O que não tem remédio, remediado está
Lisboa, 9 Outubro de 2016
António Costa: Não existe solução para a austeridade portuguesa
“O plano de resgate não faz desaparecer estas situações. A solução não existe”, afirmou hoje o primeiro-ministro, à entrada para o debate bi-anual, quando questionado pelos jornalistas sobre a possibilidade de ocorrência de aumento de impostos e diminuição de salários da função pública.
“Temos de ter consciência de que estamos sempre sujeitos a situações financeiras anómalas e, perante situações governativas anómalas, as consequências são anómalas”, acrescentou o primeiro-ministro.
Por exemplo, no caso de um plano de solidariedade europeu, “os países que têm dinheiro e equilíbrio orçamental com as contas controladas serão sempre mais fortes do que nós”, indicou.
Na sua intervenção no debate bi-anual sobre o estado do país, que decorre esta tarde na assembleia da república, o primeiro-ministro anunciou que vai propor, na próxima reunião do executivo, a “constituição de uma equipa de missão com a incumbência específica de dar execução pelo governo ao plano geral de rigor e preparar a indispensável candidatura do seu financiamento, através do Fundo de Coesão”.

costa, o político mais bem preparado de sempre, vai reestruturar as cheias.
não necessitou de contratar um guru na matéria:
já tem o zé faz falta
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eheheh Parafraseando-o: “absolutamente anormal”
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Espero que Crato e Teixeira da Cruz, tenham passado a noite a ensaiar… mas será que com eles resulta?
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Os erros da colocação de professores e do Citius servem apenas para se comprovar que não existem técnicos em Portugal capazes. O ME tem milhares de funcionários e ainda precisa de contratar empresa externa para o efeito. Há 10 anos já era assim e tiveram de vir os espanhóis resolver o problema.
Estes erros são o espelho da famosa geração melhor preparada de sempre.
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Qualquer ministro fica na mesma situação porque um ministro não tem de ser técnico de informática e, pelo que se comprova, somos um país do terceiro-mundo nesta matéria.
Acrescente-se que a informatização da justiça vai servir para depois continuarem a imprimir milhões de páginas em papel. Não mudou nada para melhor desde o tempo em que era tudo feito à pata e atado por cordéis.
Agora é feito com cascos tecnológicos para ter o mesmo resultado de ser usado em papel.
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zazie, globalmente, concordo consigo. Sobre a estrutura desses ministérios o que penso está aqui:
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2014/09/a-culpa-nao-e-do-ministro-culpa-e-do.html
O meu comentário visa outro ângulo: se os ministros tivessem dado uma resposta na linha desta de Costa, jornalistas e comentadores, teriam aceitado de forma tao tranquila tal explicação? (basicamente, um “não há nada a fazer”)
Cumprimentos.
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Ah, e não se esqueçam que foram os vossos queridos líderes que inventaram o Simplex. Também está à vista o resultado.
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Uma das (poucas) coisas boas do socratismo foi a informatização dos serviços públicos em geral. Nota-se diferença.
(Não discuto agora as negociatas subjacentes).
Porém, a esquerda – por razões inerentes à sua estrutura intelectual sempre sebastiânica, sempre messiânica – confia ilimitadamente nas potencialidades da informática, que acredita ser um ente semi-mágico que tudo resolve ao esfregar o cú à lampada. E o passo é sempre maior que a perna.
E depois há uns tipos que são eleitos pela direita,mas que são estruturalmente de esquerda, que embarcam no comboio do facilitismo, do voluntarismo como única condição para as coisas acontecerem.
E, depois, as coisas não acontecem. Porque mágico só o Deco. E o Luis de Matos, claro.
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http://portadaloja.blogspot.pt/2013/05/citius-altius-e-maconicus.html
http://portadaloja.blogspot.pt/2009/01/estado-de-citius.html
http://portadaloja.blogspot.pt/2011/08/um-caso-de-policia.html
http://portadaloja.blogspot.pt/2014/09/o-papel-dos-processos-e-inteligencia.html
Resultado- uma imagem que vale mil palavras:
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«Presidente do IGFEJ garante ao i haver já indícios do que correu mal e de quem poderão ser os responsáveis»
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Na «mucha».
O Estado delapidoi os bons funcionários (poucos? muitos?) que tinha e, na senda sanhosa de que o que é privado é que é bom e funciona, entrega estas negociatas aos privados.
