Eu teorizo que a malta do Berloque tem um cofre com “sex-tapes” do Belmiro, e é assim que conseguem que ele lhes imprima e distribua o “orgão central”, como dantes se chamava ao jornal do partido.
É uma “hipótese”… Outra hipótese: o BE é accionista do Público. Mais esta: o BE detém mais de 10% da SONAE.
Facto sem ironia: as notícias, destaques e parcimónias do Público (desde JMFernandes) para com o BE, se comparados com o espaço concedido ao PC…
Muito , mas muito mais giro que isso tudo , a Grécia e blá blá blá , é o programa de financiamento ao empreendedorismo para atrair os que se foram embora seguindo o conselho do nosso querido PM. De morrer a rir. falta de noção do ridiculo que esta gente tem. E depois o grego patati patata. 🙂 🙂
O problema começa logo no ensino, na formação dos jornaleiros.
Quando frequentei o ensino primário ninguém me disse que as FP-25 tinham tirado a vida a tanta gente, ninguém me falou no PREC nem nas duas vindas do FMI a seguir ao 25 de Abril. A lição era esta: tínhamos uma ditador muito mau e sanguinário, havia muita tortura e os portugueses tinham muita fome porque o ditador de Direita tinha prazer em pôr as pessoas na miséria.
Quanto ao ditador tá mal contado era pior que isso. Quantos matou as FP.25??? Como é obvio, levamos com uma DITADORA de 48 anos e a seguir no ensino, vamos dizer bem dessa mesma ditadura.
Foi pena a dituadura não se ter assumido até ás últimas consequencias e não ter acabado com a merda comunista.
Tínhamos poupado o PREC e a dissolução da economia nacional.
Bolota,
E quantos matou a “sanguinaria” ditadura (em 48 anos) ??…
Que eu tivesse notado, o Luis não sugeriu que se devesse dizer bem da ditadura.
Apenas que se deveria ter dito alguma coisa sobre o mal que foi o PREC, sobre os atentados e os assassinatos das FPs-25, as razões e as consequencias das bancarrotas e as subsequentes austeridades a seguir ao 25 de Abril, etc.
Ou se conta tudo ou a historia fica coxa !!
E quantos matou a “sanguinaria” ditadura (em 48 anos) ??…Se tiver em conta as três frentes de Guerra se calhar foram uns milhares sem contar com os que ficaram parvos e extropiados.
O PREC foi a consequência da mesma ditadura que nos trouxe debaixo da bota esses anos todos
É que se a “a ditadora de direita” matou assim tanto e tanto estropiado o Bolota ainda está a fazer contas e demora porque é fraquinho em matemática.
Mas quando acabar esse somatório, comece a contar os mortos estropiados que o PREC provocou nas guerras sanguinárias quando entregou os países a “ditadoras de esquerda”.
Tendo em conta as diferentes frentes de guerra em Africa, “uns milhares” mais “os parvos e os extorpiados” não é muito. Muitissimo mais matou e extorpiou o outro lado, o dos ditos “movimentos de libertação”, antes e depois das “independencias”.
Mas falemos da repressão politica interna. Apesar de ser uma ditadura e da repressão ser forte, a politica do regime não era a de assassinar opositores. Controlá-los, prende-los, torturá-los, sim, matá-los, não. Mesmo no caso de Humberto Delgado, nunca se provou que o seu assassinato por agentes da Pide tivesse sido programado e ordenado pela cupula do regime. Claro que, mesmo assim, acabaram por morrer pessoas em consequencia directa e indirecta da repressão. Mas estamos a falar de umas escassas dezenas … em 48 anos. Mesmo as melhores democracias tiveram mortos. Não falemos então dos totalitarismos comunistas espalhados pelo mundo : aqui as vitimas directas da repressão contam-se em … milhões !… A ditadura salazarista teve muitos defeitos mas uma coisa é certa : não foi sanguinária, não matou muitas pessoas.
