De acordo com os parâmetros actuais o cenário é aterrador e levanta questões cuja resposta varia conforme a evolução da nossa economia pelo que não há um prognóstico satisfatório.
De qualquer modo torna-se premente a discussão sobre a incidencia das impostos, isto é se se deve taxar os salários ou os rendimentos uma vez que os salários só por si não irão cobrir as necessidades da sociedade.
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Quando dum estudo teórico, mais um entre tantos outros sobre o tema uns a favor outros contra, que refletem as opiniões dos ‘estudantes’ se passa à verdade absoluta ‘seremos isto ou aquilo, menos ou mais etc’ …….
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‘Tiro na àgua’. nem até ao fim do ano há previsões absolutas quanto mais para 2000 e troca o passo. De facto é só desbobinar ‘filosofias’ sonhadoras.
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VC, ainda cheguei a tempo de aceder ao link indicado pelo Piscoiso e a coisa tinha laracha. Não entendo a purga. E espero que a mudança do seu “visual” não se deva à opinião da Rosa, a empregada doméstica da minha vizinha. Coitada da rapariga, já foi expulsa do Expresso por inocente opinião sobre o “jornalista-moderador” lá do sítio
Espero do “Blasfémias” a continuação de salutar humor e “poder de encaixe”… o mal é quando nos excedemos no ser levados a sério
Não se trata de humor, trata-se de invasão de caixa de comentários, uma espécie de reforma agrária marciana.
A caixa de comentários não é o espaço dos comentadores, é uma cedência de espaço para discussão do post. O Piscoiso ou outro qualquer é livre de publicar o que quiser no espaço dele.
Começa a ser demasiado cansativo repetir isto. Já foi explicado vezes que chegue. A partir de agora apaga-se o que for para apagar, incluindo protestos sobre o assunto.
Invasão da caixa de comentários? Credo!
Os meus comentários são sempre curtos, raramente chegando a meia dúzia de linhas e só ultrapasso um comentário por post quando sou altercado.
Tenho muito respeito pelo vosso espaço, talvez mais respeito do que aquele que estão a ter pelos comentadores.
Façam filhos, e refilem menos. Os mais novos que apesar das dificuldades conseguem ter uma vida, mas não se querem casar e ter filhos, e continuam em casa dos pais porque comprar roupinha da moda, o último grito das tecnologias da comunicação, viajar, etc e tal é porreiro, quando chegarem à reforma, não se admirem se não houver quem lhas pague.
Para criar um filho,é preciso ter condições.E não falo em ter telemóveis xpto,e grandes coisas não(essa sua observação é do taxismo ,tabernismo e fórumtsfismomais puros que há).Estou a falar de ter condições financeira para pagar comida,fraldas,brinquedo e todo o tipo de coisas ligadas a essa fase de vida de um ser humano.E para isso tem que ter um emprego,uma fonte de rendimento que chegue para essas despesas,que são caras amigo.
A crise económica tem efeitos na demografia
E mesmo que a pessoa não o queira por não lhe apetecer,as reformas não podem simplesmente depender da vontade das pessoas terem filhos ou não.Ter filhos é opcional,e não cabe ao Estado ou quem quer que seja mandar palpites.
O seu comentário tinha mais cabimento numa posição politica marxista do que numa liberal de direita
Existe algum registo de uma projecção estatística de evolução demográfica a 50 ou mais anos ter dado resultados úteis: a minha resposta (convicção?) é não, por muito que desse jeito esse argumento numa discussão, não é uma projecção útil, salvo para ruído sobre natalidade e reformas ou seja, como arma de arremesso, o que menos falta para discutir lucidamente problemas graves.
O Constitucionalista Reis Novais é uma figura recorrente nos programas da Fátima, uma espécie de provedor dos adeptos da Constituição que nos tolhe. Escolhido por certo pela combatividade acirrada e por vezes acéfala com que os fanáticos defendem as suas ideias, o homem parece ter como prioridade a Lei socialista, versus a salvação do País. Ainda assim e sobre este assunto creio que todos ganharíamos em o consultar.
Ocorre-me também uma alternativa: importar a custo zero alguns lotes de desemigrantes de entre os muitos que Mme Le Pen vai dispensar e que passarão a estar disponíveis. Não se garante que trabalhem, mas lá filhos isso fazem e em quantidade. Seria um assunto a negociar com a Mme., o valor da prestação social que os Franceses continuariam a pagar. Assim como nos juros da dívida.
Esta solução teria por certo o apoio entusiástico do Tó zero, que além do mais, apareceria não já como o salvador da Pátria (perdão da República) mas como da própria humanidade.
E aguentamos até 2060?
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De acordo com os parâmetros actuais o cenário é aterrador e levanta questões cuja resposta varia conforme a evolução da nossa economia pelo que não há um prognóstico satisfatório.
De qualquer modo torna-se premente a discussão sobre a incidencia das impostos, isto é se se deve taxar os salários ou os rendimentos uma vez que os salários só por si não irão cobrir as necessidades da sociedade.
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A culpa é dessa malta de polarização invertida, que são cada vez mais!
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Estranho…… não é culpa do Passos Coelho? da crise? da troika? hummmm estou desconfiado que não nos querem dizer tudo.