Sai merd@? A culpa não é do ministro? No mínimo, a responsabilidade política é.
Mas a populaça só vai perceber quando o que falta cair lhe desabar na «catchola»: já começou a provar com a EDP, CTT, etc. Deixem pousar tudo…
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vitor cunha não se preocupe com o antonio costa.preocupante é a falta de valores da direita portuguesa que alem de trauliteira mente despudoradamente.ainda ontem na comissao de economia o ministro pires de lima(está a ficar parecido com o pai),mentiu sem o minimo de vergonha quanto à pt e ao ps.a golden share,foi à vida contra a vontade do governo socrates e depois de decisaõ do tribunal europeu,com aplausos da direita.o negocio com a oi foi em 2012,já a direita govenava o pais.por ultimo a saida da caixa geral de depositos foi decidida pelo governo do mentiroso compulsivo (ver best of 2011/2012 no youtube) .vitor com todo o respeito pergunto-lhe: nao o preocupa o estado estar a vender tudo, quando poucos anos depois de abril,tivemos que vender sempre empresas para equilibrar a balança? não pense que este mal é só do portugal democratico.estou a ler os livros sobre o tempo de salazar publicados no expresso,e constato que o problema de deficites constantes já vem de longe.salazar tinha como solução:cito: “orçamentos equilibrados e “ordem”nas ruas”.”como esta “ferramenta” em democracia não é possivel,embora vontade não faltasse a muitos governantes e votantes do psd.não ,era bom mantermos posiçoes nas empresas onde o estado tambem é acionista e dao lucros?.as privatizaçoes não são só deste governo,mas há uma dirença.enquanto o ps o faz por necessidade,o psd soma o ideologico.isto não é politica social democrata.
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O 1.º Ministro em funções e o candidato a futuro 1.º Ministro dão mostras de desistência. Pode ser que desistam de “governar” e se remetam de vez aos jogos palacianos dos corredores de São Bento.
Afinal ainda podemos ter Esperança no futuro de Portugal…
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artista portugues,acha que o clima está como há 5 ou 10 anos atras! está fazer de nós parvos.é ou não verdade que esta ultima chuva,foi mais violenta do que a anterior e em menos tempo.lisboa não estava habituada.no norte isto acontece mais vezes e não atiramos a responsabilidades para cima do autarca.antonio costa diz que a sozinha camara não tem dinheiro para fazer uma obra desta dimensão.os comerciantes que se preparem para um futuro cada vez pior. se nada fizeram tambem nas suas lojas para minorarem os estragos.
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Este Costa já é inenarrável. Assim como pretendeu pôr um ponto final na questão das cheias ao dizer que elas não têm solução, apesar de todos sabermos que antes dele ser presidente da CML raramente se viam cheias, dá já mostras de desistir de qualquer plano de resgate. (É claro que dentro de pouco tempo vão dizer-lhe em Bruxelas que é assim ou não é.). A avaliar pelo que já se viu, corremos o risco de um dia ele vir dizer que afinal é Portugal que não tem solução.Andámos 9 séculos a tapar o sol com uma peneira.
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Cuidado, olhe que o que está escrito a preto ou cinzento como queira é apenas mais uma sátira bem esgalhada do autor do post.
Aquela coisa em vermelho é um link que remete para a notícia.
Como artista português, pode em virtude das limitações de orçamento das câmaras estar um bocadinho destreinado.
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Imaginem o que seria se fosse o Presidente da Câmara de Londres ou de Paris a dizer que as cheias não têm solução.
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Não chegava a presidente dessas câmaras, porque nem a candidato chegava, a não ser que fosse ilusionista suficiente para durante anos iludir apoiantes e os fazer aceitar um tipo que num ano diz publicamente que não se pode ser secretário-geral e presidente da câmara ao mesmo tempo, e dois anos depois fazer o contrário. Se calhar resolveu a Quadratura do Círculo.
É ver “v=hbo7A32JdoM” no YouTube e pasmar com o descaramento deste sujeito.
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Nesse debate do estado da Nação, Costa congratulou-se pela PPP entre a Camara M. de Lisboa e a construtora Motta-Engil ( com o aval do Estado) para a resolução definitiva do problema das inundações na capital” … O projecto inovador, de autoria do Gabinete de Arquitectura Salgado & Roseta, SA engloba a componente do engarrafamento das águas pluviais destinadas a exportação para o Quatar!
