Triste Ocidente
Os deputados da Câmara dos Comuns aprovaram hoje por ampla maioria a participação do Reino Unido nos ataques aéreos da coligação internacional contra posições dos ‘jihadistas’ do grupo Estado Islâmico no Iraque. A moção, apresentada pelo primeiro-ministro britânico, David Cameron, foi aprovada com 524 votos a favor e 43 contra.
O texto autoriza “o recurso a ataques aéreos” no âmbito de um apoio pedido pelo governo iraquiano e precisa que Londres “não enviará nenhum soldado britânico para as zonas de combate”.
Isto é um erro crasso. A incapacidade de explicar às opiniões públicas e às publicadas que paz e pacifismo não se confundem, antes pelo contrário, leva a decisões desastrosas como anunciar datas de retirada muito antes de se saber se tal será possível ou, como neste caso, afirmar que nunca se enviarão tropas terrestres e que tudo se limitará a uns assépticos bombardeamentos que naturalmente só serão assépticos até chegarem as primeiras imagens de uma casa onde após um desses bombardeamentos morreu uma família. Aí os que agora apoiaram estes bombardeamentos que por sinal se baseiam numa coisa muito criticada noutros cenários – o uso desproporcionado da força – terão medo de se tornar menos simpáticos e depois começa o que já vimos.

a intifada ou lapidação vem de longa data.
Cristo disse ‘quem estiver limpo atire a 1ª pedra’
Há um século (atrás para uns, à frente para outros) disse Oswald Spengler no
‘Naufrágio do ocidente’ que ‘a idade da pedra não terminou por falta de matéria prima’
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Mais valia que limpassem a Europa.
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Na “mouche” – mas consta que a coisa já terá começado além-Reno ( na Eslavónia nunca houve “necessidades” destas…)
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Isto é um erro crasso.
Nem os israelies se atreveriam a tanto.
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Amigo galego, tens melhorado o português; para a próxima escreve israelitas e deixa os castelhanismos …
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Pois é uma gigantesca asneira. Começou pela asneira da invasão do Iraque que deu neste lindo resultado. e agora insistem.
Deixam-nos ocupar a Europa e depois ha-de servir de muito irem chagá-los para a terra deles.
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Já me surpreendeste negativamente com as tuas pérolas sobre a influência na arquitectura portuguesa do tempo do Estado Novo no Porta da Loja. Alemanha?!!!
Qualquer um que tenha olhado um mínimo para um livro de arquitectura sabe que a inspiração para a maior parte da arquitectura portuguesa do século XX foi o Modernismo da Italia Fascista.
Agora vens com a tontice que o Estado Islâmico tem alguma coisa que ver com o Iraque.
Parece que não notaste o que aconteceu no Mundo Àrabe/Persa
Um número. Se Saddam fosse vivo teria hoje 77 anos num país em guerra civil larvar com Xiitas e Curdos.
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Mas onde é que eu disse que tinha vindo da Alemanha?
Tu bebes demais.
E deixa de ser neocon que até esses já se arrependeram.
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O que eu disse, ó tosco, em conversa com o José a propósito de eles ainda manterem o belíssimo lettering é que esse também teve os últimos dias na Bauhaus.
A arquitectura portuguesa do Estado Novo é variadíssima, donde em parte alguma eu podia ter dito que tinha sido cópia da do nazismo.
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Se Saddam fosse vivo e no poder esta merda do El nunca aconteceri.
Ponto final.
V.s não aprendem nada porque também não passam de Sissy Hawks
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Ah, mas devo ter dito outra coisa e pela negativa. Algum modernismo à Loos veio mesmo por via do racionalismo alemão. Olha, tira as dúvidas vendo aquele pavor da casa de emigrante da comuna Helena do Dedos de Conversa.
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É só ires lá ver o que escreveste.
Onde te referiste à Itália nesse mesmo texto?
Modernismo na Itália Fascista
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=873360
“Se Saddam fosse vivo e no poder esta merda do El nunca aconteceri.”
É como dizeres que a Al Nusra – também degolam- nunca aconteceria com Assad no Poder.
Afinal Assad controlava a Síria ao contrário de Saddam que não controlava sequer metade do Iraque.
Nunca aconteceria com Assad no Poder não é?
Nunca aconteceria com Mubarack no Poder não é?
Nunca aconteceria com Kadafi no Poder não é?
Nunca aconteceria com Goodluck Jonathan no Poder não é?
Oops!
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é pá, que texto? Eu não me lembro sequer de ter estado a falar de influências da arquitectura do Estado Novo.
Em parte alguma. Só me recordo da conversa com o José por ele estar a falar do que viu nas férias. Do lettering.
Eu adoro a arquitectura do Estado Novo. Toda, até aquela à Raul Lino que não foi importada de parte alguma.
Mas é um facto que não gosto do less is more e detesto o manifesto do Loos- o do ornamento é crime.
