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já nem a idade respeitam

10 Maio, 2014
by

Os mercados criminosos continuam a sua nefasta acção contra Portugal. Desta vez, deve ser mesmo só para chatear o Dr. Mário Soares e o PS.

55 comentários leave one →
  1. Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
    Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    10 Maio, 2014 01:20

    No Expresso da meia-noite de hoje, os convidados eram um francês e três portugueses, para além do Costa e do Nicolau Baptista da Silva. O assunto era a imagem de Portugal lá fora. O francês acha que depois da saída limpa, Portugal ficou com uma excelente imagem no estrangeiro, e nomeou até as noticias que os mais importantes jornais franceses, ingleses, alemães e americanos deram sobre o assunto; os portugueses, a começar pelos jornalistas do Expresso, nem tanto. Quando é que acabamos com esta secular auto-flagelação que tanto nos prejudica?

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    • RR's avatar
      10 Maio, 2014 12:00

      Talvez carissimo Alexandre,porque nenhum português sente essa melhoria nas suas vidas.Não é auto-flagelação: simplesmente não há nada para celebrar.Os estrangeiros sentem uma coisa e os portugueses sentem outra

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        10 Maio, 2014 14:46

        Nenhum português sente essa melhoria nas suas vidas? RR fale por si. Férias esgotadas no estrangeiro, as importações de bens de consumo não essenciais a aumentarem disparatademente, restaurantes cheios, apesar do IVA a 23% e etc e tal, não reflecte essa vida tão dificil da generalidade dos portugueses.
        A esquerda que não faz nada para mudar a vida dessas pessoas, devia ter mais respeito por quem vive de facto mal, e sendo demasiados, não são nem de perto nem de longe na quantidade que andam por aí a propalar.

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 17:14

        Fale por si Alexandre.Esses casos são de amigos seus ricos.É relativo.Prefirofalar pelo supermercados e establecimentos do mesmo género estarem vazios de pessoas,pelo fato da fome e da pobreza ter aumentado,de as desigualdades terem aumentado em portugal nos últimos anos(e não só neste governo,como a Cáritas e outras associações referem,pela destruição9,pelo fato de as pessoas cada vez mais se verem obrigadas a escolher entre os medicamentos e a comida..

        O que é que a esquerda fez? Não sei e não é a esquerda que está no governo,é o PSD que está a ser avaliado pelos portugueses e é o PSD que está no governo a servir a pátria.E vou inverter a pergunta: e o que é que a “direita” fez mais do que a esquerda pela vida das pessoas? Que respeito é que o Alexandre tem pela classe média e pelas pessoas,com a observação que fez em cima,mais própria de um taxista a meio de um trânsito? Se calhar nãpoo é a esquerda que devia de ter mais respeito,pois não?

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 17:16

        Em suma,tudo que for acima de uma conversa de café é mais respeituoso meu caro Alexandre,Fique bem

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        10 Maio, 2014 19:17

        Os jornalistas do Expresso representam “os portugueses que não sentem essas melhorias nas suas vidas” ?!…
        Se representam alguma categoria é mais a dos portugueses que, como muito bem recorda o Alexandre, veem que a situação melhora, teem menos receio do futuro, e estão agora a gastar mais e a consumir mais (basta consultar as estatisticas e andar com os olhos abertos).
        O que acontece é que aquilo que aqueles jornalistas dizem tem pouco a ver com o que sentem … Tem sim muito a ver com o respectivo “ganha pão” e que é o de dizerem aquilo que mais e melhor se vende !

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        10 Maio, 2014 19:45

        RR explique lá como é que o PSD em Março deixou um défice de 6,3% em dezembro. Aquilo não passou de conversa para crentes, e que pelos vistos os crentes acreditaram que era assim.
        O que eu ouço dizer aos dirigentes do PS às 2ªs, 4ªs e 6ªs é uma coisa e às 3ªs, 5ªs e sábados é outra. Mas nada daquilo faz sentido. Entre o que diz o Tozé e o que diz a Catarina Martins, a diferença é nenhuma.
        Quanto ao voto cada um sabe de si. Para mim não votar, não é opção.
        É um cliché, mas quem não vota tem pouca razão para se queixar…

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        10 Maio, 2014 19:53

        Os meus amigos ricos não se queixam porque são ricos. Dos meus amigos que não são ricos, uns queixam-se mais do que outros, e os que se queixam mais foram para Baquera ou para Cancoon de férias. Outros já trocaram o BMW este ano. Não há nada como viver na provincia como eu, para se avaliar bem os efeitos da crise.
        E existem 136 mil empregos nos centros de emprego que ninguém quer. Nem os que vivem na mais negra miséria.