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Ironizando é como o Ebola “o que não tem remédio, remediado está” embora,
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num registo “Follow the money” versus crescimento acelerado do “mercado consumidor Ebola” rm vista com maximilização de vendas, parece que a coisa se começa a resolver a fazer fé.
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no Senhor Diretor Geral da Saúde confirma uma vacina no prazo de 6 meses
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e nestes no prazo de 2 meses:
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70-90% efficiency: Russia to send Ebola vaccine to W. Africa in 2 months
http://rt.com/news/195536-ebola-russia-vaccine-send/
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jp anda muito distraído. Tente compreender o que se passou de verdade:
“Importa agora explorar duas pistas de investigação: o negócio de compra de quota da Oi pela PT; e o negócio de venda da quota da PT na Vivo.
A pista Sócrates/Bava-Lula tem de ser apurada judicialmente, em Portugal e no Brasil, relativamente à compra de 22,4% da brasileira Oi pela PT por 3,7 mil milhões de euros, no final de julho de 2010. Depois da entrevista do ministro Pires de Lima ao Expresso, citada no Observador, de hoje, 11-10-2014, impõe-se essa investigação judicial.
A Oi era um conglomerado de telecomunicações regionais, descapitalizado, endividado, tecnologicamente atrasado, que havia sido confeccionado, como outros em setores estratégicos, pelo Partido dos Trabalhadores, de Lula, para projetar o controlo político sobre a economia, também através do estatal BNDES, e garantir financiamento partidário, com o consequente fluxo de comissões.
Tal como é absolutamente necessária a investigação judicial da venda da Vivo pela PT. A venda da participação da PT na Vivo (30%) por 7,5 mil milhões de euros foi anunciada em 28 de julho de 2014. Mas em 30 de junho de 2010 essa participação havia sido considerada pelo primeiro-ministro José Sócrates como fazendo parte dos «interesses estratégicos do País» pelo primeiro-ministro, que mandou exercer o direito de veto que a golden share do Estado lhe concedia face ao acordo de venda à Telefónica por 7,15 mil milhões. Em 28 dias, a participação da PT na Vivo deixou então de ser, para Sócrates, um «ativo estratégico» do País, justificaando a sua oposição ao negócio, pois passou a dizer que a entrada na pré-falida Oi salvava a «dimensão internacional da Portugal Telecom». O saldo: 350 milhões de euros. Para onde foi esse dinheiro?
Percebe-se, neste momento, que, além dos dividendos distribuídos pela PT aos seus acionistas pela venda da sua quota de 30% na Vivo, e da compra de 23,4% da Oi por 3,75 mil milhões, o restante terá sido investido pela PT em obrigações do GES, cujos juros eram periodicamente reinvestidos em obrigações do grupo… Recorde-se que o GES era detentor, através do BES, de 10% da PT, percentagem que era reforçada com outros 10%, diretamente, por Ricardo Salgado (alegadamente uma espécie de beneficial owner da Ongoing). Em 27-7-2010, altura do negócio de compra pela PT de 23,4% da Oi, a empresa de telecomunicações brasileira era descrita por Ricardo Salgado como tendo um «grandíssimo potencial». Esqueceu-se de dizer para quem… Hoje, já ninguém tem dúvidas.
A PT vai agora ser saldada aos pedaços pela Oi. Uma empresa na qual entrou com injeções de capital e assunção de responsabilidades financeiras, desde 2010 e de forma mais acentuada depois da fusão em outubro de 2013 (com penalizadora razão de troca de ações), mais 3,5 mil milhões de euros de socorro financeiro. O negócio, no final de 2010, de compra pela PT da parcela do capital da Oi, e da associada CTX, foi realizado por 3,58 mil milhões de euros (comprando a Oi também uma fatia de 10% da PT por 750 milhões de euros). Na prática, abstraindo do acordo de absorção da PT pela Oi (e não o contrário, como nos tentaram enganar…), a PT investiu em janeiro de 2011, um montante de 2,83 mil milhões de euros na Oi, a que se têm de somar os 3,5 mil milhões de euros injetados em outubro de 2013. Ou seja, a PT pôs na Oi 6,33 mil milhões de euros. Agora, outubro de 2014, a empresa brasileira que lhe ficou com o dinheiro pretende vender a própria PT, por 2,1 mil milhões de euros!… Mais ainda, apesar de todo o dinheiro ali enterrado pela PT, o genial Bava conseguiu reduzir a Oi a 3,6 mil milhões de euros (valores de capitalização bolsista e de taxa de câmbio de 10-10-2014)”.
do Portugal Profundo.
