É apenas um exemplo no novo e politicamente correcto linguarejar.
O expoente máximo, mas que corre o risco de ser ultrapassado conforme Einstein ensinou, é a senhora que manda na Assembleia da República.
Em breve começam milhares e milhares a “fugir” de casa com tendas e outros artefactos para os festivais que se aproximam. Nessa altura a piquena jornalista vai dizer que saíram por uns dias por já não suportarem a crise mas sempre se arranjam uns cobres jeitosos para fazer a ronda de todos os festivais de Verão. Imaginem se não houvesse crise.
Ontem vi numa série de televisão uma frase que ilustra bem o que se passa com a juventude actual, a juventude que não quer largar os braços da mãezinha. Era qualquer coisa como isto: as novas gerações querem viver com um nivel de vida para o qual não tencionam trabalhar, nem fazer qualquer tipo de esforços ou sacrifícios. Depois basam do contentor, porque não lhes compram o último modelo de ténis, de jeans, ou ipod.
Acho piada a estas mentes iluminadas… O único ambiente contentor que os adolescentes precisam foi o que precisaram desde sempre, uma boa educação. Lá em casa precisam de pais que saibam que são os pais e que têm de saber, e fazer saber, que os adolescentes é que são os filhos. O maior problema hoje em dia, é que ambos se baralham e acham que quem manda lá em casa são os adolescentes.
Este é que é oproblema, não é a crise. Os meus pais também viveram uma grave crise, tiveram cinco adolescentes em casa e a nenhum de nós lhe apeteceu colocar-se em fuga.
A quantidade de gente aqui que sabe tudo sobre os filhos dos outros (os nossos é que estão bem educados claro, os outros é só tablets, T.M.’s e festivais).
Daria para rir se não fosse tão triste ver aqui os “velhos do Restelo” ou de outras paragens, a olhar para a geração vindoura tal e qual outros olharam para vocês mesmos na vossa adolescência. Daria para rir se não fosse isto o espelho de gente preconceituosa, cheia de clichés e chavões e que ainda goza com assuntos sérios. Daria para rir, por fim, se isto não fosse o espelho de gente profundamente desligada e de mente distorcida,
Tomara as pedras que tanto gostam de mandar não vos caiam um dia no telhado, porque nesse dia, já não vos caía o dentinho com tantas graçolas.
Há poucos dias e a propósito do “manifesto” ouvi a seguinte opinião e um “velhote” quase da minha idade! ” Portugal tem o síndroma de adolescente! -Sou adulto, independente, ninguém manda em mim, sei muito bem o que quero! Vou viver com a/o…No fim do mês venho buscar a mesada e aproveito trago a roupa para lavar!
Adolescentes em fuga devido à crise?!!
Será que levam os seus smartphones e tablets?
Para criar um filho não basta parir! Aprendam a educar!
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Ambiente contentor?! O que é isso?!
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É apenas um exemplo no novo e politicamente correcto linguarejar.
O expoente máximo, mas que corre o risco de ser ultrapassado conforme Einstein ensinou, é a senhora que manda na Assembleia da República.
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Em breve começam milhares e milhares a “fugir” de casa com tendas e outros artefactos para os festivais que se aproximam. Nessa altura a piquena jornalista vai dizer que saíram por uns dias por já não suportarem a crise mas sempre se arranjam uns cobres jeitosos para fazer a ronda de todos os festivais de Verão. Imaginem se não houvesse crise.
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Ontem vi numa série de televisão uma frase que ilustra bem o que se passa com a juventude actual, a juventude que não quer largar os braços da mãezinha. Era qualquer coisa como isto: as novas gerações querem viver com um nivel de vida para o qual não tencionam trabalhar, nem fazer qualquer tipo de esforços ou sacrifícios. Depois basam do contentor, porque não lhes compram o último modelo de ténis, de jeans, ou ipod.
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Acho piada a estas mentes iluminadas… O único ambiente contentor que os adolescentes precisam foi o que precisaram desde sempre, uma boa educação. Lá em casa precisam de pais que saibam que são os pais e que têm de saber, e fazer saber, que os adolescentes é que são os filhos. O maior problema hoje em dia, é que ambos se baralham e acham que quem manda lá em casa são os adolescentes.
Este é que é oproblema, não é a crise. Os meus pais também viveram uma grave crise, tiveram cinco adolescentes em casa e a nenhum de nós lhe apeteceu colocar-se em fuga.
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Qual será a idade (mental) da amanuense que pariu o antológico parágrafo?…
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A quantidade de gente aqui que sabe tudo sobre os filhos dos outros (os nossos é que estão bem educados claro, os outros é só tablets, T.M.’s e festivais).
Daria para rir se não fosse tão triste ver aqui os “velhos do Restelo” ou de outras paragens, a olhar para a geração vindoura tal e qual outros olharam para vocês mesmos na vossa adolescência. Daria para rir se não fosse isto o espelho de gente preconceituosa, cheia de clichés e chavões e que ainda goza com assuntos sérios. Daria para rir, por fim, se isto não fosse o espelho de gente profundamente desligada e de mente distorcida,
Tomara as pedras que tanto gostam de mandar não vos caiam um dia no telhado, porque nesse dia, já não vos caía o dentinho com tantas graçolas.
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Este linguajar parece o da namorada do delegado de propaganda médica.
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Não seja assim Carlos, senão ainda o confundem com aqueles tipos que não querem trabalhar e vão a festivais com smartphone. Veja lá…
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É muita palha-assada……
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E diria mais ….. o contentorismo inconseguido adolescente, leva inevitávelmente ao anabussolismo.
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Há poucos dias e a propósito do “manifesto” ouvi a seguinte opinião e um “velhote” quase da minha idade! ” Portugal tem o síndroma de adolescente! -Sou adulto, independente, ninguém manda em mim, sei muito bem o que quero! Vou viver com a/o…No fim do mês venho buscar a mesada e aproveito trago a roupa para lavar!
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