Vamos lá a ter juízo
16 Fevereiro, 2015
A UE tem mais que fazer que viver centrada na Grécia. Temos uma guerra na Ucrânia. Um problema sério de terrorismo na UE e nas suas portas. Ninguém tem culpa que o Syriza se tenha apresentado a eleições a contar com o dinheiro dos outros e considerando que também ia mandar nos contribuintes dos outros países. Assim após semanas a servirem de palco para a performance dos novos governentes da Grécia, há que exigir aos governos da UE que deixem de andar a reboque dos humores de Tsipras e seus ministros e tratem dos problemas dos seus países. O governo grego como os meninos mimados sofre de excesso de atenção. Mas esse não é o nosso problema.
12 comentários
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Dona Helena Matos. Se tentasse ser mais cordata e pensasse no que de bom pode repercutir para nós se houver um bom acordo entre a União e a Grécia, não seria mau.
O será que não consegue ver a trave que trazemos espetada nos nossos olhos?
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Coronel Virella
Se houver alguma trave espetada deve ser nos seus olhos e na sua (pouca…) inteligência.
O melhor acordo que pode haver, é a Grécia abandonar já o Euro como moeda e logo a seguir a União Europeia. E deixe-se entrar nesta, depois, a Turquia, que fará melhor figura que a Grécia como nosso parceiro.
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E o que é que de bom para nós um acordo do Eurogrupo com a Grécia pode trazer? assim à primeira vista uma coisa: juros mais altos. Tire lá a trave que tem espetada nos olhos, porque isso está a toldar-lhe a visão.
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Alberto Virella,
O “que de bom pode repercutir para nós se houver um bom acordo entre a União e a Grécia”? E o que é “um bom acordo entre a União e a Grécia”?
O “bom acordo” que o governo grego exige é um péssimo acordo para a UE e para Portugal. Por acaso julga que o perdão da dívida e um cartão de crédito sem limite nem condições para a Grécia resultará no mesmo para Portugal?
Se a UE ceder à Grécia e depois der o mesmo a Portugal, quem se segue? A Espanha? A Itália? A França? Os antigos países de Leste?
Quanto tempo demorará até quem paga as contas dizer que a mama acabou?
É bom para Portugal que o Euro acabe com estrondo?
Os “Albertos”, que argumentam com a inteligência sentido da realidade de quem levou com uma trave nos cornos e está em coma profundo, parecem julgar que o dinheiro dos outros e a disponibilidade destes para o partilharem nunca acabam.
Os 37% dos votantes gregos que deram a vitória ao Syriza não mandam na Europa nem no dinheiro dos contribuintes de outros países que não a Grécia.
A paciência que os restantes países europeus têm tido para com o Governo grego tem apenas a ver com cortesia e vontade de acreditar que o Syriza pode ter ganho as eleições a apelar aos imbecis mas que quem entrou para o Governo teria um mínimo de juízo e que a retórica seria apenas isso.
Verificando-se que o Primeiro-Ministro e o Ministro das Finanças gregos são mesmo uns completos imbecis sem um pingo de realismo nem de sentido da responsabilidade, a cortesia acaba. E os gregos vão ver quais são as consequências de pretenderem que são eles quem decide quanto dinheiro os outros lhes dão e em que condições.
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É isso mesmo, é de homem (mulher neste caso)…, vamos embora… Grécia para fora do euro, já!!
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Andam por aqui uns sujeitos tipo, jardim, louçã, costa, bagão e mais uns tantos a querem vender os gregos actuais como se se tratassem dos gregos antigos, daqueles atenienses que inventaram a democracia.
Nada mais errado.
Estes gregos do syrisa e do PASOK nada têm a ver com aqueles.
Estes só inventaram caloteiros. Gastam o que é dos outros e depois não querem pagar
Se alguma semelhança há é com o sócrates, o actual 44, a viver em herdade alentejana, não emprestada por amigos mas paga por todos nós.
Portanto deixemo-nos de carpir e de armar aos coitadinhos
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Temos que estar centrados na Grécia. Todo o povo português está com o Syrisa. Durante uma semana foi amplamente publicitada na comunicação social uma manifestação de apoio ao governo grego. O bloco de esquerda empenhou-se a fundo nessa manifestação. E o povo português mostrando a sua solidariedade com o syrisa esteve lá aos milhões, ok centenas de milhares, pronto talvez milhares, quer dizer afinal foi meia centena.
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Bem de números percebo pouco, mas o Professor Marcelo (que aliás não foi à manifestação) na Missa de Domingo garantiu que o povo português não só está com os gregos como contra o Cavaco e o Passos Coelho.
Como é que ele sabe tanta coisa?
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Ele não sabe tanta coisa assim, o que ele sabe é que ainda pode vir a ser o candidato a PR da esquerda!
Até ficaria bastante bem: gabarolas, tiques de monarca, fala-barato, omnisciente, omnipresente (até parece o Soares). Já só lhe falta ir a Évora.
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Finalmente os catraios que os gregos elegeram para os governar levaram os açoites que andavam a pedir. Hoje ficaram a saber de uma vez por todas que ou cumprem as regras e o memorando que já negociaram, ou não recebem nem mais um euro. E têm quatro dias para responder. Acabaram-se os paninhos quentes!
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A (des)propósito : como é que a “europa” vai lidar com a ameaça mortal (literalmente) do terrorismo islâmico, se não consegue pôr na ordem um simples caloteiro?…
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E você (ah a extrema-esquerda….como a memória é curta) se deixasse de ser tão básica era e com um raciocínio binário de “bons e maus” e “preto e branco” já era muito bom.
Deveria ter vergonha.
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