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Das projecções

20 Maio, 2014

No que concerne à procura estimada de passageiros para o eixo prioritário de ligação ferroviária de Alta Velocidade entre Porto e Vigo, de acordo com as projecções realizadas pela Sener/Ferconsult, a procura de passageiros seria de cerca de 3,7 milhões, em 2029.

Num assunto relacionado, comboio entre Porto e Vigo acumulou prejuízos de 1,2 milhões de euros em nove meses: a média de passageiros em 9 meses foi de 26 por viagem.

23 comentários leave one →
  1. Jungle Jim's avatar
    Jungle Jim permalink
    20 Maio, 2014 10:27

    Talvez devesse questionar o governo de Durão Barroso & Paulo Portas que indicava 5 (!!!!!) linhas de TGV em Portugal…

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    • vitorcunha's avatar
      vitorcunha permalink*
      20 Maio, 2014 10:29

      Vou começar a apagar estes comentários que presumem que os autores dos posts prestam o mesmo tipo de vassalagem que comentadores de posts.

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      • jp's avatar
        20 Maio, 2014 13:35

        vitor cunha o meu comentario sobre os produtores de posts desapareceu?qual o motivo?,por citar alguem de direita que colaborou no derrube do governo anterior? é mentira? moreira de sá é que deu a entrevista, a confirmar talvez por não ter sido convidado para secretario de estado do actual governo. mais um frete do vitor cunha ao governo!

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      • vitorcunha's avatar
        vitorcunha permalink*
        20 Maio, 2014 13:37

        O meu único frete foi aprovar este comentário antes de o bloquear.

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    • Tiradentes's avatar
      Tiradentes permalink
      20 Maio, 2014 16:16

      Presumindo a presunção “inda bem que o Fujão Burroso fugiu a tempo. Fomos agraciados pelos construtores de ótoestradas em número superior aos das linhas de tgv e que só deram lucro”.Entre a presunção e os factos lá se foram uns milhares de milhões. Mas isso não interessa nada.

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  2. Bento 2014's avatar
    Bento 2014 permalink
    20 Maio, 2014 10:44

    Urgente a criação de um observatório para apreciar estas viagens. Carruagem cama e restaurante para olheiros residentes.

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  3. anónimo's avatar
    anónimo permalink
    20 Maio, 2014 10:56

    26 passageiros vezes 2 viagens diarias = 52 passageiros dia
    52 passageiros dia vezes 30 dias = 1556 passageiros/mês
    1556 vezes 12 = 18 720 passageiros/ano

    18.720 passageiros/ano vezes 198 anos = 3.706.560

    Assim é inviável. Acho que o overcraft dos açores é mais eficaz, vai pela beira-mar e a paisagem é mais bonita. Quando a estação oceanica dos Açores entrar em funcionamento logo se resolve o problema de acesso aos Balaídos

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  4. Castrol's avatar
    Castrol permalink
    20 Maio, 2014 11:07

    O que mais revolta no meio disto tudo, é a falta de responsabilização das empresas de se fazem pagar a preço de ouro para fazer estes “estudos” e “consultadorias”.

    Alguém responsabilizou criminalmente, ou sequer pediu explicações ao consórcio Sener/Ferconsult pelo seu “estudo”!

    No mínimo alguém se preocupou em colocar estas duas empresas na lista negra, proibindo-as de concorrer a novos estudos para o estado Português?

    A menos que os números tenham sido encomendados e aí o problema é muito mais grave…

    Chega de corrupção! É aqui que reside o real problema do País! Resolvam-no de uma vez por todas e não precisam de roubar as pensões velhinhos e ordenados a funcionários públicos…

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    • Regina Nabais's avatar
      20 Maio, 2014 12:26

      Identifico-me totalmente com a opinião e perspectivas deste comentário.