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 20:19

        Fernando S: Não posso falar pelos jornalistas do expresso,mas eu também tenho andado “de olhos abertos” e “vendo as estatisticas” .A diferença é que as conclusões que eu e outras pessoas tiro são diferentes das suas.Assim cada um tira as suas ilações livre e democráticamente :).
        Mas até em relação ao que pensam os orgão de comunicação social,estou em desacordo consigo.Basta ver o que dizem os diretores dos principais orgãos de comunicação social: não raras vezes,é frequente emitirem opiniõees favoráveis ao governo,algo que é perfeitamente legitimo na minha opinião.
        Alexandre: A situação orçamental é definida através das medidas inscritas no Orçamento de Estado.Como sabe ,o OE de um determinado ano é aprovado no ano anterior.Ora,quem estava no poder em Novembro de 2004 era o PSD-CDS e não o PS.Assim o défice foi resultado do OE 2004.Tal como o défice de 2011 de 7,3 foi decidido num governo PS :).E são dados validados quer pelo Eurostat e pelo INE,sugiro que vá dar uma espreitadela..

        Como as coisas mudam: eu também não via diferença entre o que muitás vezes Passos Coelho e Louçã diziam em 2011..aliás os erros que aponta a Seguro são exatamente os mesmos que Passos Coelho cometia,todos os dias,no seu tempo de oposição.”Ah não vai haver aumentos de impostos,nem cortes.”Era assim PPC.E continua a ser,como se viu pelo DEO :).
        Eu também oiço uns membros do governo dizerem uma coisa,e outros dizerem outra no dia seguinte,como se viu na taxa sobre as gorduras com Pires de Lima

        Quem não vota é porque não vê soluções,como acontece comigo

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 20:39

        O senhor percebeu o que eu queria dizer: quem faz esses gastos tem condições para os fazer,quem não tem,não faz..Os que têm,tiveram mais este ano para esses gastos de consumo.Mas não sou invejoso.Apenas digo que quem era mais rico ficou mais rico.AInda bem que assim é

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        10 Maio, 2014 23:59

        RR não fale da relação dos socialistas com os defices porque eles têm uma história muito triste a esse respeito. O défice previsto no OGE que o Bagão Felix fez para 2005 era inferior a 3%. O que não quer dizer que fosse cumprido. Um governo que em Março sabe que tem um defice excessivo, só tem de tomar medidas para o reduzir até ao final do ano, não é? afinal tinha nove meses para o fazer.
        Mas o mais grave foi em 2009, quando o 1º ministro Sócrates e o ministro das finanças Teixeira dos Santos juraram e trejuraram em meados de setembro, quinze dias antes das eleições, que o defice era de 5,4%, quando eles sabiam que já era superior a 10%. E em 2010, foi igual.
        Em matéria de gastos, estamos mais ou menos de acordo: quem tem gasta, quem não tem, não gasta. O nosso problema foi haver muita gente, a começar pelo estado, que gastava o que não tinha.

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 00:23

        E quem diz o contrário Alexandre? Eu também tenho a mesma opinião sobre os socialistas.A questão é a que a história que o PSD tem com os défices não é menos triste que a dos socialistas.
        E a situação foi descoberta em Junho,não em Março.Não era possivel fazer grande coisa,convenhamos
        Se Teixeira dos Santos sabia,porque não haveria Bagão Félix de saber perfeitamente que o défice que indicou era bastante menor do que aquele que era realmente? Ou porque é que Teixeira dos Santos não fez apenas como Bagão,uma previsão errada? Parea mim foram dois péssimos ministros.Mas parece-me que o Alexandre avalia as situações consoante a camisola politica que um e outro vestem

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        11 Maio, 2014 03:03

        O caro RR está a misturar um bocadinho as coisas. O OGE do Bagão foi aprovado no outono de 2004 e era apenas uma previsão, como são todos os orçamentos. Sócrates tomou posse em Março de 2005 e começou logo com a conversa dos 6,83%, era ainda ministro das finanças o Campos e Cunha. O governo socialista e o Banco de Portugal decidiram (não previram) em Março/Abril de 2005 que no final do ano o defice seria de 6,83% e atiraram as culpas para cima de um governo que já não existia. E se leu bem o que eu escrevi, o Bagão previu um defice inferior a 3% para 2005, mas nada garantia que fosse cumprido. Não há aqui camisolas vestidas.
        O caso do defice de 2009 é mais grave: em setembro, até pelo imperativo legal de ter de o apresentar ao Parlamento até 15 de Outubro, o OGE do próximo ano já deve estar práticamente concluido. Um ministro das finanças que em setembro não sabe qual vai ser o defice desse ano, mais décima, menos décima, ou é aldrabão ou é incompetente. No caso de Teixeira dos Santos, é as duas coisas. Ele sabia bem o que estava a dizer, tanto que duas semanas depois das eleições e durante a discussão do OGE para 2010, foi com a corda ao pescoço ao Parlamento dizer que se tinha enganado, mas que não tinha mentido. Um ministro das finanças que faz uma coisa destas, tem de se demitir na hora. Mas como sabemos, e para nossa desgraça, ele ficou lá mais um ano e meio.
        O governo do Passos Coelho tomou posse em finais de junho de 2011 e reduziu o defice de 10% de 2010 para 4,3% em 2011, com medidas extraordinárias. Sem medidas extraordinárias ficaria nos 7,5%. Mas não foi o governo PS que “decidiu” como você diz; foram as medidas que este governo tomou que baixou o defice em 2,5% de 2010 para 2011.
        Porque é que o Sócrates não fez isso em 2005? porque estava a preparar a “festa” que acabou com a bancarrota e o subsequente pedido de ajuda à troika.

