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Rui Rio

29 Setembro, 2014

Existe uma grande unanimidade em torno de Rui Rio, quer à esquerda quer à direita, embora o papel que cada um intimamente reserva a Rui Rio não seja nem unânime nem explícito. Uns gostariam de ver Rui Rio como um subalterno de António Costa, cuja existência teria como única função fazer brilhar o messias. Outros esperam que Rui Rio seja um social democrata competente, certinho nas contas, mas seguindo a linha política de Silva Peneda. Acreditam que Rui Rio é o homem certo para fazer a reforma do Estado, mas sem  despedimentos, cortes de salários, cortes de reformas, mobilidades ou qualquer outro tipo de chatices. No fundo, uma reforma do Estado que acabe com os carros do estado e outras gorduras mas que mantenha os motoristas na função pública. Rui Rio, se for inteligente, fugirá o mais possível destes dois grupos de apoiantes.

10 comentários leave one →
  1. maria ferreira's avatar
    maria ferreira permalink
    29 Setembro, 2014 09:02

    Mal por mal; Deixem estar o Passos Coelho se querem ter ao fim do mês o salário e a pensão.Já conhecemos o António Costa; ele não era o nº 2 de Sócrates, Não foi no tempo dele que surgiram os –swaps- o empréstimo de 78.000M€?
    Passos ao menos foi ao bolso de alguns embora o Tribunal Constitucional revertesse em causa própria a favor dos que mais têm.
    Temos agora um arrependido ACosta.

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    • jp's avatar
      29 Setembro, 2014 12:34

      maria ferreira,essa do deixem estar passos coelho se querem ter o salario ao fim do mês faz levantar os mortos da tumba! tem sido o contrario minha senhora,temos ficado sem salarios,reformas 13.mês fundos de desemprego para o qual descontamos e muitas mais malfeitorias.vou dizer-lhe uma coisa: hoje a dividida é maior do que no tempo de socrates.a divida privada na altura era o dobro da do estado.hoje já esta em 135% do pib,quando no tempo do socrates era de 94% .sabe o que aconteceu: a crise financeira começou nos EUA percorreu a europa e agora anda nos paises emergentes.que eu saiba socrates não governou esses paises.o problema é que a banca meteu-se em negocios ruinosos com os privados nomeadamente a construçao civil,deixou ela tambem de poder assumir os compromissos com a banca estrangeira a quem recorre com toda a regularidade. o governo socrates com o chumbo do pec 4,aceite pela europa,teve que recorrer à troika com as consequencias que todos conhecemos.maria ferreira largue o bruxo que a anda a enganar! respeitosos cumprimentos!

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      • maria ferreira's avatar
        maria ferreira permalink
        29 Setembro, 2014 14:19

        Ao JP – pior que um cego é o que não quer ver. A despesa do Estado aumentará sempre, a não ser que de facto se corte a sério, o que virá a acontecer. Lembro que quem paga salários e pensões não é Passos Coelho mas sim a Alemanha e outros.Não culpe o Homem pq a ele dão-lhe o dinheiro e as instruções como gastá-lo.

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      • lucklucky's avatar
        lucklucky permalink
        29 Setembro, 2014 22:27

        “temos ficado sem salarios,reformas 13.mês fundos de desemprego para o qual descontamos e muitas mais malfeitorias.vou dizer-lhe uma coisa: hoje a dividida é maior do que no tempo de socrates”

        Uma pérola de ignorância. Nem sabe que raio é divida e como se forma.
        Pois para escrever uma coisa destas ou alguém julga os outros burros ou é o próprio burro.

        É claro que temos mais dívida que no tempo de Sócrates: Cada ano há défice. Que você não quer combater.

        A Dívida é acumulação de Défices. Logo défice aumenta logicamente a dívida.

        Mas pelos vistos nem este simples conceito entende.