O PREC não foi uma consequencia da ditadura. Quando muito teria sido o 25 de Abril. O PREC foi uma degenerescencia comuno-esquerdista do processo de democratização iniciado a 25 de Abril de 1974. Felizmente, o 25 de Novembro de 1975 restabeleceu o curso normal desse processo. Se o PREC tivesse vingado em Portugal, então um regime ditatorial de direita teria sido directamente substitituido por um totalitarismo comunista, de longe muitissimo pior !
E eu nem gosto de ditaduras nem de totalitarismos. Detesto-os.
Mas a verdade histórica não pode ir para debaixo do tapete e o Ensino em Portugal está todo enviesado para a Esquerda. As Universidades, na sua maioria, também.
Tenho uma opinião diferente.
Se tirarmos a parte política, a parte económica, a parte desportiva, os editoriais e os cronistas o Público é, certamente, um dos melhores jornais portugueses.
Já agora os números são 15,266 exemplares e 7241 assinantes on-line.
«O PREC não foi uma consequencia da ditadura. Quando muito teria sido o 25 de Abril. O PREC foi uma degenerescencia comuno-esquerdista do processo de democratização iniciado a 25 de Abril de 1974. Felizmente, o 25 de Novembro de 1975 restabeleceu o curso normal desse processo. Se o PREC tivesse vingado em Portugal, então um regime ditatorial de direita teria sido directamente substitituido por um totalitarismo comunista, de longe muitissimo pior !»
O PREC foi o pior desastre económico que ocorreu em Portugal no século XX.
Em 1973 o país crescia a todo o gás. Havia problemas estruturais? Sim, muitos, mas estávamos a recuperar o atraso de décadas e a convergir com a Europa rica. Em 1974 éramos o 23.º em IDH, nada mau tendo em conta que no Interior a população vivia sem electricidade, água, estradas asfaltadas.
O PREC tirou do país o capital e deu um pontapé no rabo dos empresários, que saliente-se, estavam no sector dos transacionáveis. Depois o poder económico renasce com Cavaco e mete-se na construção, obras públicas, serviços… no modelo da ruína.
Nós tínhamos problemas estruturais muito graves que derivavam em parte da geografia do território, uma população ruralizada, pulverizada por montes, sítios aldeias, com um relevo difícil no Norte e Centro do país. Em Espanha, a situação era outra, pois a população estava concentrada.
Com um povoamento assim era difícil alfabetizar, construir estradas, levar esgotos, água canalizada. Difícil e caro! Inglaterra, por exemplo, é um país plano e as suas povoações já no século XVIII estavam ligadas por boas estradas, não havia a atomização que há em Portugal, as condições de habitabilidade eram outras!
O Estado Novo encontrou um país muito atrasado e fez muita obra sem endividamento, a economia cresceu como nunca.
Em 1974 o Regime estava num impasse e o caminho deveria ter sido o da democracia que preconizava Sá Carneiro.
A comunada estragou Portugal e ainda hoje sofremos com essa canalha. Deixaram-nos uma Constituição ideológica que trava qualquer Reforma que garanta a sustentabilidade do Estado, estão disseminados pelo sistema de Ensino e pelas Universidades, e dominam a comunicação social. São uma minoria que não representa a vontade da maioria do povo, que é católico, não praticante mas católico, e que defende com unhas e dentes a propriedade privada, e gosta de ter as suas profissões liberais e empresas. Povo esse que aliás, até há poucos anos, era conservador e poupado.
Gostaria portanto que as Escolas ensinassem a realidade, e não a lengalenga do ditador mauzão que torturava e punha o povo a passar fome. E depois apareceu um herói chamado Mário Soares e salvou Portugal.
E sobre África e a guerra também há muito a dizer.
A comunicação social delira quando os russos atacam na Ucrânia e na Geórgia. A Esquerda portuguesa bate palma, viva a Rússia! A Rússia diz que vai proteger os russos que por lá vivem. E o que fizeram os nossos militares em África? Não foram proteger os portugueses? Duplos critérios da nossa Esquerda…
” E depois apareceu um herói chamado Mário Soares e salvou Portugal.”