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 15:22

        Não,não decidiram,tanto que o valor que terminou o défice nesse ano situava-se perto desse.
        E tomou medidas assim que chegou ao poder.Provavelmente,o Alexandre não se recorda,é natural que as pessoas mais velhas já não se recordem,..De 6,8 passou-se a 6,3 com o orçamento rectificativo aprovado em junho desse ano.Sem essas medidas de austeridade,ás quais o PSD se opôs,fazendo pandã com a esquerda radical,o défice tinha acabado em 6,8.
        O PSD sempre gostou muito do PCP e do BE
        O que o senhor diz acerca de 2011 é completamente mentira! O novo governo PSD não tomou medidas nenhumas em relação a 2011 mas sim em relação a 2012.As únicas medidas de 2011 foram meramente receitas extraordinárioas
        Se bem que acho muit estranho previsão tão desfasada em termos de défice
        Já quanto a Teixeira e Bagão,diz o Alexandre que Bagão fez apenas uma previsão errada.É uma forrma benévola de ver a questão.Quem é que me garante que era mesmo isso,e que antes não tinha Bagão martelado o valor do défice,por eleitoralismo? E porque não haveria Teixeira feito apenas uma previsão errada? O ano só acaba em Dezembro,muita coisa até lá pode acontecer..

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      10 Maio, 2014 22:15

      RR,
      Para além das legitimas e democráticas diferenças de opinião, não me parece sequer que vejamos as mesmas estatisticas e que falamos da mesma realidade … 🙂
      Que haja aqui e acolá um director de um orgão de informação que diga alguma coisa que não seja sempre desfavorável ao governo é de louvar mas não obsta a que orientação da esmagadora maioria das noticias e comentários dos jornalistas e principais orgãos de informação seja mais ou menos descaradamente desfavorável à actual politica de austeridade e ao governo.
      De qualquer modo, o que mais importa perceber é que esta orientação não resulta apenas de convicções pessoais genuinas e desinteressadas, que de resto não deveriam ser tão influentes no trabalho dos jornalistas, mas decorre também, e muito, de interesses instalados, das empresas e das pessoas que ganham a vida com a profissão. A comunicação social é uma actividade do sector de bens não transaccionáveis e tem efectivamente algo a perder com o ajustamento do modelo economico português. A maior parte dos jornalistas são provenientes e estão muito ligados e dependentes daquela parte das “elites” portuguesas que muito ganharam com o modelo anterior e que podem vir a perder com o ajustamento em curso.
      Não sou um adepto da teoria marxista da luta de classes, antes pelo contrário. Mas é evidente que a politica de ajustamento mexe com muitos interesses instalados que tudo fazem para a combater.
      Actualmente, em Portugal, num momento de crise e mudança, há sectores importantes das “elites” que se opõem frontalmente às reformas indispensáveis para que a sociedade portuguesa saia da grave crise em que se encontra.
      Fazem-no, inteligentemente, em nome dos mais desfavorecidos. Mas, no fim de contas, pouco se importaram no passado e pouco se importam hoje com o facto de terem sido os mais desfavorecidos os que mais sofrem com os efeitos das politicas despesistas que levaram o pais para a crise actual e que mais sofrerão se o pais não equilibrar as suas contas e não fizer as reformas necessárias para a melhoria da competetividade e da sustentabilidade da nossa economia.
      As “elites” reacionárias são igualmente demagogicas e populistas : apelam aos instintos e sentimentos mais primários do “povo” para melhor e mais eficazmente se oporem à reforma do pais.

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        10 Maio, 2014 22:20

        daquela parte das “elites” portuguesas que muito ganhou

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        10 Maio, 2014 22:26

        Mais dois erros de concordancia :
        “… e que pode vir a perder …”
        “… de terem sido os mais desfavorecidos os que mais sofreram …”
        É o que dá escrever ao correr da pena e não rever antes de publicar !…

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 23:56

        Mas eu também falava dos comentadores,caro Fernando.Pelo menos,eu vendo o que se diz nos diferentes canais de noticias,apenas alguns são mais proclives á oposição,ou seja a maior parte são da área governativa artual.