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      • Miguel C.'s avatar
        Miguel C. permalink
        1 Outubro, 2014 01:13

        Não percebo? O malvado do Passos fez cortes que não devia ter feito, mas mesmo assim a dívida cresceu? Isto é o meu caro a queixar-se de uma coisa e do seu contrário, ou seja que Passos não cortou o suficiente para poder manter salários e prestações sociais. De resto o meu caro não fez bem as contas, é que de facto a dívida pública cresceu, como é que podia não ter crescido? mas cresceu porque vinha com uma inércia de mais de crescimento de mais de 20 mil milhões por ano e que em 2013 foi de 7 mil milhões e este ano vai diminuir pela primeira vez na história da nossa democracia. A grande diferença é que Sócrates nos impôs também enormes sacrifícios, mas não teve nenhum resultado, a dívida pública crescia desmesuradamente, o deficit no seu último ano foi de 11,2%, o desemprego duplicou, a economia cresceu 1€ por cada 50€ que cresceu a dívida etc. Isto para além do facto de que enquanto nos pedia enormes sacrifícios andava a fazer ppp que davam retornos de 17% sem risco, a dar rendas, a fazer contratos swap tóxicos, a contratar TGVs,a fazer aeroportos e auto estradas desertas etc. Foi em nome disso que nos sacrificámos e que o país faliu, e por isso o malvado do Passos sempre é um bocadinho de nada melhor. É que pelo menos apresentou resultados em troco dos sacrifícios que nos pediu. Será que o meu caro não vê nisso uma diferença fundamental?

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      29 Setembro, 2014 16:29

      Como diz a Maria Ferreira, a divida publica aumenta porque ha déficits orçamentais…
      Aqueles que criticam a politica de austeridade de Passos Coelho queriam e querem que …. se deixem aumentar ainda mais os déficits !…
      Então no que é que ficamos ??!…

      O governo Passos Coelho, melhor ou pior, pouco ou muito, reduziu o déficit do nivel elevado que lhe foi deixado pelo governo Socrates. Quando Socrates chegou à governação a divida publica era de cerca de 60% do Pib. Quando saiu o déficit real era ja superior a 100% (se, como deve ser, se incluirem as correcções das engenharias financeiras, as dividas do Estado às empresas, as dividas das empresas publicas, etc). E isto mesmo sem levar em conta que uma parte dos déficits actuais teem a ver com compromissos de pagamentos ligados às PPPs contraidos pelo governo anterior e pagos agora pelo governo actual. No fim de todas as contas, com Passos Coelho a divida subiu muito pouco, praticamente apenas os valores dos déficits orçamentais dos ultimos 3 anos. Passos Coelho conteve e controlou a divida. Por isso é que os mercados voltaram a dar crédito ao Estado portugues e os juros baixaram para niveis historicamente baixos. O que, diga-se de passagem, também esta a ajudar a reestruturar a divida publica no sentido de baixar o respectivo custo.

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  2. jp's avatar
    29 Setembro, 2014 09:30

    o homem da contas certas,iniciou o sem mandato com obra já iniciada por fernando gomes para concluir.quanto à politica de não despedimentos,temos a experiencia da tranferencia dos,cantoneiros e os homens do lixo que foram empurrados para o privado em muito piores condiçoes. o rui miranda aind não percebeu que para gerir um pais o pm não deve ser economista mas um politico.o economista faz o que o governo lhe pede.olhem para o trabalho do “homem leme” como primeiro ministro (o destruidor) e como presidente é polititicamente uma anedota.um pergunta: quantas empresas em portugal são geridas, ou tem como patroes economistas? esta gente tirou o curso para trabalhar para os politicos e para empresarios que subiram a pulso.quantos pm são economistas na união europeia. ainda não nos libertamos do providencial salazar!

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  3. CGS's avatar
    CGS permalink
    29 Setembro, 2014 11:52

    Pior que uma mentira é um desonestidade intelectual.
    Os swaps chegaram com os gvernos do ladrão de Boliqueime (aquele que destruiu as pescas, agricultura e formou uma quadrilha de bancos)!

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  4. MJRB's avatar
    29 Setembro, 2014 12:03

    Rui Rio, se quiser conquistar o P”SD”, não deve consentir colagens seja de quem for (e muito menos de Costa, que em determinado momento o usou) à imagem com que saíu da câmara do Porto.
    Mas também é certo que parte do P”SD” teme RRio. Por que será ?

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  5. fado alexandrino's avatar
    29 Setembro, 2014 12:31

    Existe uma grande unanimidade em torno de Rui Rio

    Cá está uma das frases que não se sabe donde vêm e que equivale em termos populares a “Benfica tem seis milhões de simpatizantes”.
    Ambas não precisam de demonstração, fazem parte de um imaginário, sendo que para a segunda faltam apenas 5,999,999 que se apresentem, pois eu sou.
    Quanto à segunda eu não sou.
    Para contabilistas públicos vai-se ali ao ISEG e escolhe-se ao calhas.

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