O problema é que a qualidade de serviço dum hospital não depende da construção civil. O que menos interessa para avaliar a qualidade dum serviço específico, é o número de hospitais (alguns deles absurdos) do país.
Quem tutela decidiu, quem não tutela mas (aparentemente) gostaria providencia à cautela e, quem não tutela nem providencia, nem era suposto querer ser alguma das partes, demora 7 meses até que decide que não decide e remete a instância superior. Pergunta: é plausível ter a magistratura a fazer gestão política do processo?!
Sério?! Qual é a sua pergunta?
Sabe tanto, mas tanto, porém continua a falar de boca cheia…
Por isso é que gosto da Zazie, espectáculo de mulher, cheia de poesia e saber, ensimesmada até ao fastio de não ter por onde verter… Como tamanha sabedoria encalha com a minha miopia!? Muito me honra…
Obrigado pela sua indulgência.
Este comentário não tem a ver diretamente com o Post.
Mas tem indiretamente.
Então lá vai.
No estertor do comunismo.
Na sequência da Revolução Russa de 1917 e o seu Internacionalismo Proletário, surgiram partidos comunistas por todo o Mundo. E os comunistas pensavam que o Mundo ia ser todo comunista.
Como não há machado que corte a raiz ao pensamento, nada disso aconteceu. E mais, com a corrupção que o sistema comunista gerou, o caminho da sociedade humana começou a desenhar uma curva. Não era o caminho, esse que os comunistas tinham delineado.
Enquanto a Rússia se entretinha a enviar os opositores mais moderados para a Sibéria, ou seja enquanto a ditadura comunista se instalava e ao mesmo tempo apodrecia, ainda nos outros países do mundo livre, os partidos comunistas trabalhavam para instalar regimes comunistas nos seus países. De forma cada vez mais sofisticada, porque se começavam a saber coisas da Rússia.
Toda a política de reivindicações de liberdades e garantias foi agarrada pelos comunistas, que dessa forma e ao mesmo tempo que a sociedade conquistava direitos legítimos, ia minando a sustentabilidade desses direitos e dos respectivos estados. E isto porque a política dos comunistas usava, e usa, a reivindicação de direitos legítimos como táctica para levar os países à ruína financeira pelo facto de exigir direitos e sonegar os deveres.
Essa política dominante após a 2ª Guerra Mundial e que só chegou a Portugal após o 25 de Abril, contribuiu decisivamente para o estado a que chegou a situação mundial, para mais, já na época da globalização.
E chegámos a este estado da sociedade humana. Os estados não aguentam o pagamento dos direitos “adquiridos”, ou seja, o custo do Estado Social.
E o que é que isto tem a ver com o estertor do comunismo?
Tem tudo a ver. Passado um século da Revolução de 1917, está a chegar o enterro definitivo da política delineada pelos comunistas de então.
Os sinais são muitos e por todo o mundo, sendo os mais mediáticos o caso da Ucrânia e o da Venezuela. Na Ucrânia vemos o saudosista Putin a querer recuperar o Império Estalinista, ocupando território da Ucrânia (aos comunistas portugueses que acham que os russos são muitos na Crimeia e isso lhes dá o direito de ocupar o território, eu sugiro que reivindiquem no Parlamento Europeu a anexação do Luxemburgo).
Na Venezuela vemos um governo pró comunista, de um demagogo e ignorante, sem conhecimentos para governar o país, porque um país não se governa com slogans, com toda a verborreia do passado “revolucionário”, enquanto os venezuelanos vêm a vida a andar para trás todos os dias. E Cuba já não pode ajudar porque ela própria e pelos mesmos motivos, está na penúria.
Aguardemos novas etapas do apagamento do comunismo no mundo.
neste estado laicu
trocou-se a Providência Divina pela providencia cautelar
a CRP entregou a soberania a não eleitos e inamovíveis
depois de 25.iv eu, agnóstico e pedreiro-livre, nunca mais disse que era portugues
digo que tive a pouca sorte de ter nascido neste ‘dejecto do romano império’, como escreveu o Eng. Jorge de Sena
«um requerimento apresentado para reabrir quatro blocos operatórios do Dona Estefânia foi rejeitado pelo mesmo Tribunal Administrativo Central de Lisboa, apesar de pareceres em sentido inverso da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), da Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e Direção Geral da Saúde (DGS)»
De quem é o parecer que sustenta a rejeição do requerimento?
