“Nós vamos pegar o mundo pelos cornos da desgraça e fazermos da tristeza graça”
Ler Daniel Oliveira é extremamente útil para se perceber o dandismo que a esquerda urbana com aspirações intelectuais advoga na redução ao absurdo que é a sua própria superficialidade. Em primeiro lugar, Daniel Oliveira não precisa saber saber se “Tordo emigrou nas melhores ou nas piores condições” para determinar que se sentiu “obrigado a sair do país” e que “isso amargurou-o”. Depois, confunde um post no blogue do prolífico escritor Tordo júnior com “uma carta sentimental e indignada ao pai” (os selos estão pela hora da morte). Segue-se uma compreensão naturalista pelos “sentimentos fortes” gerados pela partida do Tordo sénior para o Brasil “num momento em que Portugal e a sua democracia se põem em causa”, numa manifesta sobreavaliação de importância aos movimentos que Daniel Oliveira gosta de abraçar, dos estalinistas do PCP aos trotskistas do Bloco, e daí aos estrábicos do 3D. Depois, continua com algo incoerente até admitir que “para anular a carga simbólica desta partida nada como abrir caça ao Tordo”, numa paradoxal cedência à emigração de um indivíduo como símbolo de algo. Depois queixa-se que os contratos públicos “foram esgravatados e publicados”, explicando implicitamente que, caso Daniel Oliveira tivesse algum poder, acabaria com essa indignidade dos portugueses terem acesso a listagem de contratos realizados à conta do contribuinte; talvez para evitar as “generosas doses de populismo e porções homeopáticas de rigor”, porque promover, só mesmo “a carga simbólica desta partida” de cantores que emigram após 13 anos do seu último disco.
Giro, giro é o último parágrafo: Daniel Oliveira “não queria saber nada de especialmente novo sobre Fernando Tordo”, referindo-se a contratos ou “apoio do Estado”. Ele não queria, por isso, você, caro leitor, também não tem que querer, percebe? Daniel Oliveira “dispensava esta lama toda” apesar de dedicar 598 palavras no Expresso a não dispensar esta lama toda. Como antes já referia, “esta crise libertou um ar tóxico e irrespirável” porque isto de os contribuintes saberem quem andam a pagar é a nova asfixia democrática. Depois rebenta com tudo referindo-se à geração de Tordo como “a geração a quem devo a minha liberdade”. Nota-se a mágoa: a liberdade permite que se publiquem contratos de ajuste directo que Daniel Oliveira não quer ver publicados porque isso “apouca” os visados. É patente o descontentamento com a falta de respeitinho, pá, por quem Daniel Oliveira decide que é preciso respeitinho, pá.
Termina com um bela pergunta: “o País [sic] deu pela partida de Fernando Tordo. Daria pela partida dos que o apoucaram nestes dias?”. Tão bonita que merece ser invertida: o país daria pela partida de Daniel Oliveira ou libertar-se-ia de parte do “ar tóxico e irrespirável”?

Nada de novo. Portugal é composto por “cidadões” desde a direita política até à esquerda por autores e guionistas de comédias trágicas. (excluo os extremos por serem só trágicos).
A moral deles “vareia” conforme as conivências ou as conveniências.
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A carreira de Daniel Oliveira merecia uma cuidadosa análise.
Politicamente insignificante, nunca tendo ocupado qualquer cargo com o mínimo de relevância, socialmente um troglodita que se dedica ao maldizer num obsceno programa, trânsfuga de dois partidos, conseguiu um lugar de relevância no Expresso e agora aparece por todo o lado como o idiota útil.
Isto acontecer em Portugal mostra claramente que o merecemos.
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Não é a carreira de DO a merecer análise, mas nós: os que perdem tempo a fazer análises das “carreira” de DO. A personagem – como outras – é para o imaginário indígena, o comprovativo de como somos uma democracia: damos relevo ao delírio, protagonismo à loucura. Tal como às famílias queques, ficar bem ter um filho estroina e inconsciente.
Acrescentando gravidade, além do que escreve, ao como escreve: que não sabe. Pois apesar de se vangloriar da tarimba jornalística, tem a capacidade de síntese de um papa a escrever encíclica… e com mais superioridade moral.
Daniel Oliveira beneficia da síndrome Bloco de Esquerda. Com o nosso atraso devido à “coisa” só ter sido em 1974, queremos experimentar as sensações da Europa dos anos 60.
PS. Conforme indiquei, pelo tempo que perdi a escrever sobre a personagem, vou à “psico-consulta”
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Não somos nós, os que fazem análise do DO, perdendo tempo,que merecem análise, mas sim os que analisam os que fazem análise do DO.
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André, a sua mente brilhante permitiu-me vislumbrar o devir: “Não somos nós, os que fazem análise do DO, perdendo tempo,que merecem análise, mas sim os que analisam, OS QUE ANALISAM – esta parte em maiúsculas é da minha autoria e em que a sua ajuda foi preciosa – os que fazem análise do DO”
E a coisa pode ter continuação….