Se for ao Porta da Loja encontra mais pormenores.
jp, não se preocupe com a direita trauliteira, se existisse já estaria mais calmo.
Trulitadas, roubos descarados e mentiras dos xuxas é que nos afundam como de resto emtodos os países onde os ali bábás proliferam. Note-se que a plutocracia que governa o mundo gosta deles e apoia-os por saber que com eles o povo é mais fácil de enganar.
Já os nossos avós diziam como se enganam os tolos, “com papas e bolos”.
Falemos agora de um dos que mandam de verdade:
http://www.goodreads.com/author/quotes/123814.Zbigniew_Brzezinski
“We have a large public that is very ignorant about public affairs and very susceptible to simplistic slogans by candidates who appear out of nowhere, have no track record, but mouth appealing slogans”
― Zbigniew Brzezinski
“In the technotronic society the trend would seem to be towards the aggregation of the individual support of millions of uncoordinated citizens, easily within the reach of magnetic and attractive personalities exploiting the latest communications techniques to manipulate emotions and control reason.”
― Zbigniew Brzezinski, Between Two Ages: America’s Role in the Technetronic Era
Mas ele também disse recentemente que o “grande plano de subjugação das massas” está a ter dificuldades em ser implementado, queixa-se que “há demasiada liberdade” na informação que vai sendo produzida…
No protetorado miserável os chefes de redação já praticam a censura despudoradamente, porém o protetorado é uma aldeia e existem vastos lugares onde a a mordaça suave, em contaposição com a mordaça dura do botas, não funciona. Valha-nos isso!
jp, esteja atento, a informação acabará por chegar cá!
Quem sabe se a PJ já está atrabalhar nisso nesste momento?
“Desde as primeiras horas da manhã de hoje que inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção da Polícia Judiciária e procuradores do Departamento Central de Investigação e Acção Penal estão a realizar dezenas de buscas em Lisboa e noutros pontos do País no âmbito de um processo que investiga as ligações entre o ex-Banco Espírito Santo e o Banco Espírito Santo Angola (BESA)”.
Quem sabe se o Salgado acabará por ajudar a revelar alguns pormenores, em troca de ficar por cá! Esta terra ainda oferece prazeres insuspeitos e riquezas ocultas.
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«Os erros da colocação de professores e do Citius servem apenas para se comprovar que não existem técnicos em Portugal capazes. O ME tem milhares de funcionários e ainda precisa de contratar empresa externa para o efeito. Há 10 anos já era assim e tiveram de vir os espanhóis resolver o problema.
Estes erros são o espelho da famosa geração melhor preparada de sempre.»
São os que na latada atiram carrinhos de compras ao Mondego e depois na Queima desfilam bêbados enquando levam banhos de cerveja e gritam palavrões; e os pais, embevecidos, assistem, com orgulho -o meu filho já é Dótor!
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«Presidente do IGFEJ garante ao i haver já indícios do que correu mal e de quem poderão ser os responsáveis»
Que chatice! Deixou de interessar o raio das notícias sobre o Citius.
Logo agora…
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Que saudades dos dias de sol, do pinto monteiro e da tesoura!
Investigam-se os sobrinhos angolanos, pisca-se o olho à interpol, dobra-se a vara, reenviam-se os robalos para a baía de Luanda, entreabrem-se as portas venerandas do templo sagrado Shaolin, levanta-se o avental da lusófona que cobre o meco, há riscos de ser investigada a tramóia dos famosos casos colocação dos professores e do citius, duas boas malhas que quase acertaram no alvo…demissão do governo.
Não me digam que ainda acabam por coscuvilhar no Museu Castro Guimarães!
Isto assim não pode ser! Isto é um desaforo! E se acaba mal!
Preocupado, fui ter com o mário nababo à esquina da “fundição” perto da “fundição” da mulher. Pro Dignitate. Tem-se esforçado por criar gente digna sem resultados práticos. Ambas isentas de IRC Atribuída à por despacho nº 10942 do Ministério das Finanças.
