A estupidez tal como o bocejo é contagiosa
À Auxerre, les gâteaux «Bamboula» et «Négro» vont changer de nom
Les gâteaux «Négro» et «Bamboula» ne garniront plus les étalages d’une chocolaterie d’Auxerre… ou du moins plus sous ce nom-là. L’établissement, qui se défend de tout racisme, a tout de même accepté de changer le nom de ces deux produits après les protestations de deux associations.
La polémique a démarré lundi quand le Conseil Représentatif des Associations Noires de France (CRAN) et Sortir du Colonialisme ont reçu des messages d’internautes «à propos d’un magasin très spécial à Auxerre», selon ces associations. Le «Négro» et le «Bamboula», deux produits vendus depuis plusieurs années dans cette chocolaterie de Bourgogne, sont présentés sur le site internet de l’établissement comme de «vieilles recettes auxerroises qui se transmettent de génération en génération». Sur sa page Facebook, le commerce répond d’ailleurs aux attaques en assurant que ces deux gâteaux, datant de 1919, ont été conçus à l’époque pour «rendre hommage» aux tirailleurs sénégalais blessés durant la guerre et à une danse africaine. Bref, «en aucun cas une injure ou un autre qualificatif raciste».
Des menaces reçues par mail et par téléphone
Interrogée par l’AFP, la chocolaterie Féret a précisé qu’elle vendait le «négro» et le «bamboula» depuis 2009, et que les propriétaires précédents de la boutique avaient relancé ces spécialités une douzaine d’années auparavant. «On a un succès fou. J’en expédie dans toute la France et je n’avais jamais eu de souci avant hier après-midi», a même raconté mardi Virginie Féret, ajoutant avoir reçu des «menaces» par mail et par téléphone. Elle a d’ailleurs déjà retiré les produits de sa vitrine, craignant qu’on ne la brise.
Toutes ces explications ne convainquent ni le CRAN ni Sortir du Colonialisme: les deux associations ont dénoncé dans un communiqué «un revival de l’imagerie coloniale la plus nauséabonde». «En vérité, les Noirs de France se seraient bien passés d’un pareil hommage, y déclare le président du CRAN, Louis-Georges Tin. Est-ce que la maison Féret a l’intention de vendre aussi des nougats ‘Ratons’, en hommage aux Algériens de France? Et pourquoi pas des bonbons ‘Youpin’, en hommage aux Juifs déportés? Utiliser ces termes racistes pour faire vendre, c’est déjà outrageant, mais affirmer qu’il s’agit d’un hommage, c’est vraiment prendre les gens pour des C***». Contacté par le Figaro, le président du CRAN assure toutefois être entré en contact avec les gérants de la chocolaterie, qui se sont selon lui excusés et ont accepté de réfléchir à une action commune autour du thème du «marketing colonial».
Ces produits existant depuis plusieurs années, le président de l’association ne s’explique pas vraiment pourquoi ils n’ont pas été signalés plus tôt. «Le CRAN ne va pas faire le tour des chocolateries», affirme Louis-Georges Tin, mais il appelle le maire d’Auxerre à faire passer le message auprès des autres commerces de la ville susceptibles de vendre ces deux produits.
Ce genre de polémique n’est pas une première: en janvier, le fabricant de bonbons Haribo a cessé de commercialiser en Suède et au Danemark des bonbons à la réglisse ayant la forme de masques ou de représentations du visage rappelant les arts primitifs africain, asiatique et amérindien, après plusieurs plaintes de consommateurs. La marque espagnole Mango, qui avait mis en vente une série de bijoux baptisée «style esclave» l’an dernier, avait elle aussi retiré ses produits et présenté ses excuses peu après. Au début des années 1990, déjà, la biscuiterie nantaise Saint-Michel, qui vendait des biscuits «Bamboula», avait été menacée de plaintes et avait dû suspendre la commercialisation de ces gâteaux.

Consta que o Clube Desportivo e Recreativo de Pero Negro vai mudar o nome para Clube Desportivo e Recreativo da Maçã Negra.
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Sim, seja maçã, que não virá daí mal, mas negra “negra”, lá está, c’est du racisme, évidement, mon ami .
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A alegoria era ao contrário, mas também não percebo se Vc está a contrasenso. Enfim, não interessa.
A alegoria era para lembrar o caso do Joaquim Merda que queria mudar de nome,por dele não gostar. Mudou para José Merda.
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Lá vai o “Preto dos Anjos” ter de mudar de nome também.
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Então e o Zwarte Piet?
https://www.facebook.com/zwartepietisblackface
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E as queijadas da Casa do Preto com figurinha ilustrativa obviamente atentatoria da dignidade de todo um grupo ‘etnico? Espanta-me que numa zona tao multi-racial como Sintra ainda ninguem se tenha indignado com tao flagrante demonstracao de racismo! Creio que a juventude multicultural e multiracial portuguesa deveria agendar um meet para este estabelecimento comercial e partir aquela merda toda num auto-legitimado exercicio do velho e famoso direito ‘a indignacao.
