vitor cunha o meu comentario sobre os produtores de posts desapareceu?qual o motivo?,por citar alguem de direita que colaborou no derrube do governo anterior? é mentira? moreira de sá é que deu a entrevista, a confirmar talvez por não ter sido convidado para secretario de estado do actual governo. mais um frete do vitor cunha ao governo!
Presumindo a presunção “inda bem que o Fujão Burroso fugiu a tempo. Fomos agraciados pelos construtores de ótoestradas em número superior aos das linhas de tgv e que só deram lucro”.Entre a presunção e os factos lá se foram uns milhares de milhões. Mas isso não interessa nada.
26 passageiros vezes 2 viagens diarias = 52 passageiros dia
52 passageiros dia vezes 30 dias = 1556 passageiros/mês
1556 vezes 12 = 18 720 passageiros/ano
18.720 passageiros/ano vezes 198 anos = 3.706.560
Assim é inviável. Acho que o overcraft dos açores é mais eficaz, vai pela beira-mar e a paisagem é mais bonita. Quando a estação oceanica dos Açores entrar em funcionamento logo se resolve o problema de acesso aos Balaídos
O que mais revolta no meio disto tudo, é a falta de responsabilização das empresas de se fazem pagar a preço de ouro para fazer estes “estudos” e “consultadorias”.
Alguém responsabilizou criminalmente, ou sequer pediu explicações ao consórcio Sener/Ferconsult pelo seu “estudo”!
No mínimo alguém se preocupou em colocar estas duas empresas na lista negra, proibindo-as de concorrer a novos estudos para o estado Português?
A menos que os números tenham sido encomendados e aí o problema é muito mais grave…
Chega de corrupção! É aqui que reside o real problema do País! Resolvam-no de uma vez por todas e não precisam de roubar as pensões velhinhos e ordenados a funcionários públicos…
Identifico-me totalmente com a opinião e perspectivas deste comentário.
Os contribuintes deveriam de ter forma de EXIGIR a identificação e CO-RESPONSABILIZAÇÃO *NOMINAL*, por perdas e danos, de TODOS os que sáo PAGOS ou SUBSIDIADOS pelos contribuintes para se *Entreterem* a subscrever “ideias” “estudos”, “pareceres”, “relatórios”, “avaliações” e “projectos”… que, sucessivamente, dão REITERADOS prejuízos .
Que “TREVAS” de Conhecimentos EFECTIVOS nas áreas em que se atrevem a “palpitar por aí”…
Mas que perguntas mais estapafurdias. Então não sabe que estes “estudos”, quando são encomendados, já têm a conclusão escrita? Se assim não fosse não eram encomendados a “consultoras”. Encomendavam-se às Universidades, aos institutos de investigação do estado, ou aos serviços dos próprios ministérios.
Essa é hilariante Duarte de Aviz como se as Universidades, Institutos de investigação do estado e seus trabalhadores e sindicatos não ganhassem poder e dinheiro com 5 linhas de TGV.
Não são comparações possíveis.
A linha de alta velocidade Porto/Vigo, aliás a única que eu acho que seria viável não sei se atingiria aquele número mas que atingiria um número redondo era certo.
Porque daria ligação a toda a Galiza ao aeroporto do Porto e logicamente tenderia a aumentar as frequências e os destinos.
É a teoria da bola de neve.
À outra ligação que bem gostaria de a fazer um dia só lhe falta um apeadeiro como havia na linha da Beira alta (julgo que Alpedrinha) onde se vendia água aos viajantes sequiosos.
É turística, embora um bocadinho cara.
Com a “gordura” que tem do tipo Estado, deve ser boa para o colesterol e má para as pessoas.
É isso fado
Basta olhar para uma fotografia aérea da península para se perceber onde estão as pessoas.
Depois avaliar os HUB decisivos, de pessoas e mercadorias.
No final é fazer as contas, considerando as restantes alternativas.
Como é óbvio estou a falar de cor, mas parece-me que entre a ligação a Vigo e a outra a Madrid, esta 1ª tem claramente mais probabilidades de sucesso.
Há ainda um outro aspecto crucial, é que na concorrência direta com Madrid iremos perder, mas com a Galiza podemos conseguir um melhor desempenho.