      Os contribuintes deveriam de ter forma de EXIGIR a identificação e CO-RESPONSABILIZAÇÃO *NOMINAL*, por perdas e danos, de TODOS os que sáo PAGOS ou SUBSIDIADOS pelos contribuintes para se *Entreterem* a subscrever “ideias” “estudos”, “pareceres”, “relatórios”, “avaliações” e “projectos”… que, sucessivamente, dão REITERADOS prejuízos .

      Que “TREVAS” de Conhecimentos EFECTIVOS nas áreas em que se atrevem a “palpitar por aí”…

      DEPRIMENTE!

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      • Jungle Jim's avatar
        Jungle Jim permalink
        20 Maio, 2014 12:30

        Quer acorrentar uma bola férrea à classe política pretérita e presente? Quer mesmo? Pense bem…

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    • manuel's avatar
      manuel permalink
      20 Maio, 2014 13:06

      Não tinha lido o teu comentário ,a coisa é mesmo o cenário mais carregado ,é a corrupção no seu melhor.

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    • Duarte de Aviz's avatar
      Duarte de Aviz permalink
      20 Maio, 2014 17:33

      Mas que perguntas mais estapafurdias. Então não sabe que estes “estudos”, quando são encomendados, já têm a conclusão escrita? Se assim não fosse não eram encomendados a “consultoras”. Encomendavam-se às Universidades, aos institutos de investigação do estado, ou aos serviços dos próprios ministérios.

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      • lucklucky's avatar
        lucklucky permalink
        23 Maio, 2014 02:27

        Essa é hilariante Duarte de Aviz como se as Universidades, Institutos de investigação do estado e seus trabalhadores e sindicatos não ganhassem poder e dinheiro com 5 linhas de TGV.

        Ou onde julga começam os projectos?

        É preciso achar que os outros são parvos.

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  5. muito atento's avatar
    muito atento permalink
    20 Maio, 2014 11:30

    Pudera com o tempo que demora e conforto que têm, até acho que têm passageiros a mais.

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  6. fado alexandrino's avatar
    20 Maio, 2014 12:30

    Não são comparações possíveis.
    A linha de alta velocidade Porto/Vigo, aliás a única que eu acho que seria viável não sei se atingiria aquele número mas que atingiria um número redondo era certo.
    Porque daria ligação a toda a Galiza ao aeroporto do Porto e logicamente tenderia a aumentar as frequências e os destinos.
    É a teoria da bola de neve.
    À outra ligação que bem gostaria de a fazer um dia só lhe falta um apeadeiro como havia na linha da Beira alta (julgo que Alpedrinha) onde se vendia água aos viajantes sequiosos.
    É turística, embora um bocadinho cara.
    Com a “gordura” que tem do tipo Estado, deve ser boa para o colesterol e má para as pessoas.

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    • Churchill's avatar
      Churchill permalink
      20 Maio, 2014 13:20

      É isso fado
      Basta olhar para uma fotografia aérea da península para se perceber onde estão as pessoas.
      Depois avaliar os HUB decisivos, de pessoas e mercadorias.
      No final é fazer as contas, considerando as restantes alternativas.

      Como é óbvio estou a falar de cor, mas parece-me que entre a ligação a Vigo e a outra a Madrid, esta 1ª tem claramente mais probabilidades de sucesso.
      Há ainda um outro aspecto crucial, é que na concorrência direta com Madrid iremos perder, mas com a Galiza podemos conseguir um melhor desempenho.

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      • vitorcunha's avatar
        vitorcunha permalink*
        20 Maio, 2014 13:32

        Foi o método utilizado para fazer as fronteiras em África. Um gajo olha, vê, decide e enterra o dinheiro do contribuinte.

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      • Churchill's avatar
        Churchill permalink
        20 Maio, 2014 15:34

        Cunha
        Em África ou em qualquer outro lugar, faz sentido ter transportes onde fazem falta.
        Se são rentáveis ou não isso avalia-se. Eu referi claramente que se devem fazer as contas considerando as alternativas.