        Eu,ao contrário de si parece-me, não sou fâ de teses da cabala e teorias da conspiração.Acho que não há segundos interesses nem convicções no trabalho jornalistico.São peças jornalisticas honestas,como as dos orgão de comunicação social que fizeram noticias na passa legislatura contra o anterior governo.
        Mas o seu comentário dá muito pano para mangas.Em primeiro lugar,indo por uma lógica conspiracionista como a sua,colocando-me no papel de um jornalista,o normal seria eu favorecer o governo no meu trabalho,”dando graxa” de forma a obter beneficios económicos ,e não contra,porque isso me prejudicaria:)
        .Segundo,há óbvias conexões entre os partidos do governo e os principais grupos de comunicação social do Pais,como a Impresa.
        E depois,lendo,ouvindo e vendo as noticias,este governo tem sem dúvidas nenhumas um tratamento mais benévolo e dócil da parte da imprensa,do que o anterior governo.
        Podia perfeitamente pegar na sua tese e dizer que todos os jornalista e orgãos de CS que fizeram noticias contra o anterior governo,estavam a lutarn pela preservação dos seus interesses económicos,que eram ameaçados pelo anterior governo socialista…
        Mas repito,não é isso que penso.São simplesmente diferentes conclusões

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 00:10

        Só uma coisinha para acrescentar: eu não se a que elites o Fernando se refere.Se estiver a falar da elite económica e financeira,essa tem favorecida,não combatida.
        Parece-me a mim que a redução do défice,tal como sempre foi,inclusive no consulado de governos socialistas,através das mesmas medidas que este governo tomou,tem recaido nos setores mais frágeis da sociedade,como as classes médias e baixa

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      11 Maio, 2014 00:37

      RR,

      O que diz sobre o posicionamento da maior parte da comunicação social e de uma maioria dos jornalistas não tem mesmo nada a ver com a realidade dos ultimos anos.
      De resto, há toda uma série de blogs muito interessantes que se dedicam a mostrar, com exemplos do dia a dia, o nitido enviesamento idéologico e politico de grande parte da comunicação social.
      Claro que, numa altura em que as boas noticias sobre a melhoria da situação economica são frequentes, seria dificil os orgãos de informação não falarem nelas. Mas não confunda os factos da informação com o modo de apresentação dos mesmos.
      Quanto a José Socrates, com a excepção do caso de Manuela Moura Guedes, que foi rápidamente resolvido da maneira que sabemos, foi manifesta a moderação e condescendencia de grande parte da comunicação social da altura. Tivessem os factos acontecido com um governo e um PM de direita e a atitude dos jornalistas teria sido bem mais agressiva. Lembremo-nos do que aconteceu com Santana Lopes, por muitissimo menos.

      Ao contrario do que sugere, eu não faço nenhuma interpretação em termos de cabala ou conspiração. Falei simplesmente de convicções e de interesses.
      Curiosamente, dizendo que não é adepto da logica conspiracionista, acaba por sustentar que “há óbvias conexões entre os partidos do governo e os principais grupos de comunicação social do Pais” … Nada mau !

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 01:07

        Imagino que haja Fernando.Como também há outros blogs a mostrar algo em direcção contrária a esses blogs,mostrando um enviesamento ideológico á direita,da parte dos orgão de comunicação social.
        Mas se a questão é a apresentação das noticias,então,sinceramente pelo que tenho visto,todos têm apresentado essas noticias,nomeadamente os jornais económicos.Todos têm mostrado esses factos.Mas eu não falava disso: disse simplesmente que tudo isso faz parte do plano macroeconómico.
        Pelo contrário,volto a dizer que noto uma maior condescendencia e doçura com que tratam este governo.Santana Lopes foi muito melhor tratado pelos CS do que Sócrates,sem comparação sequer.Por exemplo: não é raro uma capa desfavorável a Sócrates no Correio da Manhã,com os seus casos,em claro contraste com uma uma escassa cobertura jornalistica de tudo que afecte negativamente a imagem do atual governo,acerca dos mesmos temas.
        Também com este governo houve uma Manuel Moura Guedes chamado Pedro Rosa Mendes,que criticou um programa feito em Angola onde estaa presente Miguel Relvas,ou Maria José Oliveira que investigava Relvas.
        Eu apenas mostrei aonde a sua lógica nos pode conduzir: se esses joprnalistas que fazem noticias desfavoráveis ao governo fazem-no por interesse,então aqueles que fazem noticias que são favoráveis,ou desfavoráveis ao anterior governo, também têm interesses e convicções.
        E,por norma não acredito seriamente em teorias de conspiração,mas a verdade é que se acreditasse podia alegar perfeitamente essas ligações,foi aquilo que eu disse.Também não falei em conspirações.Também falo simplesmente de convicções e interessses caro Fernando.,.