Cunha
Em África ou em qualquer outro lugar, faz sentido ter transportes onde fazem falta.
Se são rentáveis ou não isso avalia-se. Eu referi claramente que se devem fazer as contas considerando as alternativas.
O dinheiro do contribuinte serve para usar.
Eu sei que o Cunha defende a abolição de todos os impostos, mas como isso não vai acontecer, pelo menos que se use o dinheiro da melhor forma possível.
Pois, a melhor geração de sempre ,aprendeu a fazer estudos martelados nas licenciaturas ,mestrados e doutoramentos das nossa universidades como a Independente e alguns mandam os trabalhos de fax. Além da situação não estar fácil até os académicos são vigaristas.
Porto-Vigo a 3.7 milhões passageiros em 2029?
Pois:
Lisboa-Madrid em 2030: cerca de 9 milhões;
Porto-Madrid: cerca de 9 milhões.
Quem foram os anormais que descobriram entre Lisboa e Madrid, 25.000 utentes dia?
12.500 dia em cada sentido?
Quem foram as bestas que lhes pagaram os estudos?
Pois.
Entretanto e fruto dos investimentos na ferrovia em Espanha, Portugal sem ligações europeias, destinado a ver os seus portos marítimos a encaminhar as cargas via estrada para lá da fronteira: para os portos secos da raia espanhola.
Nada que um novo Estudo ou Observatório não ‘resolva’.
será a praia mas tem de ser todo ano para dar aquelas médias de passageiros.hahahha, mas com o aquecimento global ainda chegamos lá….vai ser verão todo ano…..mas é melhor que os espanhois tragam a areia também hahahahahah
Sobre este assunto tenho duas considerações a partilhar:
#1 quando se fala de modernização de linha, sejam quais forem o pressupostos do modelo de negócio, nunca se fala da plataforma que sustenta a linha e das suas garantias estruturais, quer isto dizer que se fizeram várias modernizações na linha do Norte (por exemplo) que nunca passam (tanto quanto sei) pela reconstrução dos “alicerces” e depois temos maquinistas a afirmar (nunca em público, curioso) que material circulante acima de 180Km/H não obriga a infraestrutura a suportar velocidades superiores a essa e assim se fazem empreitadas em cima de empreitadas e se compra material após material sem resolver o cerne da questão e com acréscimo de valor/utilidade duvidoso.
#2 quando se fala de desenvolvimento de infraestruturas novas, como por exemplo o TGV, planeia-se rasgar o país de norte a sul por uma via de x metros de largura mas não se integram outras finalidades, digo que se for preciso e em duas décadas, rasgamos vias de norte a sul e em separado para a ferrovia, para a rodovia, para os gasodutos, para transvase, para infraestrutura eléctrica, etc. Como se em casa de cada um ou na rua de cada um se afigurasse como útil e eficiente rasgar paredes ou subsolo a cada infraestrutura por si.
O primeiro exemplo, de muito estudado e ignorado, fala do beneplácito do decisor para com o interesse privado na contratação de investimento público ou, melhor dizendo se leis houvera, da corrupção dos decisores públicos e/ou políticos.
Do segundo exemplo fala da mistura da má fé ante relevada com a falta de horizonte dos políticos e do próprio povo assim como de instituições (universidade e politécnicos, outra vez universidades e politécnicos, institutos públicos, partidos políticos, agremiações sectoriais patronais ou sindicais e por aí adiante), tanta pujança na crítica fácil que têm (dita cagança) e tão pouca capacidade na circunstância (dita pujança).
Talvez devesse questionar o governo de Durão Barroso & Paulo Portas que indicava 5 (!!!!!) linhas de TGV em Portugal…
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Vou começar a apagar estes comentários que presumem que os autores dos posts prestam o mesmo tipo de vassalagem que comentadores de posts.
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vitor cunha o meu comentario sobre os produtores de posts desapareceu?qual o motivo?,por citar alguem de direita que colaborou no derrube do governo anterior? é mentira? moreira de sá é que deu a entrevista, a confirmar talvez por não ter sido convidado para secretario de estado do actual governo. mais um frete do vitor cunha ao governo!