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Isso é um comentário a um comentador que comenta quem comenta o que DO comentou por terem comentado os comentários da família Tordo? Porque se for gostaria de usar este espaço para comentar o comentário ao comentário a um comentador que comenta quem comenta o que DO comentou por terem comentado os comentários da família Tordo.
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Perdi-me… fiquei atarantado sem entender quem comenta quem e cheira-me a trafulhice comentosa
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Corroí-me o cocuruto de ler e ouvir falar mal de Daniel de Oliveira… Os portugueses devem-lhe a liberdade…. de o mandar pró Caral****! A ele e à aquela corja do Eixo do Mal!
—-
Piscoisa… então amiga, quando tiras a burka?
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Os estrábicos do 3D?
ehehehehe
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Só para não ser injusto: o Victor Cunha é o mesmo que chegou a ser director adjunto do Independente, não é? Só para compreende melhor essa ideia de que eu lanço ar tóxico e perceber se houve uma evolução da sua opinião. E aproveito e esclareço aqueles que têm dúvidas sobre a minha “carreira”. Agradecido.
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Confundem muitas vezes o Vitor Cunha com o Vitor Cunha. O Marco António também tem esse problema. E sobre o post, nada? Parece um daqueles comentários de chafurdar na lama e nós não queremos isso, pois não?
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Esta precedência da identidade sobre a ideia, dando (ou tentando dar) destaque à procedência de cada um, é uma forma de evitar discutir ideias? Ou será que é um manifesto da sua inexistência?
Estranho seria que esta eminência parda descesse do seu pedestal para se submeter ao debate. “O país” (diria sick: esta habitual construção de argumento por apropriação de vontades e pensamentos alheios, para mais sem caução) já deu pela inexistência de uma ideia política que se veja sem óculos 3D, vindo dessa banda. Aproveito para citar-me (que feio! mas não tenho blog…) numa resposta a um artigo deste cavalheiro em http://expresso.sapo.pt/os-portugueses-tem-inveja-dos-indicadores-economicos=f856646?mode=thread&va=5012916#501291 e que (expectávelmente) não mereceu resposta, se calhar porque nenhum JorgeGabinete lhe permitiu juízos prévios que lhe permitissem responder sem aflorar o assunto (e peço desculpa VC se considerar fora de tema):
“Insano eu!?
Caro Daniel Oliveira,
Antes de mais faço por si uma declaração de interesse: fossem quaisquer outros os valores para os indicadores que refere, a sua posição seria exactamente a mesma porque se encontra barricado num espectro dogmático (digo espectro e não linha!).
Convém recordar-lhe que nas últimas legislativas o cidadão eleitor foi colocado perante uma encruzilhada e, esmagadoramente, rejeitou a sua visão para o caminho que devemos trilhar. Claro está que no dia seguinte às eleições começou a ofensiva do 2º resgate. Esse resgate mais não é que o resgate do prejuízo que o BE, PCP e outros movimentos tiveram de suportar resultante dos resultados eleitorais que sufragaram (mas pouco) essa sua visão.
Da minha declaração de interesses digo-lhe que não milito, sequer simpatizo com os partidos actualmente no governo, não sou de esquerda, não sou ultra, neo ou proto liberal e, não transijo perante racismo, xenofobia ou qualquer outra violação da carta dos direitos humanos.
Quanto ao sumo (digo substância):
– quando ocorreram as eleições, já estava decidido o aumento de dívida (certamente que 78 mil milhões de euros não lhe escaparam)
– quando ocorreram as eleições sabia o cidadão eleitor estar a plebiscitar um programa de restrições que levaria a uma retracção da economia
– quando ocorreram as eleições já se assistia a uma subida permanente da taxa de desemprego (que digo estrutural)
– enfim: sendo a meta do tratado orçamental escrutinada por quem nos aumentou o endividamento ao emprestar-nos…
Queira não reputar a sanidade mental de quem não pensa igual a si, o que significa queira ser tolerante com a diferença de opinião. Esta euforia que o aflige mais não é que a proporcionalmente inversa à sua perante cada má notícia.
Vê diferença entre falhar metas estipuladas e falhar prognósticos de catástrofe? Eu vejo porque felizmente vivo no país que falha metas orçamentais mas que caminha para algum lado e não passou, nesse caminho, e ao contrário de vários dos seus vaticínios falhados, por: A) a breve trecho ficaríamos iguais ou piores que a Grécia; B) o desemprego estava numa marcha inexorável rumo aos 20, 30 ou 100%; C) entrávamos numa espiral recessiva; D) desmoronamento social e convulsões terríveis.
Não sou indiferente ao sofrimento e dificuldades que esta governação nos faz passar, mas não partilho do seu oportunismo demagogo e panfletário.
Passe bem e, de preferência, não usando a insanidade mental como rótulo, respeite a diferença!”
Apenas refiro (devo-o a mim) que aprecio, nesse registo, o pouco que dele li na coluna desportiva, embora não partilhe a simpatia clubística.