Será porque são assuntos conexos que não permitem liberdade de decisão?
O tribunal é soberano mas não lhe fazia mal a explicação de decisões, ao alcance da compreensão do mediano cidadão.
Por acaso a ironia da Helena é excelente para mostrar que não tem razão. A MAC não tem falta de procura, para além de ter profissionais de excelência. Claro que o projeto imobiliário interessado no imóvel, é pouco sensível a estes factos.
Verdade. Deve ter sido por isso que o anterior executivo investiu milhões em duas maternidades em Lisboa (St Maria e Lisboa Oriental) para tentar esvaziar. Quem sabe a Galilei vai construir lá uma réplica da Castilho e mãe e filho tenham a benesse de comprar lá uns apartamentos por conta da herança do avô a alguma off-shore por 200 e 43 mil euros os avaliados em 1 milhão.
Mas voltando ao assunto em si. Uma boa medida seria interpor uma providência cautelar a todo e qualquer espermatozóide e…….decidir depois quais os que poderiam chegar à ovulação.
Até se pouparia na IGV e no subsídio de maternidade a ele atribuído.
Ainda há quem diga que a maternidade não tem recursos e ainda só vai nos administrativos. Ai estes escalões são piores que subir escadas e dão cabo das costas. Quando se chegar aos finalmentes as crianças já nascem por sorteio e vão ser umas mimadas e a maternidade está transformada em paternidade para tratar do “mojo” dos homens. Dizem as más linguas que já não vamos parir o suficiente. No Japão já nem pelo sexo estão interessados.
Os interesses de uma minoria voltam a sobrepôr-se a interesses económicos do país. Com tantos hospitais!
Será que a juíza nidificou por lá?
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O problema é que a qualidade de serviço dum hospital não depende da construção civil. O que menos interessa para avaliar a qualidade dum serviço específico, é o número de hospitais (alguns deles absurdos) do país.
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Desajuízado prejuízo..
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Percebeu de que se tratou? Foi decisão acerca da providência cautelar ou do processo?
Eu não percebi e duvido que alguém saiba
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Eu também não percebi. É uma confusão…
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Quem tutela decidiu, quem não tutela mas (aparentemente) gostaria providencia à cautela e, quem não tutela nem providencia, nem era suposto querer ser alguma das partes, demora 7 meses até que decide que não decide e remete a instância superior. Pergunta: é plausível ter a magistratura a fazer gestão política do processo?!
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Portanto, falas muito mas não sabes nada.
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Sério?! Qual é a sua pergunta?
Sabe tanto, mas tanto, porém continua a falar de boca cheia…
Por isso é que gosto da Zazie, espectáculo de mulher, cheia de poesia e saber, ensimesmada até ao fastio de não ter por onde verter… Como tamanha sabedoria encalha com a minha miopia!? Muito me honra…
Obrigado pela sua indulgência.
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O país está a ficar [à] Maduro.
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Este comentário não tem a ver diretamente com o Post.
Mas tem indiretamente.
Então lá vai.
No estertor do comunismo.
Na sequência da Revolução Russa de 1917 e o seu Internacionalismo Proletário, surgiram partidos comunistas por todo o Mundo. E os comunistas pensavam que o Mundo ia ser todo comunista.
Como não há machado que corte a raiz ao pensamento, nada disso aconteceu. E mais, com a corrupção que o sistema comunista gerou, o caminho da sociedade humana começou a desenhar uma curva. Não era o caminho, esse que os comunistas tinham delineado.
Enquanto a Rússia se entretinha a enviar os opositores mais moderados para a Sibéria, ou seja enquanto a ditadura comunista se instalava e ao mesmo tempo apodrecia, ainda nos outros países do mundo livre, os partidos comunistas trabalhavam para instalar regimes comunistas nos seus países. De forma cada vez mais sofisticada, porque se começavam a saber coisas da Rússia.
