Vencidos e vencedores (PT)
DERROTAS
Do PSD/CDS – Grande cabazada, resultado miserável (seja em perpectiva nacional ou desempenho europeu);
Do CDS – Perde metade da representação;
De Paulo Rangel, Nuno Melo e Carlos Coelho – Pagam pesadamente a miserável e indigente campanha realizada;
Do PS/Seguro – 4% de diferença, atendendo às circunstâncias, é derrota política;
Bloco de Esquerda – Depois de perderem metade do eleitorado e da representação na A.R. perdem agora outra metade do eleitorado e 2/3 da representação. Em deterioração rumo à irrelevância merecida;
VENCEDORES
Marinho e Pinto – Obviamente;
PCP – Os comunas conseguem excelente resultado cavalgando a onda nacionalista e anti-europeísta que varreu a Europa;
Livre – Ultrapassam o Bloco em Lisboa, sendo isso uma grande vitória. E tem boa votação que lhes daria grupo parlamentar em legislativas. Para partido com poucas semanas é bom;
Francisco Assis – Apesar de campanha desastrada, tem mais 5% que Vital Moreira há 4 anos….

“Que Vital Moreira “ há quatro anos.
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caramba, nem me deste tempo de rever 🙂
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ehehehe
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Que é que se pode exigir a um “articulista”que escreve “á 4 anos”?
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Apoiado! Se fosse obrigado a fazer o exame da antiga 3.ª Classe da Primária, era certo que não passava…
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Na realidade é um erro recorrente. Outro é a confusão entre se não e senão.
Ainda há mais.
Dentro de alguns anos com o Segundo Novo Acordo deixa de haver erros.
Também não deveria haver ninguém para os corrigir, os professores desse tempo serão os alunos de agora.
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A derrota da direita era mais do que esperada, mais 3%, menos 3%. Depois do governo PSD/CDS passar três anos a pedir sacrificios aos portugueses, o principal partido da oposição não conseguir mais de 3% dos votos, e mais um deputado, o que é que chamamos a isto?
Com o Marinho Pinto em cena, e quando o Tavares tiver acabado de vez com o Bloco, o PS seja com o Tozé ou com o Costa, nunca mais consegue scores eleitorais muito acima do que teve ontem; eles puseram as cartas todas na mesa, e não conseguiram capitalizar o descontentamento popular. É quase irrecuperável, e depois destas eleições é só a descer.
Escrevi aqui ontem no Blasfémias que se o PS tivesse uma votação inferior a 35%, e uma diferença para a direita inferior a 5%, o Tozé não se aguenta. Tenho muita pena, mas comecem a rezar-lhe pela alma.
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grande parte dos comentadores assobiam para o lado,depois da derrota da direita,da pequena vitoria do ps(teve mais votos que psd e cds juntos:facto) e…principalmente porque o grande vencedor(para alem da abstençao) foi o PCP.embrulhem…
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O PCP não foi a votos… queres dizer CDU…
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“…os comunas conseguem excelente resultado cavalgando a onda nacionalista e anti-europeista…” é uma opiniao e uma mentira do sr.gabriel silva.os votos na FN de le pen sao de eleitores da direita que foram para a extrema direita.alias parte dos emigrante lusos nao tem pejo em votar na FN,sendo…emigrantes.
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PCP/PEV tiveram menos 30 mil votos ontem do que em 2009. Muitos dos votos da FN vêm da esquerda, nomeadamente dos comunistas arrependidos. Sr Lopes não queira mais uma vez reinventar a história, assim à moda da dinastia Kim.
Fique descansado que nas próximas legislativas o PCP versão blue, volta outra vez prós 7,5%, é tudo uma questão de abstenção.
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você nao é “dono da historia nem da razao”,nem é nada original nas criticas ao PCP.e nem tem provas da frase:”…votos da FN,vêm da esquerda…”.na verdade parte da comunidade lusa,em frança é extremamente conservadora,racista, e vota obviamente na direita.(e pelos,vistos,agora ,na extrema direita)
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Quem é que está aqui a falar da comunidade lusa em França? Só um ignorante é que não sabe que a FN cresceu à custa da esquerda, nomeadamente da comunista. Podia explicar-lhe porquê, mas se calhar você não ia perceber.
