Afinal havia uma alternativa
8 Julho, 2014
Quatro economistas portugueses apresentaram hoje a alternativa à austeridade. Consiste num perdão de mais de 100 mil milhões de euros e de um bail-in à banca de 100 mil milhões de euros. Agora só falta os credores concordarem.
57 comentários
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E os “abutres ” sao os credores??? depois disto, os abutres é quem propoe isto, ou quem financia o bail in? é quem já está seco..
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a reestruturaçao da divida pode e deve-se falar.com a contribuiçao de todos(esquerda ou direita ou centro ou seja quem fôr).nao se pode é estar numa especie de ditadura imposta pelo actual governo psd/cds/troika,onde o “pensamento unico” do dr.passos e seus acolitos quer mandar calar quem pensa de forma diferente.
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Mas concorda ou não com a proposta do Louçã? Se é para debater, o que o está a impedir de debater?
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concordo que se deve pensar neste assunto.se é a proposta do dr.louça ou a do dr.rui rio,o que interessa é que haja este debate
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para o joao miranda:sabe ,dialogar ou debater ,penso que é normal.nao tenho nenhum problema em falar consigo,seja na net ou pessoalmente.por outro lado,a “censura”,tao tipica do seu colega vitor cunha é bem elucidativa de como sao as pessoas.
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João Lopes,
Desculpe mas você cansa. Porque não fode nem sai de cima.
O ponto não é se se deve ou não DISCUTIR o calote a pregar aos credores. Discussões em conversa redonda e em politicamente correcto não atrasam nem adiantam. Porém, é o que mais se vê por aí.
O ponto é QUE VANTAGENS vs INCONVENIENTES tem o calote.
E, nesta parte, você vem diariamente a este blogue com provocações mais ou menos idiotas sempre pessoalizadas, mas não assume uma única vez uma posição clara sobre o seu pensamento político ou económico. Se é que o tem.
Esclareça, lá, porra: é a favor ou contra o calote. E justifique.
Como vê, tem aqui pelo menos um leitor curioso quanto àquilo que você tenha para comunicar ao mundo.
Você parece aquele bruno da bola, sempre com queixinhas mesmo antes de avisar o que quer.
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para o anonimo:nao vou responder a um tipo que se auto intitula anonimo.mas voce tambem nao tem argumentos,voce so sabe ofender(para quem se deixa ofender,claro)
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Qual é a diferença entre assinar “anónimo” e “joão lopes” ?
Aliás, vc assina com joão lopes e com mais, pelo menos, 2 outros nomes.
Porque o cheiro do seu discurso nos 3 heterónimos é rigorosamente igual apesar das tentativas de camuflar a forma da escrita.
E para todos os efeitos, vc já respondeu. O que contradiz a seu próprio comentário.
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Esclareça, lá, porra: é a favor ou contra o calote. E justifique.
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“nao vou responder a um tipo que se auto intitula anonimo”
“Eu não vou, não vou, não vou, não vou e não vou.”
“Hoje tô c`o período”
Responde lá a pergunta do rapaz que ele não te faltou ao respeito e seja homem!
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o meu nome é joao lopes.nao tenho heteronimos nenhuns.vou repetir:chamo-me joao lopes.qual é o seu problema(neste caso a mentir),eu nao tenho o dom da ubiquidade.por outro lado,eu pago as minhas dividas.ou por outra nao tenho dividas.e sou a favor de reestruturar a divida e o estado(menos funcionarios e principalmente menos burocratas).mas tambem acho que a divida dos privados(por ex.bancos) nao tem que ser o estado a pagar.e pode-me chamar “comuna” se fica contente ,é para o lado que durmo melhor
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Pois eu sou a favor de reestruturar o estado e ao fim de 5 anos se a coisa não melhorasse (e tem a certeza de que melhorava) então não paga nada a UE, ao FMI e quem quer fosse.
O problema é que todo mundo que defende o default português pretende que o estado deficitário português continue na mesma com financiamento dos países do Norte… por mais antagônico que isto seja.
Ora, eu defendo o pagamento integral de todas as dívidas mas se é para não pagar a primeira coisa a fazer é evitar de estar nas mãos de quem nos empresta, ou melhor: evitar de estar na mão dos poucos e cruéis que nos irão emprestar quando estivermos de pires na mão pois só os agiotas emprestam aos maus pagadores.