Acho injusto os filhos não terem fundição e o costa só ter dado os 40000 à fundição do fiel marido. Machismo inveterado. Sabe-se como os orientais tratam as mulheres.
Posto isto fui, reverente, perguntar à excelsa figura da democracia lusófona:
“Ó mário então é hoje que o governo cai”?
Resposta do gajo: “Então já não caiu ontem”?
Pior que o Ébola que só mata 50%. Este não tem cura.
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E por falar no que não tem remédio: no DN – “Diretor-geral da Saúde ameaça demitir-se”
OH NÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!
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Apenas uma pequena revolta mas bricalhona, sem qualquer ressentimento., mesmo compreensão. Quando limparam do blog o abaixo sugeriram ter feito uma leitura de 1º camada básica
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com ironia, tipo bairro das barracas style com todo o meu respeito por quem comeu ter de por comer na mesa pelo menos 3 vezes ao dia, o humanismo, sem precisar de mil folhas de Marx ou deste ou daquele gajo q8ue romanceou o basico para o basico deixar de ser o básico,
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creio que quem limpou à fuçanga emotiva de defender arrivista refletiu em cima do joelho.Há mais camadas e para mim ingenuo de boa de fé este blog vale por estar uns pontos acima do trivial corriqueiro. Para isso hà paletes na Web.
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Mas no cerne a divulgação do abaixo em camadas acima de politiqueirês à molhada que por aí anda pelos sopros ao acaso dos ventos, o censurado apenas significa o desafio macro: onde está a rapaziada capaz de dar a volta nisto para além de se refugiar na censura elitista do varre para baixo do tapete, oportunista ou ‘malandreca de esquina dita chico esperto em versão universitária”. Como tal, teimoso, repito para desafiar e provocar as mentes lagartas que só vêm a superficie quando há muito sol para os ‘aquecer’. Mas são capazes de mais se ‘arriscarem’ sair do ‘trabalhar é bom para os outros, ou noutras versões mais esclavagistas ‘para o não branquinho como neve’. E como tal repito a provocação, quero-os mais acordados menos incautos, tenham ou não resmas de mestrados, doutoramentos ou seja os calhamaços e diplomas que exibem tentando embasbascar (sacar o guito`à pala), e o termo que usei ‘prancha’ ou ‘pranchado’ não é o horror inquisitório dalguns, está no dicionário ao dispor de eruditissimos e analfabetissimos, geral e lingua portuguesa iberica ou sul americana ou africana ou asiatica pertença de todos. Mas eis:
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> The Western Model Is Broken ? Will the West Win ?
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“A believer in cultural pluralism, asked a question that rarely occurs to today’s westernisers: “Why should a nation that has developed in its own way, under completely different conditions from those of the west European states, with different elements in its life, live through the European past, and that, too, when it knows perfectly well what that past leads to?”
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“The 20th century was defined by the battles between liberal democracy and totalitarian ideologies, such as fascism and communism;
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their obsession with a largely intra-western dispute obscured the fact that the most significant event of the 20th century was decolonisation, and the emergence of new nation-states across Asia and Africa.”
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For people luxuriating at a high level of abstraction, and accustomed to dealing during the cold war with nation-states organised simply into blocs and superblocs, it was always too inconvenient to examine whether the freshly imagined communities of Asia and Africa were innately strong and cohesive enough to withhold the strains and divisions of state-building and economic growth”
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“In the 21st century that old spell of universal progress through western ideologies – socialism and capitalism – has been decisively broken.
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If we are appalled and dumbfounded by a world in flames it is because we have been living – in the east and south as well as west and north – with vanities and illusions: that Asian and African societies would become, like Europe, more secular and instrumentally rational as economic growth accelerated; that with socialism dead and buried, free markets would guarantee rapid economic growth and worldwide prosperity. What these fantasies of inverted Hegelianism always disguised was a sobering fact: that the dynamics and specific features of western “progress” were not and could not be replicated or correctly sequenced in the non-west.”
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“Not surprisingly, even the vicious Isis claims to offer better governance to Sunnis angry with the Shiite-dominated government in Baghdad. So do Maoist insurgents who control large territories in Central India, and even drug-traffickers in Myanmar and Mexico.”
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“Fukuyama, asserting that the “power of the democratic ideal” remains immense, claimed earlier this year that “we should have no doubt as to what kind of society lies at the end of History”.