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O problema do Daniel Oliveira, é que gosta de escrever sobre tudo e um par de botas, e quando toca à economia é um desastre. Ele foi um dos promotores do “Congresso das Alternativas” na Aula Magna, e quem quiser saber o que lá se disse e propôs para resolver a crise que nos apoquenta é só consultar as conclusões: uma pobreza franciscana.
Agora é choro e ranger de dentes, porque o Tordo foi fazer uma perninha ao Brasil, e resolveu, ou alguém por ele, montar este circo do choradinho, que mete a “mala de cartão” a um canto, e que não passa de uma reles campanha publicitária. A carta que o Tordo Junior escreveu ao paizinho dele roça a indigência. Os Tordos, pai e filho, são bem o espelho daquilo a que a “Lesboa bempensante” gosta de chamar cultura. Mas a mim não me surpreende, porque eu conheço o Fernando Tordo desde pelo menos 1968.
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Caro Alexandre Carvalho da Silveira, o seu comentário resulta em benefício (ou elogio) do visado 🙂
Se fosse só em economia, estávamos todos a ganhar, mas estou quase tentado a dizer, actualmente, que para além da filiação pouco sobra de assinalável…
Mas é bom existirem pessoas como ele, e como outras de ego insuflado (ou insuflável), para colorir a “ridiculária” deste país.
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Por razões que neste caso são indiferentes, apenas acharia curioso se o Vítor Cunha fosse o Vítor Cunha que eu conheci. E não era para lançar lama, caro senhor. Pelo contrário. Era apenas espanto. Os termos usados, a sofisticação da argumentação, tudo neste artigo (tirando o título, que é bom e que até pensei que iria explorar de uma forma interessante e mais difícil para mim) me leva a não comentar e a ficar descansado por não se tratar do Vítor Cunha que eu conheci. Nem tudo está perdido.E não se preocupe: não vou seguir a lógica um pouco absurda do seu texto e depreender, com as suas últimas palavras, que me quer expulsar do país.
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“É tão fácil para mim que nem tenho argumentos a dar, só cá vim questionar a linhagem” é um QED da primeira frase do post, que também justifica que o ar, perdão, o País é de todos.
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Deixe lá!… Pois se até há quem confunda Sócrates com Sócrates…
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Suponho que o comentário “Daniel Oliveira 3 Março, 2014 13:12”, por alguma razão falhou o link à “carreira”.
Da wiki: http://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Oliveira_(pol%C3%ADtico)
Quanto ao resto não leio o Expresso.
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vitor cunha,
Acho que tem razão…assim é dificil.
Nunca mais o chateio. Quanto ao tordo, claro que o Tordo, o filho são…
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Vou repetir-me: comente os posts em vez de pedir discos do Marco Paulo e tudo correrá bem. Experimente o primeiro comentário sem solicitar discos pedidos e tudo funcionará.
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vitorcunha,
Lanço-lhe um desafio…coloque aqui o post que censurou e se a maioria achar que o que disse é pedir discos do Marco Paulo., eu simplesmente desapareço.
Este espaço pode ser de factos um espaço de discussão, mas assim como disse acima é difícil…ser igual á zazie , ao fado, o colono e afins, não sou capaz.
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O seu comentário apagado incluía, num post sobre Daniel Oliveira a propósito de Fernando Tordo, uma queixa por não se postar, e passo a citar:
Dois reparos:
1. Cá não há discos pedidos;
2. Cá não há “e se a maioria achar que o que disse”: a maioria é quem tem o botão de “trash” para comentários.
Quer comentar o assunto para o qual a caixa de comentários está aberta? Força.
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Bolota, tal como Edward Snowden, está a sofrer agruras por parte de VC que, de certeza, não quer que saibamos a verdade.
Que terá Bolota p’ra dizer que tanto assusta o Blasfémias?
Resta-nos gritar (bem alto): deixem o(a?) Bolota falar (que mesmo falando fininho tem ficha na Wikipédia).
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Caro/a Bolota
A sua informação sobre a Produção Industrial é deveras interessante.
Eu por exemplo, estou interessado em coisa dessas.
Se o Vitor mudou para uma moderação de “estritamente no tópico”, é simples, Bolota. Coloque-a noutros blogues. Há bastantes.
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Político? Não era jornalista? São compatíveis?
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Pisscoiso,
Há-os por ai a falar grosso que nem chegam a ter estatuto para terem ficha na Wikipédia.
Eu sou um deles mesmo a falar fininho.
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Repito : os produtos da conceituada Fábrica de Papel Renova substituem, com maior profissionalismo e dignidade, todos os folhetos propagandísticos que, cá no terrunho, passam por jornais…
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Mais um caso de uma alma impoluta, que considera que meio metro para lá do seu espaço ocupado tudo é tóxico e irrespirável. DO faz parte daquela elite que acha que ainda deveríamos ser governados por um conselho da revolução, que o nomeasse a ele próprio o fiel depositário do lápis azul, libertando esta carneirada estúpida de cidadãos de saberem em que são gastos os seus impostos, de entre outras acções desagrilhoadoras da perniciosa influência das trevas.
