Nós podemos de fazer de conta que Belém é a única hipótese para António Costa:
“António Costa vai ser forçado pelas circunstâncias a ser o candidato do PS às Presidenciais de 2016″. A frase é de um dos secretários nacionais de António José Seguro em declarações ao Económico e é sustentada na ideia de que se o actual presidente da Câmara de Lisboa quiser ainda ocupar um cargo de relevo na cena política, Belém é a única hipótese“
Mas ele tem acrescidas razões para não acreditar nisso:
Marcelo “recebe, no barómetro i/Pitagórica de Março, 49,3% das escolhas para uma eventual candidatura presidencial. E se, ainda em Janeiro, António Costa acompanhava de perto o ex-presidente do PSD (a três pontos de distância), agora o socialista tem mais de dez pontos de desvantagem para Marcelo. Na segunda posição, Costa soma 38,4% das preferências dos inquiridos. Isto, depois de três meses em que o presidente da câmara de Lisboa liderou a tabela, à frente do professor (em Julho, Outubro e Dezembro de 2013). E isto, também, no mês em que Jorge Coelho colocou Costa no trilho para Belém como ainda ninguém no PS tinha feito.“
Fico com a sensação de que se António Costa não ocupar coisa nenhuma o mundo acaba em cataclismo. Ou talvez simplesmente não se perca absolutamente nada, à excepção de asneiras e do bom futuro do PS, que sem presidente passa a só poder ascender ao poder em eleições sem intervenção presidencial, o que estatisticamente tem consequências bastante aborrecidas.
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O Tony Costa jurou pelas alminhas, que não sairá da CML enquanto não acabar com a calçada à portuguesa!
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Este assunto é deveras palpitante e de muito interessa dada a sua actualidade.
É mais ou menos igual a discutir quais as duas equipas que na época 2040/2041 terminarão em primeiro e segundo lugar no campeonato ibérico e portanto com acesso directo à Liga Europásia.
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