela rudeza dos seus actos – coitadinho, não sabe mais, não teve a devida ajuda do estado na sua educação – viola-se o princípio da confiança que determina ser função do Estado cooperar com os pais na educação dos filhos. ”
———
Com a pressa, até me passou despercebida a rendição do Vítor aos princípios românticos da educação, tão partilhados pela escola eduquesa: os pais não deverão punir os filhos. Ainda o hei de ver a fumar, Vítor. 😉
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Dada a já sentida incapacidade, desatino, desespero (e provocações) deste governo pela quarta vez recauchutado, não faltará muito para que surja o PPortas ou outro politicamente semelhante com esta frase recuperada do salazarismo : “tudo pela Nação, nada contra a Nação”. Ou seja…
Se surgir uma manif gigantesca promovida por boys, pela banca & afins (a brigada do reumático é doutra índole) para apoiar o PM PPortas, o vice-PM PPCoelho e o que resta, o regime estará perto do fim.
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E tem esse que profs da pública diferem dos da privada, palavra feia, com sua licença. E o Cristo é Deus, veramente …
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Nada de criticar o paulinho primeiro ele de fato é jovem até chegar aos 60 anos vive à custa do estado e dos pais se ainda estiverem vivos pois então anda na escola para traficar um bocado e oferecer piscas às miúdas ele precoce é ele… elas não lhe dão sorte é verdade até porque cheira mal que tresanda não chateiem o paulinho o paulinho é muito nosso é um miúdo reguila sim senhor, porque não nada de mexer no paulinho deixem-no fazer barulho durante a noite para acordar os vizinhos deixem-no fumar um charro antes de snifar o pó, nada que as pivots da tv não façam à sucapa deixem-no à vontade porra o miúdo é porco guedelhudo daquela boca suja arrota os impropérios nunca lavou os dentes bastam-lhe quatro ou cinco vocábulos e ele se afirma pelos seus próprios meios e porque havia de ser diferente, porra se ou “outros” são iguaizinhos, as mães é toda para a frente, vai de saia curta às manifestações de braço no ar ó paulinho toma lá 5 euros, hoje já não há mais, ó mãe mas que porra é esta eu hoje preciso de 20, ele vai recebendo a mesada sim senhor, às vezes ameaça a mãe com a naifa mas é só a bricar… ela explica ao amigo, o marido está fora há três anos em paradeiro desconhecido fugiu de custóias, ela diz que tem de ser para ele não roubar como o pai fazia, era uma vergonha, ela ainda têm uma réstea de vergonha já os vizinhos a repreendem ó filha se roubar faz ele bem, roubar aos ricos é justo como o caraças viva o ché o fidel e o robin dos bosques o amanhã há-de ser nosso e quando o paulinho parte os vidros das marquises, os dos bancos anda a ver se consegue mas são duros, o estado falido já não paga o vidro fica partido e quantos mais se partirem mais entra o fresco o que é que vocês querem a vida é assim mesmo prontos!
Este estilo é inspirado pelo saramago, pela blimunda e pela pilar também estou à espera da fundação para me candidatar para o prémio nobel da literatura e o que é que sou menos que o vitor cunha e outros tipos que andam para aqui a escrevinhar sem destino? Essa é boa!
Procurem decifrar o sentido literal e simbólico do texto com ajuda de um instrumento de tortura manejado por um chulo de renome alicercem o diálogo num conjunto de palavras centrais na narrativa e em seguida façam a leitura em voz alta do texto que é para eu ouvir numa noite fria e tempestuosa de preferência.
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Estive a rever o texto fiquei desolado ainda tem vírgulas o que atesta a minha tendência para o retrocesso digamos mesmo para aquele espírito reaccionário que me atormenta
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!Seu subversivo
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Nada de preocupações, Javitudo. O Saramago também usava vírgulas, embora se diga que não, não sei porquê. 😉
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Quando NÃO me sinto particularmente vocacionado para cumprir escrupulosamente a Constituição, porque isto de ser um “factor dinamizador” da economia dá-me uma visão muito pessoal do conceito de responsabilidade, é sempre bom aferir que o meu latifúndio continua sob a protecção do Senhor: Papá-Estado financiai-me, olhai o risco sistémico!
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Papá Estado, levei o meu banco à falência, ajuda-me por favor!
Quantos empresários, acionistas, gestores, etc., enfiam este barrete?
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Este post é muito fraquinho. Até dá pena. Revela falta de educação, desconhecimento total dos assuntos enunciados e acima de tudo uma enorme falta de inteligência.
O vitinho anda a deitar tarde?
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O Joaquim deveria antes de mais mandar assegurar que ser educado é condição de licenciatura de professores, como requisito constitucional.
Só por esse acto, o número de licenciaturas caía drasticamente a avaliar pelo que pôde ser visto nestas greves.
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por essa ordem de i-dei-as soares nunca seria primeiro-ministro nem alberto João seria alberto João
na realidade desde João franco não teríamos tido ministros por falta de boa educação gay
e escreve-se o nº de licenciados ou de candidatos a professores
o nºde licenciaturas continuaria o mesmo
que até é baixinho considerando o nº delas em 1983 ou em 93 ou mesmo em 98
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JgMenos, e assim o Nuno Crato também não era Ministro da Educação, uma vez que para o ser teria de ser bem educado. Não é o caso!
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