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        11 Maio, 2014 01:46

        Não estamos de acordo, caro RR.
        Mas o mais importante nem é o que a comunicação social faz ou deixa de fazer.
        O mais importante são as politicas e os resultados.
        E aqui, depois de se ter dito e repetido que a politica de austeridade levava irremediávelmente o pais para a “espiral recessiva” e para um ainda maior descontrolo das contas publicas que tornaria impossivél o regresso aos mercados, a verdade é que aconteceu precisamente o contrário : os déficits baixaram, a divida foi estabilizada, economia recomeçou a crescer e o desemprego a baixar, as agencias de rating voltam a subir a notação portuguesa, as taxas de juro desceram e voltaram aos minimos historicos anteriores à crise !
        Esta é que é esta e mantenho que grande parte da comunicação social portuguesa, ao contrário do que se ve no estrangeiro, continua a não dar o devido realce e valor a esta evolução positiva da situação portuguesa.

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 01:55

        Mas até o presidente falou na espiral recessiva,caro Fernando. :)Mesmo que ele não se recorde já..
        O défice desceu,mas a divida continua a crescer,e ai estou de acordo com que tenhamos de continuar a diminuir o défice.Quanto ao resto,ainda é cedo para sabermos se é algum retormar estrutural da economia,ou se é sol de pouca dura.Apesar do crescimento das exportações,estão a aumentar as importações,e quanto aos juros,há certamente contributos nossos,mas como até o PM reconhece,houve certo contributo do BCE para a redução dos juros.
        São muito bons dados,a questão é se são sustentáveis ou não.Há coisas momentâneas e há as que são permanentes.E na minha opinião ainda é cedo para se atirar foguetes 🙂 Há que ter os pés na terra e evitar o deslumbramento
        Eu não leio imprensa estrangeira Fernando,mas a imprensa económica nacional tem referido todos esses dados que referiu

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        11 Maio, 2014 02:16

        RR, eu sei que Vc também acreditou na “espiral recessiva” !… E vai sempre continuar a fazer como “o velho do Restelo” (não, não é o Cavaco !… 😉 … embora seja verdade que Cavaco Silva foi dando uma no cravo outra na ferradura … não fosse o diabo tece-las !… ) … isto é, a ver sempre o copo quase vazio … Paciencia !… 🙂

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 03:02

        Respondendo á sua resposta á lá Maria José Nogueira Pinto..mais cuidado com as suas certezas,porque eu não costumava frequentar aqui o estaminé nessa altura,tinha mais que fazer digamos assim..Mas muita gente,até no governo,pensava isso.Eu até sou da opinião que a consolidação de 2012,mais focada na despesa,resultou melhor que a de 2013,focada nos impostos.Velhos do restelo,são os governos que preferem manter a máquina do estado e privilegiar o aumento da receita 🙂 Mas pronto,se o Fernando acha que sou essa pessoa,vou deixá-lo então acreditar.Cada um na sua bicicleta.
        Uma boa noite para si

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        11 Maio, 2014 03:17

        O RR agora já não tem “mais que fazer” ?!…
        Boa noite !

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 11:50

        Apenas lhe digo que tenho mais tempo livre..

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      11 Maio, 2014 01:24

      RR,

      Falo em sectores importantes das “elites”. Em diferentes dominios. Certamente as “elites” culturais e intelectuais mais ligadas e mais dependentes do Estado : funcionalismo, docentes, jornalistas, gente da cultura e do espétáculo, profissões liberais, etc. Mas também diferentes categorias do mundo empresarial, em particular todos aqueles que muito beneficiaram do fornecimento e prestação de serviços ao Estado. No fim de contas, uma parte importante do sector dos bens e serviços não transaccionáveis cresceu e prosperou graças ao despesismo e aos favores do Estado. As posições que foram sendo assumidas ao longo dos ultimos anos por parte da maioria das principais associações empresariais são muito sintomáticas e esclarecedoras.