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O meu único frete foi aprovar este comentário antes de o bloquear.
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Presumindo a presunção “inda bem que o Fujão Burroso fugiu a tempo. Fomos agraciados pelos construtores de ótoestradas em número superior aos das linhas de tgv e que só deram lucro”.Entre a presunção e os factos lá se foram uns milhares de milhões. Mas isso não interessa nada.
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Urgente a criação de um observatório para apreciar estas viagens. Carruagem cama e restaurante para olheiros residentes.
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26 passageiros vezes 2 viagens diarias = 52 passageiros dia
52 passageiros dia vezes 30 dias = 1556 passageiros/mês
1556 vezes 12 = 18 720 passageiros/ano
18.720 passageiros/ano vezes 198 anos = 3.706.560
Assim é inviável. Acho que o overcraft dos açores é mais eficaz, vai pela beira-mar e a paisagem é mais bonita. Quando a estação oceanica dos Açores entrar em funcionamento logo se resolve o problema de acesso aos Balaídos
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O que mais revolta no meio disto tudo, é a falta de responsabilização das empresas de se fazem pagar a preço de ouro para fazer estes “estudos” e “consultadorias”.
Alguém responsabilizou criminalmente, ou sequer pediu explicações ao consórcio Sener/Ferconsult pelo seu “estudo”!
No mínimo alguém se preocupou em colocar estas duas empresas na lista negra, proibindo-as de concorrer a novos estudos para o estado Português?
A menos que os números tenham sido encomendados e aí o problema é muito mais grave…
Chega de corrupção! É aqui que reside o real problema do País! Resolvam-no de uma vez por todas e não precisam de roubar as pensões velhinhos e ordenados a funcionários públicos…
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Identifico-me totalmente com a opinião e perspectivas deste comentário.
Os contribuintes deveriam de ter forma de EXIGIR a identificação e CO-RESPONSABILIZAÇÃO *NOMINAL*, por perdas e danos, de TODOS os que sáo PAGOS ou SUBSIDIADOS pelos contribuintes para se *Entreterem* a subscrever “ideias” “estudos”, “pareceres”, “relatórios”, “avaliações” e “projectos”… que, sucessivamente, dão REITERADOS prejuízos .
Que “TREVAS” de Conhecimentos EFECTIVOS nas áreas em que se atrevem a “palpitar por aí”…
DEPRIMENTE!
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Quer acorrentar uma bola férrea à classe política pretérita e presente? Quer mesmo? Pense bem…
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Não tinha lido o teu comentário ,a coisa é mesmo o cenário mais carregado ,é a corrupção no seu melhor.
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Mas que perguntas mais estapafurdias. Então não sabe que estes “estudos”, quando são encomendados, já têm a conclusão escrita? Se assim não fosse não eram encomendados a “consultoras”. Encomendavam-se às Universidades, aos institutos de investigação do estado, ou aos serviços dos próprios ministérios.
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Essa é hilariante Duarte de Aviz como se as Universidades, Institutos de investigação do estado e seus trabalhadores e sindicatos não ganhassem poder e dinheiro com 5 linhas de TGV.
Ou onde julga começam os projectos?
É preciso achar que os outros são parvos.
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Pudera com o tempo que demora e conforto que têm, até acho que têm passageiros a mais.
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Não são comparações possíveis.
A linha de alta velocidade Porto/Vigo, aliás a única que eu acho que seria viável não sei se atingiria aquele número mas que atingiria um número redondo era certo.
Porque daria ligação a toda a Galiza ao aeroporto do Porto e logicamente tenderia a aumentar as frequências e os destinos.
É a teoria da bola de neve.
À outra ligação que bem gostaria de a fazer um dia só lhe falta um apeadeiro como havia na linha da Beira alta (julgo que Alpedrinha) onde se vendia água aos viajantes sequiosos.
É turística, embora um bocadinho cara.
Com a “gordura” que tem do tipo Estado, deve ser boa para o colesterol e má para as pessoas.
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É isso fado
Basta olhar para uma fotografia aérea da península para se perceber onde estão as pessoas.
