Alguém sabe responder?
9 Junho, 2014
Candidato e presidente da CML António Costa manteve-se na Quadratura do Círculo. Era estranho tanto mais que por via dessa sua circunstância por aquelas bandas não se falava da autarquia de Lisboa e os assuntos colaterais eram abordados de uma forma muito condicionada. Agora que António Costa está candidato à liderança do PS vai manter-se na Quadratura do Círculo? E como val ali ser abordada a situação interna do PS?Vão falar de Seguro?
29 comentários
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Sen do a SIC uma TV privada, tem o direito de escolher quem quiser para os seus programas. Cabe-nos a nós, espectadores, decidir se o programa é do nosso interesse. No Público, não leio Rui Tavares mas nunca me passaria pela cabeça questionar a sua coluna no jornal ou a presença semanal. Nem questionaria a presença de Lobo Xavier na Quadratura se ele se decidisse concorrer ao lugar de Portas no CDS..
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António Parente, veja a questão por este prisma: o António Costa (AC), quando foi para a QC pôs como condição que não se falasse da Câmara de Lisboa, agora que é candidato a secretário geral do PS vai coibir-se de comentar o PS? Tenho sérias dúvidas e penso que é esse o ponto a que a Helena Matos se referia, veremos a tal de ética republicana do AC.
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Um programa de comentário político é um programa de entretenimento. Parece-me que se está a sobrevalorizar o quadratura do círculo e a participação de António Costa.
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“Sen do a SIC uma TV privada, tem o direito de escolher quem quiser para os seus programas.” Conceito de liberdade muito baralhado. AC – e qualquer outro político com mandato – detém um mandato político conferido em eleições e encontra-se em missão, trabalha para o povo de Lisboa. Por essa ordem de ideias, a SIC deveria cobrar para que aparecesse. E os demais cidadãos, têm direito a tomar a palavra na Assembléia Municipal?
Sou e sempre serei contra a ideia peregrina e absurda de políticos a comentarem política. Facto que é agravado quando se encontram em campanha. Isto serve para AC como para Marcelo, Mendes, Sócrates, Santana, etc etc.
Uma especificidade muito portuguesa que imagino só haver similar no 4º Mundo. O próprio actor político a comentar política. O absurdo dos absurdos. Mas é natural, temos uma classe jornalística totalmente tutelada, infantilizada e instrumentalizada pela classe política.
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A SIC pode convidar quem quiser obviamente. Não é isso que está em causa. O que não quer dizer que fiquemos impedir de comentar a sua sinuosa linha editorial
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Tem razão. Nada a impede de comentar a linha editorial da SIC.
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A SIC tem o direito de convidar quem quiser; os políticos em funções e pagos pelo erário público não deviam ter o direito de aceitar aparecer e falar na TV, muito menos a troco de remuneração, isso no 3º mundo é proibido por lei, mas a nossa sociedade deve ser muito avançada, provavelmente. Políticos sem mandato ou provisoriamente sem mandato deviam ter o pudor de não aceitar estes convites e as TVs deviam ter a higiene de não convidá-los.
Político só devia poder falar na TV de duas formas: 1- Com mandato: Para prestar contas 2- Sem mandato: Se pagasse para tal – e aqui vamos de encontro à lógica liberal de alguns nesta caixa de comentários.
Quem tem de fazer análise política é jornalista, politólogo, eleitor. Políticos, não – políticos não comentam política, fazem política. Político que comenta nunca é isento.
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Costa recusa-se a falar da situação do PS (e bem), não utilizando aquele espaço para discutir o PS, Seguro e afins.
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E esta, hein?:
«Governo pede novo prolongamento do programa de assistência (Renascença)
O Governo está em diálogo com o FMI para pedir nova extensão do resgate e, desta vez, não será por razões técnicas. Tudo indica que o resgate já não vai ficar fechado a 16 de Junho, tal como previsto.»
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Sinuosa?!
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por falar em “sinuosa linha editorial”, como está o blog do Zé manel? tem muitos cliques?
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A Quadratura do Circulo e esta cartinha, são apenas dois instrumentos para levar o Costa ao colo.
http://hsacaduracabral.blogspot.pt/2014/05/carta-um-irmao-politico.html
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Fui ler a carta.
Que risota, a dado passo o meio-irmão escreve “Tu nunca foste jornalista e eu nunca fui político.
Ora temos aqui duas inverdades.
O Costa nunca foi jornalista porque não precisou, tem os mais importantes na mão e mete-os no bolso.
O outro não faz outra coisa que não seja política, da mais reles porque nunca se sujeitou a um escrutínio para avaliar o que realmente vale.
Palrar sem agir é bom e fácil.
