Saltar para o conteúdo

a sensatez de galamba

5 Novembro, 2014
by

O deputado do PS João Galamba manifestou-se apreensivo com os comentários das organizações que compunham a extinta troika sobre o orçamento proposto pelo governo português para 2015. Realçando o facto dessas instituições entenderem “que estão perante um quadro macroeconómico de absoluta fantasia e de irrealismo”, em virtude do governo ter abrandado a malfadada “austeridade”, Galamba chamou, deste modo, a devida atenção para o facto do equilíbrio orçamental português não ter sido ainda conseguido e que os ganhos nesse domínio alcançados nos últimos anos são ainda muito precários. O FMI, o BCE e a Comissão Europeia disseram, com os seus comentários, que é necessária mais austeridade do que aquela que o governo quer para 2015. Galamba acompanha as preocupações da troika. Tamanha sensatez só poderá ser um bom augúrio para um futuro governo do PS. Afinal, a austeridade é para continuar!

17 comentários leave one →
  1. BELIAL's avatar
    5 Novembro, 2014 20:24

    Desde que tirou o brinco – não brinca tanto.

    Gostar

  2. MJRB's avatar
    5 Novembro, 2014 20:41

    Porra: nem quero pensar que se ACosta for PM, este país vai ter como ministro da economia Luís Nazaré e como secretário da dita, JGalamba.
    (Segundo certas excitações já manifestadas…).

    Gostar

  3. Pedro's avatar
    Pedro permalink
    5 Novembro, 2014 21:38

    O único comentário no blasfémias aos comunicados do BCE e do FMI é sobre as declarações do deputado Galamba?

    Gostar

  4. Filipe's avatar
    Filipe permalink
    5 Novembro, 2014 23:24

    Vão no rumo certo, nada a criticar, se acham que é preciso mais austeridade, o que depreendo é isso mesmo, vamos em frente, cortem-me 5% em Impostos, cortem reformas, fundações inuteis, municipios, cortem como deve ser. Quero pagar essa porcaria de divida, mas quero um limite de 0% na CRP em termos de deficit. Não há dinheiro, não há palhaços.

    Gostar

  5. Bolota's avatar
    Bolota permalink
    5 Novembro, 2014 23:25

    Mas qual é a diferença entre o Galamba do Costa e os Galambas do Passos???? Alguém me explica o papel do Poiares Maduro??? Granda maduro me saiu este maduro. MAs há mais

    Gostar

    • MJRB's avatar
      6 Novembro, 2014 00:51

      Neste seu comentário, Vc. parece reconhecer que JGalamba não presta. E não presta mesmo !

      Gostar

      • Bolota's avatar
        Bolota permalink
        6 Novembro, 2014 09:29

        Não disse que era bom ou mau, os Galambas, os Frasquilhos, os Nunos Melos, os Maduros e afins, que polulam por ai, são o fruto da pulhice em que se tornou a politica. Em Baleizão há uma expressão para classificar isto. MOÇOS.

        Gostar

      • anónimo's avatar
        anónimo permalink
        6 Novembro, 2014 10:51

        …e moças. A rata, a santa apolónia, as santas da ladeira do bloco.
        Em Castanheira do Ribatejo há uma expressão para classificar isto: GAJAS.

        Gostar

      • Bolota's avatar
        6 Novembro, 2014 13:07

        Só pode ser uma delas…GAJA, nem nome tem. Uma boa rata me saiste tu

        Gostar

  6. Sara's avatar
    Sara permalink
    6 Novembro, 2014 00:06

    MJRB,

    Ter Galamba a desempenhar funções de governação é de facto assustador.

    Gostar

    • MJRB's avatar
      6 Novembro, 2014 00:47

      Prepare-se para ter JG no atraente friso de governantes, se Costa entrar em S.Bento…
      Mais assustador : o caso LNazaré — finalmente ministro…

      Gostar

  7. Luis's avatar
    Luis permalink
    6 Novembro, 2014 02:59

    Em boa verdade este Governo não levou a cabo grandes reformas que tivessem um notável impacto na organização do Estado e na Economia. Não sei se foi por falta de coragem ou de inteligência dos membros da coligação. Talvez tenham ocorrido os dois estados de alma. Adiante.