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Quando dum estudo teórico, mais um entre tantos outros sobre o tema uns a favor outros contra, que refletem as opiniões dos ‘estudantes’ se passa à verdade absoluta ‘seremos isto ou aquilo, menos ou mais etc’ …….
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‘Tiro na àgua’. nem até ao fim do ano há previsões absolutas quanto mais para 2000 e troca o passo. De facto é só desbobinar ‘filosofias’ sonhadoras.
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Com tanto velho e tão poucos jovens, é preciso que estes comecem a tomar medidas.
Acabei de receber um e-mail com esta imagem:
[VC: —]
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Obrigado, Piscoiso. Bem-vindo à moderação.
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VC, ainda cheguei a tempo de aceder ao link indicado pelo Piscoiso e a coisa tinha laracha. Não entendo a purga. E espero que a mudança do seu “visual” não se deva à opinião da Rosa, a empregada doméstica da minha vizinha. Coitada da rapariga, já foi expulsa do Expresso por inocente opinião sobre o “jornalista-moderador” lá do sítio
Espero do “Blasfémias” a continuação de salutar humor e “poder de encaixe”… o mal é quando nos excedemos no ser levados a sério
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Não se trata de humor, trata-se de invasão de caixa de comentários, uma espécie de reforma agrária marciana.
A caixa de comentários não é o espaço dos comentadores, é uma cedência de espaço para discussão do post. O Piscoiso ou outro qualquer é livre de publicar o que quiser no espaço dele.
Começa a ser demasiado cansativo repetir isto. Já foi explicado vezes que chegue. A partir de agora apaga-se o que for para apagar, incluindo protestos sobre o assunto.
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Invasão da caixa de comentários? Credo!
Os meus comentários são sempre curtos, raramente chegando a meia dúzia de linhas e só ultrapasso um comentário por post quando sou altercado.
Tenho muito respeito pelo vosso espaço, talvez mais respeito do que aquele que estão a ter pelos comentadores.
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É o que é. Quer, quer; não quer, desenhe bigodes à Hitler.
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Façam filhos, e refilem menos. Os mais novos que apesar das dificuldades conseguem ter uma vida, mas não se querem casar e ter filhos, e continuam em casa dos pais porque comprar roupinha da moda, o último grito das tecnologias da comunicação, viajar, etc e tal é porreiro, quando chegarem à reforma, não se admirem se não houver quem lhas pague.
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Mas agora uma pessoa é obrigada a ter um filho Alexandre? Fosga-se..
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Quem é que é obrigado a ter filhos? mas os que optam por não ter filhos se daqui a uns anos se não tiverem uma reforma decente, não se queixem.
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Para criar um filho,é preciso ter condições.E não falo em ter telemóveis xpto,e grandes coisas não(essa sua observação é do taxismo ,tabernismo e fórumtsfismomais puros que há).Estou a falar de ter condições financeira para pagar comida,fraldas,brinquedo e todo o tipo de coisas ligadas a essa fase de vida de um ser humano.E para isso tem que ter um emprego,uma fonte de rendimento que chegue para essas despesas,que são caras amigo.
A crise económica tem efeitos na demografia
E mesmo que a pessoa não o queira por não lhe apetecer,as reformas não podem simplesmente depender da vontade das pessoas terem filhos ou não.Ter filhos é opcional,e não cabe ao Estado ou quem quer que seja mandar palpites.
O seu comentário tinha mais cabimento numa posição politica marxista do que numa liberal de direita
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Existe algum registo de uma projecção estatística de evolução demográfica a 50 ou mais anos ter dado resultados úteis: a minha resposta (convicção?) é não, por muito que desse jeito esse argumento numa discussão, não é uma projecção útil, salvo para ruído sobre natalidade e reformas ou seja, como arma de arremesso, o que menos falta para discutir lucidamente problemas graves.
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A blague sobre acções/medidas retroactivas e o Tribunal Constitucional é uma maldade?
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O Constitucionalista Reis Novais é uma figura recorrente nos programas da Fátima, uma espécie de provedor dos adeptos da Constituição que nos tolhe. Escolhido por certo pela combatividade acirrada e por vezes acéfala com que os fanáticos defendem as suas ideias, o homem parece ter como prioridade a Lei socialista, versus a salvação do País. Ainda assim e sobre este assunto creio que todos ganharíamos em o consultar.
Ocorre-me também uma alternativa: importar a custo zero alguns lotes de desemigrantes de entre os muitos que Mme Le Pen vai dispensar e que passarão a estar disponíveis. Não se garante que trabalhem, mas lá filhos isso fazem e em quantidade. Seria um assunto a negociar com a Mme., o valor da prestação social que os Franceses continuariam a pagar. Assim como nos juros da dívida.
Esta solução teria por certo o apoio entusiástico do Tó zero, que além do mais, apareceria não já como o salvador da Pátria (perdão da República) mas como da própria humanidade.
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Solução: em 2060, os herdeiros intelectuais do Seguro vão pedir a mutualização dos custos da Segurança Social…
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Vox populis; A terra a quem a quer trabalhar.
Deveria ser crime não arar as belas searas da criação…
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