Ontem não se podia representar o profeta. Agora não se pode representar a lapidação

«Lapidada» é uma peça de teatro que conta a história de uma rapariga holandesa que casa com um muçulmano e vai viver para o Iémen. «Lapidada» ia estar três meses em cena. Agora está três dias. Vai ser representada muito discretamente no Festival de Avignon. Como se explica neste site francês que faz “informação por muçulmanos para muçulmanos” (leiam que é muito instrutivo ) «En réalité une telle pièce ne dénonce rien. Elle ne fait qu’endiguer une islamophobie de plus en plus prégnante sous couvert de protection de la femme. Quand l’islamophobie n’est pas véhiculée par l’extrême-droite, ce sont les bobos laïcards de gauche qui répandent leur haine de la religion et des musulmans.»
Pois é. Vamos ser todos muito subversivos. Vamos fazer muitas caricaturas do Papa e da Merkel que não matam ninguém.

‘quem estiver puro atire a 1^` pedra’
Spengler diz no Naufrágio que a idade da pedra não terminou por falta de matéria prima
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A merda disto tudo é que ninguém está a ver que submeter-se às pretensões do islão numa coisa acaba por abrir a porta a todas as demais submissões que ele impõe: hoje não representar maomé; amanhã não se poder dizer nada acerca dele que vá contra o mito dele ser um pacifista bondoso e humanista.
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O obama segue essa linha.
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O Obama até tem medo dos cubanos…
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a europa vive de cócoras e cheia de medo. A verdade é que o islão é uma religião supremacista que impõe a sua vontade ao mundo ocidental e como tal nunca será confrontada com a necessidade de uma revolução tipo reforma. Porque é que o faria se os ocidentais estão dispostos a acomodar as suas leis e práticas ?
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Uma rapariga holandesa que casa com um muçulmano e vai viver para o deserto é uma estúpida.
Devia ser proibido, mesmo em teatro.
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Pois, porque quem tem cu tem medo…
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Espero que esteja a dizer isso como figura de estilo. Conto consigo para defender com unhas e..a nossa preciosa liberdade de expressão.Já muito morreram para que possamos viver e criticar quem seja preciso sem que fechem os jornais(como lembro aconteceu com o C.Hebdo pelo Degaulle) e foi graças a sua persistencia e de outros que hoje não se atrevem a fazer tal barbaridade. Vexas tem sido um exemplo de voz livre como precisamos, mesmo quando diz o contrario do que eu acho certo.
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A França prostituída – resta saber se em definitivo.
Talvez esteja ali a “vacina” para certos sistemas ( distantes ecos ” Kissingerianos”…).
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Amanhã não pode mostrar a perna ou o cabelo ou sofre um ataque de ácido…
A bem da “PAZ”. Da religião da “PAZ”
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E Inglaterra colocou a bandeira a meia haste pela morte do chefe da tribo de Saud.
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A França há muito que não passa de uma prostituta submissa e de pernas abertas…
Claro que aos cabronazios esquerdoides dá mais jeito caricaturarem o Papa, pois sabem que os católicos não lhes vão aos cornos.
Que cambada!
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