    Portugal está a sofrer muito tardiamente um processo que ocorreu há décadas noutros países europeus. Trata-se do despovoamento do mundo rural. Para além disso existe outro processo em curso, esse sim preocupante: o despovoamento dos centros urbanos e o crescimento desordenado das periferias. O nosso país precisa, por um lado, de uma profunda reforma do mapa do poder local, da extinção de cerca de metade dos municípios: esta medida adaptaria Portugal à sua nova realidade demográfica, e a uma época em que já existem boas vias de comunicação.

    Para além disso, devem ser tomadas medidas agressivas que estimulem o repovoamento dos centros urbanos. Tal trará ganhos de eficiência para os sistemas de transportes públicos, reduzirá a despesa pública no longo prazo e ainda contribuirá para a redução da importação de combustíveis. Para isso é necessário taxar as mais valias imobiliárias, centralizar o Ordenamento, punir mais severamente os proprietários de edifícios devoluto situados nos centros urbanos ou aplicar estímulos fiscais que beneficiem que reside nos centros por oposição às periferias. As periferias são um custo pesado para o erário público a par de centros de cidades e vilas em processo de despovoamento: isto porque o espaço urbano tem custos de manutenção para os contribuintes -recolha de lixo, iluminação pública, manutenção de ruas e acessos, etc.

    Quanto ao salário mínimo, deve ser congelado por muitos e bons anos, ou mesmo reduzido. Que se veja o salário mínimo praticado em países de Leste que estão «ao nosso nível». O problema nacional não está no baixo valor do salário mínimo. Está sim no elevado preço de uma série de bens e serviços, face aos preços praticados em países mais ricos e face à nossa realidade económica. Rendas de habitação e comércio, electricidade, telecomunicações, alimentação, portagens, combustíveis: tudo excessivamente caro. E claro, um elevadíssimo esforço fiscal, que agrava ainda mais este problema.

    Nas empresas, existem uma série de regulamentações e exigências que devem ser abandonadas. Por que motivo existe a Medicina no Trabalho? O patrão é obrigado a pagar para que os empregados sejam submetidos a análises médicas. Então, para que existe o SNS? Esta é pois uma despesa absurda para o patronato. Existe uma compensação que patrão deve pagar ao empregado ao qual não renova um contrato a prazo. E é elevada, consiste numa espécie de indemnização. Mais um absurdo. E há mais. Por que motivo empresas do sector alimentar são obrigadas a pagar serviços a empresas de higiene e segurança alimentar? Bastaria um manual emitido anualmente pelo Ministério da Economia, com uma linguagem acessível, com todas as recomendações para sectores como a restauração ou a panificação. O fim de todas estas regras estúpidas traria um fôlego considerável às tesourarias de muitas pequenas e médias empresas.

    Todos os anos o Estado, o poder local e os Governos Regionais transferem perto de 4 mil milhões de euros, ou mais, para uma espécie de Estado Social paralelo: fundações, Misericórdias, colégios com contrato de associação, associações. Na realidade, com outra organização da Escola Pública, SNS ou poder local esta despesa poderia ser gradualmente eliminada na sua totalidade. Estamos a falar de um valor que corresponde aproxidamente a metade do défice. No entanto uma medida desta natureza teria grande resistência por parte de grupos de influência próximos do poder político.

    Gostar

    • anónimo's avatar
      anónimo permalink
      6 Novembro, 2014 10:54

      Mais um Wikipedista.Na volta, é o outro que o método argumentativo da caldeirada – meter tudo em cru e ligar o lume a ver o que dá – é muito parecido.

      Gostar

  8. Luís Pereira's avatar
    Luís Pereira permalink
    6 Novembro, 2014 17:43

    Sinto-me profundamente comovido ao ver, agora, o PS ao lado da Troika! Até me vêm as lágrimas aos olhos de tanta comoção!

    Gostar

  9. A Almeida's avatar
    A Almeida permalink
    6 Novembro, 2014 18:39

    Grande Galamba.
    Só agora é que viste que a troika é competente, justa e imparcial

    Pena que tenhas andado 3 anos a dizer disparates.
    A mim parece-me que para um gajo de brinquinho foi tempo a mais
    Mereces e ficas autorizado a pôr outro brinquinho nas narinas

    Gostar

Indigne-se aqui.