Se o problema é pagar muita dívida é parar de faze-la, pois daí em diante ela só vai para baixo.
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Mas concorda ou não com a proposta do Louçã?
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100.000 milhoes de euros + 100.000 milhoes de perdao?. Concordo. E nem parece que seja uma quantidade exagerada.
100.000 milhoes paree ser que foi o “perdao” feito a Grecia e
olha em que estado lamentavel continuam…
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nao gosta de agiotas,pois eu tambem nao.mas tambem ha muita gente em portugal a defender os “poucos e crueis que nos irão emprestar…”,e muitos deles estão neste governo.ate o famoso jornalista alemão a quem o governo nao respondeu,percebeu isso.
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João,
Acho que não percebeu.
Quem gosta dos agiotas são os que não querem pagar que não coincidentemente são os mesmos que defendem a emissão continuada de dívida pública
Porque? Porque vamos parar as mãos deles se fizermos um default pois o mercado comum de rolamento de dívida não nos vai emprestar nada.
Não queremos pagar juros? Ou paga-los a baixas taxas? É pedir pouco ou nenhum porque a quem tem todo mundo empresta a baixo custo.
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mas a emissao de divida publica nao é uma das bandeiras do actual governo? e salvar bancos nao é uma bandeira deste e do anterior?
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Não me quero imiscuir na conversa alheia, mas há mentiras que ditas mil vezes parece que são verdades; mas não são, continuam a ser mentiras, como é o caso deste governo ser o salvador dos bancos e dos banqueiros.
1ª o dinheiro que o estado emprestou aos bancos, era da troika. O estado paga 3,5% à troika, e cobra quase 10% aos bancos; 2º apenas o BPI, o BCP e o Banif pediram dinheiro da troika; 3º o BPI já pagou tudo, o BCP vai pagar tudo em Agosto e o Banif que pediu 700 milhões, já devolveu 180 milhões;4º o BES não pediu um centimo porque se financiou junto dos acionistas. 5º Segundo os media, os Espirito Santo terão pedido ao estado para os ajudar a sair deste imbróglio, mas levaram sopa. E a ajuda não era para o BES, era para o GES.
Eu defendo que devem ser os acionistas a suportar os prejuizos dos bancos, e não os contribuintes, como está a acontecer actualmente com o BES; mas quem pôs os contribuintes a salvar os acionistas dos bancos foi o Sócrates quando nacionalizou o BPN e deixou de fora a SLN, a dona do BPN; quer dizer: nacionalizou os ossos,o BPN, e deixou de fora o fillet-mignon, a SLN.
Deixem os bancos em paz, porque bancos sólidos fazem falta a uma economia sólida. Cobrem-lhe os impostos sobre os lucros, e o Banco de Portugal faça o seu papel de supervisor como este governador tem feito: sem alardes, mas com extrema eficácia. O que se tem estado a passar com o GES, se fosse no tempo da tripla Constâncio/Sócrates/Teixeira dos Santos, já tinha levado o sistema bancário português à glória. O BES não é o BPN!
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lopes, (sei lá se Vc se chama lopes ou maria albertina)
1. Mas para lá do profundo argumento de “não gostar de agiotas” qual é o restante argumentário científico a favor ou contra o calote aos credores ? Ainda não se explicou. Vc continua sem coisar o tema.
2. “mas a emissao de divida publica nao é uma das bandeiras do actual governo?”
Então a sua acusação não é que este governo estupidamente só quer pagar a dívida em vez de ser inteligente e deixar de a pagar ? Onde é que ficamos ? Não sei se deu por isso, mas desta vez tem que escolher uma. Não pode afirmar as duas ao mesmo tempo.
3. Você nestas matérias – e em todas as que exigem uma tomada concreta de posição que vc nunca assume, bastando-se em verberar o governo e a troika – nem é bem um caso de nem coiso, nem sai de cima. É bem mais grave. Nestas matérias, os seus neurónios não estabelecem sinapses. Dão negas. Vc sofre de com elevado índice lesional com manifesto inconseguimento sináptico.
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“mas a emissao de divida publica nao é uma das bandeiras do actual governo?”
O governo tentou conter a sangria dos ordenados públicos e o TC o que fez?
Não digo que o governo de PPC seja perfeito mas se olharmos a volta quem é que defende mais o enxugamento da máquina?
