Novos produtos na Grande Loja Blasfema
É com prazer que anunciamos uma nova linha de produtos para a pessoa humana com consciência social. As transferências injustas e a problemática da economia do Estado estão na ordem do dia; uma representação gráfica vale mil palavras, mesmo na Quadratura do Círculo.
Com design moderno e recorrendo ao novo símbolo da contestação, a Grande Loja Blasfema lança uma linha para a mulher, criança e até homem, linha esta que expressa tanto a preocupação do pensionista comum como do patriota indignado. Com variantes em tom revolucionário e padrões arrojados, expresse as suas preocupações sociais mantendo-se na moda.

Para o verdadeiro patriota, temos o símbolo da contestação em verde e rubro, permitindo também serem usadas como peças de apoio à selecção de futebol no Mundial de 2014.
Para o verdadeiro revolucionário e fashionista, temos disponíveis versões em vermelho com um lindo padrão em pele de girafa, animal conhecido por esticar o pescoço sempre que precisa de se alimentar no topo de uma árvore.
Visite a Grande Loja Blasfema e participe neste movimento verdadeiramente patriótico.


É um design boçal e infantilóide.
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Obrigado. Tinha receio de não capturar a essência do original.
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Ahahah. Captaste perfeitamente.
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Um bom designer faz sempre algo de qualidade independentemente do tema.
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Um modelo PISCÓSICO?
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Captei… meu divino mestre:
O Piscoiso é o Pacheco Pereira disfarçado! Tira a máscara!
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coitadinho está sozinho no natal
e até o dinheiro ficou com os suissos
é ebenezeer scrooge cólon
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Um manguito do Rafael BPinheiro ou um caralho das Caldas estão mais adequados como resposta ao post.
(Certa gente continua a achincalhar a miséria humana provocada, no caso, pelos mentirosos que nos (des)governam).
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É paa fora do *arco * que aponta, MJRB? Será?
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Parece-me que o Sr. já deveria ter sido notado pelo seu zelo, e mereceria a nomeação para um job…
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Falta qualquer coisa para os grandes defensores das causas verdes, aquecimento global, peak oil, emissão de CO2 (nos países que não governam), energias renováveis a todo o preço … ou seja a uma linha verde melancia neocomunista.
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Entre os novos produtos da Grande Loja Blasfema não existe um barrete para os membros do Governo enfiarem nos seus toutiços em paralelo com o pin da bandeira na lapela dos casacos e passearem assim ornamentados, nesta quadra festiva, pela baixa pombalina, depois do chumbo do TC?
Em concomitância seria, igualmente, muito apropriado para festejar em Maio/Junho próximo o colorífico fim do ‘protectorado’.
Sugestão: pode inclusive ser do modelo ‘frígio’ (idêntico aos que os ‘descamisados’ teriam usado no assalto à Bastilha…).
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http://www.youtube.com/watch?v=3brQp7n36sg
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“barrete para os membros do Governo”: eles deram o barrete ao tó zero e oposição PCCGTP logo que a economia começou a recuperar
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O que è importante reter è que o desenho retrata uma realidade que o colectivo blasfèmias defende e sufraga. Eles não são estùpidos. São pagos para parecerem estùpidos.
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Não sei: mas estúpido e analfabeto é confundir o acento grave com o agudo . . .
J. Resende fá-lo, mas que interessa isto à matilha?
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Ou seja, são tambèm eles uma espècie de criaditos
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Parabéns pelo lançamento desta nova linha de produtos (“não de aguenta”). Estávamos a precisar dela “como de pão para a boca”… Design simples mas arrojado e muito inovador. A cu-municação e os debilóides “intelectuais” vão também adorar. Mais uma peça de contestação contra a troikae a favor da esquerda canhota, sem esquecer o peiésse, que já está “à coca” para esburacar um bocado mais isto se o deixarem…
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e para pessoas não humanas não vendem nada ? é que o ET e o Alf também queriam uma 🙂
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Bonecos
Virtuais bem-feitos
Manuais espectaculares
Que dão que falar
Nas redes sociais
Mas o boneco não espelha a realidade gerou-se uma crise. Procurou-se alguém para pagar a crise, a Alemanha passou a conta aos sub-humanos do sul da Europa que se encontram dentro do espaço vital alemão. Os porcos do sul da Europa, puseram-se a jeito.
Com muitos anos de juros exorbitantes os desleixados, desunidos e facilmente manipuláveis povos do sul da Europa, vão pagar a crise e muito mais.