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Sr. Vitor Cunha, respeitosamente (e sem ironia), qual é a conclusão do seu raciocinio? Que o Daniel Oliveira não devia ter escrito sobre o que se diz do Fernando Tordo?
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A conclusão é que os propagandistas não acham muita piada quando se desmontam actos publicitários. É como revelar o truque de magia.
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É cada chapada de mão aberta…!
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Com excepção de alguns excessos na retórica, concordo, no essencial com o artigo de Daniel Oliveira, quanto mais não seja pelas “cócegas” pelos vistos algo incómodas a quem só vê do olho direito. Quanto ao resto, parece que o folhetim Tordo e Cª tem tendência a continuar. Pelos menos assim não se discutem por aqui coisas realmente importantes.
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Este assunto não é o verdadeiro assunto importante.
Esta reforma do estado não é a verdadeira reforma do estado.
Este euro não é o verdadeiro euro.
Esta Europa não é a verdadeira Europa.
Este governo não é um verdadeiro governo.
Estes resultados eleitorais não são os verdadeiros resultados eleitorais.
A vontade popular não é a verdadeira vontade popular.
Este artista não é o verdadeiro artista.
Esta batata não é uma verdadeira batata.
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Estamos rodeados de inverdades, deve ser por causa do inconseguimento.
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Nada como uma frase tonta que nada diz sobre o assunto.
O que o 1berto tem mesmo a dizer sobre o assunto é:
(preencha aí)
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1berto,
Por outras palavras foi o que tentei escrever e dei-me mal.
É evidente que respostas banais e sem sentido que em Baleizão chamamos de encher chouriços, será sempre mais bem aceites do que confrontar os presentes com o contraditorio nem que para isso se tenha de recorrer a outro tema apenas para realçar o que se quer dizer.
Concordo consigo quando diz que folhetim Tordo e Cª tem tendência a continuar e acabado este outro será lançado, espalhando o mesmo tipo de mensagem, ENTRETER quem anda distraido.
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Quando vai perceber que NÃO VAI RECORRER a outro tema? Começa a cansar.
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cuidado Brasil que o Tordo ainda vai apedrejar o Cristo Rei qdo ai chegar, tal como o tuga emigrante de Londres que apedrejou a Catedral. A esquerdalhada sempre gostou de apedrejamentos.
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Daniel Oliveira tem aspirações intelectuais?!
Isso será possível? 🙂
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Muito bem. Parabéns pelo espírito crítico que, a nossa venal imprensa escrita e falada, não revela.
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Daniel Oliveira tem muita razão:
Publicar contratos públicos: que desfaçatez!
Falar de assuntos filiais só porque se comunicam publicamente: que falta de assunto!
Como a pesporrência enche páginas de jornais!
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Os jornais, pelo menos o Expresso derivado a ter como economista o senhor Oliveira (toca em qualquer piano qualquer melodia) interpretou assim os últimos números de tiragem:
Expresso aumenta quota de mercado …O Expresso terminou o ano com uma média de circulação paga superior a 93 mil exemplares e assinaturas digitais superiores a sete mil
Os números oficiosos são assim:
Expresso 82386 (2012) 77544 (2013) -5,9%
Chama-se “jornalismo interpretativo.
Todos os jornais perderam leitores destacando-se o Sol com uma quebra de 23,5% para 12741.
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Tecnicamente, é possível aumentar quota de mercado diminuindo vendas, o que não tira validade à sua tirada. Os jornais devem actualmente mais a interesses que à verdade, o código deontológico é que ainda não se converteu. De modo semelhante Portugal converge mais com a UE quando ambos estão em recessão aproximada;-)
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“o país daria pela partida de Daniel Oliveira ou libertar-se-ia de parte do “ar tóxico e irrespirável”?”
Gostei dessa.
O rapaz tinha de pedir ao filho para escrever uma gaita qualquer para alertar os papalvos, de outro modo ele seria substituído por qualquer incompetente que dissesse as mesmas baboseiras, tais como:“a geração a quem devo a minha liberdade”
Enfim, frases feitas, próprias das musicas do Tordo
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Os Portugueses sabem o que emigracao e imigracao desde os primordios da nossa nacionalidade – faz parte da nossa Historia!
Quanto ao artista Tordo tenho a dizer que podia organizar os espectaculos por sua conta e risco e disso viver.
Eu tambem sou artista. Desde crianca sempre tive inclinacao para o desenho e pintura. Estudei essas artes na Escola Industrial de Lourenco Marques-Mocambique. Nunca consegui viver vendendo a minha producao e tambem nao tive ajudas para estudar mais e desenvolver as minhas aptidoes.
Agora que me reformei e, com mais tempo livre, teria a oportunidade de me consagrar e levar mais longe o nome de Portugal. Para isso preciso de subsidios estatais. Sera que conseguirei isso?