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o melhor era abolir a cor preta e ficava tudo resolvido
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Já diziam os anarcas: acabemos com o racismo; pintemos os pretos de branco
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Eu nunca ouvi essa ou passou-me despercebido, mas é aquele achado, não tem dúvida. Sim, pintemos os pretos de branco ( e assim negros, também), é promoção, é assimilação, não racismo .
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A eastupidez humana é imensa…
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Lamento, queria escrever estupidez e, o maroto do dedo, também carregou no “a”.
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Penso que a Europa arranja causas irrelevantes para anestesiar a opinião pública face aos graves problemas que a assolam. Os jornalistas como avençados do poder económico e político distraem a manada enquanto os governantes levam as populações para o matadouro. A europa à medida que sejam edificados mais minaretes tornar-se-á uma região completamente diferente e os islâmicos não terão contemplações com relativismos ou tentativas de corrigir a história. A forma como os islâmicos degolam, revela bem como os pruridos dos ocidentais são irrelevantes e ,alerta as pessoas para a qualidade das lideranças neste mundo ocidental, caduco e com demasiada entropia. Não é por acaso que Putin se afirma com força, relativamente à europa e aos islâmicos.
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Tirou-me as palavras da boa Manuel. Estamos a ser guiados por pederastas e fufas, ainda por cima incompetentes e sem nada nos miolos. O que gostam e sentir o anus cheio de carne (preta, se possivel!).
Fico parvo com a falta de reaccao das pessoas que ainda teem alguma inteligencia e sabem pensar e analizar o que se esta a passar a frente dos olhos.
Nao vivo em Portugal ha muitissimos anos mas entristece-me ver o nosso caminho em direccao ao abismo, cantando e rindo.
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E estavam à espera de quê, sendo a Europa (des) governada à décadas por uma legião de incompetentes??
É que isto do “racismo” tem duas vias, por isso proponho sejam proibidos nomes e expressões que incluam a palavra Branco, a saber:
– Castelo Branco;
– Aguiar Branco;
– Branco mais Branco não há…
E assim por diante.
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Branco é, galinha o põe…
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“Bamboula est devenu un terme péjoratif pour désigner les personnes noires d’origine africaine.”
Não me parece que seria de bom tom venderem-se chocolatinhos “escarumba”.
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Caril “monhé” seria igualmente engraçado.
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Diria que está a pôr o problema ao contrário, “Bamboula est devenu…” traduz-se por “Bamboula tornou-se…”.
Nos exemplos que dá, monhé e escarumbas já são termos pejorativos.
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Bamboula é o nome de um tambor africano. Por razões mais que obvias esse nome passou a designar os proprios africanos.
Não sei qual a origem de escarumba.
Monhé originou-se de uma palavra Swaili que em tempos atrás era reservada a uma elite de mestiços africanos, indianos e arabes. Significava “senhor”.
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Já agora. Labrego em tempos significava apenas camponês ou aldeão. Ainda é assim em espanhol.
Se alguém aqui está realmente interessado em defender o seu direito ao “politicamente incorrecto” que se dirija á aldeia mais próxima. Depois conte como foi.
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Deviam fazer uma lei que criminalizasse todos aqueles que ainda sabem dizer estas “palavras de ódio”.
E inventar um balão para medir a quantidade de ódio tolerada por lei.
(é que a estupidez também é científica, popular e democrática, como o EMS o exemplifica)
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Tolerancia ao ódio? A Zazie está cada vez mais divertida.
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Sim. O ódio é um sentimento. Portanto, para esse sentimento poder ser observado por um inquisidor politicamente correcto, precisa de uma maquineta.
Ou o que é psíquico já acende luzinha na testa?
Se assim fosse, a tua estupidez dava curto-circuito
“:OP
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Pois Zazie. Viva a livre expressão dos sentimentos.
Se alguem te apertar o pescoço durante um acesso de raiva, tu vais certamente tolerar essa expressão de um sentimento.
E não vais sequer permitir que algum inquisidor politicamente correcto interfira na liberdade desse estrangulador sentimental.
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Portanto, tu, tal como toda a gente, só pode detectar actos. Nunca sentimentos.
Ora os inquisidores do politicamente correcto, fazem o contrário. Fazem processos de intenção à custa de sentimentos feios que, qualquer pessoa bem formada desconhece.
Isto leva a outra gigantesca hipocrisia. Para se protegerem, perseguem e assim estão sempre acima de suspeita.
Acho que era literalmente isto que fazia a Inquisição- perseguir pessoas pelo que poderiam pensar e que eles conseguiam adivinhar, sem ser preciso ter-se cometido qualquer acção.
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Esta merda leva a que se meta o lixo debaixo do tapete a ande meio mundo a viver de palavras.
é das coisas que mais asco me provoca. Isto é que é jacobinismo.
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Se eu estrangulasse era punida pelo acto. Nunca pelo sentimento que nem se pode saber qual é.