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o passos coelho injectou 800 milhoes de euros no BANIF.pelo que se pode dizer que este governo so pensa no sistema financeiro,o povo que se lixe.alias a divida aumentou,a populaçao empobreceu.isto sao FACTOS.embrulhem,seus acolitos e apoiantes deste desgoverno.p.s:e relatorio da OCDE foi encomendado peleo passos.ou seja passos auto-elogia-se
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João Lopes,
O senhor pura e simplesmente repete mantras. Não está interessado e analisar fatos e correlacionar situações.
Att.
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joao lopes
a reestruturaçao da divida pode e deve-se falar.com a contribuiçao de todos(esquerda ou direita ou centro ou seja quem fôr)
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E se, depois de bem faladinho com todos, se fizer a proposta aos credores e eles não aceitarem?
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pergunte ao rui rio
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Concordo e não concordo com a proposta do Dr Louçâ. Se falamos só de reestruturação da dívida ,isto não nos resolve nada. Os problemas estruturais da economia e o estado “monstro” continuarão a provocar nova bancarrota.Sem uma redução da despesa do estado para uns 40% do PIB não somos viáveis como estado independente .
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Concordo com Manuel. Reestruturacao da divida sem reestruturacao do Governo nao vai resultar. Alem disso e preciso tambem o pessoal mudar Muuuuitas atitudes e comecar a aprender para tudo ser gerido e criar uma sociedade mais justa onde todos possam viver com dignidade e em paz. Sera possivel? Duvido…..
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Portugal Telecom na capa do “Estadão”
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,em-caso-de-calote-fatia-da-pt-na-nova-oi-pode-ser-reduzida-a-metade-imp-,1525201
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O “programa de reestruturação” diz que é possível mesmo sem o acordo dos credores. Está em B.15. Vou continuar a ler. Obrigado pelo link.
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Claro que é possível sem acordo dos credores. Se a ideia for implodir a economia.
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Estamos de acordo, João Miranda. Não sou apoiante do “programa de reestruturação”. Mas vou lê-lo até ao fim, tal como o relatório da OCDE publicado hoje, Estou em férias e tenho bastante tempo livre.
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Trata-se de uma teoria mais própria de caloteiros do que de economistas. Em todo o caso convém pensar no pós calote.
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Pedro Nuno Santos jurou que havia de “pôr as pernas dos banqueiros alemães a tremer”. Só isso é mais do que suficiente para dar credibilidade à proposta, que, não tenho dúvidas, é apoiada sem hesitações por Arthur da Silva Baptista.
O Professor Pereira de Moura que tinha uma fé inabalável no talento para os assuntos de economia e finanças de Francisco Louçã, deve estar a dar voltas na tumba depois de ler a proposta para resolver os problemas das finanças públicas portuguesas elaborada e subscrita pelo seu pupilo dilecto.
P.S. Francisco Louçã, apesar das suas opções politicas, tem um merecido prestigio técnico e intelectual como Professor Catedrático de Economia no ISEG. Propostas como esta, não estão à altura da sua reputação como economista. Pessoalmente, tenho pena de o ver subscrever documentos como este.
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O Arthur é Baptista da Silva, mas para o efeito tanto dá…
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Pedro Nuno Santos não é o deputado socialista que há tempos disse alto e bom som que “se estava cagando para a dívida”?
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não sei porque não se pode falar da reestruturaçao da divida! é uma forma indireta de dizermos que com esta politica e com estes juros de agiotas, o pais dentro de pouco tempo está à venda por um preço mais baixo do que a ilhas gregas!
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uma média inferior a 3,5% é “juros de agiotas”? jp diga lá em que banco é que se financia mais barato, porque de certeza o IGCP quer lá ir; emprenham pelos ouvidos e depois acham que este mundo é injusto.
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Estou convicto que o Senhor ja’ leu a proposta dos Doutos Economistas.
Permita-me pois, que pergunte: Esta’ na altura de levantar os meus certificados de aforro e deixar o dinheirito debaixo do colcha~o?
‘E o aforro de uma vida e nao gostaria de me atrasar.
Obrigado
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jp é o típico esquerdista, recebe do banco 3,5% e são agiotas pedem-lhe 3,5 e são agiotas.
Não há juros agiotas. tal como não há ordenados agiotas.
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Bendita a escola de economia que produz economistas destes. Não terá pelo menos um deles um honoris causa? Isto só para compor o ramalhete.