Quanto muito terei falado com o Mujah a propósito da arquitectura modernista londrina.
Não sei. Sei que o Malomil fez posts acerca disso e até temos casa bem lá perto e andei a ver esse modernismo.
Devo ter dito que não gosto mas reconheço a reconheço a excelência do Isokon, assim como detesto aquela trampa da casa caixote sobre estacas, do Ernö Goldfinger, na Willow Road.
Até andei a fotografar os belíssimos edifícios vitorianos da mesma rua e ver como aquela trampa destoa.
Só se aproveita a escada em caracol e o mobiliário.
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Mas sim. Já sabia que nos entendemos pelo gosto comum do futurismo.
Não imagino onde sonhaste que eu neguei isso.
Quanto ao resto, esquece. Nem eu te convenço nem tu me convences e, aqui para nós, o que me importa são os efeitos na bolsa
“:OP
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Olha, pensei e disse em visita à Isokon que há uma bruta subserviência em relação a esse modernismo, apenas por ter sido feito por vedetas.
Porque eles têm arquitectura tradiconal mil vezes mais bonita.
Aquilo destoa mas gosto de algumas coisas.
Não dá agora para explicar isso. Detesto tudo à Corbusier, por exemplo.
Adoro tudo que é Deco, por oposição.
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Toma- está aqui um exemplo:
Mas agora há mil vezes pior. Há revivalismo desse racionalismo por novo-rico e isso é que só a casa da Helena ultrapassa em pavoroso
eheehhehehe
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Olha, toma. Um exemplo do novo-riquismo pavoroso que andam por lá a fazer é este:
http://www.fivecannonlane.co.uk/
Tenho acompanhado a treta e este ano até pedi aos homens das obras para ir lá meter o bedelho e inspeccionar aquela merda.
ehehehe
Um pavor. E é um pavor de bom arquitecto. Agora imagina os pavores das cópias de 2ª e terceira.
E nem estou a falar da City- estou a falar de moradias nos lugares melhor preservados de Londres.
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Está aqui o post e os comentários. Ora faz lá copy paste e mostra em que parte é que eu digo que a arquitectura do Estado Novo teve influência da Alemanha.
http://portadaloja.blogspot.pt/2014/09/a-grandeza-de-portugal-esta-escondida.html
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Noruega, Canadá, Austrália e Rússia, merecem o nosso aplauso, pois se os islâmicos não estão bem no Ocidente … vão lá para a Idade Média, na terra deles; que façam mesquitas cá, quando nós pudermos fazer igrejas nas “arábias” …
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Hoje já deram o caso de uma familia com casa demolida na zona do ISIS , mas ainda não acertaram a propaganda como o Hamas faz profissionalmente tão bem .
Se percebe o que o Obama queria arrastar os estados sunitas para a refrega contra o ISIS.Afinal eles os financiaram e agora deviam fazer qq coisa para os desarmar .Mas é patetico ver esta tibieza chamberlariana .Só a Arabia Saudita tem 700 caças ultima geração , e tem de ser a GB a disponibilizar 6 tornados em Chipre.
Não vão lá assim .
Os curdos , não vão lá sózinhos , nem o exercito do iraque tá para isso .
Entretanto as minorias são afastadas , e os ISIS se divretem com equipamento EUA capturado ao ” fantastico exercito iraquiano” os tais que queriam os EUA fora da zona .
Há um manifesto desconforto na zona .Existe uma simpatia sunita com o ISIS .Dos habitantes e estados da zona meio disfarçada.Afinal eles os financiaram.E financiaram as 1.000.000 de mesquitas e madrassas do Ocidente onde os jihadis adquirem o caldo de cultura xenofoba e islamofascista.
Acabam por conseguir concretizar aqulo que pretendem a longo prazo .A completa islamização da zona , e a concretizar a ocupação ocidental com várias comunidades islâmicas , cujo peso reinvindicativo e futura natalidade permitirá subverter pela democracia as sociedades ocidentais .Basta esperar um pouco mais .
Afinal não deveriam ser os sauditas a combater boots on the ground o ISIS, ou o Saddam no Kuwait ?
Tiveram de apelar aos mercenários dos EUA .
E agora ?
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São os estadistas que temos cá pela UE e EU. Governam para as sondagens. Como instrumentos usam como discurso o politicamente correcto e como ideologia o pragmatismo e o relativismo. Eles são neo tudo e mais alguma coisa. São neo-liberais, neo-conservadores, neo-socialistas, neo-comunistas… São o novo-homem, moderno, que governa para o século XXI.
O drama é que quem paga a factura somos sempre nós, em sangue, suor e lágrimas. Mas também somos nós que os colocamos lá.
É por isso que defendo que temos que ser exigentes e escolhê-los cuidadosamente. Porque ao escolhê-los, estamos a escolher alguém a quem estamos a passar uma procuração de plenos poderes sobre a nossa vida e património.
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