E que eu sempre amei a minha Patria (a quem dei seis anos da minha juventude) e amo tambem a arte.
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Sim, pode conseguir.
É sócio da APRE!?
Pertence a alguma capelinha de esquerda?
É gay?
Frequenta o Bairro Alto?
Come no Pap’Açorda ou na Cantina do Movimento de Apoio ao 25 de Abril?
Faz parte de uma Comissão de Utentes (seja do que for).
Se disse sim a algum dos tópicos empurre o fulano que está à sua frente e avance.
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Vitorcunha, o que 1berto tem a dizer sobre o assunto já o comentei aqui, e em posts anteriores sobre o mesmo assunto. Mas porque acho que você é o único que vai tendo alguma graça neste blog, vou tentar responder-lhe:
Gosto das músicas do pai Tordo e interessante a escrita do filho. Entendo as razões da “fuga” do pai e o desabafo do filho, que só são polémica por serem figuras públicas e conotadas politicamente. Quero com isto dizer que se fossem de direita a galhofa seria idêntica do outro lado.
Leio e ouço comentadores de todos os quadrantes políticos e quer concorde ou discorde procuro sempre perceber até onde vai a sua (deles) honestidade intelectual, e infelizmente isso não existe em muitos deles quer sejam de esquerda ou direita. Rabos de palha não faltam por aí, e o que Daniel Oliveira escreve no texto em questão é sobre isso mesmo, rabos de palha.
Já agora, vitorcunha, a que geração acha que deve a sua liberdade?
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A dos tipos do 25 de Novembro. Terão nascido algures nos anos 30 sendo, na realidade, os pais dos Tordos que curtem Sartre e subsídios.
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Absolutamente de acordo !! Sem os tipos do 25 de Novembro este país provavelmente seria hoje ainda muito pior !!
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Pois eu devo a minha liberdade à Constituição da República de 1976 e a quem votou nela.
PIM
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Não me surpreende. O que o Piscoiso precisa é de um papel. Passe lá pelo consultório.
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Na verdade foi esse “papel” que me libertou em 1976, pois não podia estar detido sem culpa formada.
Oxalá nunca precise desses “papeis” para se libertar de injustiças.
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Uma constituição na qual os comunistas nem queriam dar aos cidadãos a possibilidade de eleger o Presidente da República, pergunte ao Vital Moreira. Uma constituição preendo um conselho da revolução. Um ”papel” assim deu liberdade a alguém ?? Ora Piscoiso, deixe a utopia e desça à realidade.
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Aproveito para me meter ao barulho.
Porque é que eu tenho que dever a minha liberdade a uma geração?
Acaso alguém fez por mim uma acção libertadora desinteressada?
Não creio.
E vendo os “libertadores” agora ainda creio menos.
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Garanto que ninguém lhe vai cobrar a sua liberdade. Há sempre formas subtis de a mitigar e de forma a não provocar muitas ondas. Os estrategas da cobrança sabem-na toda e não vão desistir facilmente. E no fim vamos todos bater palmas e pedir bis, enquanto culpamos os tordos por se pirarem. Fossem eles mais espertos e estariam agora em comissões de consultores nomeados pelo 1º ministro.
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Ninguém culpou o Tordo por se pirar. Só se culpou o Tordo por querer tomar toda a gente por parvo.
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A sua pergunta ao autor do post leva-me a duvidar que não queiram saber a quem eu devo a “liberdade” ou pelo menos “onde estava no 25 de Abril”.
Tordo não deve ser burro porque conseguiu viver até agora com alguns discos e muitos concertos pagos indirectamente por mim que nunca lhe comprei um disco.
Outros que também de burros nada têm são os “capitães de Abril” hoje todos reformados com estrelas nos ombros.
É bom estar numa profissão cujas promoções são por antiguidade.
Se durarem até aos cem anos podem chegar a marechais.
Merecidamente.
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O 1berto gosta das músicas do pai Tordo e (acha) interessante a escrita do filho (Tordo), mas há gente que não gosta do estilo do “escritor” João Tordo, antes pelo contrário, como aqui se pode ver:
http://malomil.blogspot.pt/2013/03/um-autor-dos-anos-2000.html
Eu também não gosto.
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LOL(ada).
Que família, cada vez que se esgravata mais um bocadinho a lama salta por todo o lado.
O senhor Oliveira afinal estava cheio de razão.
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Tinha ouvido algo sobre isto numa emissora de rádio e não gostei nada. É uma palermice. Alguém neste blogue, suponho que rui a., mas não me lembro, escreveu um post onde se referia às prateleiras das livrarias cheias de “livros” escritos por pessoas sem qualquer qualidade. Eu concordei e concordo. Mas se tivesse livros editados teria algum cuidado com afirmações dessas. Criticar “colegas de atividade” não é bonito.
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É bonito de ver o gigante que é Vitor Cunha sem contraditório e o duende pequeno sem argumentos em que se transforma quando confrontado por aquele que acabou de criticar. Nada que espante, os corajosos nao são os que dão o primeiro murro mas aqueles que ganham a porrada.