Depois avaliar os HUB decisivos, de pessoas e mercadorias.
No final é fazer as contas, considerando as restantes alternativas.
Como é óbvio estou a falar de cor, mas parece-me que entre a ligação a Vigo e a outra a Madrid, esta 1ª tem claramente mais probabilidades de sucesso.
Há ainda um outro aspecto crucial, é que na concorrência direta com Madrid iremos perder, mas com a Galiza podemos conseguir um melhor desempenho.
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Foi o método utilizado para fazer as fronteiras em África. Um gajo olha, vê, decide e enterra o dinheiro do contribuinte.
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Cunha
Em África ou em qualquer outro lugar, faz sentido ter transportes onde fazem falta.
Se são rentáveis ou não isso avalia-se. Eu referi claramente que se devem fazer as contas considerando as alternativas.
O dinheiro do contribuinte serve para usar.
Eu sei que o Cunha defende a abolição de todos os impostos, mas como isso não vai acontecer, pelo menos que se use o dinheiro da melhor forma possível.
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Pois, a melhor geração de sempre ,aprendeu a fazer estudos martelados nas licenciaturas ,mestrados e doutoramentos das nossa universidades como a Independente e alguns mandam os trabalhos de fax. Além da situação não estar fácil até os académicos são vigaristas.
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Porto-Vigo a 3.7 milhões passageiros em 2029?
Pois:
Lisboa-Madrid em 2030: cerca de 9 milhões;
Porto-Madrid: cerca de 9 milhões.
Quem foram os anormais que descobriram entre Lisboa e Madrid, 25.000 utentes dia?
12.500 dia em cada sentido?
Quem foram as bestas que lhes pagaram os estudos?
Pois.
Entretanto e fruto dos investimentos na ferrovia em Espanha, Portugal sem ligações europeias, destinado a ver os seus portos marítimos a encaminhar as cargas via estrada para lá da fronteira: para os portos secos da raia espanhola.
Nada que um novo Estudo ou Observatório não ‘resolva’.
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Lisboa será a praia de Madrid.
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será a praia mas tem de ser todo ano para dar aquelas médias de passageiros.hahahha, mas com o aquecimento global ainda chegamos lá….vai ser verão todo ano…..mas é melhor que os espanhois tragam a areia também hahahahahah
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Sobre este assunto tenho duas considerações a partilhar:
#1 quando se fala de modernização de linha, sejam quais forem o pressupostos do modelo de negócio, nunca se fala da plataforma que sustenta a linha e das suas garantias estruturais, quer isto dizer que se fizeram várias modernizações na linha do Norte (por exemplo) que nunca passam (tanto quanto sei) pela reconstrução dos “alicerces” e depois temos maquinistas a afirmar (nunca em público, curioso) que material circulante acima de 180Km/H não obriga a infraestrutura a suportar velocidades superiores a essa e assim se fazem empreitadas em cima de empreitadas e se compra material após material sem resolver o cerne da questão e com acréscimo de valor/utilidade duvidoso.
#2 quando se fala de desenvolvimento de infraestruturas novas, como por exemplo o TGV, planeia-se rasgar o país de norte a sul por uma via de x metros de largura mas não se integram outras finalidades, digo que se for preciso e em duas décadas, rasgamos vias de norte a sul e em separado para a ferrovia, para a rodovia, para os gasodutos, para transvase, para infraestrutura eléctrica, etc. Como se em casa de cada um ou na rua de cada um se afigurasse como útil e eficiente rasgar paredes ou subsolo a cada infraestrutura por si.
O primeiro exemplo, de muito estudado e ignorado, fala do beneplácito do decisor para com o interesse privado na contratação de investimento público ou, melhor dizendo se leis houvera, da corrupção dos decisores públicos e/ou políticos.
Do segundo exemplo fala da mistura da má fé ante relevada com a falta de horizonte dos políticos e do próprio povo assim como de instituições (universidade e politécnicos, outra vez universidades e politécnicos, institutos públicos, partidos políticos, agremiações sectoriais patronais ou sindicais e por aí adiante), tanta pujança na crítica fácil que têm (dita cagança) e tão pouca capacidade na circunstância (dita pujança).
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