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O passo a seguir à “reestruturação da dívida”, a apresentar no próximo “relatório” dos mesmos autores, é as multinacionais actualmente a operar em Portugal passarem a declarar cá todos os seus lucros a nível mundial, sendo esses lucros taxados segundo um sistema de IRC progressivo com taxa máxima de 100% sobre os lucros acima de 1 milhão de euros.
O terceiro passo é todos os milionários que tenham algum tipo de investimento em Portugal transferirem para cá um mínimo de 90% do seu património, sendo-lhes cobrada uma “taxa de transferência” de 99%. É razoável assumir que esses milionários ainda não o fizeram porque esperam pela implementação da “taxa de transferência”, pois é do seu interesse fazerem essa “contribuição solidária” para este belo e surreal país.
E quem acha que implementar estes três passos resolve o problema da sustentabilidade das finanças públicas de Portugal está a subestimar grandemente a capacidade dos nossos socialistas para gastarem o dinheiro dos outros.
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Há neste país muitos problemas que são do reino da psiquiatria económica.
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Discute-se restruturação da divida… como se estivessem a “negociar” com um tasqueiro ou merceeiro! Não só restruturamos se os credores estiverem para aí virados… Caso contrario não há restruturação nenhuma…haverá sim destruição!
E andei eu a “gamar” ouro *, diamantes, café, algodão, petróleo, etc… para esta chulagem desbaratar.
* Não me refiro às 350 toneladas, que estão armazenadas no BP… esse é alentejano!
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João Miranda, já me telefonaram muitos credores a dizer que concordam com a reestruturação, querem ver o louçã primeiro ministro quanto antes.
Só têm pena de não se terem lembrado disso mais cedo.
Os que me telefonaram são quase todos gay.
Só falta saber a a opinião dos outros
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Claro que se pode discutir o não pagamento da dívida mas o caminho que agora ressurge já foi amplamente debatido e votado em 2011, e não está nos planos do povo na sua larga maioria.
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até os Alemães
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2014-07-08-instituto-economico-alemao-defende-perdao-da-divida-para-os-paises-sul-europeus;jsessionid=F3D4EF3D8B3FFD7E926ECB3FAE1C6107
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tony, pelos comentários anteriores, ninguém vai responder ao seu. Tal como o querido líder, todos defendem que este é o único caminho. São tão parecidos com os comunas.
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Onde é que me inscrevo para reestruturarem a minha divida?
Estou atrasado a pagar a casa, o carro, o IPhone, IPad, a casa de férias, as férias, o colégio dos miúdos, o LCD, o cartão de crédito, e a Bimby.
Exijo saber de quem é a culpa, quem foi o alemão que me lixou!
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A ligeireza com que a malta fala de cortar 35% de todos os depósitos acima de €100k é de quem, do alto da sua conta bancária de saldo €1000 esfrega as mãos de contente enquanto diz “por uma vez, os ricos que paguem!”, esquecendo-se que trabalha numa PME que facilmente gasta €100k/mês em ordenados, contribuições e impostos, e que uma talhada de 35% no depósito donde são transferidos os ordenados, significa que se não fechar, pelo menos não há o de agosto nem o de setembro.
Eu olho para uma conta com €50k e faço contas mentais a quantos meses de ordenados, contribuições e impostos consigo pagar a 5 pessoas da geração €1000, fora as rendas excessivas do m2, da EDP e da PT. Imagino qualquer empresa com 20 a 50 pessoas.
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Pelo que escreve, presumo que não está debaixo do guarda-chuva do Joaquim!
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Abre-latas, sabe muito bem quem foi o “alemão” que nos lixou, sabe concerteza.
Fala francês macarrónico, vive a expensas da mãezinha, passou umas férias bem boas com os fracius e passa grande parte do tempo a estudar como se tortura os outros sem eles darem conta. Há quem tenha saudades daqueles bons tempos.
A próxima novela tem que ver com um dilema angustiante: como é que um abencerragem que vive à custa da mãe se vai candidatar à presidência dum protetorado bafiento que ele tanto ajudou a criar? Quem serão os seus colaboradores mais próximos?
O ferro, o pedroso sem sinal, o correia de campos, o santos silva, a canavilhas, a aninhas da SIC, mais conhecida pela rata sábia, o perestrelo, a lurdes a dias, o mendonça, o “jamais”, caso ainda consiga entrar pelas portas mais estreitas? Em breve saberemos!