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É bonito é!
O VC ou vc, grande ou pequeno não se dá ao contraditório?! Deve ter no seu ecran posts que me são invisíveis e eu no meu os inexistentes. De um lado tem um “monologuista” pouco dado ao argumento (ele é estilo, ele é forma, ele é nenhuma substância a debate) do outro tem quem pega o touro pelos cornos (salvo seja), com quem muitos detractores e/ou adversários ideológicos já saborearam o gosto amargo da… resposta! Cáustico!? talvez, agora sem argumentos não, entenda-os válidos ou o contrário, eles estão expressos.
Quando diz duende pequeno é como um cego invisual, ele há outros?!
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Deves ter compreensão lenta ou não sabes ler … o resto do comum ser humano apenas viu um acefalo a atirar postas sem qualquer argumento ( hint : o Acefalo não escreve neste blog )
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Leu as não respostas de DO?
A única coisa que veio aqui fazer foi perguntar quem é VC e se já o conhecia de algum lado.
É a ‘substância’ típica de DO.
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Eles têm de pagar com língua de palmo… o mal que disseram dos retornados!
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Este Daniel Oliveira, o Sousa Tavares, o Marques Mendes o especialista Marcelo, e mais alguns que vão aparecendo, todos os dias têm algo a dizer enquanto conhecedores de tudo e mais alguma coisa.
Durante algum tempo causou-me um certo incomodo de inferioridade, por não perceber como é possível saber de tanta coisa. Até suceder que algum dos 4 tenha comentado algo que eu domino (já aconteceu com todos), e percebi que são superficiais e incompetentes, pois misturam factos com interpretações e retiram conclusões sem formular e testar hipóteses.
Continuo a sentir alguma admiração por ver que conseguem ser pagos para falar enquanto especialistas de assuntos que não conhecem, não para dar opiniões e “bocas” em blogs, mas para falar de cátedra e apontar o dedo acusador a todos os que não lhe agradem. Mais ou menos ou mesmo que sinto pelo Tony Carreira enquanto agente cultural.
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Não me diga que está a dizer mal do mercado de comentadores?! 😉
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Longe de mim
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Pensei que Daniel Oliveira fosse também emigrar, solidarizando-se com Fernando Tordo…
Afinal enganei-me, sorry.
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É incrível como esse cantador resolve ir para o Brasil e tenta fazer um teatro à volta da sua partida, com falsidades, e, quando se lhe descobre a careca, vêm logo os detentores da razão, os garantes da liberdade e da democracia – da deles, claro – em defesa do dito!
Quando é que esta gente toda desampara a loja de uma vez por todas e deixam este País respirar e crescer, finalmente, depois de 40 anos em que só fizeram Portugal definhar?
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Os pantomineiros da “rubra utopia” apoiam-se mutuamente.
Como os mabecos.
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Como já tantos ralharam tantas vezes com o Fernando Tordo, e agora com Daniel Oliveira, eu já não ralho.
Vou esperar pelos outros com quem ainda ninguém ralhou. 😉
PS: Considero Fernando Tordo um bom cantor e autor, aliás, um marco na música portuguesa de qualidade. Além disso, não sou dos que gostam de ver sair do país quem gostaria de ficar. Achei abominável o que Passos Coelho disse um dia sobre o assunto. Do filho nunca li nada. Por isso, nem deveria escrever isto (que já escrevi há dias). O que mais me custou na história de Tordo foi tê-lo visto num programa qualquer da TV, onde estava o Herman José (suponho que foi de manhã na RTP, mas não me lembro (porque não vejo programas desses e foi por acaso) afirmando que cada vez tinha mais trabalho, e onde fez observações de que não gostei sobre os jovens que não arranjavam emprego, como se fosse fácil.
Fiquei de tal maneira escandalizado que escrevi um mail a um amigo, que ainda não apaguei, a criticá-lo e a dizer que ele parecia do governo. Foi o suficiente para perder a simpatia que tinha pela figura.
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Em Inglaterra ninguém se chateou muito quando o Phil Collins foi viver para a Suíça. Lembrei-me disto porque o faduncho não parece chegar para lá do canal.
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No principio dos 70,s os Rolling Stones também foram viver para o sul de França; em boa hora o fizeram, porque lá produziram e gravaram grande parte da obra prima que se chama “Exile on Main St”. Pode ser que o Tordo também se inspire lá por Terras de Santa Cruz e nos surpreenda com uma obra prima do mestre. Ou com a prima do mestre de obras, tanto faz.
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Muita gente vai viver para muitos lados por uma razão qualquer do seu gosto ou do seu interesse. Por isso, tendo a preocupar-me mais com quem gostaria de ficar. Também com o Vítor, se um dia tiver de partir sem que o pretenda. Gosto que todas as pessoas tenham a sua zona de conforto. Coisas de quem pensa que só se vive uma vez.
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Eu nunca terei que partir se me garantirem uns ajustes directos.