.
Esta frase é excessiva. Ramalho Eanes sim, com outros militares patrióticos. Mário Soares nunca!
ora aqui está um caso que eu gostaria de ver debatido honestamente onde quer que seja : garanto-lhe que “o PREC não foi o pior desastre económico que ocorreu em Portugal no Séc. XX”, como vc. afirma.
Tal facto foi-me provado em 2006 por um ex-ministro e por outro economista de “primeira água”.
Se Luís quiser fazer contas sobre vários episódios e períodos…
Deves ser muito novo, não imaginas “dormir” noites em branco para não roubar o que era teu, inclusive casas, ter pequenas empresas (fundições) e entrarem os comunas com as bandeiras a dizer isto é nosso, é dos trabalhadores. E serem os próprios funcionários andarem ao murro com os comunas. Tem vergonha.
Uma ajuda para vc. fazer contas: faça-as ao período do PREC, que obviamente prejudicou a economia e as finanças. Depois, sobre o que aconteceu à economia e às finanças post-PREC.
Um dos dias mais bonitos foi o da queima das sedes do PCP e do MDP-CDE em frente ao palácio Gorjão no Bombarral. Ali explicou-se o que Povo pensava sobre o fascismo vermelho sovietico.
Não tivesse sido a maçonaria, através de Melo Antunes, a proteger os comunistas,e em 1975 Portugal tínha-se visto livre dessa merda e hoje o nosso país seria seguramente outro.
É que a merda comunista não produz um tostão de riqueza para o País, vivem todos pendurados no OGE – autarquias, funcionarios publicos, empresas publicas e respectivos sindicatos, comissões de utentes disto e daquilo, grupos de teatro, quadrilhas de realizadores de cinema, chapitôs e casas dos bicos. Sempre a inventar um pretexto para exigir um subsídio.
Só destacados nos sindicatos, são 15 mil membros do Partido Comunista que mais não fazem do que sabotar a economia. Mas que recebem todos os meses como se estivessem a trabalhar e a ser úteis à sociedade.
Só servem para atrapalhar quem quer trabalhar e fazer pela vida. E prejudicam em especial os mais pobres, como acontece com as greves dos transportes.
O parasitismo em Portugal chama-se Partido Comunista Português ! É a PPP mais antiga em Portugal.
Alguém deveria fazer as contas, para se saber quanto nos custa a todos estar a sustentar os Comunistas em Portugal desde há 40 anos. Incluindo o que destruíram na economia.
Sim, o PREC e o post-PREC é que estragaram toda a economia nacional. Vai demorar imenso tempo a recuperar.
E o grande problema é que se continuam a cometer grandes erros, sobretudo no campo político.
É que já nem disfarçam…
Pergunto-me quantos jornalistas do Público terão ido na romaria do passado fim de semana a Évora.
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A democrata e (absolutamente) imparcial HMatos para directora do Público, já !
Ó Helena, vc. deve ter uma enorme pedra no sapato por causa do Público !…
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Eu teorizo que a malta do Berloque tem um cofre com “sex-tapes” do Belmiro, e é assim que conseguem que ele lhes imprima e distribua o “orgão central”, como dantes se chamava ao jornal do partido.
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É uma “hipótese”… Outra hipótese: o BE é accionista do Público. Mais esta: o BE detém mais de 10% da SONAE.
Facto sem ironia: as notícias, destaques e parcimónias do Público (desde JMFernandes) para com o BE, se comparados com o espaço concedido ao PC…
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Bom, se reinstaurar a comissão de exame prévio diria que podem ser iguais
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Li algures que este jornal vende 7000 exemplares? Se for assim, porque se perde tempo com uma inexistência?
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Muito , mas muito mais giro que isso tudo , a Grécia e blá blá blá , é o programa de financiamento ao empreendedorismo para atrair os que se foram embora seguindo o conselho do nosso querido PM. De morrer a rir. falta de noção do ridiculo que esta gente tem. E depois o grego patati patata. 🙂 🙂
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“As vitórias não todas iguais.”
