Agora estou mais interessado em saber o que se passa com Marques Mendes e um tal Joaquim Coimbra que ao que parece está metido em tudo o que é menos claro. Será que são socialistas?
O paizinho Estado trata do “bem estar” do seu menino Povo, desde o berço até à tumba.
Já havia os filhos da mãe.
Também havia os filhos de pais incógnitos.
Agora há os filhos da lei.
Só não há quem nos livre da praga de filhos da puta que enxameiam este desgraçado país. Isso é que faz falta.
Não esquecer as crianças que são entregues ao cuidado de “amas” que vivem com cães ou gatos ou ambos e até têm piriquitos, os avós viuvos que poderão ter um passado questionável, as tias e tios que por vezes até são melhores que os verdadeiros,
A questão do sistema referencial familiar é mais “nosso”, como adultos e como sociedade.
Onde é que estes jovens foram buscar as referências? http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=97303
Ao movimento “gaysista” que de forma “fascisante” obriga à assunção da orientação, denunciando quem não o faça voluntariamente – como no livro de São José Almeida: “homossexuais no Estado Novo” – resta-lhe, como minoria, o problema de “crescimento”: Os homossexuais, na sua maioria, continuarão a ter filhos naturais, fruto de “sólidos” casamentos heterossexuais, recusando fazer parte da “minoria”.
Entretanto, levanta bem alto as “bandeiras” possíveis. No caso, a co-adopção.
Entendo a questões culturais e as resistências de princípios, porém fico-me pelo pânico: parece que hordas de homossexuais estão em lista de espera, de “olho gordo” em criancinhas.
A coisa lembra as manifestações da CGTP, em que os manifestantes são estilo rodízio: ora são professores; reformados; funcionários públicos; jovens indignados com o desemprego e, até jovens chateados com o emprego.
Considerando que as crianças não têm direitos – por incapacidade de os conhecer e reivindicar – e, os adultos sim, uma carrada de obrigações a levar a cabo. Deparamos com problemas sociais – não só por causas materiais – que colocam crianças em risco. Milhares. Escuso-me a mencioná-los. Cada um de nós tem conhecimento deles e, cada um de nós é impotente ou indiferente, perante tais situações.
Aqui entra o problema da co-adopção. Pela insignificância, obviamente. Aposto que daqui a 20 anos haverão 20, 30, 40, ou até só uma dezena, de jovens traumatizados – aceitando tal facto como verdadeiro – por terem dois pais ou duas mães.
Porque se a preocupação são as crianças, tenho já em vista 3 mães (e 1 pai), a quem urgentemente se devem retirar os filhos.
No entanto são filhos da “lei”. Ou seja, a lei fecha os olhos à incompetência, inconsciência e até maldade dos pais. Quando são biológicos. Só em casos extremos, por vezes já sem solução para a criança, a lei age.
Reconhecemos o direito à homossexualidade assumida; ilegalizamos a discriminação; reconhecemos o direito de se casarem entre si; aceitamos que um deles possa adoptar… e agarramo-nos a pruridos que o conjugue, legalmente, passe a ter a obrigação de cuidar e educar a criança.
Porque é isso. A diferença está em que um dos elementos do casal, cuida e educa a criança, sem que a isso seja obrigado.
Um erro. Todos os responsáveis por crianças, são poucos. E já que o “avanço” civilizacional permitiu ser mais fácil o divorcio que pôr um mau trabalhador na rua, que pelos menos as crianças não sejam fáceis de descartar.
A Hipocrisia tem limites
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Agora estou mais interessado em saber o que se passa com Marques Mendes e um tal Joaquim Coimbra que ao que parece está metido em tudo o que é menos claro. Será que são socialistas?
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Então faz um blogue e escreve sobre todos os assuntos que o interessam.
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O paizinho Estado trata do “bem estar” do seu menino Povo, desde o berço até à tumba.
Já havia os filhos da mãe.
Também havia os filhos de pais incógnitos.
Agora há os filhos da lei.
Só não há quem nos livre da praga de filhos da puta que enxameiam este desgraçado país. Isso é que faz falta.
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Não esquecer as crianças que são entregues ao cuidado de “amas” que vivem com cães ou gatos ou ambos e até têm piriquitos, os avós viuvos que poderão ter um passado questionável, as tias e tios que por vezes até são melhores que os verdadeiros,
A questão do sistema referencial familiar é mais “nosso”, como adultos e como sociedade.
Onde é que estes jovens foram buscar as referências?
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=97303
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Então e estes, onde é que ficam?
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Isto vai contra a “corrente PC” mas…. what the heck!!!
http://www.frc.org/issuebrief/new-study-on-homosexual-parents-tops-all-previous-research
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Ao movimento “gaysista” que de forma “fascisante” obriga à assunção da orientação, denunciando quem não o faça voluntariamente – como no livro de São José Almeida: “homossexuais no Estado Novo” – resta-lhe, como minoria, o problema de “crescimento”: Os homossexuais, na sua maioria, continuarão a ter filhos naturais, fruto de “sólidos” casamentos heterossexuais, recusando fazer parte da “minoria”.
Entretanto, levanta bem alto as “bandeiras” possíveis. No caso, a co-adopção.
Entendo a questões culturais e as resistências de princípios, porém fico-me pelo pânico: parece que hordas de homossexuais estão em lista de espera, de “olho gordo” em criancinhas.
A coisa lembra as manifestações da CGTP, em que os manifestantes são estilo rodízio: ora são professores; reformados; funcionários públicos; jovens indignados com o desemprego e, até jovens chateados com o emprego.
Considerando que as crianças não têm direitos – por incapacidade de os conhecer e reivindicar – e, os adultos sim, uma carrada de obrigações a levar a cabo. Deparamos com problemas sociais – não só por causas materiais – que colocam crianças em risco. Milhares. Escuso-me a mencioná-los. Cada um de nós tem conhecimento deles e, cada um de nós é impotente ou indiferente, perante tais situações.
Aqui entra o problema da co-adopção. Pela insignificância, obviamente. Aposto que daqui a 20 anos haverão 20, 30, 40, ou até só uma dezena, de jovens traumatizados – aceitando tal facto como verdadeiro – por terem dois pais ou duas mães.
Porque se a preocupação são as crianças, tenho já em vista 3 mães (e 1 pai), a quem urgentemente se devem retirar os filhos.
No entanto são filhos da “lei”. Ou seja, a lei fecha os olhos à incompetência, inconsciência e até maldade dos pais. Quando são biológicos. Só em casos extremos, por vezes já sem solução para a criança, a lei age.
Reconhecemos o direito à homossexualidade assumida; ilegalizamos a discriminação; reconhecemos o direito de se casarem entre si; aceitamos que um deles possa adoptar… e agarramo-nos a pruridos que o conjugue, legalmente, passe a ter a obrigação de cuidar e educar a criança.
Porque é isso. A diferença está em que um dos elementos do casal, cuida e educa a criança, sem que a isso seja obrigado.
Um erro. Todos os responsáveis por crianças, são poucos. E já que o “avanço” civilizacional permitiu ser mais fácil o divorcio que pôr um mau trabalhador na rua, que pelos menos as crianças não sejam fáceis de descartar.
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