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Não diga isso, Vítor. Não vê o Tordo? Mas se também compor e cantar bem, apoio que a minha autarquia o contrate a si ou à sua empresa para cá vir. E por ajuste direto, não o troquem por outro qualquer artista. 😉
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O que é compor e cantar bem? Algo como o Bob Dylan?
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Bom exemplo. Mas pode ser como Simon and Garfunkel.
PS: Eu percebi a sua ironia sobre BD, Vítor. 😉
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Fincapé, era tão interessante conseguir identificar esse programa e dar conhecimento público dele aqui, para chegar aos meios de comunicação social!
Foi assim, através deste blogue, que chegou à imprensa – ao jornal i, mais exactamente – a noticia dos ajustes directos que o Tordo tem recebido estes anos todos.
Talvez através da data do seu e’mail se consiga lá chegar.
By the way, o Herman não costuma aparecer em programas matinais – deve estar a ressacar das noitadas – pelo que não deve ser dificil descobrir a que programa terá ido, sabendo-se a data.
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Mais de um ano e menos de dois. Mas devo ficar por aqui. Valorizo o autor e cantor e não aprecio o que circula na internet sobre ele.
Fui reler o que escrevi na altura e reafirmo que fiquei aborrecidíssimo por me parecer falta de coerência em relação ao seu percurso. Mas posso estar enganado em relação à sua intenção.
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Para um “não assunto” há lenha até dizer chega e ao preço a que está, especialmente se for de azinho, dava para estabelecer alguns contratos folclóricos. As fogueiras da inquisição de vez em quando reacendem-se e são pior que o fisco. Vasculham, perfuram, queimam. Fogo. Seria mais produtivo se se usasse esta vontade fiscalizadora em vasculhar os contratos e os contacto entre os gestores bancários e empresas privadas de que parece não haver qualquer registo e assim ficando na ignorância nos alegramos com este contentamento do descontentamento, enquanto “eles” esfregam as mão de satisfação.
Até o Kardec já nem quer voltar para a Luz. Prefere repousar à sombra do Palmeiras. Pudera.
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Posso pedir um disco?
Então lá vai; Vitor Cunha,
(VC: Disco pedido removido)
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Não insista, não vale mesmo a pena. Pergunte ao Daniel Oliveira se pode publicar os seus leads.
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Obrigado.
Pensei, concluo que mal, que ao pedir que se alargasse o âmbito de análise dos contratos com o Estado, que os contribuintes têm pago, poderia estar a contribuir para a discussão.
(VC: inaptidão para compreender o tema dos comentários removida. Isto deve responder ao seu “pensamento”)
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Ainda o assunto do Fernando Tordo?
[VC: disco pedido removido]
R.
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Andei com o Fernando Tordo na tropa. Ele tinha tudo (até namorava com a miss Portugal) e eu não tinha nada. Ele hoje tem que emigrar mas eu não…
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Parabéns.
Eu tinha uma pessoa muito amiga. Morreu de cancro aqui há dias, mas eu não.
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Não dá a bota com a perdigota, mas a tentativa é boa. Se não percebeu eu desenho. O Tordo ganhou muito dinheiro, viveu muito bem mas não poupou nenhum.Queixa-se de quê? Do país?
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Eu vi-o a dizer na TV que não vivia mal e que não estava zangado com ninguém. Malandro, mentiu.
Quanto ao desenho, o aNTÓNIO PIRES CARDOSO faz. Disse acima que é muito bom nisso. 😉
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sobre o tema já disse (quase) tudo mas pouco passou na “moderação” 🙂
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Se não passou na moderação e já disse tudo resta a hipótese de não saber qual é o tema.
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Da novela Tordo, ainda vão descobrir que ele foi para o Brasil para ver o mundial de futebol, mas não disse nada ao filho.
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O Piscoiso anda mal informado. O Tordo, já se sabe há muito, estará cá em 25 a abril próximo para fazer uns concertos que já assegurou por ajuste directo.
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Só tenho pena de a Troika ir embora e ficar o PCP, o BE, o Daniel Oliveira e todos os sociais fascistas que por aí pululam à custa do contribuinte.
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Abriu a caça aos tordos?
Será que ele vai cantar no Brasil, terra de mil cantores e compositores?
Publicidade enganosa! Ainda se fosse o Abrunhosa, acredito que tivesse sucesso na favela dos Surdos Mudos!
…
D- Heloísa … tire a burka!
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Temos censor agora no Blasfémias?
R.
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Sempre teve. Ainda há dias se apagou um “enlarge your penis” que também não tinha nada a ver com o post em discussão.
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Já se percebeu que existe por aqui uma tribo que faz questão de reincidir nos atropelos às regras apenas para se poder queixar de censura.
Pior que o parvo que se faz de esperto é o esperto que se faz de parvo…
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Finalmente JG a prendar-nos com um texto em modo Twitter em vez de lençóis em que só se lê o primeiro parágrafo 🙂
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Se é uma forma de dizer que gostou, valeu a pena :))
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Não sei qual era o post mas penso eu de que o “enlarge pénis” bem como o “increase balls” por vezes é mesmo a resposta que era necessária para acabar com muita palermice.