Toda a política de reivindicações de liberdades e garantias foi agarrada pelos comunistas, que dessa forma e ao mesmo tempo que a sociedade conquistava direitos legítimos, ia minando a sustentabilidade desses direitos e dos respectivos estados. E isto porque a política dos comunistas usava, e usa, a reivindicação de direitos legítimos como táctica para levar os países à ruína financeira pelo facto de exigir direitos e sonegar os deveres.
Essa política dominante após a 2ª Guerra Mundial e que só chegou a Portugal após o 25 de Abril, contribuiu decisivamente para o estado a que chegou a situação mundial, para mais, já na época da globalização.
E chegámos a este estado da sociedade humana. Os estados não aguentam o pagamento dos direitos “adquiridos”, ou seja, o custo do Estado Social.
E o que é que isto tem a ver com o estertor do comunismo?
Tem tudo a ver. Passado um século da Revolução de 1917, está a chegar o enterro definitivo da política delineada pelos comunistas de então.
Os sinais são muitos e por todo o mundo, sendo os mais mediáticos o caso da Ucrânia e o da Venezuela. Na Ucrânia vemos o saudosista Putin a querer recuperar o Império Estalinista, ocupando território da Ucrânia (aos comunistas portugueses que acham que os russos são muitos na Crimeia e isso lhes dá o direito de ocupar o território, eu sugiro que reivindiquem no Parlamento Europeu a anexação do Luxemburgo).
Na Venezuela vemos um governo pró comunista, de um demagogo e ignorante, sem conhecimentos para governar o país, porque um país não se governa com slogans, com toda a verborreia do passado “revolucionário”, enquanto os venezuelanos vêm a vida a andar para trás todos os dias. E Cuba já não pode ajudar porque ela própria e pelos mesmos motivos, está na penúria.
Aguardemos novas etapas do apagamento do comunismo no mundo.
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neste estado laicu
trocou-se a Providência Divina pela providencia cautelar
a CRP entregou a soberania a não eleitos e inamovíveis
depois de 25.iv eu, agnóstico e pedreiro-livre, nunca mais disse que era portugues
digo que tive a pouca sorte de ter nascido neste ‘dejecto do romano império’, como escreveu o Eng. Jorge de Sena
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Pergunto se existe mesmo separação de poderes?
as decisões incluem:
«um requerimento apresentado para reabrir quatro blocos operatórios do Dona Estefânia foi rejeitado pelo mesmo Tribunal Administrativo Central de Lisboa, apesar de pareceres em sentido inverso da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), da Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e Direção Geral da Saúde (DGS)»
De quem é o parecer que sustenta a rejeição do requerimento?
Será porque são assuntos conexos que não permitem liberdade de decisão?
O tribunal é soberano mas não lhe fazia mal a explicação de decisões, ao alcance da compreensão do mediano cidadão.
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Deve ser para pendurarem os Mirós e alojarem os milhares de espanhóis que vêm cá fazer turismo para os ver.
Mas é melhor consultarem os líderes partidários porque a humanidade está que nem pode, com estes dilemas da política portuguesa.
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Por acaso a ironia da Helena é excelente para mostrar que não tem razão. A MAC não tem falta de procura, para além de ter profissionais de excelência. Claro que o projeto imobiliário interessado no imóvel, é pouco sensível a estes factos.
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Verdade. Deve ter sido por isso que o anterior executivo investiu milhões em duas maternidades em Lisboa (St Maria e Lisboa Oriental) para tentar esvaziar. Quem sabe a Galilei vai construir lá uma réplica da Castilho e mãe e filho tenham a benesse de comprar lá uns apartamentos por conta da herança do avô a alguma off-shore por 200 e 43 mil euros os avaliados em 1 milhão.
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Mas voltando ao assunto em si. Uma boa medida seria interpor uma providência cautelar a todo e qualquer espermatozóide e…….decidir depois quais os que poderiam chegar à ovulação.
Até se pouparia na IGV e no subsídio de maternidade a ele atribuído.
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Ainda há quem diga que a maternidade não tem recursos e ainda só vai nos administrativos. Ai estes escalões são piores que subir escadas e dão cabo das costas. Quando se chegar aos finalmentes as crianças já nascem por sorteio e vão ser umas mimadas e a maternidade está transformada em paternidade para tratar do “mojo” dos homens. Dizem as más linguas que já não vamos parir o suficiente. No Japão já nem pelo sexo estão interessados.
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