      Não é verdade que o combate ao déficit se tenha feito à custa das categorias mais frageis da sociedade. Os cortes de vencimentos e de pensões e, com a excepção do IVA, os aumentos de impostos, pouparam essas categorias. No essencial, o Estado Social continuou a subsidiar desempregados e familias em dificuldades. De resto, as despesas sociais foram praticamente as unicas que aumentaram nos ultimos anos. Tudo isto foi ainda recentemente reconhecido por um estudo internacional : dos paises que aplicaram programas de ajustamento, com ou sem Troika, Portugal foi o pais onde as classes mais desfavorecidas foram menos afectadas.
      As categorias que mais contribuiram para o esforço de consolidação foram as classes médias e superiores. As medidas de austeridade incidiram sobre rendimentos acima de um determinado nivel e foram fortemente progressivas (de resto, criando desequilibrios de terão de ser corrigidos sob pena de se desincentivar o mérito e a qualificação). Sendo que a classe média representa numéricamente mais de 2/3 da população portuguesa, nada mais natural que tenha dada a maior contribuição em valor absoluto.
      Não é verdade que as grandes empresas dos sectores mais lucrativos não tenham sido chamadas a participar. Desde logo através das taxas especiais aplicadas em actividades especificas, como a energia. Mas, sobretudo, através da renegociação de contratos do Estado com empresas privadas em varias áreas : PPPs, medicamentos, energia, etc.
      É verdade que nem todos os sectores foram igualmente solicitados. O caso paradigmático é o da Banca, o que tem escandalizado uma parte da opinião. Mas a verdade é que este sector sofreu muito com a crise financeira e tem vindo a recuperar com grandes dificuldades e muita lentidão. Penalizar este sector teria sido irresponsável e suicidário. O pais precisa de um sector financeiro em boa saude. Inclusivamente, como se sabe, o programa da Troika previu uma verba importante para ajudar à recapitalização da Banca. Apenas uma parte foi utilizada, em empréstimos aos Bancos pagos a uma taxa de juro de mercado. Tem sido uma ajuda importante mas não é nenhum favor aos Bancos. Esse dinheiro, que não é dos contribuintes portugueses, tem vindo a pagar juros (com ganhos liquidos para o Estado português) e já começou a ser reembolsado.
      É verdade que, ao contrário do que dizem certos meios empresariais e alguns liberais mais impacientes, a generalidade das empresas não sofreu um agravamento da fiscalidade sobre os resultados e sobre outros indicadores de actividade. O aumento de impostos incidiu sobretudo sobre as familias, através do consumo e do rendimento. Não podia nem devia ser de outro modo. São as empresas que criam riqueza e geram emprego produtivo. Agravar ainda mais a carga fiscal suportada pelas empresas teria sido também irresponsável e suicidário. Logue que seja possivel reduzir impostos, as empresas devem ser mesmo prioritárias.

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 01:44

        O problema é que a classe média ,ainda mais agora,mas já nessa altura fazia mais das classes mais desfavorecidas Fernando.Temos por um lado um setor muito rico,e por outro,um setor muito pobre.Na verdade,a classe média já não existia praticamente.Hoje em dia,classe média é um conceito muito relativo.
        E o que não é verdade é que essas empresas tenham sofrido sacrificios.José Gomes Ferreira toca muito nesses assuntos por acaso.E como se viu pela reacção da Galp ou da EDP,nenhum deles quer sofrer sacrificios.E relativamente ás ppp,melhor nem falar: essas renegociações resultaram em o estado assumir mais prejuizos,e não o contrário.
        E defender um aumento para as familias de uma carga fiscal que já lhes leváva o rendimento todo,fazendo das familias,escravos fiscais uma carga fiscal que já era violenta e brutal.. é francamente pornográfico,com todo o respeito.Defender o aumento do peso do estado,sobre a vida dos individuos,deitando ás urtigas mesmo que temporariamente não está nada mau para um liberal não.
        Acho que a sociedade merece toda o mesmo tratamento,mas isto sou eu:)
        Compreendo o que esses liberais impacientes sentem.

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        11 Maio, 2014 01:54

        Quanto às PPPs está enganado. O governo reenegociou vários contratos e obteve reduções dos encargos da ordem dos 30%. Os prejuizos a que se refere resultam do que estava previsto nos contratos negociados anteriormente pelos governos anteriores e que este governo não pode nem conseguiu alterar. Se não fossem as economias que o governo actual entretanto tem vindo a negociar, o aumento previsto dos encargos com as PPPs nos proximos anos seria ainda maior.

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 01:56

        É insuficiente de qualquer maneira Fernando

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        11 Maio, 2014 02:08

        Ainda bem que o RR não é governo … com as suas ideias o Estado português estaria hoje na bancarrota e as familias e as empresas muito pior.
        Mas já discutimos muitas vezes tudo isto …
        Eu não vou dizer aqui que foi consigo … foi certamente com alguém com ideias e teses muito parecidas com as suas !… Não interessa …
        Há cerca de 2 anos esse alguém disse aqui no Blasfémias que, com a politica de austeridade, o pais caminhava para a “espiral” recessiva”, para um aumento do desemprego, para o descontrolo das contas publicas, para o aumento das taxas de juro e da divida, para a impossibilidade de um regresso aos mercados dentro dos prazos previstos pelo programa da Troika …
        Lembro-me de ter dito na altura que era preciso esperar algum tempo para se verem os resultados e que voltariamos a falar mais tarde …
        Mais tarde é … agora !…
        O que é espantoso é verificar que as mesmas pessoas que há não muito tempo faziam previsões catastroficas e davam lições de como fazer para tirar o pais da crise … apesar de ser hoje evidente que se enganaram em toda a linha … continuam a dizer quase as mesmas coisas e a dar exactamente as mesmas lições !!…
        Bom Domingo RR 🙂

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 02:29

        As minhas ideias são as de alguma direita liberal: redução de despesa,menos impostos para as familias.Aplicação dos principios liberais.Concentrar o esforço no Estado e não nas familias.Em que é que iso leva concretamente á bancarrota? Contribui muito menos do que as politicas que este governo e os outros têm praticando,e que o Fernando apoia 🙂 E quando o PS eventualmente praticar a mesma politica,ficarei curioso do que é que alguns “liberais pacientes” irão dizer.
        Eu apenas pergunto aonde está a tal politica ultraliberal que tanto falam,que não a encontro 🙂