Agora as pessoas podem ter sentimentos naturais de simpatia, antipatia, enfado.
Se uma pessoa não gosta de batatas fritas. Se embirra até com a treta das batatas fritas, não se vai traduzir da trampa do americano dos crimes de ódio- do hate- que tem ódio às batatas fritas.
Mas v.s até já são entrados e ainda sabem dizer escarumba mas, por medo de serem acusados do mesmo, acusam os outros e fazem upgrade da novilíngua.
Porque são estúpidos e cobardes. E isso é puro instinto de Inquisidor. É a ditadura do politicamente correcto.
Porque já lhes falta a outra- a do proletariado.
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Zazie, quem é que está a fazer processos de intenção? Usar termos pejorativos contra uma pessoa ou grupo de pessoas não é nada simpático.
Não podes tratar as pessoas de uma forma pouco simpática e depois vires-te queixar que és vitima das perseguições dos politicamente correctos.
Podes achar que alguns termos não são derrogatórios. Talvez tenhas intenções muito cândidas mas será preferível perguntares ás pessoas a quem esses termos são dirigidos se apreciam o tratamento.
Entretanto desafio-te a ir a uma aldeia qualquer e tratar os seus habitantes por labregos. Não deve custar nada. Afinal labrego significa aldeão, não é verdade?
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Até em justiça, até em caso de tribunal, tudo tem de ser pesado em relação à intenção.
As palavras têm sentidos de acordo até com o tom, com a circunstância, com o intuito, com a ironia, com o humor e mil e uma variantes que nunca se podem resumir apenas à palavra e sua tradução num presente sem História nem semântica.
De outro modo, até um papagaio podia ser acusado de crimes de ódio.
Fora isso, há uma coisa chamada educação. A educação ou falta dela nada tem a ver com crimes ou com patrulhas de consciência
Mas cada um é para o que nasce.
Tu tens veia de polícia e de inquisidor-
Os tempos estão para v.s
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Com a diferença que um patrulhador de consciências fede mais que um chui. Fede demasiado para poder querer ganhar estatuto democrático e mérito de honra moral.
Um patrulhador de consciências é alguém que se escuda sempre que aponta o dedo a outrem em processo de denúnica.
De denúncia psicanalítica. Porque só achando que tem dons de bruxo pode adivinhar intenções em sentimentos dos outros.
Já o seu gostinha está à vista- é um cretino hipócrita que apetece tratar a pontapé.
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Portanto, já ficas a saber.
Comigo a cena da denúncia moral não pega porque tenho um certo nojo a falsos moralistas de má-fé.
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E v.s são mentirosos e hipócritas porque se a coisa visar a religião, a ver se têm pejo em amesquinhar a dita ICAR.
V.s são estalinistas, mais nada. Lêem muito. Todos leram o Orwell mas nem se vêem retratados.
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Quando se tratou de defender aqueles tarados dinamarqueses da militância pelas caricaturas a ver se se lembraram das ofensas das palavras ou dos actos, ou dos sentimentos com que são feitas.
O tanas- para um Inquisidor há sempre os que são bons de apedrejar.
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Vivem reprimidos porque só reprimindo o que são emoções e sensações naturais, se pode fazer passar por alguém em estado puro.
V.s querem fazer crer que nem são gente como as outras pessoas. Reprimem-se para agradar à trampa ideológica com que se mascaram.
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“As palavras têm sentidos de acordo até com o tom, com a circunstância, com o intuito, com a ironia, com o humor e mil e uma variantes que nunca se podem resumir apenas à palavra e sua tradução num presente sem História nem semântica.”
Ora pois. Dai eu ter falado em “chocolatinhos escarumba” e “caril monhé” sem sentir que estaria a ofender alguém.
Seria óbvio, mesmo para os possíveis visados, que eu estava expor o ridículo de uns chocolates “Bamboula” ilustrados com um boneco de um pretinho (ups!) muito estereotipado vestido á selvagem.
É claro que não me parece bem tratar as pessoas por esses termos, nem gosto que se tente reduzir uma pessoa á sua raça ou a qualquer outra característica especifica, como badocha ou caixa-de-oculos.
O mais divertido é que gente como tu diz gostar de “chamar os bois pelos nomes” mas quando não gostam do nome que se dá ao seu boi já se chateiam. Afinal qual é o problema de chamar ICAR a determinada religião? Não são as iniciais de um nome assim para o comprido?
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https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTFthU2B14-0p2xf1yQNp2hH0MIO0wM3QqpF7Mnx5pJlkZZBiIlHAAnHw
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proponho passar o “branco” para branquelas ou pele clara ou cara palida ou whity(como no filme do tarantino)
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Já agora, a conversa entre Djaló e a sua esposa pintada de amarelo:
– Queres chá berde oue preto ?
– Pode ser.
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une religieuse, please
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Quem tiver dúvidas é só ler a Zazie, ou lá que é, ou o Joãogabinete, são umas enciclopédias de pinheiro seco.
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