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olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço

10 Março, 2014
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Típico, muito típico, do estado social: impor aos outros, sobretudo aos particulares e às empresas privadas (os exploradores capitalistas, cheios de dinheiro para dar aos pobres), aquilo que o próprio estado não cumpre. Aqui falamos da medicina no trabalho, mas se formos olhar para o que se passa com a limpeza das florestas, o cumprimento dos prazos de pagamento de impostos, o respeito por normas de segurança em edifícios escolares, os alvarás (ou a falta deles…) de funcionamento desses mesmos edifícios, as licenças dos bombeiros, etc., etc., etc., não encontraremos cenário muito distinto. O estado social é uma coisa extraordinária! Uma conquista da civilização e um farol de iluminação para toda a humanidade. Só é pena são ser um estado de direito.

6 comentários leave one →
  1. @!@'s avatar
    @!@ permalink
    10 Março, 2014 18:29

    “O estado social é uma coisa extraordinária!…Só é pena são ser um estado de direito.”
    O que é que fez o sindicato?
    Uma critica velada à igreja católica pelo trabalho de integração social, impondo as suas regras.

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  2. tony's avatar
    tony permalink
    10 Março, 2014 19:43

    Deve estar enganado sou fp conheço outros organismos e todos tem medicina no trabalho como sabem tem escalões e è obrigatório para quem tem mais de 500 trabalhadores

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    • cepatorta's avatar
      cepatorta permalink
      10 Março, 2014 21:18

      Só se for na fp! Eu tenho duas pessoas ao serviço, e sou obrigado a ter medicina no trabalho!

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  3. BELIAL's avatar
    10 Março, 2014 20:19

    Lapalissiano: o Estado não pode ser pessoa de bem quando os que o gerem não são.
    Mais: lá chegaram comprando a gerência a quem lha quis vender, votando.
    Ora, ladrão que rouba a ladrão…

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  4. henrique pereira dos santos's avatar
    henrique pereira dos santos permalink
    10 Março, 2014 22:17

    As florestas do Estado são 2% e, de maneira geral, estão razoavelmente geridas. O resto é privado.

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  5. J. Madeira's avatar
    J. Madeira permalink
    10 Março, 2014 22:19

    Pois, foi por isso que o dr. prof. Klaustrófobo Rangel
    logo na sua primeira intervenção e última no P.Europeu,
    que passou por saltar para cima de um banco e, gritar
    que Portugal estava a deixar de ser um Estado de Direito!
    Ele só não explicou que èramos um Estado Social daí a
    necessidade de acabar com a Medicina no Trabalho por
    causa dos encargos para o patronato!
    Eu até concordo, vivemos numa República da Irresponsabilidade!!!

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