Pois é João. Sabe? A axiologia de um dado comportamento (neste caso o uso de roupas que tapam o rosto) deve ser vista a partir da fundamentação ideológica que justifica tal comportamento. E sabe, João? (já não entro na questão da falsa comparação, que é uma mera falácia “tu quoque”). Não é o mesmo no caso do Cristianismo (o véu não oculta jamais os traços do rosto; e a imagem das carmelitas é, para a comparação com a proibição vertente relacionada com espaços públicos, ridícula, pois ocorre dentro das quatro paredes de um mosteiro onde, por uns brevíssimos instantes, se tapa o rosto e apaga as velas no decurso de uma procissão para simbolizar o “fez-se trevas em toda a terra” aquando da morte, segundo os textos bíblicos, de Jesus) e do islão (onde há casos em que se tapa o rosto, e não são os que o João ilustrou com as suas imagens, meu caro, que não são proibidos). No caso do Cristianismo, em que é voluntário e ninguém é morto por não usar véu, é uma questão cultural de modéstia (análoga a outras referidas aos varões); no caso do islão, onde se chega a matar por não se usar o hijab ou a burka, tem por trás o desejo de fazer as mulheres reconhecerem: 1) que são propriedade exclusiva dos seus esposos (ver, por exemplo: surah 4:34; Sahih Bukhari 3:34:264); 2) que são seres inferiores a nível ontológico (ver, por exemplo: Sahih Bukhari 2:24:541) e religioso (ver, por exemplo: Sahih Bukhari 2:24:541); 3) que só assim evitarão a auto-culpa no caso da sua aparência despertar a libido dos varões e estes as violarem (ver, por exemplo: surah 33:59). Mais, meu caro João: a proibição não refere roupas islâmicas (isso é o que os media têm querido passar), mas qualquer tipo de vestimenta que oculte o rosto, não é, João?
May the force be with you
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Pois é João. Sabe? A axiologia de um dado comportamento (neste caso o uso de roupas que tapam o rosto) deve ser vista a partir da fundamentação ideológica que justifica tal comportamento. E sabe, João? (já não entro na questão da falsa comparação, que é uma mera falácia “tu quoque”). Não é o mesmo no caso do Cristianismo (o véu não oculta jamais os traços do rosto; e a imagem das carmelitas é, para a comparação com a proibição vertente relacionada com espaços públicos, ridícula, pois ocorre dentro das quatro paredes de um mosteiro onde, por uns brevíssimos instantes, se tapa o rosto e apaga as velas no decurso de uma procissão para simbolizar o “fez-se trevas em toda a terra” aquando da morte, segundo os textos bíblicos, de Jesus) e do islão (onde há casos em que se tapa o rosto, e não são os que o João ilustrou com as suas imagens, meu caro, que não são proibidos). No caso do Cristianismo, em que é voluntário e ninguém é morto por não usar véu, é uma questão cultural de modéstia (análoga a outras referidas aos varões); no caso do islão, onde se chega a matar por não se usar o hijab ou a burka, tem por trás o desejo de fazer as mulheres reconhecerem: 1) que são propriedade exclusiva dos seus esposos (ver, por exemplo: surah 4:34; Sahih Bukhari 3:34:264); 2) que são seres inferiores a nível ontológico (ver, por exemplo: Sahih Bukhari 2:24:541) e religioso (ver, por exemplo: Sahih Bukhari 2:24:541); 3) que só assim evitarão a auto-culpa no caso da sua aparência despertar a libido dos varões e estes as violarem (ver, por exemplo: surah 33:59). Mais, meu caro João: a proibição não refere roupas islâmicas (isso é o que os media têm querido passar), mas qualquer tipo de vestimenta que oculte o rosto, não é, João?
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Atencao a este modelo “neoliberal” :
http://ponte.org/policiais-de-sp-mataram-10-mil-desde/
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Nas horas de ponta é vulgar em Tokio, por exemplo, ver transeuntes com máscaras anti-poluição.
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Querem comparar serradura com erva de cheiro….
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http://thewomaniwasblog.blogspot.pt/2006/05/iraq-before-and-after-liberation.html
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Novo guarda-redes do Benfica à chegada à Portela tentando evitar ser raptado pelo Porto.
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