        Se essa pessoa disse,estava errada,e têm direito a errar,tal como o Fernando têm o direito de errar em apoiar o agravamento da carga fiscal das familias.Algo que o Tribunal Constitucional tem apoiado 🙂
        Eu não sou catastrofista,até sou tal como o Fernando parece ser,um otimista por natureza .Mas não me deslumbro facilmente com as coisas tem razão.Tenho os pés na terra.E o Fernando parece não fazer jus ao que diz,sobre a importância de esperar pelo passar do tempo.Ainda é muito cedo,e tudo pode ainda ruir como um castelo de cartas. E muitos desses feitos que o Fernando atribui ao governo,são também fruto de um certo contribuito vindo do exterior,sem o qual seria mais provável essas previsões vingarem.

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        11 Maio, 2014 03:15

        RR,

        Pois eu acho que “essa pessoa” está muito bem representada pelo … RR !… 😉
        Com todo o respeito, as suas ideias não são de “direita liberal” … São de um anti-fiscalismo poujadista e populista que tanto pode ser de direita como de esquerda, consoante a inclinação do terreno !…
        Vamos então seguir a sua recomendação e esperar mais tempo para ver o que vai acontecer e voltar a fazer um balanço …

        Já agora, eu não apoio nenhum “agravamento da carga fiscal das familias” em absoluto. Apenas considero que, perante a impossibilidade (Tribunal Constitucional) e a incapacidade do governo para cortar mais rápidamente na despesa, foi inevitável algum aumento de impostos para respeitar os compromissos com a Troika e que, assim sendo, foi apesar de tudo preferivel poupar ao maximo a fiscalidade das empresas. Mas também considero que o corte na despesa estrutural do Estado deve ser um objectivo estratégico e que os impostos, primeiro sobre as empresas e depois sobre as familias, devem ser progressivamente e fortemente reduzidos à medida que for existindo margem para tal.
        O Tribunal Constitucional também não é assumidamente por um aumento da carga fiscal sobre as familias. É sim contra cortes nos vencimentos e nas pensões. Também não me espantaria se viesse a ser contra uma restruturação do “Estado Social” quando e se porventura um governo procurasse avançar nesse sentido.

        Tenha um bom Domingo !

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      • RR's avatar
        11 Maio, 2014 12:02

        Anti-fiscalismo não Fernando.Sou a favor de uma despesa baixa e impostos baixos.De politicas que não sobrecarreguem contribuintes
        Ai não apoia? Não me parece mesmo nada,pelo que tenho visto.Não há incapacidade,há a clássia falta de vontade.Mas isso é um problema de todos os governos,não apenas deste.No próximo resgate não haverá essa incapacidade não

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  2. Rui C's avatar
    Rui C permalink
    10 Maio, 2014 01:46

    Alexandre Carvalho da Silveira

    Neste caso a auto-flagelação que refere e bem, não é tão antiga e acaba no dia em que o emérito patriota Dr. Francisco Balsemão quiser.

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    • fado alexandrino's avatar
      10 Maio, 2014 19:02

      Tenho as maiores dúvidas.
      Palpita-me que ele já não manda no Expresso, o mesmo parece-se cada vez mais com um órgão semioficial do PS.

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  3. JMS's avatar
    JMS permalink
    10 Maio, 2014 02:23

    Rui C,

    Pois…

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  4. primo's avatar
    primo permalink
    10 Maio, 2014 08:46

    Não se incomodem em subir o rating! Daqui a algum tempo, o pessoal do rato volta a tomar conta disso, e voltamos à casa de partida ! Se não aprendamos em 40 anos, é agora que vamos aprender ?

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  5. Jungle Jim's avatar
    Jungle Jim permalink
    10 Maio, 2014 09:29

    «… Assim como se verificou e teve de corrigir o livre funcionamento da Máfia nos anos 20, também após este último terramoto financeiro, com sérias implicações económicas, ter-se-á necessariamente que corrigir o livre funcionamento do mercado antes que ele nos tome como reféns definitivos.» (Mouhammad Yunus, Yale 2013)

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  6. Rinka's avatar
    Rinka permalink
    10 Maio, 2014 11:14

    Agora as agências de rating já são boas outra vez? E no próximo ano quando voltarmos a subir o rating para uma categoria digna, quando tiver o PS no Governo, ai já voltam a ser más?

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    • Jungle Jim's avatar
      Jungle Jim permalink
      10 Maio, 2014 12:43

      LOL!!!

      Nessa altura veremos O Blasfémias em número exótico de contorcionismo.