.
Ao princípio era o Verbo. Mas agora, com a crise, nem isso há.
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O problema começa logo no ensino, na formação dos jornaleiros.
Quando frequentei o ensino primário ninguém me disse que as FP-25 tinham tirado a vida a tanta gente, ninguém me falou no PREC nem nas duas vindas do FMI a seguir ao 25 de Abril. A lição era esta: tínhamos uma ditador muito mau e sanguinário, havia muita tortura e os portugueses tinham muita fome porque o ditador de Direita tinha prazer em pôr as pessoas na miséria.
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Bem visto ! 🙂
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Luis,
Quanto ao ditador tá mal contado era pior que isso. Quantos matou as FP.25??? Como é obvio, levamos com uma DITADORA de 48 anos e a seguir no ensino, vamos dizer bem dessa mesma ditadura.
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Foi pena a dituadura não se ter assumido até ás últimas consequencias e não ter acabado com a merda comunista.
Tínhamos poupado o PREC e a dissolução da economia nacional.
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Bolota,
E quantos matou a “sanguinaria” ditadura (em 48 anos) ??…
Que eu tivesse notado, o Luis não sugeriu que se devesse dizer bem da ditadura.
Apenas que se deveria ter dito alguma coisa sobre o mal que foi o PREC, sobre os atentados e os assassinatos das FPs-25, as razões e as consequencias das bancarrotas e as subsequentes austeridades a seguir ao 25 de Abril, etc.
Ou se conta tudo ou a historia fica coxa !!
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E quantos matou a “sanguinaria” ditadura (em 48 anos) ??…Se tiver em conta as três frentes de Guerra se calhar foram uns milhares sem contar com os que ficaram parvos e extropiados.
O PREC foi a consequência da mesma ditadura que nos trouxe debaixo da bota esses anos todos
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Então posso dizer que o PREC (e o 25 de Abril ) matou 1,2 milhões de pessoas Bolota?
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É que se a “a ditadora de direita” matou assim tanto e tanto estropiado o Bolota ainda está a fazer contas e demora porque é fraquinho em matemática.
Mas quando acabar esse somatório, comece a contar os mortos estropiados que o PREC provocou nas guerras sanguinárias quando entregou os países a “ditadoras de esquerda”.
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Ena tantosssssssssssssss
Se não é muito as mortes da ditadura, pena é não ter chegado a um teu chegado…irmão filho…por ai.
Se o Sagado está carregado , se não fosse o PREC ainda estava mais porque foi o PREC que evitou que muita da riqueza saísse aos magotes do pais.
Atinem porra
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Bolota,
Tendo em conta as diferentes frentes de guerra em Africa, “uns milhares” mais “os parvos e os extorpiados” não é muito. Muitissimo mais matou e extorpiou o outro lado, o dos ditos “movimentos de libertação”, antes e depois das “independencias”.
Mas falemos da repressão politica interna. Apesar de ser uma ditadura e da repressão ser forte, a politica do regime não era a de assassinar opositores. Controlá-los, prende-los, torturá-los, sim, matá-los, não. Mesmo no caso de Humberto Delgado, nunca se provou que o seu assassinato por agentes da Pide tivesse sido programado e ordenado pela cupula do regime. Claro que, mesmo assim, acabaram por morrer pessoas em consequencia directa e indirecta da repressão. Mas estamos a falar de umas escassas dezenas … em 48 anos. Mesmo as melhores democracias tiveram mortos. Não falemos então dos totalitarismos comunistas espalhados pelo mundo : aqui as vitimas directas da repressão contam-se em … milhões !… A ditadura salazarista teve muitos defeitos mas uma coisa é certa : não foi sanguinária, não matou muitas pessoas.