Isto em concreto abstracto.
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O Vitor Cunha arrasa a concorrência nos comentários, (alguns),,como dizia o Jorge Coelhone , “quem se mete com ele leva………nem sempre tem bons artigos , mas este supera, o resto
José Gimarães
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Isto que o Vitor Cunha está a aplicar na caixa de comentários do Blasfémias, censura segundo alguns, é um verdadeiro serviço público. Os RCAS, R., Portela-1, Bolota, 1berto e outros que peço desculpa por não mencionar, vão finalmente fazer blogues e escrever as postas que tanto gostam e que nós todos, ansiosamente, leremos com deleite. Bem haja Vitor.
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O email está errado, agora corrigi-o
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Mas quem é esse tal de Daniel Oliveira???!!!
Será um pseudónimo de Fernando Tordo??
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Tomei conhecimento há minutos de uma cabala que urge desmontar:**
– a fatídica partida de Tordo e o folhetim originado são um primeiro acto de uma trama urdida por ele e pelo Daniel Oliveira (o outro) e pela CNM. Desde já indico (e de fonte segura) que o filho de nada sabe
Esta trama compõe-se de três actos, seguindo-se:
– Segundo Acto: um vasto painel representativo irá propor, com sucesso, à RTP (depois de recusas da TVI e SIC) a realização de uma festa-programa em homenagem à música portuguesa e ao cantautor onde figurarão nomes como Luís Represas, Vitorino, Rouxinol Faduncho e (surpresa) em directo de outro continente Fernando Tordo que nos apresentará um inédito que toca alternadamente com 10 violas diferentes.
– Terceiro Acto: Daniel Oliveira (o outro) entrevista Fernando Tordo em “Alta Definição” olhos nos olhos no seu emocionado regresso triunfante a Portugal. Aguardam-se ajustes (directos) de contas
** Caso o que refiro acima não contenha o mínimo de verdade, espero ter contribuído para que jamais venha a ter.
Sebastianico q.b. ou será da hora adiantada?
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O seu terceiro acto corre o risco de nunca se realizar.
Fernando Tordo hoje na primeira página do Público (era fatal que tinha que ser aqui) declara: Não volto enquanto a situação em Portugal estiver assim
O “estiver assim” deve vir explicado lá dentro mas como eu não compro o Público fico numa saudável ignorância.
A Câmara que o contratou para o 25A deve já estar arrependida.
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Concordemos que o “assim” dá por si azo a qualquer coisa, pode referir-se ao vasto catálogo bem sucedido da editora 😉
Convido a uma visita à página CNM para um correcto e esclarecedor vislumbre do que é a matriz de sucesso que o mesmo almeja
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Assim é sem os apparatchiks no poleiro. Porque ele próprio diz que em Portugal os artistas vivem do Estado e devem ser pagos pelas autarquias.
Agora há menos dinheiro e ele está pior que estragado porque num país socialistas rouba-se impunemente desde que seja para distribuir pelos apaniguados.
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a esquerdalhada mentalidade de gueto. Já antes ouvimos o premio nobel dizer que fugia do país enquanto a direita estivesse no poder, tb o sousa tripeiro tavares disse que fugia se um candidato de direita fosse eleito, a fatinha felgueiras tb fugiu para o brasil,,,enfim, a esquerda passa a vida a fugir, até da própria sombra.
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Regressos de saudar… Regresso do “Dr.” Relvas para apostar em projeto eólico com Know-how chinês.
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Juntamente com o teu o Pinócrates, já agora, porque são alminhas gémeas. O original até é melhor, tem nome em montra de Beverly Hilsl
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Ele próprio acaba de dizer no Público que foi mesmo isso. As autarquias estão com menos dinheiro para contratar artistas. E em Portugal os artistas vivem disso- do Estado.
Não há mais nada para dizer. Chama alarves aos que fizeram os cortes- o problema da esquerda é este- vive do contribuinte e não sabe viver de outra forma.
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Porque será, que quase todos os pilotos de Fórmula 1 emigram para o Mónaco?
Fernando Tordo certamente inspirou-se neles!!!
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Li a entrevista toda e gostei.
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Todo o dinheiro público que Fernando Tordo tenha recebido é pouco. Ser português seria uma coisa um pouco diferente daquilo que é para todos os que o ouviram como deve ser.
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Quer que peça ao Fernando Tordo o NIB para resolver esse pequeno problema?
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E o seu crédito sobre o estado português aumenta. Fazer revelar escroqueria que não sabe reconhecer nem tratar de forma elevada os valores da sua cultura também é serviço público.
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Esses ímpetos de dedo em riste são curiosamente equitativos.
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Como é galera?!
“Revelar escroqueria” implica assumpção de conhecimento, contrário a “não sabe reconhecer”.
Abraço ao Tordo e bom proveito
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