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Eu sei quem ele é e quem ele foi.
Agora, sobre viver a expensas da mãe, posso garantir-lhe que não sou mãe dele.
No entanto sinto-me como aqueles pais que emprestaram o carro ao filho, ele espatifou-o e eles continuam a pagar um bem que já não têm.
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http://www.diariodopoder.com.br/coluna/portugal-oferece-pacote-de-bancos-ao-brasil/
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A “reestruturacao” ou “perdao” da nossa divida ha-de ser feita pelos proprios credores, quando entenderem e nos termos que quizerem. Isso nao ha duvidas. Quando Portugal nao conseguir pagar mais juros (devido ao afundamento da economia) os credores hao-de reanimar o “morto” para que este continue a pagar juros ad eternum…..
Falar-se e debater-se este problema, nao e crime, e todo o cidadao tem direito a sua opiniao. Havera certamente opinioes estupidas mas…cabe aos tecnicos e pessoas competentes debater, discutir pros e contras, explorar outras vias e chegar ao melhor concenso com um apoio forte da populacao portuguesa mas tambem dos outros paises em circunstancias identicas e poder falar a uma so voz – o que e que Portugal quer para o futuro e, desta maneira responder aos credores.
So representar o papel de “bom aluno” nao chega.
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Este “programa” prevê um corte médio de 20% nos depósitos bancários, o congelamento dos certificados de aforro nos quais não se pode tocar durante 3 a 6 anos, e a perda total para os acionistas (grandes e pequenos) dos bancos, com a nacionalização de 36% de toda a banca nacional.
Propõe-se isto, porque cortes médios de 10% em salários e pensões “já não se aguentam”.
As pessoas olham para um depósito de €100k como se fosse uma miragem, coisa de ricos que não os afecta.
Faça o seguinte exercício. Imagine uma PME de 20 pessoas que gasta €50k/mês em salários, contribuições e impostos. Quanto deve ter no banco para sobreviver a um verão em que metade da equipa vai de férias, não há muito trabalho, e tem que pagar o subsídio, o julho, o agosto e o setembro antes de ter novas adjudicações a meio de setembro e entradas de dinheiro em outubro? Quanto desse dinheiro vai estar num depósito à ordem segurado, e quanto num fundo de tesouraria (geralmente não abrangido pelo fundo de garantia de depósitos)? O que é que acontece quando receber uma talhada de 35% no valor que excede €100k, ou superior no fundo de tesouraria? O que acontece quando os clientes, outras empresas, decidirem não pagar as facturas porque optaram por prioritizar o pagamento dos salários dos seus colaboradores, em vez de pagar aos fornecedores?
Faz sentido propor isto numa altura em que o desemprego (e as falências) estão finalmente a descer? Faz sentido propor isto para se conseguir uma redução de juros, quando no dia seguinte o estado precisa de pedir mais dinheiro emprestado para financiar a reposição de salários e pensões?
As reestruturações acontecem, e os credores aceitam-nas, quando todas as alternativas são piores. E depois duma reestruturação que converte todo o stock de dívida, em obrigações a 30+ anos, não há mais empréstimos durante décadas. Primeiro por causa da restruturação, depois porque o seu pagamento coincidiria com o volume imenso de dívida reestruturada. O estado teria que ser auto-suficiente durante décadas: déficit zero.
A austeridade que vivemos é a saída mais soft para o problema que temos em mão. Na verdade nenhum salário público ou pensão deixou de ser pago. Talvez o problema tenha sido mesmo esse.
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Como é possível, estes energúmenos desonestos ou ignorantes terem tempo de antena? Se eu estivesse a analisar um empréstimo qualquer para eles recusava já…
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Bo m parece que na Grecia concordaram creio que em 70% e parece que ainda vão levar com mais.
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É que há continhas a fazer sobre essa coisa dos dinheirinhos empandeirados à pressã, até já ouvi dizer com obrigadas por quem deiamos mandar (gatsme, gastem),
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parece que a coisa era um bocado assim, para não termos desemprego e empresas a fecharem, empandeiramos emprestimos para aqueles gajos terem dinheiro para njos comprarem o que não conseguimos vender para nos aguentarmos, depois os gajos que se desenrasquem quiseram importar desemprego e encerramento de empresas, quiseram destruir os postos de trabalho deles, aguentem-se.