O PREC não foi uma consequencia da ditadura. Quando muito teria sido o 25 de Abril. O PREC foi uma degenerescencia comuno-esquerdista do processo de democratização iniciado a 25 de Abril de 1974. Felizmente, o 25 de Novembro de 1975 restabeleceu o curso normal desse processo. Se o PREC tivesse vingado em Portugal, então um regime ditatorial de direita teria sido directamente substitituido por um totalitarismo comunista, de longe muitissimo pior !
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E eu nem gosto de ditaduras nem de totalitarismos. Detesto-os.
Mas a verdade histórica não pode ir para debaixo do tapete e o Ensino em Portugal está todo enviesado para a Esquerda. As Universidades, na sua maioria, também.
O José do Porta da Loja explica bem a coisa.
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O comunismo é uma pestilência que infecta não apenas Portugal mas quase todo o mundo.
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Recorda-se o Luís que na altura da campanha de alfabetização andavam senhores fardados, também nas escolas, a ensinar que Maria era p%$#?
Pois eu lembro-me bem desse facto e de muito mais.
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Só por senilidade o Belmiro mantém este pasquim imprestável a funcionar…
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Belmiro de Azevedo “senil” ?
O Público, um “pasquim” ?
Belmiro não sabe o que significa “senil” e “pasquim”…
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Errata: Eleutério em vez de Belmiro.
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Já agora deixem-me perguntar…Porque é que não perdoam a dívida à Madeira?
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Outra vez?
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Tenho uma opinião diferente.
Se tirarmos a parte política, a parte económica, a parte desportiva, os editoriais e os cronistas o Público é, certamente, um dos melhores jornais portugueses.
Já agora os números são 15,266 exemplares e 7241 assinantes on-line.
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«O PREC não foi uma consequencia da ditadura. Quando muito teria sido o 25 de Abril. O PREC foi uma degenerescencia comuno-esquerdista do processo de democratização iniciado a 25 de Abril de 1974. Felizmente, o 25 de Novembro de 1975 restabeleceu o curso normal desse processo. Se o PREC tivesse vingado em Portugal, então um regime ditatorial de direita teria sido directamente substitituido por um totalitarismo comunista, de longe muitissimo pior !»
O PREC foi o pior desastre económico que ocorreu em Portugal no século XX.
Em 1973 o país crescia a todo o gás. Havia problemas estruturais? Sim, muitos, mas estávamos a recuperar o atraso de décadas e a convergir com a Europa rica. Em 1974 éramos o 23.º em IDH, nada mau tendo em conta que no Interior a população vivia sem electricidade, água, estradas asfaltadas.
O PREC tirou do país o capital e deu um pontapé no rabo dos empresários, que saliente-se, estavam no sector dos transacionáveis. Depois o poder económico renasce com Cavaco e mete-se na construção, obras públicas, serviços… no modelo da ruína.
Nós tínhamos problemas estruturais muito graves que derivavam em parte da geografia do território, uma população ruralizada, pulverizada por montes, sítios aldeias, com um relevo difícil no Norte e Centro do país. Em Espanha, a situação era outra, pois a população estava concentrada.
Com um povoamento assim era difícil alfabetizar, construir estradas, levar esgotos, água canalizada. Difícil e caro! Inglaterra, por exemplo, é um país plano e as suas povoações já no século XVIII estavam ligadas por boas estradas, não havia a atomização que há em Portugal, as condições de habitabilidade eram outras!
O Estado Novo encontrou um país muito atrasado e fez muita obra sem endividamento, a economia cresceu como nunca.
Em 1974 o Regime estava num impasse e o caminho deveria ter sido o da democracia que preconizava Sá Carneiro.
A comunada estragou Portugal e ainda hoje sofremos com essa canalha. Deixaram-nos uma Constituição ideológica que trava qualquer Reforma que garanta a sustentabilidade do Estado, estão disseminados pelo sistema de Ensino e pelas Universidades, e dominam a comunicação social. São uma minoria que não representa a vontade da maioria do povo, que é católico, não praticante mas católico, e que defende com unhas e dentes a propriedade privada, e gosta de ter as suas profissões liberais e empresas. Povo esse que aliás, até há poucos anos, era conservador e poupado.