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“But the time for grand Hegelian theories about the rational spirit of history incarnated in the nation-state, socialism, capitalism, or liberal democracy is now over.”
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etc segundo a reflexão e narrativa aqui:
http://www.theguardian.com/world/2014/oct/14/-sp-western-model-broken-pankaj-mishra
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Uma cabulazita para sairem bem do filme, por exemplo, +e muito texto, não cabe aqui, a malta não lê etc. Mas olhe que não, foi dos textos mais bucados e consultados aqui do blog cada um lendo na camada que alcança … ou lhe interessa. Apesar de teórico, não passando doutra narrativa .. Agitar a sério é preciso mais que nunca.
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No podem ser sempre os mesmos a fazê-lo como fazem com a oratoria dos 2 lados da moeda (para não entrar naquela coisa que o branco e o preto não tem dois lados mas infinitos) tão jovem com apenas mais de 80 anos de mais do mesmo. Portanto saudavelmente provoco no cerne, ou coração ou alma da coisa, para saltarem para os cornos do touro ou ficarem-se por chás bridges, bejecas e tretas, mas não venham depois com louvaminhas e cantatas floretinas da treta ‘fundamentadas’ em teorias da tanga. Então respeitosamente e perdoando aos mais emotivos ou superficiais ou .. ou …, então lá vai outra vez:
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> The Western Model Is Broken ? Will the West Win ?
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“A believer in cultural pluralism, asked a question that rarely occurs to today’s westernisers: “Why should a nation that has developed in its own way, under completely different conditions from those of the west European states, with different elements in its life, live through the European past, and that, too, when it knows perfectly well what that past leads to?”
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“The 20th century was defined by the battles between liberal democracy and totalitarian ideologies, such as fascism and communism;
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their obsession with a largely intra-western dispute obscured the fact that the most significant event of the 20th century was decolonisation, and the emergence of new nation-states across Asia and Africa.”
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For people luxuriating at a high level of abstraction, and accustomed to dealing during the cold war with nation-states organised simply into blocs and superblocs, it was always too inconvenient to examine whether the freshly imagined communities of Asia and Africa were innately strong and cohesive enough to withhold the strains and divisions of state-building and economic growth”
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“In the 21st century that old spell of universal progress through western ideologies – socialism and capitalism – has been decisively broken.
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If we are appalled and dumbfounded by a world in flames it is because we have been living – in the east and south as well as west and north – with vanities and illusions: that Asian and African societies would become, like Europe, more secular and instrumentally rational as economic growth accelerated; that with socialism dead and buried, free markets would guarantee rapid economic growth and worldwide prosperity. What these fantasies of inverted Hegelianism always disguised was a sobering fact: that the dynamics and specific features of western “progress” were not and could not be replicated or correctly sequenced in the non-west.”
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“Not surprisingly, even the vicious Isis claims to offer better governance to Sunnis angry with the Shiite-dominated government in Baghdad. So do Maoist insurgents who control large territories in Central India, and even drug-traffickers in Myanmar and Mexico.”
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“Fukuyama, asserting that the “power of the democratic ideal” remains immense, claimed earlier this year that “we should have no doubt as to what kind of society lies at the end of History”.
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“But the time for grand Hegelian theories about the rational spirit of history incarnated in the nation-state, socialism, capitalism, or liberal democracy is now over.”
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etc segundo a reflexão e narrativa aqui:
http://www.theguardian.com/world/2014/oct/14/-sp-western-model-broken-pankaj-mishra
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E é por aqui, no dar a volta por cima desta coisa, que se resolverm os problemas dos orçamentos com mais ou menos disto ou daquilo em IRS, composto daqui e dacolá com fiscalidade tecnicolor verde, mais experimentalismos para uma taxa de IRS de geometria variavel se ganhassemos (mas não ganham porque suga tudo) devolveriamos mas se perdessemos automaticamente o imposto sobre para pagarem, para não entrar na utopica discussão que assim qualquer dia quando deus quiser seriamos uma economia explosiva esplendorosa sem imigrantes, sem perseguições esquizofrenicas a fugas de impostos cujas vitimas finais não são as que +os cavaleiros andantes’ ou ‘cruzados para libertar jerusalens’ acreditam pois são eles etc etc. E nada tenho contra nenhum nem ninguém.
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