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Depois de ler a carta gastei duas caixas de klinexes a limpar as lágrimas. As minhas e as das pedras da calçada da minha rua. Demagogia sem limites.
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Mas a QC não é o espaço institucional para a divulgação da interpretação da vida na sua versão correcta, mediante o recurso a um bobo que faz ali o papel de polido advogado do diabo para ser trucidado semana após semana perante a irrefutabilidade das evidencias maçónicas ?
Três manhosos e um idiota útil.
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Se o presidente da camara se chamasse Pedro Santana Lopes, que o lixo estivesse espalhado por Lisboa há mais de uma semana, que fizesse gazeta por um dia, para ir ao Porto lançar a sua candidatura oficial depois de o ter feito numa homenagem a Maria José Nogueira Pinto, desprezando a homenageada e os presentes, que continuasse a ser comentador na TV mesmo que fosse desportivo, como seriam as aberturas de telejornais, mais as conferencias de imprensa, dos partidos de esquerda, e os artigos no DN do Dr. Soares.
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Nem quero imaginar. Seria pulverizado na hora (como acabou por ser, não na, mas quase na hora)
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Lembram-se de Santana Lopes>Carmona Rodrigues na CML depois de Jorge Sampaio>João Soares?
Lembram-se de Guterres levado num andor em 1995?
Lembram-se dos resultados e do endividamento?
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o medo de antonio costa, não é bom conselheiro.o ps ao longo destes anos, foi vitima do costa jornalista, que alem de ser direita como o proprio confirma, quiz mostrar a sua isençao face ao poder por ter o irmao nessa situaçao como ministro.foi já sob a direçao de costa no expresso, que foram jornalistas do seu jornal testemunhar contra socrates ao parlamento no ambito da claustrofobia democratica. o sub diretor henrique monteiro foi um deles . agora não há claustrofobia,mas uma “diarreia democratica”,por que daquelas cabeças só sai porcaria.costa não vai estar muito tempo na quadratura do circulo fiquem descansados.ele não é o lopo xavier,que à pala da quadratura,vai servindo o cds,para melhor servir os seus interesses privados.costa,como lider do ps vai falar por si.o que não acontece com outros.seguro até às eleiçoes desloca-se por todo o pais debaixo do estatuto de lider do ps.costa ainda não é secretario geral,com tal irá manter-se por lá até essa data depois vem embora como homem serio que é.silveira,qual é a pressa? sim qual é a pressa? é o medo?
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so porque o costa é do ps ja nao tem direito a ter opiniao? Aqui se vê a “democracia” da direita
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O problema é que na Quadratura do Círculo TAMBÉM se devia discutir o PS
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E discute. Oiça com atenção Pacheco Pereira e Lobo Xavier.
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A questão não é AGORA, será no caso do António Costa ganhar as primárias e proceder de igual modo ao que fez quando assumiu a Câmara de Lisboa
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E se o campeão do circuito da carne assada churrascar o Costa? Como é que ficamos?
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O mínimo dos mínimos que o Ricardo Costa devia fazer, para ser coerente com a sua atitude anterior, era escrever um artigo a recomendar a António Costa que abandone o programa, ou que a direcção da SIC promova a sua substituição.
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Um socialista é um sem vergonha. Tudo é possível
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Uma coisa é uma coisa,outra coisa é outra coisa..Não te espalhes nas quadraturas Costa,diz ao mano para te levar ao colo,senão tás feito .Não confundir a estrada da beira com a beira da estrada.!
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Pois… 🙂
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Um artigo do DE que define bem quem é António Costa. Não poderia estar mais bem resumido. O “menino” dos lobbies do Bairro Alto e dos intelectualoides lá para as bandas dos restaurantes de Sintra, mas que afinal está rodeado de gente muito pouco recomendada. Sobra-lhe a “vaga de fundo” criada pelas sondagens talhadas para o momento e os amiguismos na comunicação social.
A ler e divulgar:
“O Costismo
Nunca ninguém tinha notado, até há pouco tempo, que António Costa é o grande lider que fará desabrochar mil flores.
Mas várias pessoas descobriram-no agora, depois de aturadas investigações em bares do Bairro Alto e restaurantes de Sintra. Não há intelectual descomprometido nem analista político estritamente independente que não fale como se Costa não tivesse já sido eleito e estivesse prestes a entrar em funções. No programa de televisão em que participa e no qual construiu a sua persona salvífica, os colegas de debate já lhe dizem: “quando for você a governar…”.
Apesar deste movimento nacional e cientificamente comprovado por sondagens, pelo menos de acordo com jornalistas amigos ou familiares do próprio, tenho ainda algumas dúvidas – pequenas, claro – sobre o valor político do costismo.” João Cardoso Rosas.
http://economico.sapo.pt/noticias/o-costismo_195269.html
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