Gostaria portanto que as Escolas ensinassem a realidade, e não a lengalenga do ditador mauzão que torturava e punha o povo a passar fome. E depois apareceu um herói chamado Mário Soares e salvou Portugal.
E sobre África e a guerra também há muito a dizer.
A comunicação social delira quando os russos atacam na Ucrânia e na Geórgia. A Esquerda portuguesa bate palma, viva a Rússia! A Rússia diz que vai proteger os russos que por lá vivem. E o que fizeram os nossos militares em África? Não foram proteger os portugueses? Duplos critérios da nossa Esquerda…
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” E depois apareceu um herói chamado Mário Soares e salvou Portugal.”
.
Esta frase é excessiva. Ramalho Eanes sim, com outros militares patrióticos. Mário Soares nunca!
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Tal como se proíbem símbolos nazis e fascistas, também se deveria proibir o comunismo.
O PC deveria ser ilegalizado.
São um perigo para a ordem social e digo isto sem qualquer ironia.
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de acordo
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E andava o Salgado a financiar o Avante.
Ridículo.
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Lus,
ora aqui está um caso que eu gostaria de ver debatido honestamente onde quer que seja : garanto-lhe que “o PREC não foi o pior desastre económico que ocorreu em Portugal no Séc. XX”, como vc. afirma.
Tal facto foi-me provado em 2006 por um ex-ministro e por outro economista de “primeira água”.
Se Luís quiser fazer contas sobre vários episódios e períodos…
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Deves ser muito novo, não imaginas “dormir” noites em branco para não roubar o que era teu, inclusive casas, ter pequenas empresas (fundições) e entrarem os comunas com as bandeiras a dizer isto é nosso, é dos trabalhadores. E serem os próprios funcionários andarem ao murro com os comunas. Tem vergonha.
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Sem Norte,
Não duvido do que narra.
Mas se quiser fazer contas ao motivo do meu comentário anterior…
Quanto à vergonha, estamos esclarecidos.
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Uma ajuda para vc. fazer contas: faça-as ao período do PREC, que obviamente prejudicou a economia e as finanças. Depois, sobre o que aconteceu à economia e às finanças post-PREC.
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Um dos dias mais bonitos foi o da queima das sedes do PCP e do MDP-CDE em frente ao palácio Gorjão no Bombarral. Ali explicou-se o que Povo pensava sobre o fascismo vermelho sovietico.
Não tivesse sido a maçonaria, através de Melo Antunes, a proteger os comunistas,e em 1975 Portugal tínha-se visto livre dessa merda e hoje o nosso país seria seguramente outro.
É que a merda comunista não produz um tostão de riqueza para o País, vivem todos pendurados no OGE – autarquias, funcionarios publicos, empresas publicas e respectivos sindicatos, comissões de utentes disto e daquilo, grupos de teatro, quadrilhas de realizadores de cinema, chapitôs e casas dos bicos. Sempre a inventar um pretexto para exigir um subsídio.
Só destacados nos sindicatos, são 15 mil membros do Partido Comunista que mais não fazem do que sabotar a economia. Mas que recebem todos os meses como se estivessem a trabalhar e a ser úteis à sociedade.
Só servem para atrapalhar quem quer trabalhar e fazer pela vida. E prejudicam em especial os mais pobres, como acontece com as greves dos transportes.
O parasitismo em Portugal chama-se Partido Comunista Português ! É a PPP mais antiga em Portugal.
Alguém deveria fazer as contas, para se saber quanto nos custa a todos estar a sustentar os Comunistas em Portugal desde há 40 anos. Incluindo o que destruíram na economia.
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Sim, o PREC e o post-PREC é que estragaram toda a economia nacional. Vai demorar imenso tempo a recuperar.
E o grande problema é que se continuam a cometer grandes erros, sobretudo no campo político.
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Pierre,
Em Baleizão chamamos ao que escreveste, de analfabeto.
Três frentes de guerra e um pais á mingua era bom para a economia…o PREC é que…
Atina porra
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