Nacionalismo económico na era da globalização
Quem é que melhor defende os interesses portugueses (o que quer que isso seja) na questão da Portugal Telecom:
Isabel dos Santos, filha do presidente angolano e de uma russa, nasceu em Bacu, Azerbaijão e licenciou-se no Kings College. Quer comprar a PT SGPS para decidir o destino da PT Portugal.
Zeinal Bava, de ascendência goesa, cidadão português, nascido em Moçambique e com formação Anglo-Saxónica. Tinha um grande projecto de um grande operador lusófono, mas o empréstimo à Rioforte estragou-lhe o projecto.
A Oi, dona da PT Portugal, é um empresa brasileira com esta organização accionista:
Armando Pereira, português do Minho, emigrou para França com a 4ª classe. É dono de 30% da Altice, empresa que quer comprar a PT Portugal à Oi por 7400 milhões de euros.
Patrick Drahi, judeu sefardita (de acordo com a Lei Orgânica n.o 1/2013 o governo pode conceder nacionalidade portuguesa a judeus sefarditas descendentes de judeus expulsos de Portugal). É o maior accionista da Altice.
Henrique Granadeiro, português, o homem que assumiu a responsabilidade pelo empréstimo à Rioforte.
Os CTT, empresa portuguesa com capital disperso pelo capitalismo internacional. Os CTT são parceiros da Altice no projecto de compra da PT, depois de terem verificado que não havia condições para uma proposta autónoma.








Escolho Isabel dos Santos sem dúvida! Sem pestanejar. O “resto” ou cheira a requentado ou alguns já deram demasiadas provas de seriedade duvidosa.
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Boa escolha, Aryan. Ja somos dois.
O que nao percebi foi a santo de que vem essa do ” que melhor defende os interesses portugueses” do JM quando segundo ouvi dizer a escolha vai ser feita pela OI …
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Fiquei meio zonzo com a estrutura accionista da OI, é preciso tirar um curso de arquitectura para construir o edificio.
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Por mim escolhia o Granadeiro.
Gosto muito dos vinhos dele.
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Então de volta?
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A mais bonita de todas que eu sou homofóbico
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Eu sou pela (con)fusão de interesses. Era vender a PT a todos estes grupos, fazendo escrituras em notários diferentes e depois de tudo consumado, dizer que se agiu desse forma porque houve um ataque de amnésia. Julgo que não há Lei que criminalize estas e outras vigarices que por aí estão disseminadas, e “massa” serviria para encher os bolsos de mais uns quantos. De vigarice e roubo, até ao desastre final!
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A Portugalidade é definida pelo que mais convier à elite política-jornalista do regime no momento.
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