Realmente o que seria de nós sem as empresas públicas, votadas ao serviço público?
16 de Abril de 2015: “Dos 62 comboios programados em todo o país, 24 são de serviços mínimos e os restantes cinco fizeram-se a mais”, refere a porta-voz da CP. Greve foi convocada para contestar as privatizações e fusões decididas pelo Governo no sector dos transportes.”
15 de Abril de 2015: Pilotos da TAP aprovam greve de dez dias Os pilotos da TAP reunidos esta tarde em Assembleia resolveram avançar para uma greve de dez dias, a começar no dia 1 de maio
15 de Abril: A greve do Metro de Lisboa que estava marcada para esta sexta-feira foi suspensa. Tratava-se da segunda data para esta greve do metro. A paralisação da última sexta-feira tinha sido adiada depois de serem decretados serviços mínimos. Agora novo adiamento. Também depois de serem decretados serviços mínimos.

Greves das empresas públicas! Um autêntico flagelo em anos de eleições.
A CDU a partidos afins deviam ter vergonha na cara e aprender a fazer campanha eleitoral sem prejudicar os cidadãos.
Estas greves orquestradas são a prova da necessidade imperiosa de acabarmos de uma vez por todas com as empresas públicas. A bem da Nação e de todos os Portugueses.
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Porque não permitir ao accionista-contribuinte despedimentos arbitrários?
Não falta quem queira trabalhar e acabavam-se as greves num instante.
O mesmo em toda a administração pública. Só temos bancarrotas regulares porque é inconstitucional gastar menos hoje do que ontem.
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Actualmente qualquer nesga de poder estupidifica as pessoas. Já não bastava os governantes serem incompetentes, irresponsáveis e ignorantes, que ainda temos estes sindicalistas, que se acostumaram a viver sem trabalhar, a afundarem a mísera economia que resta. A ganância e a falta de respeito pelo próximo estão em cena há muito tempo e isto pode ter um fim trágico.
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Isto é o canto do Cisne da CGTP… a força deles está na fraqueza dos funcionários públicos!
Depois da privatização quantas greves houve na EDP?
Responda um comuna!
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Este tipo de ironia é uma ofensa aos trabalhadores.
Na minha campanha para a presidência não vou tolerar afrontas aos sindicatos, os propulsores da atividade económica que levaram o país ao estado comatoso, digo, esplendoroso em que estamos. Fala-se em debandada de reservas.
Que mal tem?
É só gajos e gajas que gostam do passeio para cá e para lá, enquanto milhares de desempregados vagueam pelas ruas e tascas sem fazerem nada, sem saberem nada e sem nunca terem ou quererem aprendido nada. Tá mal.
A minha candidatura à Presidência vai aflorar temas sensíveis como este.
Creiam em mim que sou um gajo porreiro, pá.
Vou mesmo fazer tudo para que Évora não se torne uma cidade inóspita e para que o 25 volta à ribalta, já que a coisa está a arrefecer. Não me conformo.
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Comunas são uma vergonha
Sindicalistas uns parasitas
Um comuna sindicalista é um parasita sem vergonha
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Convinha que no Blasfémias não se deixassem levar por entusiasmos pueris.
A notícia não é essa.
É esta:
Apenas 29 dos 62 comboios programados circularam entre a meia-noite e as 6h desta quinta-feira
Ora para sermos exactos convêm saber quantos comboios foram feitos até ao fim do dia.
Os serviços mínimos para a linha de Sintra apontavam para 164 composições.
Eu sei que isto não dá uma boa notícia.
Temos pena.
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Esta histeria contra o direito à greve é típico dos direitinhas.
Mas foi através da greve que se conquistou direitos fundamentais, nomeadamente o direito de voto e até o direito a expressar as vossas opiniões broncas.
Se não fossem as greves, os trabalhadores viveriam como no Séc.XIX, em condições de semi-escravatura escravatura.
Ups, o que fui dizer, ao falar em escravatura dos trabalhadores, provoquei um orgasmo colectivo aos direitinhas deste blog – sem ser necessário preliminares nem nada.
Os trabalhadores fazem parte da economia e o trabalho é um bem que lhes pertence.
Se os seus interesses forem prejudicados, podem negar esse bem que é sua propriedade. Assim como um patrão pode negar a entrega de um bem, se as condições não forem do seu interesse.
Essa vossa teoria de que os patrões estão acima do bem comum e podem dedicar-se exclusivamente aos seus interesses, mas que os trabalhadores já são obrigados a trabalhar pela pátria e pela camisola não passa da hipocrisia mais sebenta.
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A sua teoria é interessante mas vacila em dois pontos:
1º As graves no sector público não são feitas contra as empresas mas sim contra os trabalhadores que as pretendem usar.
2º O motivo embora camuflado é sempre o mesmo, manter as regalias ou melhorá-las se possível, nuca havendo a preocupação de saber donde vem o dinheiro.
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Camarada Nuno
~
Sou “direitinha”… não fosse a tua prima… lá se ia o orgasmo! Dá-lhe um beijinho por mim!
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Claro! Ainda me lembro das greves na Lisnave. Grande estaleiro.
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É preciso e urgente saber analisar as situações. Os sindicatos têm de ser responsáveis e, muitas vezes, as lutas a favor dos seus associados podem ser prejudiciais aos restantes cidadãos. Lembrar que as grandes conquistas dos trabalhadores foram conseguidas pela força sindical, o que nalguns casos pode ser verdade, não invalida que algumas lutas descabeladas tenham tido resultados degradantes como sucedeu na 1.ª República. É preciso pensar que o mundo não foi construído para que os cidadãos olhem só para o seu umbigo. O prejuízo que esta greve vai dar ao país, não destrói só a TAP, que está falida, como prejudica toda a linha de serviços, desde as indústrias ligadas aos produtos turísticos, como os transportes (táxis, etc.) Falar de barriga cheia, como fazem os pilotos é ultrajante e repugna qualquer cidadão que olhe para os milhões que vivem abaaixo do limiar de pobreza. Ou acordamos, ou vamos todos ao fundo.
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Quando foi a última greve sem ser da função pública ou empresas do Estado?
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ofereçam essas merdas aos Chineses
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A CP eu oferecia ao comité central, conforme está e com um lacinho a decorar a prenda.
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O país e os diversos governos habituaram-se a ceder à chantagem dos canalhas sem vergonha que têm como desporto favorito infernizar a vida dos trabalhadores limitando ou anulando o direito à livre circulação de pessoas e bens. Há muito que as empresas públicas de transportes deviam ter sido privatizadas, embora me pareça que ninguém as queira comprar. Nesse caso, impõe-se que sejam encerradas e, de seguida, concessionadas a privados. Que um governo que se diz liberal e de direita não consiga fazer isso é mais uma prova da insustentabilidade de Portugal. Resta-nos sucumbir ao peso dos ociosos que enxameiam as função pública e as empresas do Estado. Estamos nas mãos de canalhas sem vergonha! Os novos que fujam e os velhos que se habituem à inexorável decadência do país.
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Podem encerrar a antena I
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So a antenna 1? as RTP’s todas … tudo pros chineses lol
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