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João Lopes,
Mas de onde é que tira essa ideia ?…
Sabe-se que, em Franca, os votos dos luso-franceses correspondem globalmente à tendencia nacional com uma pequena vantagem para a esquerda.
Quanto aos emigrantes portugueses em França que votaram nestas eleições europeias, mais de 60% dos votos expressos foram para partidos de esquerda (incluindo 15% para o PCP, melhor do que em Portugal).
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João Lopes,
Por que é que acha que ao mesmo tempo que a FN cresce os socialistas atingem um minimo historico de 14% e os comunistas e os seus aliados caem para menos de 7% ?!…
Mas, mesmo em França, com uma FN à frente, os partidos “pro europeus” representam bem mais de metade dos votos expressos. Este resultado é sobretudo uma derrota interna para o partido socialista do Presidente Hollande.
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a minha critica vai apenas para as “analises demagogias” de alguns comentadores de “direita”.a aliança portugal teve uma derrota contundente(facto).se os “comentadores” ficaram com “azia”,temos pena…
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O João Lopes tem de se informar melhor:
O discurso do PCP é um discurso nacionalista e anti-europeísta. O da Frente Nacional também. O do UKIP. O do Syriza. O do partido Aurora. O do Front de Gauche. O Pepe Grilo em Itália. O Danish People’s Party na Dinamarca. E vários outros.
Todos tem no minimo em comum esses dois traços.
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Acresce que qualquer estudo eleitoral sobre França lhe mostrará facilmente que a Frente Nacional começou a sua ascenção precisamente tirando votos directamente ao PCF. Sociologicamente a transferencia foi directa,, ma sisso é um dado que só o João Lopes faz por ignorar. O que se compreenderá, pois os programas são de facto bastante semelhantes.
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neste blog,ficaria surpreendido,se o PCP nao fosse tratado a “xutos e pontapes”.alias grande parte da imprensa em portugal,so sabe falar “mal” do PCP.por isso mesmo é ainda mais surpreendente,que o PCP nao se extinga,tal como voces gostariam…
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Para os jarretas que votam no PCP morrerem todos ainda faltam uns anos…
Mas para o PCP se extinguir (ou assumir a sua dimensão sociológica natural de irrelevância bloquista) é só uma questão de tempo. Quem quer estalinismo no século XXI?
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Vai por ai uma grande agitação mas, no final de todas as contas, não aconteceu nada de por ai além…
No plano nacional, este até foi um bom resultado para a coligação que sustenta um governo que desde ha 3 anos tem vindo a aplicar uma dura politica de austeridade.
A boa noticia é que não é mesmo nada liquido que o PS consiga ganhar as proximas legislativas.
Quanto à Europa, que é a verdadeira razão de ser destas eleições, e mesmo com uma abstenção elevada, os partidos “pro UE e Euro” arrecadam quase 60% votos expressos (e mais de 3/4 dos lugares atribuidos).
No que se refere à composição do Parlamento Europeu, os partidos “pro europeus” representam pelo menos 70% do total dos deputados e o PPE continua a ser o partido mais votado.
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Para que é que veio estragar o cortejo de lamúrias que se ouve por todo o lado?
Não podia ter guardado os factos só para si e deixar as imaginações voar.
Agora que toda a gente já estava a ver uma coligação Nazis Gregos/ Meia Nazi Francesa/PCP.
Não se faz.
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Felizmente, o Gabriel Silva ainda escreve neste blog, única garantia de honestidade intelectual.
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Há muitos séculos que portugal oferta animais exóticos à europa.
Roma teve elefante e rinoceronte.
Mas, vivo, vivinho da silva – só agora, a europa recebe o “rinoceronte” marinho.
Que nunca de lá mais sairá, salvo por doença ou morte.