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Nós resolvemos os nossos problemas, os gajos que mandam lá nessa coisa que é Portugal embriagaram-se com tanta massa na mão, e tão barato que lho oferecemos, em vez de exportarem foram ‘elites’ chico espertas e fanfarronas, os brilhas, que optaram por importar desemprego, destruição de postos de trabalho e arrasamento do tecido empresarial,
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problemas deles, nós safamos-nos e resolvemos os nossos problemas, os gajos enfiem lá o barrete uns aos outros, lixem-se uns aos outros, Têm jeito para isso, nós não temos a ver com isso.Apenas oferecemos o que tinhamos para exportar e que eles quiseram importar, miséria.
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Como sair disto :))
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Ora bem isto não cheirou não foi ?
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“-APROVAÇÃO PELA AR e EVENTUAL INCLUSÃO POSTERIOR NA CONSTITUIÇÃO (embora não necessária):
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1) RACIO máximo PIB/Carga Fiscal.
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2) RACIO máximo PIB/Despesas do Estado (*)
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(*) Provocadora da Reforma séria da estrutura de Governança, da Burocracia Publica e do Orçamento Geral do Estado. Eventualmente permitir caso a caso a ultrapassagem destes racios mediante aprovação por maiorias de 2/3 ou ¾ de votos na Assembleia da Republica.
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.-BANCA EM PORTUGAL e GARANTIA DOS DINHEIRO DOS DEPOSITANTES:
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3) SEPARAÇÂO ABSOLUTA da Banca Comercial de quaisquer actividades especulativas nomeadamente Sociedades de Investimentos Financeiros ou Hedge Funds, para protecção absoluta das Poupanças e Dinheiro dos Depositantes para regresso da confiança nos Bancos.
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4) TAXA PARA GARANTIAS BANCÁRIAS calculada sobre todos os negócios e receitas da Banca robustecendo financeiramente o Fundo de Garantias Bancárias para devolver a qualquer momento os Depósitos dos Cidadãos, Empresas e Entidades Publicas que confiaram no Banco que ficou inviabilizado, faliu ou fechou.
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-IMPOSTOS E FISCALIDADE:
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5) ABOLIÇÃO de todos os Impostos substituindo-os por um único: INU – Imposto Nacional Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (**)
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(**) Pagamento dos Ordenados Brutos aos Empregados pelas Entidades Patronais.
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6) AMNISTIA Fiscal para estancar o estado de falência do Tecido Económico Nacional e a insolvência dos Cidadãos, já praticado antes e depois do 25 de Abril.
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-SEGURANÇA SOCIAL:
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7) ABOLIÇÃO dos Descontos mensais de Empregadores e Empregados substituindo-os pelo IUSS – Imposto Único de Segurança Social colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (***)
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(***) Pagamento dos Ordenado Brutos a todos os Empregados pelas Entidades Patronais.
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8) Instauração da PENSAO NACIONAL UNICA, igual a 2 ou 3 vezes o SMN-Salario Mínimo Nacional, universal e igual para todos os Reformados Portugueses (****)
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9) Criação do Fundo Nacional de REFORÇO DA PENSÃO NACIONAL UNICA, gerido pelo Estado, para quem queira depositar mensalmente um valor incerto a qualquer momento para assegurar um reforço publico do valor mensal da Pensão Nacional Única atingida a idade de reforma até ao falecimento (****)
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(****) Na transição do velho para o novo Sistema, passariam para o Fundo de Reforço da Pensão Única, os valores já descontados por Empregados e Empregadores correspondentes à diferença entre o valor da Pensão Única e a Pensão em vigor no momento da Inscrição na Segurança Social”
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Passados 6 anos (desde de 2008) o que resolveram de Portugal ? Convençam-me que resolverem, mas tem que ser muito bem explicadinho, e eu daria a mão à palmatória, seria uma das minhas maiores alegrias de quem aguentou com a repressão da PIDE, com a Ditadura, com a guerra de Africa, com o PREC, absorveram milhares de retornados, os FMI’s etc etc e hoje sustentam eeos filhos e netos adultos em sua casa, lutam que não morram à fome ou durmam debaixo da ponte.