        O dinheiro do contribuinte serve para usar.

        Eu sei que o Cunha defende a abolição de todos os impostos, mas como isso não vai acontecer, pelo menos que se use o dinheiro da melhor forma possível.

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  7. manuel's avatar
    manuel permalink
    20 Maio, 2014 13:03

    Pois, a melhor geração de sempre ,aprendeu a fazer estudos martelados nas licenciaturas ,mestrados e doutoramentos das nossa universidades como a Independente e alguns mandam os trabalhos de fax. Além da situação não estar fácil até os académicos são vigaristas.

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  8. Monti's avatar
    Monti permalink
    20 Maio, 2014 19:31

    Porto-Vigo a 3.7 milhões passageiros em 2029?
    Pois:
    Lisboa-Madrid em 2030: cerca de 9 milhões;
    Porto-Madrid: cerca de 9 milhões.
    Quem foram os anormais que descobriram entre Lisboa e Madrid, 25.000 utentes dia?
    12.500 dia em cada sentido?
    Quem foram as bestas que lhes pagaram os estudos?
    Pois.
    Entretanto e fruto dos investimentos na ferrovia em Espanha, Portugal sem ligações europeias, destinado a ver os seus portos marítimos a encaminhar as cargas via estrada para lá da fronteira: para os portos secos da raia espanhola.
    Nada que um novo Estudo ou Observatório não ‘resolva’.

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    • vitorcunha's avatar
      vitorcunha permalink*
      20 Maio, 2014 19:36

      Lisboa será a praia de Madrid.

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    • Tiradentes's avatar
      Tiradentes permalink
      20 Maio, 2014 22:12

      será a praia mas tem de ser todo ano para dar aquelas médias de passageiros.hahahha, mas com o aquecimento global ainda chegamos lá….vai ser verão todo ano…..mas é melhor que os espanhois tragam a areia também hahahahahah

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  9. jorgegabinete's avatar
    20 Maio, 2014 20:41

    Sobre este assunto tenho duas considerações a partilhar:

    #1 quando se fala de modernização de linha, sejam quais forem o pressupostos do modelo de negócio, nunca se fala da plataforma que sustenta a linha e das suas garantias estruturais, quer isto dizer que se fizeram várias modernizações na linha do Norte (por exemplo) que nunca passam (tanto quanto sei) pela reconstrução dos “alicerces” e depois temos maquinistas a afirmar (nunca em público, curioso) que material circulante acima de 180Km/H não obriga a infraestrutura a suportar velocidades superiores a essa e assim se fazem empreitadas em cima de empreitadas e se compra material após material sem resolver o cerne da questão e com acréscimo de valor/utilidade duvidoso.
    #2 quando se fala de desenvolvimento de infraestruturas novas, como por exemplo o TGV, planeia-se rasgar o país de norte a sul por uma via de x metros de largura mas não se integram outras finalidades, digo que se for preciso e em duas décadas, rasgamos vias de norte a sul e em separado para a ferrovia, para a rodovia, para os gasodutos, para transvase, para infraestrutura eléctrica, etc. Como se em casa de cada um ou na rua de cada um se afigurasse como útil e eficiente rasgar paredes ou subsolo a cada infraestrutura por si.

    O primeiro exemplo, de muito estudado e ignorado, fala do beneplácito do decisor para com o interesse privado na contratação de investimento público ou, melhor dizendo se leis houvera, da corrupção dos decisores públicos e/ou políticos.
    Do segundo exemplo fala da mistura da má fé ante relevada com a falta de horizonte dos políticos e do próprio povo assim como de instituições (universidade e politécnicos, outra vez universidades e politécnicos, institutos públicos, partidos políticos, agremiações sectoriais patronais ou sindicais e por aí adiante), tanta pujança na crítica fácil que têm (dita cagança) e tão pouca capacidade na circunstância (dita pujança).

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