Vai passar no youtube, devidamente reencaminhado para emails…porque embora inconveniente na forma, o “homem diz muitas verdades”.
Será o mais popular dos lusos deputados europeus, com voto garantido de taxistas, barbeiros e quejandos tudólogos…
Os media não largarão o incontinente opinador – e terá boa imprensa. 🙂
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O Partido vencedor das eleições Europeias foi o PPE. Aqui na paróquia o PS ficou ligeiramente à frente da Aliança Portugal. Dada a conhecida amnésia do eleitorado, a que se junta a ignorância e desorientação, o Tó zero teve a primeira e última vitória eleitoral. O PSD/CDS pagou o pato socialista e considerando as pesadíssimass medidas que teve de tomar, mais as que não tomou, conseguiu um resultado muito razoável, sobretudo em comparação com o PS.
Marinho e Pinto conseguiram uma boa e expectável votação, ainda que o Pinto seja um qualquer desconhecido. O Marinho nas Presidenciais vai ser um perigo para o Guterres e sobretudo pode ser um perigo para o País.
Quanto ao esquerdalho, vejamos: o PC teve um estertor próprio da agonia, lenta mas inexorável, ao contrário da rápida queda no abismo do BE. Já oTavares, levado ao colo pela mediocracia dominante que vê nele e bem o sucessor do “bloco”, ficou-se pelo inconseguimento e até parece que os dois deputados virtuais que elegeu em Lisboa, se podem conservar no congelador para as legislativas!
Já agora o que é que faz o Coelho ao lado do Paulo Rangel e do Nuno Melo? Será para compensar a metade que o CDS perdeu?.
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Derrotados neste acto eleitoral por ordem de grandeza:
– Portugal e os seus eleitores: é preciso explicar como a abstenção não representa ideias ou ideais? e como não ganhamos nada com a fuga ao dever generalizada quando só temos 21 lugares num parlamento que decide e pode decidir (não interessa se pouco ou muito, influência decisões que nos afectam)
– Democracia representativa: 99% saltam histéricos com Abril e 66% estão tão histéricos que se esquecem de fazer uso dessa exaltação, o restante 1% terá votado maioritariamente MPT ou PNR consoante não saiba escrever ou também ler, respectivamente
– Partido Socialista: como é arrebatadora uma vitória que pouco difere das votações obtidas na derrota?
– Partido Comunista Português: para único partido (digno desse nome) que defende abertamente a saída do Euro tiveram 0.12*0.33 de votação, é obra.
– CNE: uns incapazes (os membros) quando não motivam o debate ou a adesão ao acto eleitoral, limitam-se a ser um parágrafo proibicionista.
– Pantomineiros do boicote: quantas medidas desfavoráveis já foram evitadas com boicotes?
– Bloggers deste sítio, que frequento e admiro, pela amplificação de minundências, que desde ontem produziram prolificamente, e aparentando para mim (falta de cultura minha) lutarem contra moinhos de vento.
Vencedores por ordem de irrelevância para o evento:
– Governo de Portugal: ainda não foi este o desiderato para encurtar a legislatura e isso é uma vitória.
– Adeptos do estranho desígnio do abstencionismo, embora não resulte claro qual o benefício, conseguem perdurar nesse afã de tolo protesto que se poderia chamar situacionismo ou imobilismo, o efeito seria igual.
– Rock in Rio: como sou um democrata não posso defender a proibição da realização de eventos para massas mas não compreendo a sua autorização.
ou então ganhámos todos e o que escrevo acima não tem sentido (:
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Aqui os derrotados são os otários que não votam 66% de abstenção. A derrota da propria democracia . Nada querem , nada escolhem e enfim nada vão ter . Na volta agora vão agora organizar mais uma manifestação e dizer que o governo tem de caír . Sociedade desta até o diabo está cheio de os aturar.
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A Bélgica e Luxemburgo têm..10 por cento de abstenção..imagine-se se na grécia só tivessem votado os da aurora dourada ou os do siryza..aposto que por aqui no segundo defendiam o voto obrigatório já na primeira assobiavam para o lado..
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