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Isto faz da geração dos anos 60/70 a mais humana e experiente social e politicamente entre todas as de Portugal. A MELHOR GERAÇÃO DE TODOS OS TEMPOS DE PORTUGAL: Foram e por enquanto ainda são o ESTEIO que aguenta a Democracia e as Liberdades.
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Não fugiram a nada, nem para lado nenhum. Não somos nem estrangeirados nem retornados. A todos recebemos bem. Mas há um limite.
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Pois é. Aí estarão, e omelhor a acontecer seria isto, os muito mais de 50% de abstenções, nulos e brancos que farão a derrocada do sistema. Ninguém o deseja mas a mandança bem o promove. Portanto não terão mais do que quiseram e fizeram para isso.
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É pena.
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Não estou a vender um produto. Mas eu respondo a quem sugere andar a empandeirar produtos:
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-PENSÕES,
armaram tanta confusão e hoje temos o quê com tanto milagreiro e salvaor ? Nem os que já recebem Pensões nem os andam a pagar para uma Pensão,
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uns afinal a Pensão que tiveram direito por Lei, o CONTRATO, houve aqui no meio de tantas garantias que estava tudo sustentado até 2030, era para sustentar com só mais um cortezinho, chega-se a HOJE e estão todos com as mãos a abanar,
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os outros que descontam e lhes meteram na tola que a coisa funcionaria ‘os que descontam hoje pagam as Pensões dos que as recebem hoje’, estão de mãos a abanar, nem sabem quando tiverem 50,60,70 ou 80 anos, a idade da reforma por isto e por aquilo até pode chegar aos 100 anos,
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Afinal como é ? E estamos a falar de milagreiros e salvadores do CDS, PSD, PS, PCP e BE. Como é ??? O que é que valeram as vossas salvações, livros brancos etc etc ???
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-IMPOSTOS
Não tenho quaisquer duvidas. Se entendem que os Impostos são obrigados a pagar uma NOMENKLATURA tão odiada nos regimes comunistas, até nem estou contra. Mas tem um detalhe, têm de assumir e passa tudo a ser COLETIVIZADO, seja por Governos de Direitas ou de Esquerda ou de cabeça ou de calcanhar. Não podem é iludir otários para criarem riqueza, trabalharem 20H por dia etc etc. Não gozem porque não há santos nem pecadores. Empreguem tudo no Estado,
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se a orientação não fosse essa, então a carga fiscal, o metodo de cobranças e a trapalhada de impsotos por isto e por aquilo, montado para ter mais multas por isto e aquilo, tem de ser derrubado. Até fico com duvidas se alguma vez os tretas que se dizem de ‘Direita’ sejam capazes; se calhar pelo andar da carruagem seriam os de ‘Esquerda’ a fazê-lo, ficando a duvida onde estão os Capitalistas e os Anticapitalistas no arco da governaça seja lá isso o que for.
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Mas nada de preocupante, é tão claro como a agua, estrebucharem e fazerem acobracias para materem esta fantasia toda, só rapaziada que anda em marte está convencida que ganharia a guerra. Dizem no café, quanto pior melhor, a divisa destes ‘alquimistas de meia tigela’.
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Onde acaba já toda a gente viu. Grandes, medios e pequenos. Ninguém tem duvidas. S´´o acreditam os sonhadores, os ‘busoes de higges’ aramados em ratos de bibliotecas etc e tal.
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É pena, continuar-se a perder tanto tempo para todos serem miséria incluindo os ufanados que se acreditam intocaveis. Pois é.
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Corre bem, ainda não perceberam, ou fazem-se desapercebidos, onde se meteram ´com esse lobby, o maior em Portugal, com esse unico grande Capitalista que é o Estado SA em Portugal.
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Atalhem, desenfiem-se, metam isto nas mãos de quem sabe resolver e reacender esta coisa toda, salvar-vos-ão e salvarão o resto. É gente que está longe dos vossos quintaisinhos. Conformem-se e resolver-se-ão porque por este andar vai acabar tudo mal especialmente para vós porque nestas coisas de ‘lavar dos cestos’ tem de haver sempre rituais sacrificiais; assim diz clarinho como àgua a História.
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Alertar, nunca cansar de alertar, é um dever de qualquer Humanista. Mesmo que não dêm em nada, que ninguém tenha querido. Mas fica a consciência tranquila e a simplificação como maximo da sofistificação.
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Têm o poder virtual, usem-no bem, no caso é simples ver como.
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