Mas esquece a Alemanha que ao destruir poder de compra dos povos do sul está a brincar com o fogo. Ao criar pobreza no Sul da Europa está a criar um banco de mão-de-obra tão barata como a chinesa. Já diz o proverbio espanhol:” cria corvos e eles te comerão os olhos”. Neste caso Dragões Europeus. Não será de estranhar uma desindustrialização da Alemanha a breve prazo, pais aonde funciona a democracia e existem ideias verdes!!!
Já a América (Deus Abençoe a América, A Coca-Cola e o Obama) resolve as crises criando riqueza sem empobrecer os parceiros comerciais.
Com uma política monetária generosa e virtuosa consegue manter o dólar baixo e promover um crescimento virtuoso da Economia Americana. Têm surgido muitos empregos na indústria extractiva e da manufactura. A América está a crescer como potência industrial. Quando o efeito alavanca do crescimento industrial chegar ao sector dos serviços serão gerados milhões de empregos.
A confiança na América está tão forte que apesar de terem sidos produzidos cerca de três biliões de dólares abençoados, o dólar não sofreu depreciação nem a inflação subiu.
Este conflito entre fazer dinheiro ou promover a austeridade vai ter o mesmo desfecho que o conflito tecnológico entre o dirigível e o avião.
Potência é força. Força é poder. O século XXI vai ser totalmente americano com um ligeiro toque chinês.
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. . . e continua a *crise dos acentos gráficos*: NÃO APRENDE . . .
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Ideia do Martin? Não consigo localizar a imagem e a mais próxima que consigo identificar é esta:
de qualquer maneira, parabéns pela ideia
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linha esta que… vai para escola, moço.
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Extraordinário, Vitor. Acho que vou comprar um de cada para oferecer depois de amanhã.
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Rui, não tenciono entrar em 2014 sem uma destas.
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e o relógio troika no largo do caldas? Vitor ainda nos vai surpreender 🙂
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Portela, és mais imaginativo do que isso; mas a falta de assunto é uma chatice, não é?
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posso sempre falar de roubos de arbitragem 🙂
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Então e o relógio de manufactura governamental, ainda não consta do vosso catálogo?!…
Tss, tss, tss…
«O HOMEM DO RELÓGIO QUE GOZA CONNOSCO
Portas, demasiado habituado a uma sucessão de truques mediáticos que durante muito tempo fez com impunidade e que hoje ninguém suporta, resolveu colocar no CDS um relógio que conta de forma decrescente o tempo que falta até a troika se ir formalmente embora. De imediato, eu e muito mais gente, imaginou dezenas de outros relógios que podiam ser colocados em cada esquina de Portugal, medindo o tempo que falta para uma imensidão de outras coisas, todas muito mais significativas do que a data artificial em que a troika deixa de vir com espavento ao Terreiro do Paço, para reunir discretamente num gabinete em Bruxelas ou em Frankfurt ou Washington.
Alguns desses relógios andariam tão lentamente e o tempo que medem é tão longo que parecem parados. Por exemplo, o que medisse o tempo até que um “desempregado de longa duração” tornasse a ter emprego. Ou o que mediria quando o número de pobres em Portugal diminuiria, não por uma habilidade estatística, mas na realidade. Ou o que mediria o tempo que os juros demoram a recuperar depois da “crise Portas”, e quanto tempo Portugal precisa para recuperar desses estragos “irrevogáveis”. Ou, já agora, o tempo em que falta até a palavra “irrevogável” significar de novo irrevogável.
Mas há pelo menos um relógio cujo tempo decrescente não se mede num googleplex, ou seja num número com muitos zeros à frente, que é o que mede o tempo que falta para que Paulo Portas regresse ao exílio no seu confortável e pequeno CDS. Se tudo correr mal, será em 2015 e não antes como deveria ser se houvesse justiça divina. E daí não sei, o António José Seguro ainda o recicla…» (in Abrupto)
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*Puxando* pelo meu sentido democrático afirmo que os símbolos
são necessários para ordenar, sistematizar, classificar *os animais humanos*
que os ostentam . . .
Nesta conformidade NÃO EXCLUAM, OS PROPRIETÁRIOS, da bandeira/estandarte
do PCP, a Foice e o Martelo . . .
Um produto, qualquer que seja, tem de apresentar a sua garantia de origem, neste caso
o PCUS (da União Soviética) . . . De outra forma seria um contrafacção, o que , até é
punível Judicialmente . . .
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