      É pena que se tivessem remetido ao silênciao sobre o tema, quando após as eleições legislativas de 2011, dois dos responsáveis de duas das agências de rating americanas vieram dizer que já conheciam muito bem Miguel Relvas e Miguel Macedo, que durante os últimos meses de 2010 e 1º trimestre de 2011 não paravam de telefonar a avisar que a situação de Portugal era muito pior do que a documentação mostrava.

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        10 Maio, 2014 14:55

        “Ô combien”!, nem posso esperar para ver o PS liderado pelo Tozé ou pelo Costa, tanto faz, outra vez a governar esta parvónia. É sinal que os portugueses já estão com saudades da troika, e que não podem viver sem ela.
        Depois vai ser a festa do costume: défices de 10%, mutualização da divida, eurobonds, e os austriacos, finlandeses, holandeses e todos quantos tiverem dinheiro a mais, num corrupio a caminho de Lisboa trazendo paletes de notas de 500 euros, para a malta manter a vida a que os portugueses têm direito.
        O meu voto está garantido! Quem é que pode desperdiçar tanta felicidade?

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      • Jungle Jim's avatar
        Jungle Jim permalink
        10 Maio, 2014 15:52

        Veja lá o seu estado!

        Eu, felizmente, não tenho dilemas eleitorais. Não voto.

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 17:18

        O PS fez muita porcaria? Mas o último governo PSD deixou um défice de 6,3%.Sim, PSD.Foi quem fez o OE2004

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 17:19

        Vai votar PS Alexandre? Eu não vou votar,tenho outros assuntos para tratar de dia.Porque é que não quer votar em PSD-CDS?

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 17:25

        Bem,mas deixando as ironias de lado,deixe-me avisá-lo do seguinte Alexandre: se analisar bem as declarações dos dirigentes do PS,não irá haver muitas mudanças de politica se forem para o governo,até porque agora existe o Tratado Orçamental.Muitas vezes os governos do PS governaram mais á direita que o PSD,e nem há grandes diferenças entre osdois.Relaxe e disfrute da campanha.

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        10 Maio, 2014 19:30

        Se o PS for para o governo não sei se vai fazer muitas mudanças de politica.
        O que sei é que os seus dirigentes andam agora a dizer que vão fazer o contrario.
        Das duas uma : ou não vão mudar de politica e, neste caso, é preferivel o original à copia ; ou vão mesmo mudar e, neste caso,, os portugueses estão prevenidos !…

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 20:45

        Já vivi entre governos dos dois partidos o mais que suficiente para saber isto: quer um, quer outro,dizem uma coisa quando estão fora do poder,e quando estão dentro..claro que têem de esquecer algumas coisas que disseram no passado.Não me lembro de quando não foi assim.Mas tem lógica porque o que interessa á oposição é dizer o que os eleitores querem ouvir.
        Portanto,é óbvio que se trata da primeira hipótese.Só que como sempre os eleitores acreditam.

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 20:46

        Sem esquecer que pode haver um bloco central formado pelos dois partidos a partir de 2015

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        10 Maio, 2014 22:18

        O que é preciso é que, sejam quais forem os partidos, o pais seja governado de modo a viver o melhor possivel … com o que tem !

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      • RR's avatar
        10 Maio, 2014 23:58

        Absolutamente de acordo 🙂

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  7. Maurício Brito's avatar
    Maurício Brito permalink
    10 Maio, 2014 14:28

    Comentário ao post do vitorcunha “Determinar problema que seja resolvido pela resolução proposta”, que teima em apagar comentários:

    “Parece que o Coelho anda à procura de administradores (de sucesso) de condomínios para acertarem as contas públicas. Acha que economistas e gestores de top não têm o perfil adequado para o cargo.

    Envia o teu currículo, rapaz!”

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  8. PUBLICAR's avatar
    PUBLICAR permalink
    10 Maio, 2014 23:23

    ESCANDALO:
    Informação a partilhar: Mario Soares acabou de sair de uma cerimónia publica no Algarve em que subiu ao palco juntamente com uma senhora chamada Conceição Bernardes para aporesenta-lo e elogiá-lo , perguntarao quem é essa senhora ? A amiga e camarada de Mário Soares é nada mais nada menos que a tal fulana que recusou a comida a uma criança de 5 anos numa escola pública de Quarteira deixando-a à fome para , conforme afirmaram , punir os pais que não pagaram as senhas até porque essa mesma camarada socialista terá proibido as auxiliares de pagarem as senhas quando ficaram surpresas pela desumanidade da camarada , e para quem já tem cabelos brancos e sabe o que é e o que foi um canalha recordará que aquando do anterior resgate houve um pilante que gozava com os portugueses declarando “não há fome em Portugal” . e já agora um grande abraço para o Vasco Santana.

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  9. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    11 Maio, 2014 15:30

    Estas entidades sem rosto prestam serviços interessantes. Mas estas, com rosto, também, caro Rui.
    http://www.publico.pt/economia/noticia/ajudas-a-portugal-e-grecia-foram-resgates-aos-bancos-alemaes-1635405

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